Te Vivo
31 15. Um Passo Mais Perto - Ultimo Cap da 2 fase
Notas iniciais
Boa Leitura.
Bella POV:
Jacob gostava de mim. Isso foi uma surpresa. Fico feliz de não estar abalada por sentir algo por ele, e sim por ele sentir algo por mim. Optei por não contar isso a Edward, ele estava com ciúmes, mas não disse. Odiávamos brigar.
Poderia parecer um tanto fria, mas não quero pensar sobre Jacob agora. E sim na minha lua de mel. Edward não havia me dito onde iríamos ir. Eu estava curiosa.
A festa estava por acabar já quando Alice me puxou para trocar de roupa para eu viajar com Edward. Mas seria aqui perto, certo? Ou não... Estava suando frio.
Eu vestia um vestido bege sem mangas, com um cinto preto finíssimo na cintura. O sapato de saltos combinava com o cinto. Alice queria me matar, isso sim. Saltos não eram muito bons para mim. Não caí por pura sorte...
Meus cabelos estavam soltos. Agora sem maquiagem. Estava bem. Isso que importa.
Encontrei com Edward na saída da casa dos Cullen, ele me esperava com as malas. E tínhamos um pequeno publico o que incluía os nossos pais e amigos. Eu fiquei rubra com os olhares. Edward também havia trocado de roupa, agora usava uma blusa azul, e calça social, os cabelos mais bagunçados do que nunca. Sorri, ele estava perfeito.
Desfilamos pela escada, sendo arrebatados por mais uma chuvinha de arroz. Eu ria com a cena.
Edward foi falar com seus pais e eu com os meus.
–Bella! – Minha mãe me abraçou.
–Mãe. – Disse sorrindo.
–Oh, querida. Ele não vai mesmo te dizer aonde vai? – perguntou rindo e eu balancei a cabeça negativamente. – Bom, passe bastante protetor solar, e use chapéus. – Disse e eu ri.
–Tudo bem, mãe. Obrigada pela dica. – Disse e olhamos para o meu pai que estava ao longe.
–Vai falar com ele, antes que entre em depressão. – Disse e eu ri indo até Charlie.
–Pai. – Disse e ele tombou a cabeça um pouco para o lado.
–Não acredito que você está indo. – Disse e eu ri.
–Eu sempre vou voltar para casa. Sabe disso. – Disse e ele sorriu.
–Minha menina cresceu. – Disse e nos abraçamos.
–Sempre serei sua menininha, papai. – Ele nada disse, apenas me abraçou apertado.
–Eu te amo, pai. –Disse chorosa.
–Eu também te amo, Bella. – Disse e o abracei mais apertando ainda. Se isso era possível. – Agora vai, vão perder o vôo.
Desgrudamo-nos e eu sorri fraco para ele. Dirigi-me a Edward que estava perto do Volvo, suspirei e dei um tchauzinho à multidão. Entramos no carro.
Nosso pequeno público gritava e batia palmas enquanto passávamos. Eu olhei para minhas mãos que estavam em meu colo.
Já na estrada densa de Forks, eu observava a paisagem passar como um vulto pelos meus olhos. Até chegarmos ao Aeroporto. Franzi o cenho, confusa, e saltei do carro junto com ele.
–É tão longe assim? – Perguntei rindo. E ele riu comigo. Sentei-me em um daqueles bancos, esperando Edward fazer nosso check-in.
Eu estava nervosa. Quando chegássemos lá, eu teria minha primeira vez. Eu seria de Edward, completamente. Como seria? Essas dúvidas me assombravam.
E logo Edward chegou. Fomos diretamente ao portão, onde pegaríamos o avião, para onde quer que fossemos.
Dormi o vôo todo, e acho que Edward também. Não sabia dizer, pois estava desmaiada. Literalmente é claro. Alice havia me cansado demasiadamente.
–Princesa? Acorde. Já pousamos. – Edward sussurrava em meu ouvido. Coloquei a mão em frente à boca e bocejei.
–Já? – Perguntei.
–Foram 8hrs de vôo, Bella. – Disse ele rindo, e eu sorri.
Quando pegamos o taxi para ir ao Hotel, eu acho que ficaríamos em um, pelo menos, percebi que não estávamos nos USA, era um país desconhecido. Pela língua do motorista, acho que estávamos no Brasil. Entendia poucas palavras por causa de minhas aulas de Espanhol. Edward falava português fluente. E eu não sabia sobre isso... Acho que... Sim. Sabia.
Uma vez ele me disse que Esme o obrigou a ser bilíngüe. Então fizera um curso quando era pequeno, além de português, falava espanhol e francês.
Eu não entendia uma palavra se quer...
–Onde estamos? – perguntei curiosa.
–Rio de Janeiro, Brasil. – Disse e eu sorri. Sabia!
–Por que tão longe? – Perguntei e ele sorriu e me beijou os lábios.
–Vai descobrir daqui a pouco. – Disse e eu ri.
