Tan Solo Soy
42 Y tallarme en tu voz.
Notas iniciais
Primeiramente gostaria de agradecer a todos que estão acompanhando a fic, não só desde o começo, mas no meio do caminho também kkkkk cara, se não fosse a força de voces eu com certeza nunca teria chego até aqui hhaaha
bem, fiquem tranquilas pq como eu já disse, vai ter segunda temporada!
Espero mesmo não decepcioná-las com esse capítulo, mas enfim.
Ah, só pra ressaltar, o comecinho do capítulo não tem POV de ninguém, já não é mais POV Angie... enfim
falo com vcs lá embaixo, podem ler.
“Você não é só o meu amor, você é parte de mim. É como ser desmembrado a sensação que eu tenho quando não estou perto de você. Me sufoca, me deixa desesperado, me faz querer me libertar de alguma forma, entretanto é algo que não tem cura, não tem remédio, pois não se trata de uma doença. Ou eu fico com você, ou eu fico com você. Não há opção para ambos, nascemos para ficar juntos e se não o fizermos, com certeza alguém perecerá.”
POV LEÓN
Alguns minutos antes.
Essa definitivamente estava sendo a viagem mais longa da minha vida. Eu não sei se essa agonia era culpa da minha ansiedade, do meu desespero, mas parecia que as horas não passavam, e a cada segundo o meu cérebro – e o meu coração – fazia questão de me lembrar do motivo pelo qual eu devia estar desesperado: Violetta.
Eu não tinha certeza de nada, não tinha certeza se a teria de volta. Estava completamente arrependido, pois desde que a conheci eu errava muito em tirar conclusões precipitadas sobre ela, e dessa vez algo me dizia que as coisas poderiam ser definitivas. Talvez ela não me aceitasse de volta, e com toda a razão.
Durante toda a semana que estivemos aqui os meninos tentaram me reanimar, mas eu fingia que estava concentrado somente no trabalho para ninguém me incomodar com aquelas perguntinhas convencionais, detestava questionários, então eu não aproveitei nada da viagem, permaneci calado quase o tempo todo.
Tentei jogar meus pensamentos fora, pois tinha que estar bem concentrado, já que hoje seria o dia do tal casamento. Eu estava tão desanimado que sequer fiz questão de perguntar o nome dos noivos... A única coisa que eu iria fazer era ir, cantar e dar o fora daquele lugar.
A praia (local do casamento) era maravilhosa, e a decoração era típica de um casamento de filmes. E é claro, como todas as coisas me lembravam mesmo da Violetta, essa não poderia ser diferente. A decoração era tão familiar, que se eu não tivesse certeza de que ela estava em casa, diria que ela mesma quem decorou aquilo.
Quando comecei a entrar novamente em transe, me afogando em todos os meus pensamentos, Jonas começou a gritar:
- Seus inúteis, o noivo vai entrar em quinze minutos e vocês ainda não estão prontos? – Seu rosto já estava ficando vermelho de tanto nervosismo. – León, você só vai entrar na hora que a noiva estiver no meio do caminho, pois assim dá aquele clima de entrar no ápice e todas essas coisas.
Jonas era um cara legal, mas quando se tratava de trabalho ele se transformava em um louco.
- Tudo bem. – Respondi sem muito entusiasmo.
- E por favor, coloque um sorriso na cara, ninguém merece o cantor de um casamento com cara de fossa. – Disse e então ficou pensativo por um tempo. – Onde está o André? – Agora ele quase gritava com Maxi, que arrumava o violino.
- Ah, ele foi buscar o violão e disse que voltaria em um instante.
- COMO FOI BUSCAR O VIOLÃO? O VIOLÃO ESTÁ BEM AQUI. – Jonas apontava para o violão encostado na parede.
- Bem, você sabe como é o André... – Maxi respondeu sem graça. – Ele sempre faz questão de confundir tudo e...
- PRESENTE! – André disse surpreendentemente enquanto aparecia atrás de mim.
Pude notar que Jonas cerrou os punhos, mas se retirou para não cometer nenhuma loucura.
