Tan Solo Soy
11 La única verdad esta en tu corazón
Notas iniciais
Enfim, espero não assanhar tanto vocês, relembrando que eu NÃO vou escrever hot na fic hein, não me matem.
ADVERTENCIA: se você tem diabetes nem leia isso daqui kkkkkkkkkkkkkkk
Espero que gostem, eu dei o meu máximo nesse cap.
Eu tentei acompanhar León com os olhos, mas ele sumiu completamente de vista em poucos segundos devido à quantidade de gente que havia passando por ali. Não pensei duas vezes e logo peguei o bilhete que ele havia deixado comigo, poderia ser algum tipo de pista para eu saber onde ele estava ou qualquer outra coisa. Abri desesperadamente.
"Me ache".
ME ACHE? Só isso? – fiquei inconformada – ele queria me deixar louca ou algo do tipo? Joguei o bilhete no chão e corri igual uma sem noção pelos corredores da casa, mas não conseguia acha-lo de jeito algum. Caramba, eu TINHA que acha-lo. Depois disso tudo que ele fizera o que mais me aguardava? Minha curiosidade e o meu desejo estavam me matando.
Depois de alguns minutos de procura eu consegui avistar Cami e Fran olhando para mim e soltando algumas risadinhas, e logo eu consegui ligar com a conversa que eu havia escutado ontem. Com certeza elas tinham alguma coisa a ver com isso.
- Onde ele está? – perguntei.
- Não sabemos, Vilu – Fran disse com uma cara completamente desconfiada.
- Por favor garotas, me falem – eu falava em tom de súplica.
- Sem chance – disse Cami – até porque nós não sabemos exatamente onde ele está.
- Nem pra me ajudar, belas amigas vocês – eu disse inconformada.
Elas duas só riram, mas continuaram com cara de quem não sabia nada. Decidi sair dali e continuar procurando, então caminhei em direção a cozinha mas fui interrompida umas quinhentas vezes pelo Brako e o André com aqueles papos habituais sobre Ochotona ou qualquer coisa parecida.
Eu estava lá, parada. Fingi que ouvi todo o papo, mas eu estava concentrada em achar o León. Já estava completamente sem esperanças quando meus olhos se direcionaram para a porta da cozinha que dava no jardim, cujo havia uma jaqueta extremamente familiar pendurada. Saí correndo dali quase que automaticamente, peguei a jaqueta e saí para o jardim na esperança de encontra-lo, mas não havia ninguém ali, só uma camiseta jogada. Fui me aproximando e claro, a camiseta também era familiar. Peraí, León estava sem camiseta...? Meu queixo caiu e meu desespero só aumentou, até que eu pude ligar os fatos: Ele só poderia estar na piscina.
Fui mais adentro no jardim, até que encontrei o portãozinho que dava na área da piscina, nos fundos da casa. Quando cheguei lá, finalmente pude avistar León sentado na beirada da piscina lindamente só de calça jeans – FECHA A BOCA MINHA FILHA – pensei. Vi também algumas coisas ao redor dele, algo como pequenas luzinhas, uma toalha estendida no chão e uma cesta em cima da toalha. Mas o que mais me chamava atenção ali foi o tamanho do sorriso que ele abriu ao me ver, fiquei paralisada como se estivesse sob efeito colateral daquilo.
Depois de alguns minutos de paralisia eu finalmente caminhei em passos lentos até León e sentei-me ao lado dele, que em momento algum parava de me fitar. Aquele sorriso maravilhoso no qual eu havia citado antes ainda permanecera ali, me tirando o fôlego, me deixando desnorteada. Eu já estava completamente maluca, até de olhos fechados mediante à situação, quando pude sentir mão dele acariciando meu rosto, e a sua voz que finalmente quebrara o silêncio.
- Desculpa pela brincadeira – riu timidamente.
- Nem foi tão difícil te achar – falei em um tom esnobe.
- Você é inteligente – ele ainda ria – gostou? Ou eu exagerei?
- É óbvio que eu gostei, só não entendo... pra que tudo isso?
