Após terem derrotado Tiffany, o objetivo do grupo de jovens havia sido concluído em Nova York, ja que ela e Félix, que ja havia sido morto, eram os pilares que tramavam os ataques naquela aréa, com isso e poderiam prosseguir em sua missão de defender o páis de seu controle pela Black Brain.

Ao voltar para o galpão, onde estavam alojados, Megan e Lilly chegam tristes, pela morte de Alice, e por mais que elas tivessem derrotado Tiffany, o clima estava tenso pela perda da amiga, todos pareciam tão pra baixo, e nenhuma palavra sabia da boca de ninguém, até que Lily fala mentalmente para todos:

— ( É, parece que somos só nos 8 agora...)

— (Vamos lutar com todas nossas forças para poder proteger uns aos outros, e que não aconteçam mais mortes, por que...se continuar desse jeito, não vai acabar sobrando nenhum de nós)

Fala Loras.

—Alcione, eu nunca te esquecerei, você era uma das minhas melhores amigas, e mesmo assim eu nunca te contei que eu usei sua escova de dente para limpar um cocô do meu sapato no segundo ano, me perdoa onde é que você estiver !

Susurra Myrcella cabisbaixa.

— Bem, pessoal, tudo isso que passamos aqui em Nova York vai nos ajudar a ter mais expriência e ficarmos mais fortes nas próximas etapas da missão, estamos indo pra Dakota Do Sul, agora, se preparem por que vamos ter que lutar mais do que nunca !

Fala Charlie abrindo as portas do galpão.

Com isso, os 8 adolescentes pegam o primeiro trem em direção ao seu novo destino, confiantes, porém, sem ter a menor idéia do que os esperam.

[14:40, 27/11/2017] Emily: Era de madrugada, logo não havia quase ninguém no trem, só os 8. Matt e Lilly estavam sentados juntos, pra variar, enquanto conversavam telepaticamente.

— (Ei, Lilly...)

— (Que foi, Matt?)

— (Vamos desistir dessa missão e fugirmos? Só nós dois?)

— (Hã? Tá louco?)

— (Não, estou perfeitamente lúcido! Loucos são eles por ainda estarem participando disso! Você não vê? Vamos todos morrer se continuarmos! Eu não aguento mais isso!)

Matt estava visivelmente perturbado, quase chorando. Ele não queria mais ver gente morrendo, e também não queria morrer. Lilly estava incrivelmente calma, no entanto, apesar de se sentir um pouco insegura. Ela olha para Matt e diz mentalmente:

— (Eu sei. Isso é uma grande loucura. Mas não dá pra voltar atrás.)

— (Dá sim! Nós podemos fugir! Não precisamos ficar seguindo esses loucos suicidas!)

— (Se você quiser fugir, fuja. Mas não me arraste com você. Vou permanecer nisso até o fim, pois não tenho mais nada a perder... Já perdi minha voz, meus pais, meus amigos... Não ligo mais pra nada.)

— (Que história é essa!? Você nunca me contou isso...)

— (Não gosto de tocar nesse assunto.)

— (Ok... Mas eu não quero te deixar para trás. Prefiro ficar e correr o risco de morrer, do que perder você...)

— (Ué, por quê?)

— (Porque eu te amo!! Pronto, falei!)

— (Desde quando?)

— (Desde sempre... Desde quando eu te vi pela primeira vez no fundamental...)

— (E por que tá me contando isso só agora?)

— (Minha timidez não deixava... Mas já que vamos morrer mesmo, decidi falar...)

— (Bom... Eu não desgosto de você)

— (Então eu tenho uma chance?)

— (Sim...)

— YEEEEEEAAAAH!

Matt deu um berro de felicidade tão alto, que todos no trem ouviram. Megan olhou irritada para o garoto e gritou:

— Para de gritar, seu louco!

— Foi mal...

— Aff, não suporto mais ficar nessa missão com esse bando de favelado, preferia tá fazendo isso sozinha como uma espiã, pelo menos não iam interromper meu sono de beleza !

Fala Megan olhando para Dave que estava ao seu lado.

