Notas iniciais
Desculpem pela demora, desculpem também, se isso ficar um lixo...

— Lúcia, abre a porta, pelo amor de Deus, abre... Abre... — escuto uma das meninas baterem na porta desesperadamente, visto um roupão e abro a porta, me deparando com Cristina chorando desesperada

— Cris? Cris? — eu chaqualho ela, que só me olha sem conseguir dizer nada — O que foi? O que aconteceu?

— O Antonni...

— O que foi com ele? O que aconteceu?

— Ele está com fome...

— Tá, e o que tem isso?

— Nenhum de nós sabemos o que dar para ele comer!

— Ah, é isso?

— Sim! O que o garoto come?

— O mesmo que nós, carne, lanche, chocolate...

— Obrigado! — ela diz calma e vira as costas, eu fecho a porta e começo a rir da situação

— O que foi? — pergunta Kaio ao me ver na porta do quarto

— Cristina, desesperada, não sabia o que o Antonni come!

— Sério? — ele começa a gargalhar comigo

— Sério!

Tomamos banho, arrumamos nossa bagunça, e seguimos para o quarto do pessoal, os vendo jogados, uns entediados, outros jogando, outros brincando... E o telefone do quarto toca, nos olhamos e eu corro para atender-lo.

— Espero que tenho se divertido!

— Quem é?

— Bem, só para avisar que descobrimos onde você está, meu amor!

— Por que vocês estão fazendo isso?

— Eu já disse!

— Quem são vocês?

— Iso só vai acabar quando você nos entregar o garoto!

— Nunca!

— Então isso será uma longa busca!

...

— Vamos, arrumem as coisas, rápido, vamos ir embora daqui! — eu grito pegando Antonni

— Mas...

— Por favor, rápido!

Eu corro para o quarto e arrumo todas as coisas, logo o fechando e seguindo para o quarto em que todos estavam, descendo as escadas correndo junto com eles, pagamos o hotel e saimos o mais rápido possível dalí, desesperados, seguindo agora, para Minas Gerais, não sei ao certo, quanto tempo dirigimos, sei que chegamos muito rápido na barreira...

— Me dê o garoto! — disse um homem sério, me olhando, assim, percebi que a barreira era falsa!

Eles tiram Antonni dos meus braço com toda a força que possuem, eu grito em desespero por ajuda, nada acontece, a falsa barreira se desfaz rápidamente e eu saio do carro gritando desesperadamente por Antonni, que me chama chorando.

— Antonni! Antonni! Antonni... — eu grito já de joelhos na estrada, chorando, com uma imensa dor em meu peito — Não, Antonni não...

— Shhh... — sinto Kaio me abraçando

Só sei, que agora eu vou pegar Antonni de volta, custe o que custar!

Notas finais
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