Realmente a ideia de trazer os meninos era a princípio muito boa, já que eles são excelentes músicos, mas chegou uma determinada hora em que os mesmos se tornaram um pouco irritantes, não só para Jonas como para mim também. Eles não me deixavam em paz um segundo sequer.
- León, León. – André me cutucava com afobação, me deixando mais nervoso.
- O que é? – Perguntei rudemente.
- Olha só. – André disse e então mostrou um papel que tinha em mãos e eu logo notei que o mesmo era o convite desse casamento.
- O convite do casamento... E daí? – Estava impaciente.
- Olha. – André insistiu e então apontou para um determinado local do convite, onde estava escrito o nome dos noivos. – Quantas Angeles (N/A não estou certa de que é assim que escreve) e Germán você conhece? – Agora ele abria o maior sorriso no rosto.
“Angeles & Germán”.
Eu fiquei paralisado. Não poderia ser... Era bom (ou mau) demais para ser verdade.
- Cara, sabe o que isso significa? – Maxi disse. – A Violetta tá aqui, rapaz!
Eu abri um sorriso quase que automático nos lábios. Como não havia percebido isso antes? Era óbvio que este era o casamento deles dois.
- Eu só não te ordeno ir atrás dela agora porque o Jonas vai ficar furioso, mas quando acabar a cerimônia, não perca tempo e vá falar com ela, por favor. – Maxi continuava dizendo.
Eu definitivamente faria aquilo, se aquela era a minha “última chance”, eu com certeza não iria desperdiçá-la. Não ficamos conversando por muito tempo até que a hora do casamento começar chegou. Os meninos subiram numa espécie de “mini” palco que haviam montado à esquerda, colado com a parede da casa, e eu fiquei no backstage, somente me escondendo, pois a hora que eu entrasse deveria ser um elemento surpresa para a música.
Um pouco antes da entrada do noivo eu pude ver a garota mais linda do mundo, aquela que me despertava um frio na barriga cada vez que eu olhava. Não fazia tanto tempo que eu a havia visto, mas parecia uma eternidade, o que só me fez ficar mais ansioso. Violetta estava simplesmente linda, o que me despertava uma vontade insana de correr até ela para agarrá-la e beijá-la em qualquer lugar que fosse. Tentei controlar os meus instintos e então respirei fundo. No final do casamento eu conversaria com ela.
Não muito tempo depois de eu tê-la visto, Germán saiu da sua casa de praia e foi até o altar que se encontrava bem de frente para o mar, e durante todo esse tempo eu tentava chamar a atenção de Violetta, mas a mesma estava completamente distraída assistindo ao casamento e então não me viu.
Esse foi o único casamento que eu percebi que a noiva não atrasou. Depois da entrada de Germán, não demorou muito até que Angie surgisse do mesmo lugar que ele, e céus, como ela estava linda. Eu abri um sorriso involuntário ao vê-la daquela maneira, pois automaticamente me veio uma cena de um possível futuro casamento com Violetta (eu era muito iludido). Era quase uma visão do futuro. Porém, Angie carregava em si uma expressão pesada, tensa... Como se ela estivesse insegura do que estava fazendo, quando para a surpresa de todos, justamente na hora que eu ia começar a cantar (e Violetta me olharia), Angie saiu correndo do local.
Tudo virou uma bagunça. Convidados começaram a gritar e Germán ficou desesperado ao ver aquilo, saiu correndo quase que automaticamente atrás dela. Então meus olhos se direcionaram para Violetta, que carregava uma expressão de surpresa e preocupação evidentes, e a mesma logo saiu correndo depois do ocorrido.
Eu fiquei perdido, realmente não sabia o que fazer em meio aquela confusão, afinal, ninguém estava esperando aquilo, ainda mais de Angie. Fiquei paralisado por um tempo em estado de choque até que tive um apoio amigo.
- TÁ FAZENDO O QUE AÍ PARADO? CORRE ATRÁS DELA! – Maxi berrou quando viu que Violetta já não se encontrava mais ali.
