Talvez - EM HIATUS
2 Capitulo 2
Notas iniciais
E ele não a viu nos próximos cinco anos.
Ela havia partido.
Para Suna seria uma ajuda lá enquanto voltava à ativa, e pelos boatos, ela voltou logo, e seus prodígios tal como no passado voltaram a serem espalhados aos quatro ventos.
Foram os primeiros seis meses.
Ele havia casado com Ino, e quando sua ex voltou os boatos recomeçaram, as olhadas tortas, cochichos e xingamentos voltaram a se intensificar.
Sua casa já não era tão...Iluminada, isso porque ele nunca fez questão disso, e Ino também não, mesmo que morassem sozinhos no distrito e não tivessem que se preocupar com vizinhos mexeriqueiros era como se de alguma forma ela passasse a temer o mundo lá fora.
As pessoas a criticavam por trás e às vezes na frente mesmo. E quando isso afetou a gravidez ela parou de sair mais.
Menos uma preocupação.
Eles teriam um menino, era a vida deles.
Era tudo para ele e sempre ficaria impressionado por amar tanto uma pessoa que nem havia nascido.
Que nem o conhecia.
E quando pesava nesse detalhe a única coisa que lhe vinha mente eram os olhares de desprezo, seu filho estaria livre deles?
Será que poderiam entender que aquela criança de nada tinha culpa?
Ele estava muito ocupado com a ANBU, mas a verdade era que tinha certeza que poderia ver sua ex mulher a hora que quisesse.
Mas não aconteceu.
Ela se foi, pela segunda vez.
Para outro país, para dar ajuda humanitária em uma guerra civil.
Se tornou uma diplomata.
E então seu filho nasceu, e talvez essa época tenha sido a única em que ele havia deixado de pensar em Sakura ou em qualquer coisa ligada e ela.
Itachi era perfeito.
Forte, bonito, saudável.
Um Uchiha, e principalmente parecido com aquele a quem seu nome homenageou.
Seu cabelo era onduloso e negro e seus olhos extremamente calmos, negros, precrustadores, curiosos, inteligentes, e serenos.
E mesmo aos cinco anos ele era tudo isso.
Calmo, gentil ainda que não fosse dado a sorrisos, sempre ouvia e nunca desobedecia, porém era questionador, tudo lhe interessava e estava sempre procurando não só a verdade, mas também o sentido das coisas.
Inteligente passou em primeiro na prova de admissão da academia quase empatando com vejam só, o filho do Hokage.
Minato era meses mais velho mas não se coportava como tal, era hiperativo como o pai, mas inteligente como a mãe, esforçado e muito competitivo.
Itachi apesar de não ignora-lo também não dava corda a suas besteiras, era compreensivo com todos.
Talvez mole?
Não, ele era bondoso, e tinha um senso de dever irreal dada a sua idade, tinha talento para avançar as séries da escola, mas os pais decidiram que não.
Não jogariam tanta responsabilidade.
Quando esqueciam de falar da vida dos pais dele, as pessoas falavam do quão promissor era o novo herdeiro Uchiha.
E aqueles comentários elogios não eram só reconhecimento, acabavam se tornando um fardo, o fardo de ser o melhor. Diante de uma aldeia inteira.
Sasuke não negaria, queria sim que seu filho fosse o melhor, mas isso não era problema das pessoas da vila.
Seu filho não seria criado para agradar a vila mas para protegê-la.
Sakura voltou.
Dois dias após o aniversário de Itachi.
Mas Sasuke ainda não havia dado seu presente, iriam comprar juntos a primeira katana dele, mas que só seria usada quando se tornasse gennin.
Lembraria-se daquele dia para sempre.
O dia estava ensolarado.
Era plena primavera.
As cerejeiras balançavam ao sabor do vento forte.
E quando estava com Itachi ele nunca pensava nela, só quando deixava o filho em algum lugar, depois de olhar fixo em seus olhos e se despedir, saia e imaginava se teria havido a chance de ele ter olhos verdes.
