Te Beijar Ou Te Matar?

26 Capitulo 25 – Mãos de Sangue


Notas iniciais
Oie :)
No cap. passado eu esqueci de agradecer a AndressaC que me ajudou a escolher os nomes dos agentes novos da SOD muito obrigada linda.
E obrigada pelos reviews que me mandaram. Espero que gostem desse.
Dica de leitura: https://www.fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece...
Na foto abaixo: Lorraine Carter

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P.O.V Autor (a)

Julian estava irritado por que Diana não queria falar nada. Milena e Sebastian já tinham tentado de tudo mesmo assim ela não falava.

— QUE INFERNO. – gritou Julian jogando o copo de whisky contra a parede. – Aposto que aquela vadia tem algo importante para falar.

— Se você tivesse me dado ela, mas não foi entregar nas mãos do Sebastian. – falou Lorraine, sentando-se na mesa de frente para Julian que estava sentado na sua cadeira.

— Se eu tivesse entregado ela para você, teria a matado antes de abrir a boca. – falou Julian acariciando o rosto dela.

Julian, Lorraine e Tony ficaram revendo relatórios e contratos e até mesmo a possibilidade de contratar mais empregados, já o negocio estava indo super bem.

— Pode entrar. – falou Julian quando ouviu alguém bater na porta.

— Oi desculpa atrapalhar, mas o Elister esta na linha, disse que quer falar com você e eu quero ir embora não estou me sentindo muito bem. – falou Rebecca.

— Só que esta atrapalhando querida. – falou Lorraine.

— Hey deixa que eu resolvo isso. – falou Julian repreendo ela. – E você já falei que não precisa bater, você manda aqui tanto quanto eu e s alguém desobedecer ou tentar alguma coisa pode me dizer ok? – disse ele e beijou Rebecca, deixando Lorraine se contorcendo de raiva.

— Não suporto essa mulher, não sei o que o Julian vê nela sinceramente. – falou Lorraine sentando-se na cadeira de seu chefe e colocando suas pernas em cima da mesa. – Garota sem sal hein, mas isso vai durar muito, ainda vou dar um fim nela. – falou encarando o nada. – Pode apostar que vou.

Tony permanecia em silencio, se divertia vendo sua colega com ciúmes de Julian, mas não gostou nem um pouco em saber que ela tem planos para acabar com Rebecca.

— Bom, vou ver como anda a diversão da Milena e do Sebastian. Você vão conferir as armas, a Lara veio reclamar que algumas estão com defeito. Como se isso fosse brinquedo para dar defeito. – falou.

— Sim senhora. – falou Tony e saiu.

Ele sabia que tinha que tratar Lorraine com respeito, já que ela consegue ser mais má do que Milena, Lara e Sebastian juntos.

Lorraine se dirigiu a sala da “diversão” como chama. Ela mesma projetou achou interessante quando viu a sala uma série de TV.

Do outro lado da porta ouvia-se os gritos de Diana, o ranger de dentes causados por tanta dor. Lorraine abriu a porta e se deparou com a mulher nua, presa sobre a cadeira. Diana estava pálida por causa da grande quantidade de sangue que havia perdido. Esse mesmo sangue que manchava o chão em volta da cadeira.

— Se divertindo sem mim? – falou fria como sempre.

— É, não faz muito que ela acordou, mulherzinha fraca hein fica acordada por 15 minutos e desmaia. – falou Milena com tédio na voz.

— É parece que a nossa amiguinha não quer cooperar. – falou Sebastian pegando Diana pelos cabelos. Ela estava quase inconsciente, não sabia com ainda estava viva depois de uma semana sendo torturada daquela forma.

— E por que ainda esta inteira? – perguntou Lorraine cruzando os braços e encarando os dois que estavam sujos com o sangue da morena.

— Julian disse que era para ela sofrer muito até abrir o bico eu queria arrancar dois dedos assim só para começar, mas Sebastian não deixou. Não chegamos nem perto de uma artéria importante. – falou Milena se aproximando de Lorraine. – E já estou com as mãos sujas de sangue.

— Vermelho combina com você. – falou Lorraine entregando um pano para Milena limpar o sangue de suas mãos. – Então... – falou ela pegando Diana pelos cabelos. – Você tem nada para me dizer? – perguntou.

— Vai se foder. – falou Diana quase sem voz, sua garganta estava detonada de tanto gritar e pedir por socorro.

Lorraine ficou com raiva e soltou a cabeça de Diana forte o que a fez gemer de dor. Foi até uma mesa e colocou um par de luvas cirúrgicas.

— Milena me vê 12 cc de adrenalina. – falou.

— Mas para que você quer? Se ela não falou nada tendo o corpo todo cordado acha que vai falar...

— MERDA. FAZ O QUE EU ESTOU MANDANDO. – gritou Lorraine.

— Sabe que ela pode sobreviver a uma parada cardíaca não é? – falou Sebastian encostado na parede só assistindo a cena.

— É, mas se eu combinar com epinefrina lá morre em menos de três minutos. – falou pegando a seringa com Milena.

Ela deu um tapa na cara de Diana, fazendo com que ela despertasse.