Ainda era noite, do dia seguinte. Pela janela do carro dava para ver a cidade, era bem badalado, um ritmo estranho de musica tocava muitas pessoas dançando. Tambores batiam, havia muitos bares também. Diferente de tudo que eu um dia conheci.
O Taxi parou perto de um porto, Edward pagou ao taxista, e descemos. Franzi o cenho.
–Vamos ficar pelo rio? – Perguntei enquanto observava-o colocando nossas balas em uma lancha. Parecia estar tudo muito preparado. Típico do meu namo... Marido... Ainda não havia me acostumado com isso.
–Só de passagem... – Disse sorrindo e me estendeu a mão para que eu pudesse entrar na lancha. Sentei-me ao seu lado, ele beijou minha bochecha e ligou a lancha.
Como ele saber dirigir essa coisa? Havia muitas coisas sobre ele, que eu não sabia ainda. Mas sabia o bastante para confiar minha vida a ele.
Sentia o vento em meus cabelos e eu sorria com os olhos fechados. A brisa era maravilhosa. A sensação de liberdade tomou conta do meu corpo. Era tão natural.
Abri os olhos, e espremi os mesmos. Já avistava ao longe um pequeno pedacinho de terra. Parecia uma ilha. Será que ficaríamos lá? Quando nos aproximamos mais, Edward se pronunciou.
–Esta é a Ilha de Esme. – Disse e eu ri franzindo o cenho.
–Ilha de Esme? – perguntei e ele assentiu rindo.
Que tipo de pessoas tem ilhas?
–Meu pai deu uma ilha a minha mãe. – Disse e eu sorri.
–Isso é romântico. E absurdamente estranho. – Disse e ele sorriu.
–Minha mãe me emprestou para nossa lua de mel. – Disse e eu corei, suspirando.
–Parece ser bonita. – Disse ainda o olhando. Mudar de assunto...
–E é. Costumávamos vir aqui nas férias. – Disse Edward. Sorri.
Ele parou na costeira da ilha, um pouco mais afastado da casa, sim, daqui eu já poderia ver a casa. Tirei os saltos, os pegando nas mãos. Me virei para trás da lancha, pegando minha nécessaire. Saímos na lancha. Senti a areia em meus pais. Era tão macia. Edward pegou as malas e caminhamos um pedaço até chegar a casa.
Era perfeita, como a mansão dos Cullen, toda de vidro. Por dentro poderia ver a sala, era tudo customizado. Esme era uma ótima decoradora.
Fui surpreendida quando Edward me pegou no colo, dei um gritinho de surpresa.
–Isso é mesmo necessário? – Perguntei e ele riu.
–Muito. Sou tradicional. – Disse e empurrou a porta.
Entramos na casa e ele me colocou no chão.
–Vou buscar o resto das malas, pode dar uma volta na casa se quiser. – Disse sorrindo e eu acenei levemente com a cabeça. Ele saiu das minhas vistas e eu comecei a caminhar pela casa.
Havia uma escada perto da cozinha. Que era muito moderna e bonita. Observei mais o local, e andei ate o final do corredor da sala.
Lá deveriam ser os quartos, certo?
Adentrei no primeiro, este era tão bonito. A cama era completamente tradicional. Assim como os moveis.
Em cima de suas extremidades, a cama tinha um véu grosso. Os lençóis de seda dourada, e os travesseiros empinados, com as fronhas do mesmo tecido dos lençóis. Deixei meu nécessaire em cima de uma bancada baixa que ficava encostada na cama.
Toquei a seda e suspirei. Como seria isso? Eu estava muito preocupada. E se ele não gostar? Uma vez ele disse que era virgem. Mas eu ainda tinha aquela famosa pulguinha atrás da orelha. E se eu não fosse o suficiente?
Escutei o barulho dos sapatos de Edward pelo corredor, e logo ele estava em minha frente. Largou as malas pelo chão. Eu o encarei.
Engoli a seco.
Ele se aproximou e segurou minhas mãos.
–Tudo bem? – Perguntou e eu assenti. Ele beijou minha testa.
–Que tal um banho de mar? A água é morninha. – Disse sorrindo e eu sorri de
volta.
–Seria agradável. – Sussurrei. Ele me beijou, e eu arfei. – Preciso de um momento, sozinha. – Falei e ele franziu o cenho, mas logo me deu seu sorriso torto, o meu sorriso.
–Eu estarei lá fora. – Disse e eu o observei sair pela porta da varanda, que dava diretamente para a praia.
Suspirei.
Bella, esta é a hora que você deve agir como se fosse uma mulher vaidosa.
Notas finais
Se gostaram, mandem suas opiniões sobre o cap.
ATENÇÃO LEITORAS PSICOTICAS: JACOB E NEM NINGUÉM IRÁ INTERFERIR NA VIDA DE BEWARD DAQUI POR DIANTE, não inventem moda u.u e parem de me xingar ahusahsa eu sou uma vaca, mas nem precisam me humilhar.
PROX CAP: A LUA DE MEL
Beijos
Julie
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