Tecido E Pimenta

13 Capítulo 13: Dias contados no vento de inverno


Notas iniciais
E ai pessoal, capitulo sem os nossos casais principais mas muito importante para a história, bom capitulo.

Uma semana depois.

O árduo trabalho de Gaara e Kakashi estava finalmente dando resultado, os desaparecimentos e sequestros haviam diminuído consideravelmente, mas não paravam por completo, só naquela semana conseguiram prender mais de 30 suspeitos pelas tentativas de estupro e tinham quase certeza de que tudo era obra de uma organização poderosa, porem não conseguiam confirmar suas suspeitas, pois toda vez prendiam um grupo de suspeitos eles eram assassinados antes de chegarem ao QG da SVU, o modo de matar variava entre explodir as viaturas da policia, ou levarem tiros na cabeça, quem quer que fosse o executor era um excelente sniper.

Naquela noite o ruivo e o grisalho voltavam revoltados para o QG, pois estavam prestes a prender mais um suspeito, quando o mesmo teve um buraco aberto em sua cabeça do tamanho de uma tangerina, o mais humilhante é que os dois tiveram de sair correndo entre os tiros e por pouco Gaara não foi acertado, levando apenas um ferimento de raspão na perna.

- Isso é humilhante! – Esbravejava e bufava o ruivo – Eu nunca pensei que chegaria o dia em que a policia teria de fugir com o rabo entre as pernas da cena de um crime!

- Não podemos reclamar – Justificava Kakashi – quando o suspeito morreu, era obvio que o próximo alvo,seriamos nós, em um lugar escuro como aquele não tínhamos escolha se não recuar, considere-se com sorte por estarmos vivos, aquele sniper era muito bom.

- E coloque bom nisso, se eu não estivesse correndo ele teria arrancado a minha perna com aquele tiro, e ela ficaria apodrecendo naquele beco imundo.

- Nós estamos no caminho certo, disso não tenho duvidas – O grisalho ponderava por de baixo de sua mascara – mas toda vez que encurralamos um suspeito o infeliz morre! Se ao menos conseguíssemos levar um desses caras até o QG.

- Esse é o único problema, mas é o principal, se tentamos prende o sujeito ele morre, quando prendemos um suspeito além dele morrer os policiais que o escoltam até o QG também morrem, e não da pra gente mobilizar um esquadrão inteiro de proteção para prender um possível criminoso. – O Sabaku da um soco na própria perna se esquecendo de seu ferimento e praguejando contra si mesmo depois de sentir a dor crescente.

- Bem não adianta nada ficarmos aqui reclamando, vá para casa, cuide dessa perna, e não deixe sua namorada preocupada, não se esqueça de que você é um policial, a nossa profissão tem riscos diferentes dos outros.

- Hum...

-...

- Kakashi-san!

- Hai?

- Será que você pode passar em alguns lugares comigo?

- O que pretende fazer?

- Como você mesmo disse, eu não tenho ideia de como a Ino se sente enquanto me espera chegar em casa, mas ela sempre me abraça com muito carinho – Admitiu o ruivo com certa vergonha — o seu sorriso me faz relaxar na hora, e eu me esqueço completamente das preocupações do trabalho.

- Não é que eu não esteja curtindo ouvir sobre a sua vida amorosa, mas qual é o ponto?

- O ponto é que...eu quero fazer um pequeno mimo para ela, e preciso da sua ajuda.

Vendo que o rosto do ruivo estava tão vermelho quanto seu cabelo, então porque não ajuda-lo, afinal o capitão Hatake não tinha mais nada para fazer.

- Muito bem, então qual é a nossa primeira parada senhor romântico?

A primeira coisa que Gaara pediu foi para irem até o hospital, iria cuidar de sua perna ali mesmo e não chegaria mancando na casa de Ino, depois parou em um restaurante e comprou uma refeição bem leve para ambos e insistiu em comprar algo para Kakashi afinal ele o estava ajudando, pediu também um bom champanhe, nada muito forte apenas para molhar a garganta e sentir as borbulhas, tanto ele quanto sua parceira não curtiam bebidas fortes.