Eu permaneci perdido por alguns segundos, mas então alguma luz veio até mim. Saí correndo completamente sem rumo pela praia que estava deserta, mas era muito grande, o que dificultava a visão de qualquer ser.
Meus olhos se passaram por todos os lugares, todos os ângulos possíveis, mas a única coisa que eu via eram os convidados do casamento ficando cada vez mais distantes, e nenhum sinal da Violetta. Entretanto eu continuaria procurando, caminhava à beirada do mar, depois fui perto da mata e tentei olhar por todos os lados. Talvez a mesma já não estivesse mais ali, talvez tudo isso fosse só perda de tempo, talvez o que há reservado para nós é individual e nós não deveríamos ficar juntos.
Depois de um tempo de frustração – e de uma longa caminhada pela praia – eu avistei um barquinho, quase que uma canoa que estava presa a uma cordinha fincada na areia, mas o mesmo se encontrava no mar em uma altura que evidentemente me dava pé. Não pensei duas vezes e tirei os meus sapatos e adentrei o mar para então subir no tal barco. Um pouco de reflexão – e descanso – seria extremamente necessário no momento.
Depois de ter molhado toda a minha calça devido à maré que subia pelo fim da tarde, com muita dificuldade eu finalmente consegui subir no barco e então me deitei no mesmo. Era incrível como ele parecia ter sido especialmente pra mim, pois eu cabia de corpo inteiro lá dentro, deixando somente os meus pés pra fora, e aproveitando a sensação maravilhosa que me dava devido ao balanço das ondas. Esse sem sombra de dúvida era o melhor lugar pra ficar na fossa.
Mais uma vez eu havia perdido Violetta.
POV VIOLETTA
O casamento havia sido um desastre. Eu não sei por que, mas já estava com a sensação de que Angie faria o que fez. Depois de toda a confusão do casamento, enquanto os convidados gritavam e comentavam tudo, eu resolvi adentrar a casa a fim de achar o meu pai, que evidentemente havia corrido atrás de Angie, mas para a minha surpresa não achei nenhum dos dois.
Fiquei um bom tempo procurando por todas as partes da casa até que cheguei a conclusão de que os dois deviam ter se enfiado em algum lugar pela praia onde não seria visível para ninguém. Na verdade, não tinha como ter ideia de onde eles tinham se metido, já que depois da “fuga” de Angie as pessoas se aglomeraram e a minha estatura baixa não me permitiu ver coisa alguma.
Tirei as minhas sandálias e saí andando na praia a fim de achar meu pai, o mesmo precisaria de muito consolo no momento, e quem sabe de bônus eu acharia a Angie e tentaria ter uma “conversa de adultos” com os dois. Simplesmente não conseguia entender as coisas, eles se amavam, mas sempre faziam questão de complicar a vida um do outro, pareciam até eu e o León.
León.
Este sim me arrancou suspiros enquanto veio à minha cabeça. Durante todo o casamento eu segurei para não chorar e não me lembrar dele e de todos os nossos momentos a cada passo que eu dava, mas era impossível não lembrar. Eu já estava entrando em desespero por não tê-lo há tanto tempo, sequer poderia lembrar-me de seu nome, pois eu já sabia os efeitos que o mesmo causaria em mim.
Quando eu estava no ápice de meus pensamentos profundos – e depressivos – avistei um pequeno barco perto da beira do mar, e logo percebi que havia uma pessoa ali dentro, já que vi os pés do mesmo pra fora. Pude notar que esta pessoa vestia roupa social devido à calça preta à mostra. Com certeza era o papai.
Não perdi tempo e adentrei o mar com cuidado para não molhar o vestido, mas era impossível, o barco já estava em uma altura que batia mais ou menos no meu ombro, então não conseguia ver quem estava lá dentro. Depois de muita dificuldade – e muito frio – eu finalmente cheguei ao mesmo e puxei o pé da pessoa.
- Papai? – Afirmei com euforia e então pulei para me certificar de que era o papai que estava ali.