— Sono de beleza ? Mas você nem é bonita.

Responde ele.

— O-o que ? Quanta audácia falar isso na cara de alguém, logo na minha !

— Se tem uma coisa que eu sou, é verdadeiro !

— Coitado, todo garoto na escola faria qualquer coisa pra ficar comigo! Aposto que você ta se fazendo de dificil, ou quer ser o diferentão!

Fala ela agressivamente.

— Tá, tá...

Fala ele, se levantando do banco e e andando pelo corredor do trem, indo em direação á porta, onde ficava os fundos que era aberto ao ar livre.

Megan fica curiosa pra saber o que Dave iria fazer, então após ele fechar a porta, ela levanta e o segue rapidamente.

— Hum... ta caídinha por ele hein, Megan ?

Fala Myrcella enquanto pintava as unhas de rosa, sentada ao lado de Aya.

— Cala boca imbecil, aff !

Dave estava olhando as estrelas, e com seus olhos brilhando pelo céu iluminado, ele tocava em um pingente que estava no seu pescoço. Era do pai dele, que o deu quando ele ainda era criança, mas após a separação com sua mãe, saiu de casa casa e nunca mais voltou, o que fez Dave passar por vários momentos dificéis, e acabar se tornando um rebelde e deliquente na escola, que era suspenso quase todo bimestre, além de já ter tido problemas com a polícia.

Ele na verdade tinha gostado da proposta da missão, por mais que soubesse do perigo, Dave gosta de viver no limite da vida, e não tinha nenhum outro motivo pra não aceitar, além disso, ja era um bom motivo pra não ter que ir pra escola, então, ele não podia estar mais satisfeito nesse momento de sua vida, por mais que tudo isso fosse apenas temporário.

Logo, a porta se abre, e com seus cabelos voando ao vento Megan aparece, falando:

— Possa ficar aqui ?

— Claro, eu gosto de ficar sozinho as vezes, mas tudo bem...

— Gostei do seu pingente, quem te deu ?

Pergunta a garota.

— Ah... era do meu pai... eu tava lembrando dele agora, mas isso não costuma me atingir geralmente.

— Como assim? Ele morreu ?

— Não, ele nós abandonou ainda na infância, mas não é algo que eu... costumo ficar falando.

— Ah, eu não sabia.

— Tudo bem, eu não ligo muito... mas eu só queria saber onde ele estar sabe ? As vezes essa curiosidade bate, vai e volta na minha cabeça....

A sirene do trem toca, notificando a todos os passegeiros que eles haviam chegado no local, interrompendo a fala de Dave.

— Bem, temos que ir, depois continuamos falando sobre isso, Okay ?

Fala Megan.

Os adolescentes saíram do trem e começaram a perambular sem rumo pela cidade, em busca do outro esconderijo da organização inimiga. Enquanto Myrcella se distraia com as vitrines das lojas e Megan chamava sua atenção, Lilly vai até Aya e a chama via telepatia.

— (Ei, Aya... Se eu te contar uma coisa, você não conta pra ninguém?)

— (Ok, pode contar...)

— (A Manu está morta. Eu e a Alice achamos o cadáver dela em um beco, aparentemente ela foi morta pelos agentes da BB)

Mentiu, obviamente. Lilly não queria dizer que foi a Alice quem matou a Manu, isso iria piorar a situação. Os olhos da repórter se arregalam com a notícia.

— (Mas não contra pra ninguém, tá? Não quero deixá-los mais pra baixo ainda...)

— GENTE A MANU ESTÁ MORTA! A LILLY DISSE QUE ACHOU O CORPO EM UM BECO!

Gritou a menina, desesperada e instável. Não conseguia se manter calma ao saber daquilo. “Poderia ser a morte de qualquer um, menos da Manu...” pensa, enquanto lágrimas escorriam de seus olhos.

— A Manu... Morreu?

Charlie espantou-se ao ouvir aquilo. Mesmo que já estivesse atordoado com o sumiço de sua irmã, ele ainda estava calmo, pois havia a possibilidade dela estar viva assim como ocorreu com a Alice, mas ao ouvir a confirmação de que Manu estava realmente morta... Charlie caiu em prantos. Começou a chorar ali mesmo.