O casal quase não se via durante o dia devido ao trabalho, mas Ino sempre fez questão de esperar Gaara para o jantar, eles sempre tinham fome de noite, a loira por causa do trabalho afinal era uma modelo, e o ruivo simplesmente porque não tinha tempo.

Para fechar com chave de ouro comprou o mais lindo buque de flores que pode escolher, recheado com girassóis e jasmins, as flores preferidas de sua amada, estava quase pedindo para o capitão deixa-lo em casa, até se lembrar que precisava passar na farmácia. Remédios? Não, camisinhas, Ino já deixou bem claro que gostaria de continuar trabalhando por mais algum tempo, afinal ainda era jovem, somente quando o ruivo a pedisse em casamento é que ela jogaria tudo para o alto, e teria quantos filhos ele quisesse, pois enquanto estivesse gravida poderia comer qualquer coisa que desejasse.

Parando na frente do edifício Chrysler, Gaara saiu carregando todos os seus utensílios para dar a sua garota uma noite maravilhosa e se despediu do capitão lhe chamando uma ultima vez sua atenção.

- Ah capitão!

- O que?

- Aqui. – Foi tudo que o ruivo lhe disse antes de estender para Kakashi uma Jasmim de seu lindo buque, deixando o capitão um pouco confuso.

- Eto...Gaara-kun...nós jogamos no mesmo time certo?

- Vou fingir que não ouvi a piada, anda pega logo! – Disse ele entregando a dita flor.

- Mas o que eu vou fazer com isso?

- Kakashi-san, a vida é curta e você ainda é jovem “apesar dos cabelos grisalhos”, vá a um bar, um parque –

- Um parque no meio da noite? Eu vou lá prender alguém?

- Ok erro meu, mas você entendeu. Saia, conheça alguém, você já tem a flor, agora só falta a garota – Deu um sorriso maroto e se despediu – até amanhã.

- Até – E observou seu aluno adentrar o edifício, ficando somente ele no carro, com aquela flor nas mãos – ``Hu, eu não sou tão jovem assim, e com a vida que eu levo, não sobra muito espaço para o romance”, mas é uma bela flor, vou coloca-la em um vaso com água quando chegar em casa. – Deu a partida novamente e foi para casa, encerrando seu dia.

Gaara desceu no quinto andar, chegou até a porta do apartamento de sua amada e tocou a campainha, esperando que sua loira o atendesse porem...

- Hai quem é? – Quem abrira a porta foi um homem pálido, cabelo escorrido curto e preto, de olhos da mesma cor, e um sorriso falso que Gaara reconhecia de longe.

- SAI o que você esta fazendo aqui? – Perguntou o ruivo atônito.

- Apenas fazendo uma visita a trabalho – Sendo que ele segurava uma taça de vinho na mão esquerda.

- Gaara você chegou! – Exclamou uma loira formosa de camisa azul meio folgada e uma calça jeans bem comprida, empurrando Sai para o lado e recebendo seu namorado.

- Ino, pode me dizer o que ELE faz aqui – Deu tanta ênfase no ``ele´´, que deixou bem clara a sua irritação para com o intruso.

Sai é um repórter de uma revista de fofocas, cujo o principal foco é a vida de Ino, assim como outras celebridades e modelos, o problema é que o moreno estava interessado muito mais na loira do que em questão de trabalho, sempre chegando de surpresa, tentando conseguir um momento a sós com a ela, já chegou a dar em cima dela na cara de pau, e hoje com a maior cara lavada a seguiu até em casa e se convidou para seu apartamento, trazendo com sigo uma garrafa de vinho com a desculpa de que queria uma entrevista mais detalhada para a próxima edição da revista, se Kakashi estivesse trabalhando hoje na recepção já teria expulsado aquele traste no momento em que o visse.

- Me enchendo como sempre – Respondeu ela com claro desdém.

