Tan Solo Soy

32 Somos magneticos


Notas iniciais
maooooooooooe
gente, o que aconteceu com vcs? O ultimo cap ficou tão ruim assim? Quase ngm comentou e.e AIUHAISHASIHAISH justo agora que eu to na etapa final da fic mimimi
enfim, eu tentei mesmo melhorar nesse, por favor não me abandoneeeeeeeeeem haha
enjoy.

Finalmente nós havíamos chegado em casa. Depois de ouvir um sermão de horas vindo do papai durante o caminho, seguido de milhões de perguntas, nós nos dirigimos a cozinha para tomar um café dignamente, e então esclarecer as coisas.

A mesa já estava arrumada e farta como sempre. Estavam somente eu, papai, León e Angie, e para a minha sorte nenhum sinal de Ludmila ou Tomás, o que significava que talvez seria mais fácil conversar com papai.

- Mas papai – Eu dizia na tentativa de convencê-lo que não era uma delinquente. — , eu estava só passando mal e León ia me trazer para casa, só isso.

- Mas você devia ter ficado na faculdade, Violetta. Você tem noção do quanto é perigoso sair no meio de um blackout?

- O León estava comigo e...

- Outro assunto que eu também queria falar com você, Violetta. Você não estava com o Tomás? Como é que as coisas estão funcionando? Eu saio por um mês e meio e já acontece tudo isso. – Ele dizia com uma cara inconformada. – Nada contra você, León, aliás acho que já tinha passado da hora da minha filha arrumar alguém decente, mas como vai ficar a situação com o Tomás agora?

Era MUITO estranho ver o meu pai participando da minha vida amorosa.

- Então, era justamente sobre isso que eu queria falar, sobre o fato de a gente ficar permanentemente na Espanha e... – Essa provavelmente seria a melhor hora para falar com o papai sobre eu querer voltar para Buenos Aires.

Mas como eu sou a pessoa mais azarada da face da Terra, bem na hora em que eu ia conversar com o papai, Olga adentrou a sala e deixou uns documentos na mão dele, completamente em silencio, deixando todos curiosos.

Papai não disse nada, só parou de falar e começou a encarar os papéis com muita atenção, tirou uma caneta de seu bolso e então ele estava pronto para assinar alguma coisa que havia ali, mas eu não consegui conter a minha curiosidade e perguntei antes que ele pudesse fazer alguma coisa:

- Papai, o que é isso?

Ele ficou encarando o papel por mais um tempo, até que finalmente seu olhar voltou para mim.

- São uns papéis que eu tenho que assinar para ficar permanentemente aqui, nada demais. – Disse com a maior tranquilidade. – Não quero ter que voltar para a cadeia nunca mais, pior experiência que já tive.

Meu coração ficou muito apertado naquele momento.

- Papai... – Eu disse em um fio de voz – Por favor, não os assine.

- Como é que é, minha filha? Por que não? – Obviamente ele estranhou a minha atitude.

- É porque eu gosto muito de Buenos Aires e... Eu realmente gostaria de voltar para lá, se possível.

Meu pai me olhou como se eu tivesse acabado de insultá-lo.

- E a faculdade, Violetta?

- Papai, eu estou odiando essa faculdade desde o primeiro dia de aula, não vai dar certo nunca...

- VIOLETTA! – Papai me interrompeu ao gritar. – Eu fui PRESO por causa da documentação que estava errada aqui, fiz de tudo para arrumar esses documentos e poder ficar aqui para que você possa concluir a faculdade, e agora você tem a ousadia de me falar isso?

- Mas papai...

- Nada disso, Violetta.

Quando eu pensei que tudo estava perdido, Angie finalmente começou a falar.

- Germán, escute a sua filha. Ela veio aqui para TENTAR, não para necessariamente conseguir. Eu te avisei desde o começo que você estava sendo precipitado ao tentar arrumar uma documentação de moradia fixa, além do mais, eu particularmente não quero ficar morando aqui também. Sem contar que eu quero me casar em Buenos Aires.

- Nós também queremos. – Olga e Ramalho disseram em uníssono enquanto adentraram a cozinha de mãos dadas sem ninguém ter percebido.