Porém, como sempre a senhorita desastrada fez mais uma de suas artes: Na hora que eu pulei, apoie-me no barco e então fiz o mesmo virar, fazendo com que o indivíduo que estava ali dentro caísse com tudo na água, e eu não consegui ver a face do mesmo.
Fiquei desesperada, eu poderia estar afogando o meu pai.
Quando para a minha surpresa, a pessoa finalmente se levantou e seus olhos ficaram surpresos quando me viram. Aqueles olhos, aqueles olhos eram extremamente familiares, e toda vez que eles se encontravam com os meus, tinham um poder imenso sobre mim, sobre as minhas atitudes, sobre o que eu era. Aquele cabelo molhado que sempre me arrancava suspiros em um conjunto perfeito com os seus lábios bem desenhados, eu já teria provado daquilo.
Este não era o meu pai.
Respirei fundo e esfreguei os meus olhos pensando estar alucinada, mas quando os abri de novo, a pessoa permanecera parada na minha frente, exatamente da mesma maneira. Tomei coragem e então decidi ser a primeira a falar:
- L-león? O que faz aqui? – Eu disse em um fio de voz.
León continuou com aquela expressão maravilhosa e então as palavras começaram a sair docemente de sua boca, já me fazendo ficar louca como sempre.
- Violetta? Como você me achou e...
León realmente se esforçou para terminar a frase, mas nós fomos surpreendidos por uma onda gigante que veio do nada e nos atingiu, fazendo-nos ir para a beira do mar quase que automaticamente. Nós ficamos sujos de areia e de bônus, eu acabei caindo exatamente em cima de León, já com os lábios roçando nos dele.
Meus olhos se encontraram novamente com os dele, porém dessa vez perigosamente perto. Pude notar o seu cabelo molhado caindo em seu rosto e o atrapalhando, e céus, aquilo era muito atraente. Nós não conseguíamos formular palavra nenhuma, a única coisa que fazíamos era ouvir a respiração um do outro. León estava tão perto que a cada respirada, o ar quente que saia dele batia em meu rosto me fazia arrepiar, e aquilo... Bem, aquilo já era tortura demais.
Não conseguimos permanecer daquela maneira por muito tempo e então eu fui surpreendida quando León colocou a mão na minha nuca e juntou os nossos lábios com ansiedade. Eu sequer conseguia pensar em alguma coisa, eu só queria permanecer daquele jeito durante toda a minha vida. Nossas línguas se entrelaçavam em perfeita harmonia e León não conseguia se conter em dar aquelas famosas mordidinhas durante o beijo. Eu estava com tanta saudade e com tanto desejo daquilo que foi impossível conter as minhas lágrimas enquanto o beijava. León sempre tomava a primeira atitude e aquilo era maravilhoso. O ar já estava começando a faltar, mas nós dois sequer ligávamos pra isso, teríamos que prolongar aquele momento o quanto pudéssemos. Eu já estava ficando louca de desejo quando segurei no rosto de León para aprofundar mais o beijo, e o mesmo me retribuiu com mais ansiedade e paixão durante o ato. Havia muito mais do que atração física ali.
A cada segundo eu tinha mais certeza de que era assim que eu tinha que permanecer, ao lado de León. Que não importavam as dificuldades, nós estávamos definitivamente dependentes um do outro e isso nunca conseguiria mudar. Era como se nós nos completássemos.
Então, para o fim da nossa graça, o ar se esgotou completamente e nós fomos parando o beijo entre selinhos. Ambos estávamos ofegantes, porém maravilhados o bastante para se preocupar com alguma coisa, o que acabara de acontecer fora incrível, até mágico eu diria.
Olhei bem nos olhos de León e então rolei para o lado a fim de sair de cima dele, e consequentemente me sujei por inteira de areia. Ninguém conseguia falar uma só palavra, mas o ritmo acelerado da respiração de ambos mostrava o resultado de tanto sentimento que havia ali.