— Calma, Charlie... Eu sei que é difícil, mas...

— CALA A BOCA! O QUE VOCÊ SABE?! ELA ERA MINHA IRMÃ!

Berra o garoto, cortando a frase de Loras, o assustando. Aya e Charlie continuavam a chorar, enquanto um clima tenso estava no ar, e todos estavam cabisbaixos.

— (Que droga... Eu devia ter mantido em segredo...)

Pensa Lilly, suspirando, vendo que não devia ter contado aquilo à Aya.

— Bem, pessoal, podem ir caminhando, daqui a pouco a gente vai.

Fala Loras, preocupado com Charlie, enquanto o observava.

Com isso, os 6 outros jovens partem pela cidade, procurando por pistas que os levassem á nova sede da BB. Ao lado de Dave, Megan parecia mais calma, e pensativa, e sem olhar para seu rosto ela o pergunta:

— Dave... por que você continua fazendo aquelas coisas na escola ? Mesmo após tantos anos terem passado que seu pai se foi ? Você pixa paredes, briga com professores, bate em alunos.... eu entendo o que você deve ter passado, é bem complicado, mas não acha que continuar fazendo essas coisas não é um exagero ?

Nesse momento Daveu fica brevemente irritado com Megan pela pergunta, mas ao parar pra pensar, ele muda sua feição, pra uma cara triste.

— Eu não faço essas coisas por que gosto...sei lá, eu só tento chamar atenção de alguma forma, ser diferente dos outros alunos todos certinhos, isso meio que virou um costume pra mim....

Responde ele.

— Mas por que não tenta ser mais legal com os outros ? Talvez eles até queressem que você entrasse pro grupo deles se você fosse menos agressivo...

— Grupinhos ? É uma das coisas que eu mais tenho nojo da escola, um bando de filhinhos mimados que acham que são superiores, vocês diferente de mim não agridem, mas muitas vezes fazem coisas pior como rebaixar e humilhar as mesmas pessoas que eu bato... e quer saber? Quem é você pra dar esse tipo de conselho a mim ? Você é apenas uma patricinha que se acha a melhor!

Encerra Dave a conversa, acelerando seus passos e deixando Megan sem palavras, pra trás.

— Pessoal, pessoal, não precisamos mais ficar procurando a sede, o Maxweel me lingou e me indicou onde fica o loca, está á 1 quilmetro a leste, por trás do Monte Rushmore.

Fala Matt.

Enquanto isso, Charlie continuava chorando em meio a rua, e Loras, o continuava apenas observando, com medo que o mesmo o repreendesse novamente.

— C-charlie ?

— O que é ?

Fala Charlie ainda chorando.

Loras respira fundo, e prefere não tocar no assunto no momento, ele apenas queria tirar Charlie dalí.

— Não é nada, apenas quero te ajudar a se levantar, temos que dar continuidade a missão.

Apesar de não querer falar isso, por se importar com os sentimentos de Charlie, ele prefere esperar que o mesmo se acalme, antes de qualquer coisa.

— T-tudo bem

Fala Charlie limpando seu rosto com as mangas da sua camisa. Com isso, Loras se agacha e ajuda Charlie a se levantar do chão, que por sua vez, o abraça enquanto isso.

— O-obrigado, Loras!

O deixando corado.

Um pouco distantne dalí....

— Hã? Hein? O quê?! Como assim aquelas crianças mataram o Joe, o Félix e a Tiffany? Três dos melhores agentes daqui!

Indaga Richard, abismado.

— Não os subestime, apesar de serem jovens, são agentes da OSA. — Afirma Mary, do outro lado da linha. — Mas não se preocupe, em breve tudo acabará, você só precisa eliminar esses 8 e ninguém mais irá interferir nos planos da nossa organização.

— Ok, eu definitivamente vou destruir todos eles!

