Tan Solo Soy
1 Prólogo
Notas iniciais
Vida
Uma coisa que muda o sentindo a cada pessoa.
Existem pessoas ricas , pobres , tristes, felizes e EU. Eu sou o tipo de pessoa que tem rica e infeliz, o tipo de pessoa incompreendida e solitária. Mas que não arrisca tudo o que tem pelo que quer, pois como o minha série favorita diz "Nem tudo é o que parece ser". Minha vida não é fácil e muito menos difícil. Perdi meu pai em um acidente de carro ao 5 anos, tenho vagas lembranças dele. Minha mãe está sempre fazendo shows, turnês e outras coisas de cantoras. Minha família está em Buenos Aires, e falando em Buenos Aires...
– Senhores passageiros, por favor coloque os cintos deliguem os celulares. Iremos decolar.
Minha mãe resolveu que agora que eu vou para a faculdade seria melhor ficarmos próximos da nossa família. Faz sentido? Não. Mas eu sempre quis conhece-los mesmo então nem questionei.
Minha mãe sempre falava sobre meus parentes antes do meu pai morrer, mas nunca falava o porquê de nunca visita-los e de eles nunca nos visitar. Por enquanto vamos ficar na casa da irmã do meu pai, minha Tia Esmeralda. a única da família do falecido pai que conhece e se comunica com a família da minha mãe e também a única que eu conheço.
–
– Calma filha. O avião não vai cair. – Dizia ele tentando me acalmar enquanto minha mãe jogava algum joguinho em seu celular.
– Como você sabe? Como pode ter tanta certeza?
– Filha, feche os olhos.
– Por quê?
– Você pergunta demais.
– Ué eu quero saber.
– Só fecha.
– Tá. – Fechei os olhos.
– Agora pense em nuvens. Aquelas lindas e brancas nuvens, que você sempre fala que quer tocar me uma.
– Papai, aonde você quer chegar com isso. – Disse e abri os olhos novamente.
– Você vai saber se me deixar terminar. Fecha os olhos.
– Ok –Fechei novamente.
– Senhores passageiros, coloquem os cintos de segurança iremos decolar.
– Papai – Disse agarrando-o. Vamos sair do chão agora.
– Calma filha. Pense novamente nas nuvens e fecha os olhos. – Fechei e voltei a pensar. – Ótimo, agora espera um pouco.
Três Minutos depois
– Pode abrir. – Abri – E olha pra trás. – Me virei pra trás e lá tinham várias nuvens. Não preciso nem dizer como fiquei.
–
Aquela foi a primeira vez que eu viajei de avião e digamos que eu era louca por nuvens. Eu tinha 5 anos, foi quando meu pai morreu. Ele tinha ido fazer alguma coisa e quando voltou para nos pegar (Eu e minha mãe) o carro dele... É Prefiro não falar nisso.
–
– Sejam bem-vindas. — Ela disse e abriu a porta de sua casa.
Fale com o autor