Depois de algum tempo, León se levantou e tentou tirar um pouco da areia que estava grudada em seu corpo, e então, estendeu a mão para me ajudar a levantar. Quando eu finalmente me coloquei de pé, soube que esta seria a hora que alguém devia falar alguma coisa:
- León, eu queria me desculpar...
- Não precisa falar, Violetta. – Ele disse enquanto colocava o dedo sobre o meu lábio. – Todas as vezes eu tenho sido estúpido com você e você só tem me demonstrado o seu amor. Eu já sei de toda a verdade, não quero que você se desculpe.
Eu olhei para baixo timidamente.
- Eu sei que as situações sempre vão tentar nos separar, León. Mas é impossível ficar sem você, entende? Eu não posso, é como se faltasse algo.
- Violetta, entenda uma coisa... Você não é só o meu amor, você é parte de mim. É como ser desmembrado a sensação que eu tenho quando não estou perto de você. Me sufoca, me deixa desesperado, me faz querer me libertar de alguma forma, entretanto é algo que não tem cura, não tem remédio, pois não se trata de uma doença. Ou eu fico com você, ou eu fico com você. Não há opção para ambos, nascemos para ficar juntos e se não o fizermos, com certeza alguém perecerá.
- Eu sei disso perfeitamente. É exatamente o que sinto.
León ficou pensativo por um tempo, mas como sempre me surpreendeu ao começar a falar:
- Então topa fugir comigo? – Me surpreendeu muito com o convite.
- F-fugir? Mas pra onde? E o meu pai?
- Não sei, qualquer lugar com você é perfeito. – Ele segurava em minhas mãos. – Vamos, você já é maior de idade e vão ser só umas férias, eu não vou te sequestrar e seu pai vai compreender.
- Então isso não é fugir, você vai pedir autorização, seu idiota. – Disse em um tom brincalhão e então bati no braço dele. – Não sei se meu pai vai deixar.
Ele riu como se tivesse certeza do que estava fazendo.
- E aí, sim ou não? – Disse impacientemente com o maior sorriso no rosto. – Do seu pai cuido eu. – Riu.
- Claro. – Respondi com certeza.
León ficou meio tímido, mas pude perceber que ele queria explodir de tanta felicidade.
- Eu te amo, sua louca. – Ele disse enquanto colocava uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.
- Eu te amo, seu retardado. – Era muito amor para um casal.
Ficamos meio pensativos, mas León deu mais um de seus surtos:
- Então eu vou te levar AGORA. – León disse e abriu um sorriso malicioso.
- O quê? Como assim, agora? – Eu perguntei perdidamente.
Quando perguntei aquilo, León finalmente me pegou no colo e começou a correr comigo pela praia. Nós passamos o resto da tarde inteira nos beijando, conversando e matando toda a saudade que tínhamos um do outro. Eu não sabia aonde León iria me levar depois dali, mas tinha certeza de que tudo o que aconteceria dali pra frente seria surpreendentemente maravilhoso. Tinha certeza de que como parte um do outro, nós teríamos forças o suficiente para enfrentar as dificuldades que estavam por vir e as pessoas que queriam nos prejudicar.
O amor era muito mais forte do que qualquer dificuldade. E aquilo, bem, aquilo era só o começo.
Notas finais
Não preciso nem falar que esse com certeza é o capítulo que eu mais necessito de reviews né? Cara, se tu le a minha história e nunca comentou, comente pelo menos nesse cap PLMDDS kkkkkkkkkk mesmo que seja pra me xingar -q
Sobre a segunda temporada, eu pretendo postá-la depois das minhas semanas de prova, ou seja, lá pro dia 26 desse mes mesmo, mas até lá eu prometo que postarei na IHEAY.
Qualquer dúvida sobre a segunda temporada, se quiser me xingar, me torturar, conversar comigo, apareçam no meu ask
http://ask.fm/TanSoloSoyLF
Cara, nem acredito que eu vou finalizar isso aqui T-T
MUITO OBRIGADA MESMO, MANO, VCS SÃO A MINHA VERDADEIRA INSPIRAÇÃO ♥
não me abandonem mimimi
beijos
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