Declara Richard, desligando o telefone em seguida. O homem se localizava dentro do prédio de uma das bases da BB em Dakota do Sul, e estava conversando com sua chefe, Mary.

— Quem esses idiotas pensam que são? Vou matar todos eles eu mesmo e acabar com essa palhaçada de uma vez!

Disse, por fim, deixando a sala onde estava.

Enquanto isso, os 8 adolescentes estavam quase chegando no seu objetivo: o edifício da organização maligna. Já conseguiam vê-lo de longe, e obviamente a entrada estava cheia de guardas. De qualquer forma, eles estavam prontos para enfrentar qualquer coisa que entrasse no caminho. E com o objetivo dessa vez, não era infiltração os mesmos foram andando diretamente contra o local, ja que teriam que lutar, chamando a atenção de todos os guardas que lá estavam.

— É um pouco estranho a gente ir andando assim cara a cara contra um exército, parece ser quase um suícidio.

Susurra Matt para Loras.

— (Se eu não conseguir me defender, vê se me ajuda, oh piranha, eu to no periódio hoje...)

Fala Lilly pra Megan.

Com um olhar tenso Dave encarava alguns soldados que se aproximavam com as armas na mão.

— Tenho uma coisa pra falar pra vocês...

O rebelde fala, se dirigundo a um dos soldados.

— Fale.

— O chão é lava...

— O que ?

Fala o soldado confuso e irritado ao mesmo tempo, enquanto os outros 7 jovens ficavam em silêncio sem saber o que Dave iria fazer. Até que Dave rapidamente desfere um grande soco no chão, fazendo uma vasta destruição em frente a sede da BB, derrubando todos os militares que alí estavam na frente.

— Eu bem que avisei...

Fala Dave, estralando os dedos.

— Vamo lá galera, iniciar ataque !

Grita Loras apontando pra frente.

Nesse momento todos se espalham no campo, e de repente começam a sair dezenas de militares de dentro da sede, estando eles, todos armados. Um dele lança um missíl contra Megan, porém, a mesma forma uma bola de fogo em sua mão, e joga contra o ataque, como fosse uma bola de boliche, o fazendo explodir no ar. Matt fazia seus corvos circularem pelo aréa, amaldiçoando todos que o tentavam atingir, e em contra partida, fazendo-os atacar seus própios aliados. Dave derrubar inumeros de uma vez com seus socos potentes, e Aya usava seu teleporte para fugir de ataques e redireciona-los.

Enquanto isso, Charlie parecia perdido, e não estava conseguindo lutar, após do que tinha acontecido mais cedo, com isso, Loras o defende com sua telecinese, porém, não dá conta de lutar e o defender ao mesmo tempo,com isso,em um descuido, uma bala vem em direção ao mesmo pelas costas, sem perceber ele vira no ultimo segundo, porém, era tarde de mais, ele fecha os olhos e espera o pior, porém, a sente-a atravessando sem causar danos, o que o deixa intrigado, mas depois percebe que era Myrcella que havia o salvado, tocando em seu corpo, e fica aliviado.

— Charlie, você tem que ser forte agora ! Lembra que foi você que me disse que iria lutar até o final ? Que iria dar até sua vida por causa disso ? Não vou deixar você morrer por não fazer nada, você tem que reagir !

Grita Loras enquanto defendia ataques com uma barreira.

— V-você tem razão, eu vou tentar fazer isso...

Charlie o respondendo calmamente e de cabeça baixa. Em seguida o mesmo corre avante, e começa a refletir ataques dos soldados neles mesmos, o deixando Loras surpreso de que ele realmente estava fazendo aquilo. Enquanto isso, Lily se esquivava como uma camundonga nos escombros, ela estava entediada e preferia estar em qualquer lugar menos no meio daquele campo de batalha nesse momento, subtiamente uma granada é atirada contra a mesma, exatamente no momomento que a mesma se agacha pra contrair os efeitos do seu período, a qual estavam a incomodando, fazendo a granada passar direto e atingir diversos outros soldados com a explosão.

— (Eu hein, de onde veio isso ?)

Pensa ela.