- Ora pelo que eu me lembre estávamos tendo uma conversa muito agradável enquanto bebíamos – A cada segundo que Sai permanecia ao lado de Ino, Gaara tinha vontade de joga-lo pela janela.

- Se já terminou sua entrevista então eu peço que se retire, esta atrapalhando. – Para alguém com tanta intenção assassina o ruivo até que estava se aguentando muito bem.

- Desculpe, mas a dona da casa aqui é a Ino, e cá entre nós – Respondeu ele enlaçando a cintura da loira – não seria você quem esta nos atrapalhando?

O problema é que Gaara era de oito a oitenta, quando Sai enlaçou sua mulher pela cintura e terminou de falar o ruivo já estava com ele sendo erguido pelo colarinho.

- Gaara não faça isso, não vale a pena. — Pedia a loira que nem pode falar nada contra as afirmações de Sai.

- Isso mesmo Gaara-kun não faça isso – Repetia ele com aquela voz nojenta – se você encostar um dedo em mim estará violando a lei, e eu terei todos os motivos para processa-lo, fora que a sua carreira na policia vai cair por água abaixo.

Apesar de ele estar certo os olhos do ruivo não mostravam nenhum sinal de que iria recuar.

- Gaara. – Ino chamou por seu nome com o tom doce a fim de acalma-lo e pouco a pouco ele foi colocando aquele traste no chão.

- Isso, isso muito bem Gaa- Sai não pode continuar, pois no mesmo instante que foi colocado no chão, se viu alvo da arma do ruivo, uma pistola PT 24/7 DAO preta, 9mm, bem no meio de sua testa.

- O-o-o que esta fazendo!? Ficou maluco? – Sai entrou em pânico vendo o quão sério o ruivo se mostrava, seu olhar era tão gélido que parecia o de um assassino, porem os segundos foram passando e Gaara não fazia nada, e o moreno começou a sacar que aquilo era um blefe, mas seria mesmo?

- Huhuhuhahaha é logico que isso era só um blefe – Debochava aquele corpo esquelético zombando do ruivo – vamos, qual é o problema perdeu a coragem? Vamos atire, atire e passe o resto da vida na cadeia, hihihihi o que foi ati –

Finalmente o ruivo fez seu movimento, pegou o moreno pelo pulso e guio sua mão até a orelha esquerda, enquanto deslizava sua arma até o lado da mesma deixando o cano de disparo bem próximo, e por fim o alertou.

- Segure bem firme se não quiser perder a orelha – E atirou!

O som foi alto e forte, Ino só teve tempo de proteger os ouvidos e observar a cena seguinte.

- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH, MEU OUVIDOOOO HÃÃÃÃ VOCÊ ESTOUROU MEU OUVIDO AAAAAAAAA – Sai gritava a plenos pulmões com a mão em seu ouvido, que sangrava muito, provavelmente o tímpano havia explodido e se tivesse sorte não ficaria surdo, sem um pingo de piedade Gaara agarrou sua orelha direita e proferiu com todas as letras.

- Aproveite que ainda pode ouvir e me escute bem – A arma agora estava apontada para o queixo de Sai – se você encostar na Ino de novo o próximo tiro vai ser bem aqui – ele deslizou a mira até apontar para as genitais do moreno- e da próxima vez eu vou descarregar o paint com muito prazer, agora suma daqui. – Exigiu ele podo sai para fora do apartamento.

- VOCÊ VAI VER SÓ SEU MALUCO – Enquanto Sai gritava Gaara foi até a mesa da sala e pegou a garrafa de vinho que o moreno trouxe – pode esperar por uma visita do meu advogado!

- CAI FORA! – Por fim ele arremessou a garrafa, e por muito pouco Sai não foi atingido, este por sua vez corria desesperado pelo corredor e se jogou elevador adentro quando o mesmo abriu, parecia até o diabo fugindo da cruz.

Gaara calmamente fechou a porta do apartamento e sorrio muito satisfeito para a namorada, que por falar nisso estava com os olhinhos brilhando.

