Te conto meus contos...

4 Atrapalhando a vida dos outros


Notas iniciais
Quem vai atrapalhar a vida dos outros? É o Cascão? Não... é outra pessoa...

– Cascuda... Me explique como que você pode me ajudar, sim?

– Xiiii...

– Por que o “xiiii”?

– Porque eu só disse que sabia como te ajudar para ver se você sabia de como me ajudar.

– Sério?

– Sim, desculpa.

– Pois comigo aconteceu a mesma coisa!

– ...

– Há há há há. – Os dois riem juntos.

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Berenice estava dormindo enquanto Creuzodete olhava firme para sua Bola de Cristal.

– O Cascão não foi feito para a Cascuda. – Diz a Madame Creuzodete, lançando um olhar sobrenatural e com um sorriso no rosto. – Ele vai ficar com quem realmente for bom para ele... Ou não...

Berenice, que estava deitada em sua cama, começou a sonhar com Creuzodete que, ao invés de estar ajudando os outros, estava atrapalhando tudo e transformando a vida de todos num Inferno.

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– Já sei!

– O que foi, Cascuda?

– Vamos na tenda da Madame Creuzodete do Sei-lá-o-quê e...

– Caham! Com licença... Mas é Madame Creuzodete do Abaetê.

– Ah, tá! Eu já sabia...

– Mas continua...

– Então... vamos na tenda dela pra ela prever nosso futuro... como resolver...

– Boa idéia! Vamos?

– Vamos!!!

Notas finais
Eles vão na tenda dela mesmo com ela tendo aquela atitude! Nossa, meu Pai, nem eu sei mais o que escrever, mas... mãos a obra!