A guerra se estendia, e a maioria dos peões da Black Brain, já haviam sido derrotados, porém, em meio a todo aqueles caos e destruíção, aparece um rapaz caminhando no meio da fumaça, ele ara alto, tinha cabelos pretos e a pele clara, tendo o mesmo um estilo rockstar.

— Olá, me chamem de Richard, eu me considero uma pessoa bem legal sabe ? O ideal de amigos que vocês iriam querer. Eu não sou vilão, muito menos tenho algo contra vocês, apenas quero dizer que... isso aqui é meu trabalho, e quando eu digo trabalho, eu levo isso muito a sério, e como vocês estão contra o meu trabalho, tenho que cuidar de vocês, entenderam a referência ?

Fala o garoto sorridente com um bastão na mão, fazendo todos prestarem atenção nele.

— E por que deveriamos acreditar em você ? Você é apenas mais um desses malditos da Black Brain que matou minha irmã !

Grita Charlie se aproximando do mesmo.

— Não sei do que está falando... mas você ta bravo ?

Fala Richard fechando seus olhos e dando pequenas gargalhadas.

— Ora, seu...

Com isso, Charlie corre em direção do mesmo atirando uma pedra nele, e com apenas um movimento do seu braço, Richard defende-se com seu bastão.

— Patético...

Ao falar isso, o agente da BB aponta seu bastão para Charlie, que não entende o que ele queria fazendo isso, mas rapidamente, uma enorme circuferencia aparece em cima do mesmo e o suga pra dentro, fazendo o restante dos seus amigos ficarem assustados com seu desaparecimento instantaneo.

— Quem será o próximo ?

Refere-se Richard aos jovens.

— Eu !

Myrcella aparece no meio de todos, apontando o dedo para o vilão.

— E por que você se ofereceria assim ? Você é tão burra a esse ponto.

— Sou burra por que posso, só não dou valor a troço, que nem você.

Responde a garota.

— Depois dessa eu voltava pra casa, Richard.

Susurra Megan.

— Me poupe, usando esses ditados de crianças de segunda série, só mostra o quão baixo nível vocês são, cale a boca e faça algo de útil, morra.

— Cala a boca já morreu, quem manda na minha boca sou eu.

Responde Myrcella, retrucando.

— Agora já chega!

Richard se irrita e mira seu bastão contra Myrcella, porém, a mesma entra no solo, antes que podesse ser podesse ser sugada pra dentro da circuferência.

— Eu to aqui !

Acena Myrcella saindo de dentro dos muros da BB.

Ao ve-la, Richard se sente encurralado, estando eles, na sua frente e na sua trás. Com isso, ele abaixa seu bastão e fecha os olhos, e passa alguns segundos assim.

— Qual é? Ta com medinho, fofo ?

Susurra Myrcella pro mesmo.

Nesse exato momento, Richard levanta seu bastão para o alto, o aumentando 10 vezes mais do que seu tamanho original, e o atingindo fortemente contra o solo, causando um grande impacto e terremoto continuo.

— Tremor Do Pilar Crescente, nunca ouviram falar, bebês ?

Fala Richard satisfeito com seu ataque, ao ver todos caindo no chão e sendo jogados para um lado e para o outro.

— Socorro, acho que desloquei meu tornozelo !

Fala Lilly ao cair em cima de Megan.

— Myrcella, faça alguma coisa !

Grita Loras, olhando para a garota que estava atrás de Richard.

Nesse momento, Myrcella corre em direção ao seu alvo, e atravessa ecombros que caem aleatoriamente em cima da mesma. Porém, ao sentir sua presença, Richard se vira contra a mesma, apontando seu bastão para ela e gritando:

— Olha aqui, você vai aprender uma liçãozinha...

— Vou o caralho, abusado, fala baixo...

Myrcella então da um salto e sobe em cima do bastão, fazendo Richard olhar pra ela de baixo pra cima, em seguida ela deixa o bastão intangivel e joga pra dentro do solo, fazendo seu dono ficar furioso.

— Acabou sua festinha palhaço, qual seu truque agora ?

FIM DO CAPÍTULO

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.