- Kyaaaa eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amo, eu te amoooo – Ele se declarava pulando nos braços do loiro e o enchendo de beijos pelo rosto – só você mesmo para fazer uma loucura como essa- e tomou seus lábios de maneira provocante.

- Huhu eu conheço, mais duas pessoas que fariam o mesmo que eu – Respondia ele entre os beijos.

- Não quero nem saber, porque só você é meu namorado. – Ino não pode falar mais nada, seus lábios eram exigidos de maneira voraz pelo ruivo, as mãos de seu amado lhe percorriam pelo corpo até chegar em seu bunda, que quando apertada rosava gemidos de prazer pela boca da loira, esta por sua vez enlaçou Gaara com as pernas impedindo que se separassem mais do que alguns centímetros.

- Eu planejava um jantar romântico, mas pelo visto nós vamos pular algumas etapas.

- Nós podemos nos divertir muito mais agora e ter um café da manhã bem reforçado quando acordarmos.

- Ótima ideia, eu vou tomar um banho para me refrescar e aproveitarmos melhor a noite.

- E vai me deixar aqui esperando com esse fogo todo?

- E quem disse que eu vou sozinho?

Aproveitou que Ino já estava enlaçada em sua cintura e começou a tirar-lhe a roupa de maneira sedutora enquanto se dirigia para o banheiro, sim, aquela noite seria muito produtiva para aqueles dois.

Enquanto isso, na região costeira da cidade, onde ficava o falso armazém abandonado que servia de base para os Hellhounds, no décimo sexto andar, atrás da porta carmesim, três membros da gangue estavam reunidos, e ``treinando´´ sua mais nova ``mercadoria´´.

- Cara eu to muito puto, nunca tivemos tanto trabalho em uma cidade – Dizia um homem com aparentes 25 anos, cabelos negros até o pescoço, estava sentado no chão com uma mulher aparentemente jovem, cavalgando em sua cintura, havia mais três no local, todas aparentemente drogadas e com finas lagrimas escorrendo pelo rosto – o trafico de mulheres é tão lucrativo quanto a venda de armas, mas ao invés de ganharmos dinheiro estamos perdendo membros – continuava ele enquanto apertava os seios da jovem, ela tinha cabelos negros e olhos insanos, obviamente pelo efeito das drogas – já são 37 mortos só essa semana.

- Hugh! Hugh! Não me importo quantos incompetentes morram, desde que eu possa continuar fodendo belas mulheres eu estarei satisfeito – Se pronunciava agora um homem grande de quase dois metros, gordo, aparentava ter quase 40 anos, cabelos beges presos em um rabo de cavalo, este abusava de duas mulheres ao mesmo tempo, uma de cabelos loiros a qual seu membro de tamanho exagerado a penetrava com voracidade de quatro, uma outra morena também de quatro tinha o anus sendo estocado pelos grossos dedos daquele homem. – Hehehe essa puta aqui não parece estar se satisfazendo somente com meus dedos – nisso ele pega uma shot de grosso e único, aproveitando a humidade na intimidade da jovem, e lhe introduzindo a peça de metal até a metade, arrancando escandalosos gemidos de prazer da mesma, que agora estava com os olhos revirados.

- Ei ei Bunta, o nosso trabalho é tornar estas putas em escravas descentes, se você vicia-la de mais, ela vai acabar ficando louca, e não vai trabalhar direito – Dizia o moreno para o gordo.

- Hugh, fica na sua ai Momimaru, nós também fazemos parte do controle de qualidade, temos de ter certeza, que elas poderão satisfazer seus futuros mestres, Hugh cara isso é bom de mais Hugh.

- Deixando essas besteiras de lado – Se pronunciava o chefe, Yahiko, aproveitando um felatio, da ultima jovem no local, cabelos longos e negros, deveria ter no máximo 20 anos – como vão as investigações sobre Uzumaki Naruto?



