Te esperaré - Leonetta
3 Familia
Notas iniciais
POV León.
Chegamos ao hospital, tirei do carro com cuidado e pedi por ajuda, logo uns enfermeiros vieram com a maca e a levaram, mas eu não podia ir junto. Fico esperando por noticias.
POV Violetta.
Acordo sentindo um cheiro gostoso... Macarronada! Percebo que dormi no sofá, me levanto e vou até a cozinha. Vejo o Diego preparando algo no fogo e me aproximo dele.
— O que está fazendo? -pergunto sussurrando em seu ouvido.-
— Meu amor. -diz se virando para mim. -Estou fazendo o jantar. -respondeu e me deu um selinho.-
— E o que vamos jantar? -pergunta e ele se vira para o fogo de novo.-
— Macarronada e de sobremesa, pudim de chocolate. -respondeu e eu sorri.-
— Eu tenho o melhormarido do mundo. -falei abraçando-o e ele riu.-
— E eu a melhor esposa do mundo. -disse e me beijou.-
— Mama, Papa! -gritou uma voz de criança, que fez com que nos separássemos.-
— O que foi princesa? -pergunta Dih e ela se aproximou.-
— Eu to com fome. -disse e cruzou os braços.-
— O jantar está quase pronto. -avisou ele e ela assentiu.-
— Quer ajuda? -pergunto e ele nega. -Por isso que eu tenho o melhor marido do mundo.
— E eu o melhor papai do mundo. -disse Mia e nós três nos abraçamos.-
Almoçamos entre risadas e conversar. Eu tenho a melhor família do mundo, isso eu tenho que admitir. Vou para sofá e o Dih leva a Mia para ir dormi. Acho que ligar para a Fran, nem está tão tarde assim e e quero saber se ela pode ir comigo amanhã na escola.
#Ligação on.:
— Alô? Vilu? -pergunta.-
— Oi Fran, tudo bem? -pergunto e vejo o Dih descendo as escadas e ele vem se sentar do meu lado.-
— Mais ou menos. -respondi com uma voz cansada.-
— O que aconteceu amiga? -pergunto preocupada.-
— O Miguel está doente, e agora estou no hospital com ele, estou aqui desde as três da tarde. -falou triste.-
— Melhoras para ele amiga. -desejei.-
— Obrigada. -agradece.-
— Cadê o Marco e a Ana? -pergunto preocupada.-
— O Marco está em casa cuidando dela. -responde.-
— Quer que eu vá ai? -pergunto.-
— Não precisa. Você tem a Mia para cuidar. -responde. -Desculpa Vilu, mas preciso ir.
— Tudo bem. Tchau. -me despedi.-
— Tchau. -disse e desliguei o telefone.-
#Ligação off.
— Está tudo bem? -pergunta Dih preocupado.-
— A Fran disse que o Miguel está doente e que eles estão no hospital desde as três da tarde. -respondo preocupada.-
— Calma. Tudo vai se resolver. -disse e nos abraçamos.-
Ficamos juntinhos ali, até que veio o sono e subimos, nos trocamos e logo adormecemos juntos.
POV León.
Uns minutos depois, veio um médico com uma prancheta na mão.
— Acompanhante da paciente Lara Baroni Vargas? -pergunta e eu rapidamente me levantei.-
— Eu. León Vargas. -digo e ele assenti.-
— A Paciente está bem, mas quase que ela teve um aborto. -diz e eu arregalei os olhos. -Ela não pode se estressa.
— Tudo bem. -digo. -Mas eu não vi sangue e nem nada do tipo e ela disse que o bebê estava apenas chutando.
— Tem certeza que ela não sangrou? -pergunta e eu assenti. -Então acho que ela sangrou no caminho para cá.
Como assim? Ela sangrou e não me disse nada?
— A gravidez dela agora é de risco. -avisou e eu assenti.-
— Posso vê-la? -pergunto.-
— Sim, quarto 312. -responde, assenti e fui rumo ao quarto.-
Entrei no bem devagar e acho que ela não percebeu, pois está saindo lágrimas de seus olhos e ela está alisando a barriga.
— Fico tão feliz que você esteja bem. -disse. -Não sei o que faria se te perdesse. Eu te amo tanto, meu filho. -fala e eu aproximei dela.-
— Nós te amamos. -digo com a mão em cima da dela e mesma me olhou ainda chorando. -Como você está?
— Estou bem agora. -responde e eu limpo as lágrimas de seus olhos. -Me desculpa. Por minha culpa, quase perdemos ele.
— Tudo bem, o pior já passou. -digo e ela da um sorriso fraco. -Por que não me falou que você sangrou?
— Nem eu tinha percebido, a dor tava tão forte e nem percebi um líquido em minhas pernas. -fala preocupada.-
— Tudo bem. Agora está tudo bem. -digo sorrindo e ela retribui. -Não sei se é a melhor hora, mas preciso saber se você se estressou com alguma coisa.
— Minha mãe ligo León. Disse que ia se separar do meu pai, pois não estava aguentado mais ele, disse que não o ama mais. Ela falou tanta coisa e eu acabei me abalando. -falou e eu a abracei-
— Agora está tudo bem. -digo passando as mãos pelos seus cabelos.-
Umas horas depois, ela foi liberada e fomos para casa. No banco do carro tinha sangue. Chegamos e eu preparei um sanduíche natural e suco de laranja, levei até o quarto.
— Meu amor? -chamei-a e ela me olhou. -Preparei um lanche para você comer.
— Obrigado. -agradece, assenti e levei a bandeja até ela. -Estamos realmente com fome.
Ela comeu e eu levei a bandeja para baixo, são umas 16:00 horas, mas estamos cansados e acabamos dormindo.
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