— Sabe, eu não ia me importar nem um pouquinho de arrancar um, dois, três dedos de você, ou até mesmo o coração. Tem pessoas que dizem que eu sou louca, mas depois que eu vi meus pais sendo torturados até morte eu peguei gosto pela coisa. O que a Milena e o Sebastian fizeram aqui com você faz parecer a Disneylândia, perto do que eu faria, mas tenho que correr contra o tempo. Você deve ter ouvido o que eu falei não é? Então pense antes de me ofender. – falou se aproximando da mulher. – Agora de novo. Tem algo que queira me contar? Um nome, um endereço, qualquer coisa?

Diana apenas ficou em silêncio.

Lorraine tirou a proteção da agulha e enfiou a seringa no peito de Diana deixando somente a alguns milímetros do coração da mesma.

— Bom você sabe que mais um pouco, você já era né? Então só mais um chance. – falou.

— Ok. Tudo bem eu falou. – respirou fundo. – Nathan, Nathan Calleigh esse é o nome. – falou Diana.

Diana suspirou aliviada, quando Lorraine retirou a seringa do seu peito.

— Nós ainda não terminamos. – falou Lorraine no ouvido de dela e se afastou da cadeira indo em direção da porta.

— É você é boa. – falou Milena aplaudindo.

— É eu sei. – falou indo para a porta, mas antes que saísse Sebastian segurou seu braço a fazendo parar.

— Posso me divertir de outro jeito com ela agora? – perguntou.

— Pode. – falou e saiu.

Sebastian caminhou até a mulher, soltou seus braços e pernas. A pegou no colo, falou para Milena limpar a sala e saiu. Levou Diana para seu quarto, colocou a morena com cuidado em sua cama e começou a cuidar de suas feridas, dando pontos onde precisava ou somente fazendo curativo.

Colocou a banheira para encher e lavou a mulher, tirando o sangue que ainda havia sem seu corpo. Depois colocou a mulher na cama. E foi tomar seu banho.

Enquanto isso Lorraine foi falar com Lara, a única que estava livre para ir atrás de Nathan Calleigh.

— Merda. FABRICIO, ESSA TRANCOU DE NOVO. – gritou Lara para o colega que estava na sala ao lado.

— Eu não sei o que esta acontecendo o Julian pediu para modificar algumas, e são essas que estão travando. – falou. – por enquanto tenta a Glock.

— Lara preciso falar com você. – falou Lorraine.

— Fala, ainda tenho que testar essas armas aqui, mas pode falar. – disse Lara montando a arma.

— A vadiazinha da SOD falou sobre um tal de Nathan Calleigh, e o Julian disse que é para você procurá-lo. – disse Lorraine.

— E ela esta viva ainda? – Pelo menos esta sem um pedaço né? – perguntou Lara sorrindo.

— Pior que não, esta inteirinha até com as unhas feitas. Julian disse que não era para mata-lá por isso largou nas mãos do Sebastian e da Milena.

— Nossa. Bom vou terminar aqui e já procuro o cara, vai querer mais alguma coisa? – falou Lara carregando a arma.

— Não. É só, boa sorte. – falou Lorraine e foi embora.

Lara terminou de testar as armas e foi para junto de Fabrício.

— Preciso da sua ajuda. – falou calma. Lara sabia ser legal quando queria.

— Tenho até medo de quando você é legal, mas fala ai o que você quer? – perguntou Fabrício.

— Julian pediu e a Lorraine mandou eu achar um tal de... – deu uma pausa para lembrar o nome. – Nathan Callheigh.

Fabrício começou a fazer busca geral na internet, o que não foi muito difícil, já que para que o disfarce de Nathan foi convincente criaram uma empresa fantasma.

— Achei. – falou depois de um logo suspiro. Fabrício virou o monitor para que Lara visse a foto do homem.

Ela arregalou os olhos quando viu que era o mesmo cara que ela tinha conhecido no shopping há uns dias atrás.

— Ele disse para mim que era engenheiro. – falou chocada.

— Claro né Lara ele ia chegar para você e dizer: Prazer meu nome é Nathan Calleigh sou agente especial da SOD. Acorda né. – falou Fabrício e riu.

Lara cerrou os olhos e acertou um tapa na cabeça dele e levantou-se.

— Vai ter troco.- falou em uma tom ameaçador.

— É Nathan, agora é comigo, espero que goste da versão Lara menina má.

[...]

Diana acordou e percebeu que já não estava mais naquele inferno, ao contraio estava deitada em uma cama e coberta.

Levantou o cobertor e percebeu que estava com curativos em seus machucados e nem tinha manchas de sangue em seu corpo.

Ouviu um barulho vindo do que poderia ser o banheiro e se assustou. No mesmo instante a porta se abre e Sebastian sei lá de dentro somente de toalha.

— Finalmente acordou. – falou.

— Por que me trouxe para cá? – perguntou se cobrindo, ainda esta nua,

— Gostei de você. – falou caminhado até Diana.

— Pelo menos um de vocês tem coração. – falou ele.

— Querida, entende uma coisa; Eu não tenho coração à única coisa que eu quero de você é o seu corpo. – falou Sebastian agarrando Diana pelos cabelos começando a pior tortura que ela já sofreu.

Notas finais
Então? Gostaram? Me mandem review para eu saber se estão gostando ou não ok?
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Dica de leitura²: https://www.fanfiction.com.br/historia/208852/Dangerous
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bjos e até o proximo.