- Com todo o respeito chefe nós não tivemos tempo de investigar a vida dele a fundo – Iniciava Momimaru com seu relatório – já estamos de mãos cheias mantendo o contrabando de armas e mulheres – ele relatava com certo incomodo, pois Bunta que estava bem ao seu lado e acelerou as estocadas nas duas moças, o ferro da arma engatilhada competia com seu empunhador, para ver quem fazia mais barulho – imagine então tirar tempo para vigiar a vida desse loiro – já estava perdendo a paciência com os gemidos e sons vulgares ao seu lado – só poderemos agir direito quando os membros da Italia e do Japão vierem, huum vierem haaagh Bunta quer para com esse barulho infernal!

- Eu estou quase chegando, hugaaah ai vem, vocês também estão prestes a gozar não estão – Ele se referia as duas mulheres, que estavam bem perto de seus orgasmos – hagh esta chegando, esta chegando, HAAAAAAAGH GOZANDOOOOO! – Devido aos espasmos de prazer, ao chegar em seu clímax, Bunta acabou apertando o gatilho de sua arma, explodindo o interior da jovem morena, e espalhando as partes de seus estomago pelo local.

- AAAAAAAH PORRA, BUNTA seu,seu FILHO DA PUTA, olha o que você fez! – Esbravejava Momimaru, que se assustou com o tiro sem aviso, e se sentia meio enjoado com aquela poça de sangue e o cheiro forte de ferro, misturado aos restos da jovem, a parte inteira do estomago estava aberta, espalhando seus órgãos no chão frio – Você tem ideia de como esta difícil conseguir novas mercadorias?

- Hugh, mau ai Momimaru, estava tão bom que meu dedo escorregou no gatilho, e eu esqueci de travar a arma Huehehehehe.

- Bunta – Se pronunciou Yahiko claramente desconfortável – Deixe a outra garota de lado, e limpe a bagunça que você fez – direcionou seu olhar para a jovem que parou de movimentar sua boca, devido ao susto do disparo – continue – foi tudo o que precisou dizer para a jovem voltar a se movimentar.

- Droga, isso broxa qualquer um – O moreno voltava a reclamar, quando ouviu a porta ser aberta, e por ela passar uma azulada já muito conhecida, ela carregava uma doze em uma das mãos, e na outra um rifle personalizado de longo alcance – Hooo, Konan-san, já faz algum tempo – a cumprimentou enquanto cobria suas partes intimas, pelo menos por seu chefe e sua braço direito ele tinha respeito, e medo.

- Boa noite para você também Momimaru – Disse em um tom seco, porem educado, observando a cena bizarra do cadáver a sua frente – o que aconteceu aqui?

- Para transformar este lugar em um chiqueiro, nada mais é necessário do que um grande porco. – Respondeu o moreno em alto e bom sarcasmo, apontando para Bunta com sua cabeça.

- Guhgi, olha o respeito Momimaru, eu já pedi desculpas – Respondeu o homem gordo com um sorriso mais falso do que o de Sai, Bunta sempre mantinha a mesma expressão, um sorriso sinico e imbecil que ia de orelha a orelha, uma voz estranha e grossa que chegava a ser nojenta, seus olhos eram brancos e sem íris, parecia um cego, mas enxergava muito bem, agia como um animal no cio, mas nunca desobedeceu Yahiko – Hehe, hehehe boa noite Konan-chan. – Disse ele de um jeito bobo, que deixava a azulada enojada, qualquer dia desses mataria este gordo.

- Já disse para não me dirigir a palavra, seu porco imundo.

- Hehehe mulher difícil, né chefe?

Yahiko desabocanhou a jovem de seu membro, se cobrindo logo em seguida e a empurrando na direção de Bunta.

- Levem estas três de volta para os containers, eu chamarei você mais tarde para terminar de limpar essa bagunça.

- Como quiser senhor. – Disse Momimaru batendo uma contingencia.

- Ghug pelo visto não vou conseguir escapar da faxina, bem fazer o que.