Itachi apontava para as aves que voavam entre os galhos e dizia com se tivesse decorado o nome da cada espécie e comentava algo curioso sobre o comportamento delas.
Havia uma movimentação na entrada da vila, uma carruagem cercada de ninjas da folha e de outra aldeia, ele viu o Hokage com um sorriso enorme se geralmente que só se via quando perto da esposa e filho.
Ele sorria na direção da mulher de cabelos róseos que batiam mais abaixo da nuca, e para o homem alto de cabelos grisalhos em roupas que só poderiam denuncia-lo como um senhor feudal.
Era alto mas estava de costas tal como a mulher de perfil mas ainda podia se ver seu sorriso, doce e alegre, usava um vestido verde claro com estampas delicadas e alisava o volume que tinha no lugar do ventre.
Redondo, grande, algo em torno de seis, sete meses.
Uma gravidez.
Sasuke apenas parou e observou. E se não fosse o Dobe estar tão alegre tocando aquela barriga ele diria que era falsa.
Sakura sorriu alisando-a cheia de zelo, de amor.
E dirigiu o mesmo olhar para o homem grisalho quando este também tocou sua barriga.
Um ninja disse algo fazendo os três se voltarem para ele, e grisalho assentiu e cumprimentou Naruto. Que agora com um ar mais adulto, cumprimentou de volta.
Ele se voltou para Sakura e se aproximou segurando seu rosto com mãos. O puxou com delicadeza e cobriu sua testa com um beijo, ela sorriu apreciando e se fitaram por um bom momento até ele entrar na carruagem que partiu para fora da vila, ela se voltou para Naruto que não demorou segundos para voltar apalpar a barriga dela que riu.
Deu um leve cascudo nele, e ele com todo gosto começou a conduzi-la pela vila por outro caminho havia ninjas de outra nação seguindo-os usavam mascaras e echarpes cinza longas, um deles se aproximou por trás de Sakura e pousou sobre os ombros dela uma capa de um verde mais escuro que o do vestido dela, que aceitou com um sorriso e pos ajeitando o capuz ,cobrindo a cabeça.
–o Hokage já está fora do escritório a essa hora? – Disse Itachi.
Sasuke não respondeu e soltou o ar muito lentamente depois que aquele grupo sumiu da vista.
– o Hokage só...está sendo o dobe que é...
–hn... — foi a resposta, Sasuke continuou andando.
Itachi escolheu uma espada muito boa de cabo negro com dois dragões vermelhos decorando-a, em seguida tomaram um sorvete por que ele tinha que ter puxado a mania de coisas geladas da mãe.
Mas comida doce era suportável quando estava com o filho.
O deixou em casa e seguiu para o escritório do Hokage, ele já não estava lá pois tinha visitas importantes na mansão.
Cogitou ir lá mas resolveu responder outras perguntas antes.
Entrou na janela da sala da direção do hospital de Konoha e não ficou surpreso ao encontrar a diretora e ex- Hokage trabalhando lá naquelas alturas da noite.
Depois que sua melhor pupila partiu o hospital passou por certas dificuldades, Shizune era competente mas, só uma, e não tinha o lendário talento da outra kunoichi.
–algo a me dizer Uchiha? – Disse ela sem tirar os olhos dos prontuários espalhados sobre a mesa, ele não se incomodou com o tratamento, ela não gostava dele desde que Sakura decidira deixar a o emprego para se dedicar ao lar, e muito menos depois do que a levou a ir embora.
Apenas puxou a cadeira em frente a ela.
– você e Naruto se acham muito espertos para pensarem que me enganariam não?
–do contrário, as circunstancias da vinda de Sakura para cá não tem absolutamente nada haver com você, são de interesse da aldeia, do país.
–ela está grávida – Ele pronunciou ciente de que falara com se pronunciasse uma ofensa, a mulher ergueu os olhos e o encarou, tirou as mãos das temporas e pousou sobre a mesa.