O queixo de todos foi no chão. Não é que o encontro que nós havíamos planejado tinha dado certo até demais? Papai ficou espantado por um tempo, mas parece que pouco depois ele se conformou. Na verdade todos nós sabíamos que isso uma hora iria acontecer, Olga e Ramalho praticamente haviam nascido um para o outro, ambos eram doidos.

- Tudo bem então, vocês querem voltar para Buenos Aires? Então somente debaixo de uma condição. – Papai disse.

- Qual? – Todos no local disseram como um coro.

- Se a Angie aceitar se casar comigo depois da apresentação da Violetta pela Universidade.

Angie teve aquela proposta como um choque, mas eu sabia que ela amava papai e que com certeza iria aceitar, até porque isso iria beneficiar não somente ela, mas a todos que estavam ali.

- Mas é claro que eu aceito, meu amor! – Angie disse maravilhada e então pulou para dar um abraço no meu pai.

Pela primeira vez na minha vida as coisas estavam fluindo de uma maneira boa.

Depois de muitas risadas – E momentos até felizes – na cozinha, eu e León finalmente nos retiramos e fomos para a sala, e León mantinha uma expressão linda, ele parecia maravilhado com as ultimas notícias que recebemos.

- Não acredito que você vai voltar para Buenos Aires. – Ele dizia enquanto pegava a minha mão alegremente.

Aquele sorriso me deixava fora de mim.

- Eu também não. – Eu retribuí os sorrisos.

- Sem contar no casamento do seu pai, da Olga e do Ramalho. Só vai ficar faltando o nosso. – Ele soltou uma breve risada ao dizer a ultima frase, mas eu fiquei completamente constrangida, como sempre.

- Pois é. – Eu disse timidamente.

Então León olhou profundamente nos meus olhos enquanto ainda segurava as minhas mãos de maneira tremula, e então finalmente começou a se aproximar de mim lentamente, acariciou o meu rosto e colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha, bem da maneira mais doce como só ele conseguia fazer. Já estava achando que aquela conversa de “dar um tempo” ia pro saco, quando finalmente alguém apareceu para nos interromper, e fazer com que nós não quebrássemos o que havíamos combinado, infelizmente.

- Com licença. – Ludmila tossiu sutilmente enquanto nos atrapalhava. – Posso falar um minutinho com você, Violetta?

León somente olhou para mim, como se estivesse me perguntando se eu ficaria bem, e então eu assenti com a cabeça e ele se retirou.

- O que você quer? – Logo disse.

- Vilu, eu ouvi a sua conversa agora a pouco com o seu pai. – Ela dizia de forma chorosa, com lágrimas, e até carinhosa, o que me soava estranho. – Por favor, não faça isso conosco.

Naturalmente do jeito que eu costumava ser sonsa, o meu coração com certeza ficaria completamente derretido e quebrado nessa situação e eu me sentiria um monstro se dissesse não para a Ludmila, mas dessa vez seria diferente. Eu não poderia compactuar com o erro deles dois, e muito menos pagar por isso. Estava na hora de eu viver a minha vida, e quem sabe ser feliz um dia, mas com a Ludmila e o Tomás no caminho, ficaria difícil.

- Não, Ludmila. Eu estou farta de vocês sempre estarem estragando a minha vida. VOCÊS fizeram a criança, então são vocês que vão ter de cuida-la e prosseguir. Não posso pagar por isso, soa até ridículo de sua parte.

Ao dizer aquilo, a voz chorosa e as lágrimas de Ludmila simplesmente se apagaram, trazendo assim aquela Ludmila que eu sempre conheci: A tarântula de sempre.

- Tudo bem, Violetta. Não quer colaborar, então você vai se dar mal. – Disse com a voz ameaçadora.

- E o que você vai fazer? – A desafiei.

- Isso é uma surpresa, minha querida. Pena que nem todo mundo gosta de surpresas. – Ela disse com uma voz maléfica e então se retirou da sala, me fazendo ficar um pouco assustada, mas não com medo.

Notas finais
eae gente? O que acham que a Ludmi vai fazer hein? MIL TRETAS MANO AUIHAIUHASH
por favor, se possível deixem reviews! kkkkkkk
E NÃO ESQUEÇAM QUE EU POSTEI FIC NOVA HEIN
http://fanfiction.com.br/historia/368197/I_Hate_Everything_About_You
BEIJOS