Te voy a ganar
27 Capítulo 27- Nuestra Realidad
Os dias em Mikonos foram assim, passeio e compras pela manhã e muito amor nas tardes e noite adentro. Até que a volta para a casa se fez necessária. De volta para a realidade. Uma semana depois...Era quase 22h quando o avião do haras entrou no hangar, Dakoda os estavam esperando. Pilar estava cochilando nos braços de Atílio quando pousaram.
Atílio: Pequena, chegamos, vem acorde. – ela resmungou um pouco e se manteve de olhos fechados.
Pilar: Não quero, vamos ficar aqui. – ele sorriu e com elas nos braços desceu as escadas da aeronave, Dakoda guardou as malas no carro.
Atílio colocou Pilar no banco de trás do carro e sentou ao lado dela. Pilar passou o trajeto todo dormindo nos braços de seu amado, quando chegaram no haras, todos estavam dormindo, eram quando 23h, ela pedia manhosa para ficar dormindo, no colo dele. No quarto dele todo arrumado para o casal, Pilar abriu os olhos e falou maliciosa.
Pilar: Amor, quero que me ame aqui na nossa cama.
Atílio: Mulher você não estava dormindo?
Pilar: Estava, conjugou bem o verbo, Agora estou acordada e bem disposta. Eu estou morrendo de fome. — suspirou e se espreguiçou, não percebendo que Atílio os admirava.
Atílio: pequena, agora? Ok vou buscar algo para comermos, mas vou tomar algo para as costas, carregar você por tanto tempo e subir escadas, isso tá ficando difícil. Já estou velho. – sorriu se jogando na cama.
Pilar: Amor, quero dar-lhe uma massagem.- sorriu e se levantou da cama.
Atílio sentou-se e viu que ela abriu a mala e tirou uma camisola e robe antes de desaparecer no banheiro. Ele ficou chocado porque ele tinha a esperança de passar uma noite tranquila de amor e descobriu que ele dividia a cama com uma gata selvagem.
Como doce e inesperada surpresa! Carrancudo, ele observou a porta e sorriu. Casamento começou com o pé direito. Ele acendeu um cigarro e descansado, porque ele iria precisar de toda a sua força antes do amanhecer. No banheiro, Pilar foi rápida, tomou um banho e logo voltou, ele tinha ido pegar algo pra que comecem .
A vida voltava ao normal no Haras, Atílio fazia seus negócios de sempre. Ele recebeu telefonemas, fez viagens curtas e Pilar não poderia compartilhar ou prevenir muitas irritações que apareciam quase diariamente. Nos negócios, ele ainda era um estranho: frio, lógico e determinado.
Na cama, tudo foram momentos maravilhosos e melhorado ao longo do tempo. Pilar, estava comandando sua empresa do escritório de Atílio, mas ela queria mesmo voltar a trabalhar de verdade, e algumas vezes a briga de casal era por conta disso, ela falava o que queria, e deixava Atílio desgostoso com ela. Sofia era só amor, Atílio sempre que podia a levava para a lida no campo, junto com animais.
Quando não estava na escola, estava sim seus amigos Onawa e Kyon, ou com Atílio e as vezes Pilar só ficava com a filha na hora de dormir, quando chegava com o pai.
Pilar: Não Atílio, eu vou para a capital, tenho que ir e Sofia vai comigo.
Atílio: Para com isso Pilar, ela tem aula, aqui ela ficará protegida e você sabe do que eu falo. – ela estava encostada na mesa, e ele andava de um lado para o outro no escritório.
Pilar: Amor, vem aqui. Não quero brigar, andamos alterado nessas ultimas semanas, vem aqui, sim. – ela estendeu os braços para abraça-lo. Atílio sorriu e a pegou forte pela cintura, colando os corpos.
Atílio: Pilar, ando cheio de problemas aqui no Haras, não posso ir com você agora, o advogado ligou, a audiência ainda não foi marcada, já levamos Sofia na psicóloga que o juiz ordenou, a assistente social, veio aqui olhou até os banheiros dos empregados. Eu não falei nada, mas fiquei muito irritado com o jeito que ela falava.
