Te Vejo Em Breve
6 Meu Amigo!
Noah — O porque é que eu acho que ainda ta cedo pra você ter qualquer tipo de relacionamento amoroso com a Venecia, ou você ainda não entendeu que ela chegou aqui ontem?
Joaquin — Ta bom Noah, espero que você não esteja errado nisso.
Noah — Não to amigo, você vai ver — eles apertam a mão e cada um vai para sua casa.
Alguns dias vão se passando e eles tentam se aproximar de Venecia e em 2 semanas já são bons amigos. Na entrada da escola de manhã:
Azul — Ele ainda ta se fazendo de difícil — fala sozinha.
Venecia — Ta falando sozinha?
Azul — Que? Aii, aquele garoto ali — ela o amostra — ele não quer chegar nem perto de mim e ainda falou um monte pra mim, acredita? Falou que sabe meu tipo, que sou ignorante, arrogante, metida... — Venecia se afasta sem ela perceber.
Noah — Oii ruivinha!
Venecia — Oi — sorrir e ajeita o cabelo.
Noah — Sua irmã ta falando sozinha?
Venecia — Sim, ela acha que to ali ouvindo — ela olha procurando alguma coisa — Cadê o Joaquin?
Noah — Ele não vai vim hoje, teve que ir levar a mãe na casa de uma tia e tals.
Venecia — Ah... — diz meio triste e Noah ficar triste pela decepção de Venecia em não ver Joaquin.
Noah — Mas você tem seu outro amigo aqui — ela dá um sorriso — Sei que não sou seu melhor amigo Joaquin, mas posso substituir ele por um dia — diz se fazendo de coitado.
Venecia — Ah para, você e o Joaquin são meus amigos do mesmo jeito e gosto dos dois do mesmos jeito. Só fiquei triste dele não estar aqui comigo e com VOCÊ.
Noah — Assim é melhor. Mas vamos pra sala que daqui a pouco começa a aula.
Eles entram na sala, algumas horas passam até o intervalo. Noah sai e espera Venecia fora da sala:
Venecia — Cadê a Bianca? — apesar de algumas coisas ela tinha virado um pouco amigas.
Noah — Terminamos — diz rápido e frio.
Venecia — Por que? Vocês estavam tão bem nesses dias.
Noah — Não estávamos, apesar de parecer, a gente vivia em uma mentira. Eu nunca a amei e ela acha que me ama, mas é meio obsessão dela. Sabe?
Venecia — Mais ou menos. Nem sei se já tive namorado — ela rir envergonhada.
Noah — Do jeito que você é linda já deve ter tidos vários namorados — ele percebe o que falou e fica envergonhado.
Venecia — Obrigada — ela agradece sem perceber nada.
Venecia é boba e muito inocente (ou Sol, sei lá) ela não vê maldade em nada, nem o mais óbvio.
Noah — Na hora de ir pra casa você vem comigo?
Venecia — Mas a gente sempre vai andando junto.
Noah — Só que hoje eu vim de carro, se você for você avisa Azul para ela ir junto.
Venecia — Ta bom.
Eles continuam conversando. Enquanto isso com Azul:
Azul — Quer saber eu vou tentar falar com ele.
Maia — Vai levar um fora, já passou dias e você ainda ta naquilo de fazer amizade com ele?
Azul — Sim, aquele garoto vai falar comigo sim ou sim. Aquele metido, ignorante, ogro...
Maia — Lindo — diz para irritar.
Azul — Lindo... — ela se dar conta do que falou — Que? Ele não é lindo, é horroroso.
Maia — Assume que você gosta dele, por isso quer que ele fale com você.
Azul — Não é isso, é que não gostei do jeito que ele me tratou, e quero ser amiga de todo mundo.
Maia — Sei.
Azul para um instante e pensa que até que Franco é bonito e sim ela tinha uma quedinha por ele, só não ia assumir isso.
Azul — O Franco vai falar comigo sim.
Maia — E o que você vai fazer pra acontecer esse milagre?
Azul — Existe solução pra tudo né?
Antes de Maia responder a caixa de som começou a transmitir a voz da diretora e ela dizia:
Diretora Jaqueline — "Queridos alunos do ensino médio, haverá uma reunião com seus professores após o intervalo, então quando o sinal bater vocês por favor peguem seus materiais e de forma organizada podem ir para casa."
Os alunos comemoram e só esperam o sinal bater. No final do intervalo todos saem em uma bagunça só.
Venecia — Azul! Azul! — grita várias vezes procurando a irmã.
Azul — Oi?
Venecia — Quer uma carona para casa com o Noah?
Azul — Eu não vou para casa agora não, pode ir que mais tarde eu chego.
Venecia — ok.
Venecia entra no carro com Noah e eles saem.
Maia — E ai Azul, qual é seu plano para ele virar seu amigo?
Azul — Espera, deixa eu ver onde ele ta. — ela o procura na multidão de alunos.
Maia — Achei — da um grito.
Azul — Cadê?
Maia — Ele indo embora ali — ela aponta.
Azul — Ta bom — ela joga os cabelos para trás — eu vou seguir ele, você pode ir embora. Eu vou sozinha.
Maia — Mas eu queria ir junto.
Azul — Se você for vai me atrapalha, agora vai.
Azul começa a andar rápido para alcança-lo e depois começa a andar um pouco mais devagar para o menino não saber da sua presença, ela o segue por mais 2 quarteirões já cansada:
Azul — Como ele anda isso tudo todos os dias?
Quando ela olha pra frente de novo ver que o menino sumiu, e começar ouvir alguns passos na próxima rua e anda mais parido, quando ela vira na rua alguém a prende na parede com os braços e ela olha fixamente para os olhos castanhos de Franco.
Franco — Por que você ta me seguindo garota? Ficou obcecada por mim agora? — em um golpe parido ela inverte as posições agora o prendendo na parede.
Azul — Claro que não estou obcecada, só quero que você fale comigo e deixe esse lado idiota seu de lado. Você me julgou sem ao menos me conhecer — diz furiosa e depois o solta.
Franco — Não sabia que você tinha ficado magoada com isso.
Azul — Diferente do monstro que você me descreveu, eu tenho sentimento ta? — diz sentando na calçada.
Franco — Desculpa, era isso que você queria ouvir? — ele senta do lado dela.
Azul — Também. — Franco fica meio confuso.
Franco — O que mais você queria ouvir?
Azul — Que você quer ser meu amigo, ou ao menos não me ignorar e desprezar mais.
Franco — Ta bom, eu não vou de ignorar, só não sei se quero ser seu amigo — ele ver um sorriso que não dura muito — o que foi?
Azul — Nada, é que desde o primeiro dia que eu cheguei eu me vidrei nos seus olhos e senti uma coisa por você. Mas não se preocupe já passou, quero só ser sua amiga agora.
Franco — Sentiu algo por mim?
Azul — Já falei que sim, quer que eu fique repetindo agora?
Franco — Ei, ei. Calma, era só pra confirmar se eu não estava ouvindo errado — eles riem.
Azul — Por que ouvindo errado? — ela rir.
Franco — Porque você é a garota mais bonita da sala, e eu — ele aponta para o corpo inteiro — sou isso aqui.
Azul — Você é lindo e mesmo se não fosse eu não ligo pra aparência.
Nesse momento eles se olham por um instante e começam a se aproximar lentamente e.....
Fale com o autor