- Sinceramente? Não me pergunte. Você desperta algumas vontades estranhas em mim – agora ele parecia mais tímido.
- Não tem como você ser mais perfeito – infelizmente eu disse aquilo enquanto olhava para o corpo dele que estava sem camisa, fazendo ele corar mais do que qualquer coisa.
Em um ato minhas mãos foram até o queixo dele e eu o puxei para um beijo de início suave, entre pequenas pausas e sorrisos, quando fui surpreendentemente puxada até o seu colo, ficando de lado, mas completamente confortável para continuarmos com aquilo. Durante o beijo pude sentir a mão dele apertando a minha cintura enquanto eu segurava firmemente sua nuca. A pele dele fazia questão de entrar em contato com a minha me fazendo ter pequenos calafrios, e pude ouvir uma pequena risada escapar dele ao notar como eu estava louca com a situação. Fomos parando entre selinhos até que finalmente pude enxergar seu rosto novamente, porém, eu parecia com alguém que acabou de usar drogas. Pra piorar a situação, ele fez questão de levar sua boca até a minha orelha:
- Eu te amo – sussurrou bem baixinho e então beijou minha clavícula (N/A pra quem não sabe é tipo o ombro).
- Se tivesse uma palavra que definisse um sentimento mais forte que amor, essa seria a minha palavra pra você – disse e então acariciei seu rosto, fazendo-o sorrir igual criança.
Nossos lábios já iam de encontro mais uma vez quando eu fui surpreendida pelo próprio León, ao me jogar com tudo para dentro da piscina. Fiquei com uma cara de boba, enquanto ele gargalhava da minha cara do lado de fora. Lógico, eu achei a situação engraçada mas não ia deixar barato... em um ato eu o puxei pelo pé e ele logo caiu lá dentro também. Estávamos brincando igual duas crianças, eu afundava León, ele jogava água em mim e toda coisa do tipo, quando do nada ele ficou sério (mas com uma grande serenidade, se é que isso é possível) e me puxou pra mais um beijo (N/A eita meu filho, tu tá que tá hein).
- Essa sua bipolaridade tá me matando – eu dizia entre o beijo.
León fingiu que nem ouviu o comentário e continuou me beijando como se não houvesse amanhã, até mordia meus lábios como um louco, mas nada que me machucasse, quando finalmente paramos por falta de fôlego e por uma interrupção de León.
- Melhor pararmos por aqui – afirmou timidamente.
Só assenti com a cabeça, eu concordava completamente com ele. Saímos da piscina sem muita pressa e então León pegou uma toalha e passou por cima do meu ombro.
- Ah, então você já tinha planejado que iria me jogar lá dentro? – ele riu.
- Não foi exatamente isso – se defendia.
- Você vai voltar pra festa? – mudei de assunto.
- Pra festa eu não sei, mas de qualquer forma eu vou ter que entrar pra colocar roupas secas – coçava a cabeça.
- É, mas é melhor não entrarmos juntos pra não atrairmos olhares, você sabe.
León concordou comigo e nós combinamos que eu iria entrar primeiro. Fui andando sozinha em direção à casa e logo de cara eu vi Tomás na porta, que ficou me questionando o por que de eu estar molhada. Eu fingi que nem ouvi o questionamento e logo subi para o meu quarto para trocar de roupa.
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Logo que eu tinha acabado de me trocar, pude ouvir uma alta gritaria vindo da sala e desci muito depressa. Tinha muita gente aglomerada, então de início eu não pude ver o que estava acontecendo. Fui lutando pra abrir um espaço entre as pessoas quando me deparei com uma cena horrível: León e Tomás finalmente haviam brigado, e o rosto de León estava todo sangrento, não pensei duas vezes em socorrê-lo.
- Meu amor, seu rosto... –corri para León.
- Quem foi você chamou de meu amor? – fui interrompida por Tomás, que até então eu não tinha visto que estava no chão, todo massacrado e com a cara quinhentas vezes pior que a de León.
Notas finais
teve Leonetta demais nesse cap? ficou enjoativo? Enfim, não me desamparem kkkkkkkkkkk
quero falar mais nada aqui,
bjs
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