–de sete meses, é um menino...
–isso não me interessa.
–então não sei o que quer aqui – Dito isso ela voltou atenção para as folhas.
–você sabe...
–você quer que eu confirme uma coisa que não é verdade.
–quero a verdade.
–pois bem então! Sakura está grávida! Vai ter uma linda criança, com um homem bondoso que zela dela com se fosse um tesouro, o que ela é, mas quanto a você, você quer que diga que você tinha razão, que Sakura não podia engravidar mas eu não vou, por que não é verdade!
–passamos dois anos...!
– e daí? Em média um casal normal pode levar até cinco anos para ter filhos sem qualquer método anticoncepcional ser administrado, eu te disse isso eu disse em todas as consultas, tanto ela quanto você eram novos demais para serem pais, tinham todo o tempo do mundo para isso, ela era jovem o máximo que poderia estar acontecendo era que seu sistema reprodutor ainda fosse um pouco imaturo, tempo era questão e com você viu ou verá eu estava certa, ela tem vinte e cinco anos está no auge da sua vida reprodutiva, ela amadureceu no tempo dela enquanto você continua verde e talvez termine assim até atrofiar e morrer.
–quem é o pai?
–quer mesmo saber? – O tom dela soou debochado ele se levantou encarando-a.
–quem?
Tsunade deu de ombros.
–ele se chama Yasuhiko Yumi.
–Yumi...
–isso mesmo, deve se recordar, o sobrenome do senhor feudal e Kage do país do Cristal que faz fronteira com Suna e com quem tem boas relações comerciais.
–não estavam em guerra?
–já estabilizou a muito tempo, tudo graças as palavras daquele homem, um verdadeiro sábio dizem alguns, eu mandei Sakura para lá caso não se lembre, ela acabou servindo como uma ótima ponte entre a folha e a vila do Diamante, nossas relações melhoraram muito.
–em outras palavras, você a vendeu para o Kagezin- Não teve tempo de terminar por causa do tapa que levou, ela havia apenas se levantado da poltrona e não foi difícil já que ele estava perto.
A encarou e viu os olhos de âmbar dela arderem de ódio.
–volte a falar isso e vou usar todo o meu poder para fazer da sua vida um inferno, um moleque como você não tem a mínima moral para falar da minha filha.
E aí estavam aquelas duas palavrinhas de novo.
MOLEQUE e FILHA.
A filha de Konoha que foi humilhada diante de um distrito inteiro e depois comentada por toda a vila. E então o moleque, por que ele não era homem para ter uma família, ou para formar uma de forma decente, ou ao menos para saber que deveria baixar a cabeça.
–os sentimentos da Sakura não tem nada haver com o tratado, eu não vou afirmar com toda a veemência que ela ama aquele homem, mas ela é feliz com ele e se essa felicidade basta para ela, bastará para mim, para Naruto e para todos que se importam com ela, eles vão se casar depois que o bebe nascer e ela viverá lá definitivamente.
–o que...
–filha da folha ou não ela dará a luz a uma criança importante, Yasuhiko já tem um filho isso é verdade, mas as pessoas da vila sempre veem um nascimento com uma boa nova e o nascimento dessa criança dará a eles a segurança para terem seus filhos depois que a guerra acabou, essa confiança é necessária, muito, por isso e somente por isso Sakura está aqui.
–para que?
–o país está em reconstrução tal como a vila e a força médica um pouco fraca em algumas funções, eles carecem de obstetras, pediatras e etc, como temos um nobre vindo, eles pediram para fazer os últimos exames de praxe aqui, eu vou mandar também uma equipe de reforço médico junto a eles vão se encarregar de treinar novos médicos e acompanhar Sakura.
–ela...
–ela já fez, os resultados podem ser enviados depois então partirá amanhã.
Sasuke se sentou de novo olhando o vazio.