- E nada de gracinhas durante o caminho. – Advertiu o ruivo.

- Hai hai.

Depois de deixarem a sala, Konan se aproximou de Yahiko, sentou no colo do mesmo de frente para ele e descansou a cabeça em seu peito, dando um pesado suspiro.

- Cansada. – Perguntou com certa ironia, querendo apenas brincar um pouco com ela.

- O que você acha? Passar as noites por ai, caçando policiais e abatendo gente do nosso próprio grupo, isso não é trabalho para mim.

- Você é uma das melhores usuárias de armas que eu tenho, além disso só posso contar com você – Ele falava enquanto afagava os cabelos da azulada – por falar nisso , qual a situação atual?

Ela suspira mais uma vez pesada antes de começar seu relatório.

- Dos 50 membros que trouxemos conosco, 38 estão mortos, sendo que 37 foram pelas minhas mãos como executora, os reforços da Itália e do Japão só poderão chegar em New York daqui a dois meses, eles precisam deixar tudo adiantado para poderem viajar.

- Quantos virão para cá?

- Cerca de 100, talvez até mais.

- 50 de cada, isso quer dizer que todos os membros da Hellhonds vão estar reunidos na cidade de New York, hu, quantos anos já fazem?

- Nenhum, nós nunca reunimos todos os membros em um lugar só, você é o nosso líder, se mantenha mais atualizado.

- É para isso que eu tenho você ao meu lado, e quanto a policia, eles recuaram?

- Muito pelo contrario, estão mais ativos do que nunca, se fosse somente a policia comum nós poderíamos suborna-los e trabalhar sossegados, mas o setor da SVU tem muita influencia aqui em New York, eles monitoram tudo, dentro e fora do QG.

- E você não consegue dar cabo deles?

- Hoje eu tive dois desses cães na minha mira, mas eles conseguiram escapar, inclusive um deles é nosso conhecido, acabei por hesitar.

- Um conhecido?

- Você se lembra do Gaara não, sempre com aquele jeito de justiceiro, que protegia a irmã mais velha com unhas e dentes.

- O ruivo com a tatuagem na testa, não tem como esquecer, quem diria que ele realmente ingressaria na policia, mas isso não justifica ficar no meu caminho, mesmo pelos velhos tempos.

- Não tem um jeito de resolver isso pacificamente não é? – Dizia a moça apreensiva, já tivera de apontar sua arma para um antigo amigo naquela noite, e agora ele corria o risco de ficar na mira de Yahiko.

- Não necessariamente, existem muitas maneiras de se atingir um homem, e eu sei muito bem quais.

- O que você esta planejando?

- Vou aproveitar ao máximo estes dois meses para tirar a policia do nosso pé, este inverno sera muito mais frio na sede da SVU, e você vai me ajudar,...mas antes disso, eu preciso que você de um jeito nisso aqui – Ele mostrava para ela seu membro enrijecido, que ela sentira roças em suas pernas por algum tempo.

- Hu, você não sabe mesmo ser romântico não é? – Respondeu ela com um pequeno sorriso, puxando o ruivo para mais perto em um beijo calmo e sereno.

- E mesmo assim você permaneceu ao meu lado. – Afirmou ele descendo os beijos para o pescoço de Konan, que agora lhe respondia em meio de pequenos gemidos.

- Pois é...porque será?

Continuaram assim por mais algum tempo, trocando caricias e se provocando, até que ela estivesse completamente nua, e aproveitando cada toque de seu parceiro. O inverno começava a dar seus primeiros sinais naquela noite, trazendo com sigo um vento gelado e solitário, o tempo de paz em New York estava contado, a partir daquela noite só mais dois meses, e os primeiros a sentir aquela cidade tremer, seriam os agentes no QG da SVU.

Continua...

Notas finais
Cenas meio pesadas né? Mas só um pouco, essa gente ainda vai mostrar o quanto é ruim.
No próximo a gente volta a relaxar mais, até a proxima pessoal.