Pilar: Amor, ela só veio fazer o trabalho dela, às vezes é assim. O amigo as sua mãe, o dr. Pantoja, falou que quando o filho pediu a guarda da neta, eles vieram sem avisar no meio da festa de aniversário da menina.
Atílio: Amor, shiii deixa eu te amar aqui, assim, essa saia de que está usando, quis tirar ela o dia todo. – ela sorriu e ela a fez sentar-se à mesa.
Pilar: Só não rasga, você tem tara por saia Atílio, já perdi duas. – ela o puxou junto dela, entrelaçando as pernas nele.
Atílio: Tá bom, mas me deixa entrar aqui. – tocou entre as pernas dela e sentiu que ela estava molhando, quando como um raio Sofia entrou no escritório.
Sofia: Ai caramba, esqueço de bater. Perdão.
Pilar: Filha quantas vezes eu tenho que pedir. – ela falou fechando as pernas, vermelha e Atílio sorrindo.
Sofia: Eu seu mamãe, já pedi desculpas. Pai a vovó Monse quer falar com você e mãe, Amá, disse que o jantar esta pronto. Eca você ficam se beijando, eca, eca, troca de germes. Sabia que a boca humana tem mais bactérias que a boca de um cachorro, vocês ficam ai, ui. – falou tremendo o corpo como se um arrepio percorresse seu corpo pequeno. Pilar e Atílio riram dela, era sempre assim, o beijo era algo nojento para Sofia.
Pilar: Estamos indo meu amor, vá na frente, estaremos logo atrás. E Sofia, eu te amo. – a menina piscou e mandou um beijo para a mãe. Atílio: Essa ai vai tem outra por dentro, é tinhosa igual a mãe, e birrenta também. Vem amor, vamos jantar que a sobremesa, quero na cama. — ele a beijou forte e mordeu o pescoço dela deixando uma marca avermelhada.
O tempo correu seu curso, até quando o dia da ação chegou, Pilar estava mais nervoso do que nunca porque mais uma vez se sentir sozinho. Sofia ficou com a avó para adultos a se reunir em tribunal pela primeira vez.
Atílio: Ele não vai ganhar, eu prometo que não vou dar a custódia de Sofia. Mas Pilar, minha vida tente ficar calma, ele não vai tirar nossa filha. A menina tinha florescido e mudou a vida dele e a vida no haras.
Além disso, ela adorava seu novo pai. Ela gostava de se gabar do pai na cidade ou na Capital, quando eles foram às compras juntos. A juíza era uma mulher muito bonita jovem. Mas bem competente conforme o detetive e o advogado informaram Atílio
. O coração de Pilar encolheu de duvidas, quando viu a juíza, porque ela teria se sentido mais seguro com uma pessoa mais velha que pode ter filhos.
O julgamento foi mais horrível do que eles imaginava. Eduardo estava sentado ao lado de seu advogado e sorriu para Pilar com desprezo aberto. Eduardo cutucou a mulher sentada atrás deles e ela olhou. Ela era loira e bonita, mas ele continuou folhear a revista de moda com uma expressão entediada.
O advogado de Eduardo acusava Pilar de começar um caso com Atílio Montenegro por um longo tempo. Ele acrescentou que, embora o casal houvesse se casado, Pilar estava mais interessado em satisfazer as suas necessidades sensuais e não p bem estar de Sofia. Pilar ouvia tudo aquilo sem acreditar, seu coração e sua alma, estava sendo esmagado pelo Eduardo e por seu advogado.
O juiz solicitou um recesso de um dia, ele queria ouvir Sofia, Pilar e Atílio foram para a casa dela, quando entraram Monse viu que os dois tinham que conversar, e pediu para Amparo ficasse com Sofia no jardim.
Pilar entrou no quarto junto com Atílio, ele sorriu e apontou para a cama assim que olhou uma caixa sobre ela e sorriu, mas se sentiu tonta e desmaiou antes de chegar à cama e foi amparada por Atílio.
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