–tão... Rápido...?
A loira o acompanhou com o olhar suspirou e deu de ombros
–ela tem um noivo cuidadoso, que quer evitar qualquer transtorno durante sua estadia aqui, por isso Naruto está evitando que o boato se espalhe demais, bom se é só isso eu quero terminar isso aqui, e ir pra casa dormir um pouco para ter tempo de me despedir.
Despedida, agora pensado nisso.
Nunca houve uma despedida, certo?
Ela apenas deu as costas após desejar sua felicidade.
Ele não se importara por isso na época, mas no dia do casamento quando Ino entrou naquela sala silenciosa do cartório vestida de noiva, acompanhada da mãe que se limitara a deixa-la e seguir sozinha para o altar onde ficou ao lado do juiz, muda, segurou o buque durante a cerimônia e o devolveu assim que pode, indo embora logo em seguida, deixando toda e qualquer responsabilidade sobre aquela garota para o marido.
E nunca mais a viu, diziam algumas bocas que ela se cravara no distrito, sozinha, recebendo visitas apenas de algumas amigas.
Quando Itachi nasceu, Ino mandou uma carta e uma foto, e assim fez em todos o aniversários do menino, nunca houveram respostas, mas tampouco as cartas foram devolvidas.
Mas o fato era que, quando viu Ino vindo para o altar, percebeu o quanto aquela não despedida fez falta, as coisas não foram encerradas não importava o quão legível estava assinatura de Sakura no papel de divorcio e no documento em que abria mão de tudo a que teria direito na partilha de bens.
Ela não queria nada dele.
Nem sua visão.
E ainda sentia com se a história deles não tivesse acabado, mesmo quando iniciou outra com Ino, às vezes quando chegava, procurava pelos olhos verdes e só encontrava azul, e mesmo depois de anos ainda parecia haver um resquício do cheiro de cerejeiras nas fronhas mesmo se fossem novas.
E às vezes ele ia reencontrar o vestido dela, o único que não fora levado ou incinerado, o vestido que ela usara naquela noite, cheio de lama mas que ele lavou e guardou talvez achando que ela viesse busca-lo ou queima-lo, mas não veio.
E mesmo quando julgava ter esquecido, lembrava dele.
O vestido branco, leve e justo que lhe faziam belas curvas, as destacavam.
Sasuke não percebeu quando saiu do hospital, quando deu por si pulava de árvore em árvore. E passava perto da mansão do Hokage.
E logo numa varanda viu Hinata se sentado diante de Sakura que tinha um livro apoiado no ventre que parecia ainda maior naquela posição. Os braços dela pareciam mais cheios e pelo o que viu dos pés estavam um pouco inchados.
Hinata, tal como Naruto parecia ter sido encantada por aquele ventre pois também o acariciava e elogiava.
Como seria toca-la?
Seria com tocar a de Ino?
Ou o fato de não haver um fruto dele lá faria tudo diferente?
Ventou forte e Sakura empurrou o cabelo para trás da orelha, Hinata disse algo e ajudou-a se levantar da cadeira pos o próprio xale sobre os ombros da rosada e entraram.
Hinata era gentil, fora a única que não se afastara completamente de Ino a única que ia visita-la no distrito.
Após o nojo inicial, Ino perdera contato com amigas como Tenten, Temari que se tornara uma Nara, Karin que vivia lá e se tornara amiga de todos e inimiga de muitos também por causa de seu excessivo ciúme por Suigetsu.
Mas aos poucos, depois que Itachi nasceu as coisas ficaram mais tranquilas, Hinata passou a visita-la mais se responsabilizou por ajuda-la durante o período de pós-parto, teria se tornado madrinha do menino, mas para isso precisava de um padrinho, e Naruto nunca trairia a irmã, Sasuke nunca fez questão dessas ciosas, Naruto não desprezava o menino, o adorava, mexia com ele tal como Minato.
