Notas iniciais
Desculpem, minna-saan, hontoni gomen!
Prometo que postaremos mais rapído, mas aqui estamos com mais um capítulo! Espero que gostem
Bjinhuz YuuChan

–Não subestime minha habilidade de investigação- Disse Jiraiya com a lupa em um dos olhos.

–D-deixa ele tentar, N-Naruto-kun, t-talvez ele nos a-ajude-Falou Hinata toda vermelha.

–Concordo com a de olhos perolados- Disse o velho.

–Tá bom...-Respondeu Naruto, dado por vencido.


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Era a noite, Sakura encontrava-se acorrentada, suja, super, magra, desidratada e num cubículo minúsculo, abafado, sem janelas, mas que no telhado havia uma passagem para a luz da lua cheia, só que apenas se via um filete. Haruno não aguentava mais aquele lugar, odiava lugares em que o ar não circulava, ou seja, aquilo era uma tortura.

Havia quatro dias que a rosada não tinha contato com o mundo exterior, apenas com uma pessoa...

–Posso entar, Sakura-chan?- Disse o homem do outro lado da porta, e esse falava num modo travesso.

A Haruno demorou um pouco para responder, estava fraca por não se alimentar direito, mas por fim respondeu:

–H-hai.

Na mesma hora o homem adentrou, fechando a porta atrás de si e caminhando até a Sakura.

–Como se sente, querida?

–Pior impossível!- A rosada respondeu fuzilando, enquanto o mesmo agachava.

–Ah, vamos lá! Estou sendo legal, não é?- Pergunta o homem, encostando uma das suas mãos no rosto empoeirado da garota.

–Não toque em mim, Kabuto!!- Gritou a Haruno, retirando o rosto para longe daquela mão que tanto senti repulção, de repente a força que até então estava ausênte se despertou.

TAP!!!

De repente, Sakura, sente uma de suas bochechas arderem, por causa do tapa que levara.

Assim você aprende a se comportar- Disse o moreno que falava mais frio do que antes, agora, o pouco sorriso que estampava em sua face sumira.

–O q-que você quer de mim?- Perguntou a rosada meio atordoada por causa do golpe, o mesmo nada disse apenas se encaminhou para a porta e a trancou.

"Finalmente" pensou a Haruno com um sorriso se formando em seus lábios; pegou sua presília e a esticou, a mesma se transformou numa mini-foice, os dentes eram bem afiados.

–Ai!-Disse Sakura baixinho, ela havia se cortado, levou o machucado até a boca, a fim de estancar o sangue.

Assim, Haruno, pode cortar as correntes que prendiam seus pulsos no alto. O aço de seu pulso esquerdo se rompeu, logo o do outro também, devagarinho, Sakura, foi caminhando até a porta, tentou abrí-la, porém, inútil estava trancada, então voltou a transformar sua mini-foice para sua forma original, uma presília, levou esta para a tranca da porta que se abriu. Saiu, estava num corredor assustador e escuro, a única coisa que a iluminava eram as tochas presas à parede; alguma coisa dizia para ficar, sua consciência, porém sua vontade de fugir era maior.

Estava andando, um ambiente tenso se formava, e isso a amedrontava, um silêncio que parecia estar corroendo sua alma, continuava a andar lentamente, com aqueles pésinhos nus, naquele chão de pedra. Sentiu um vento que ia em direção a frente dela, sentiu esperança, correu. Avistou uma luz, "A saída!" pensava.

Chegando ao seu destino. Sentiu seu corpo paralizar, a única coisa que conseguiu fazer foi levar as mãos à boca e os olhos marejarem, estava aterrorizada com a cena: homens brigando entre si, sangue, gritos de dor, corpos caídos, sofrimento.

Sakura estava no piso mais alto, a arquitetura era como se fosse do teatro de dionísio, da Grécia; aproximou-se mais do limite do chão. Enquanto a mesma tentava absorver as informações, alguém a impurrou.

Seu corpo caía em queda-livre, seus cabelos bagunçavam, seus olhos cheios de lágrimas, quando os fechou posicionou seus braços para proteger sua face. Haruno não queria morrer, sabia que um dia irá partir, só não aquela hora.

–Não quero morrer, não quero morrer, EU NÃO QUEROOOOO!!!!

Assim dito uma luz cobriu todo seu corpo, em seguida se espalhando pelo campo de batalha, depois disso nada soube...

[...]


Estava numa cama quando acordei, comecei a fitar o teto, esse me parecia do meu quarto; "Espera, meu quarto??" pensei e me levantei, ficando sentada na maciez que me oferecia, ainda estava tonta pensei ter sido um sonho, só me lembrava em ter sido raptada, ficar presa num lugar pequeno e... não era apenas um sonho, o sol já batia na janela, pelo jeito seria mais ou menos 11h.

Fui em direção ao banheiro, tirei minhas roupas e liguei o chuveiro, olhei para a água que corria até o ralo e me surpreendi ao ver toda aquela sujeira, foi então me virei para o vidro do box que refletia minha imagem e vi que minha bochecha estava ainda vermelha por causa do tapa, não pode ter sido verdade, não mesmo pensava para mim.

"Então que alguém tentou me assassinar foi verdade?", meus olhos começaram a ficar marejados "Foi real, mesmo?"; foi quando me lembrei que estava sendo carregada por ele, o mesmo garoto que vi na festa mas por que ele me salvou? Estava com tantas perguntas na cabeça, pensei que iria explodir.

Terminei meu banho o mais rápido possível e liguei para minha melhor amiga:

–Alô?- Perguntou a garota do outro lado da linha.

–Oi, Ino, aqui é...

–TESTUDAA, SUA IDIOTAAA!!!- Gritava Ino, enquanto eu tirei o telefone do ouvido, se ficasse ali com certeza estaria surda.

–Calma, cred...

–Calma nada! Quer nos matar de susto?!

–N...

–Que bom que você ligou, já estava entrando num colapso nervoso! Bom, o importante é que você está viva! Amanhã aqui cedo, ok?

–P...

–Decidido! Tenho muito o que conversar com você, testuda, jya né- Disse ela desligando o telefone na minha cara, ela nem havia me deixado falar.

Minha barriga implorava por comida, fazia aquele barulho insuportável! Fiz o que era mais rápido, rámen instantâneo só três minutos para cozinhar, depois de ter me satisfazido com muitos rámens de frango, acho que comi mais que o Naruto, se é que possível, fui me deitar, isso já era 3h. Comecei a pensar nele não entendo do porquê ele ter me salvado... assim, o sono me pesou e caí num sono profundo...


Sakura narrando off:


Sakura se levantou, ainda na cama se espreguiçou e olhou para o relógio que apontava 9:30, antes estava sonolenta, agora, estava desesperada, pois havia se lembrado que tinha que ir para a casa da Yamanaka, escovou os dentes, lavou o rosto, trocou de roupa, pegou sua bolsa e vazou da sua casa.

Avistou que o ônibus ainda estava no ponto mas que já estava de saída, apertou os passos, e conseguiu entrar; por pouco ela perderia. Chegou na casa da amiga, apertou o interfone:

–Oi?

–Ino, é a Sakura.

–Tá aberto, testuda.

Agora uma veia era nítida na testa da rosada, que tentava se conter, abriu a porta e se surpreendeu com o que viu...


Continua...

Notas finais
E aí? Gostaram? Odiaram?
Reviews pleasee!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.