Mas nada se aplicava a Ino, para o dobe, se ela simplesmente sumisse, seria uma coisa boa.
Karin não queria ver nem ela nem Sasuke, Tenten como era instrutora da academia passou a tratar com eles primeiro de forma profissional, só aos poucos ela se permitira falar de algo que não fosse o desempenho da criança.
Temari, nunca fora ou seria uma mulher submissa e mesmo com todo o mau gosto do marido falava com a ex-companheira de time dele.
Chouji, nunca fora uma pessoa preconceituosa mas, a tensão entre os dois colegas o fazia optar por ficar no muro, nunca falava de um para o outro.
Lee, Sasuke já perdera conta de quantas vezes fora tacado “sem querer” por este, ao que parecia ele ainda nutria aquela paixonite tosca por Sakura.
Kiba não dava bola, mesmo já tendo se envolvido com Ino, não se importava de deixar o filho dela brincar com Akamaru.
Shino era estranho, mas Itachi adorava lhe perguntar sobre seus amados insetos e isso deve ter feito o calado homem gostar dele.
E assim, Itachi conquistou algumas pessoas.
Ele conquistaria Sakura?
Ele deveria nunca saber sobre ela, era melhor assim para que as circunstâncias sobre sua concepção não voltassem e o atacassem.
Mas era inevitável, ele queria saber sobre o famoso antigo time sete, e claro que a integrante feminina chamaria sua atenção.
Sasuke se atinha a parte profissional, nunca negando o talento dela.
Ino falava dela como uma antiga amiga. Era bom ela não por o menino contra ninguém.
Muito menos contra Sakura.
E Naruto, Naruto sim falava demais, como se falasse de uma deusa, uma fera em lindas carnes brancas e leitosas, gentil mas perigosa também, um gênio que havia tido o coração dele por muito tempo, e que o havia ajudado a passar por muitas coisas.
Sasuke também não percebeu quando estava em casa, apenas foi ver o filho dormir, saiu do quarto e seguiu para o escritório. A luz vinda da soleira da porta indicava que Ino ainda estava acordada, ele entrou na sala e se sentou na poltrona tendo a mão uma garrafa de saque, começou a beber e com a imagem daquela gestante na mente adormeceu.
Quando acordou já era bem perto do meio dia, Ino não havia se intrometido por que ele sempre trancava porta deixando tanto ela quando o filho longe de suas divagações sobre o passado.
Deviam ter se passado cerca de um mês, até que novamente os pilares de sua família, e não só a sua, foram abalados.
Yasuhiko Yumi estava morto.
E com ele seria enterrado o filho de Sakura.
Uma criança, um menino forte e saudável mas que não resistira ao acidente de carruagem, Sakura foi a única sobrevivente, era para ser só um passeio, mas a chuva bloqueou a estrada, e uma avalanche de lama e pedras desceu varrendo o veiculo.
Ela chegou ao hospital ciente mas não teve forças para dar a luz e foi tarde para salvar a criança com uma cesárea.
Ela tinha perdido o noivo e o filhinho, talvez nem pudera se despedir deles.
Ino chorou a noite interia quando soube.
Mesmo não entendendo Itachi a consolou.
Sasuke se trancou no escritório e se juntou ao saque, se perguntava como reagiria no lugar dela.
Ela tinha tanta vontade quanto ele de ter um bebe? Ou talvez, no fim, estivesse apenas se vendendo para o bem das aldeias?
Ele se sentiu um monstro com a muito não sentia.
Porque ao mesmo tempo em que se culpava, ele não podia evitar o sorriso que se formara em seus lábios com a constatação de que.
Sakura iria voltar.
Ela não tinha mais nada lá.
Sua casa era Konoha.
Sua família estava enterrada lá.
Seus amigos a receberiam de braços abertos.
E ele esbarraria com ela muitas vezes.
Mas...
Ela não voltou.
Durante mais sete anos.
E ele.
Descobriu que tinha uma filha.
Fale com o autor