Talvez, Apenas Um Talvez
13 Mas... Não!
Notas iniciais
— Lúcia, abre a porta, pelo amor de Deus, abre... Abre... — escuto uma das meninas baterem na porta desesperadamente, visto um roupão e abro a porta, me deparando com Cristina chorando desesperada
— Cris? Cris? — eu chaqualho ela, que só me olha sem conseguir dizer nada — O que foi? O que aconteceu?
— O Antonni...
— O que foi com ele? O que aconteceu?
— Ele está com fome...
— Tá, e o que tem isso?
— Nenhum de nós sabemos o que dar para ele comer!
— Ah, é isso?
— Sim! O que o garoto come?
— O mesmo que nós, carne, lanche, chocolate...
— Obrigado! — ela diz calma e vira as costas, eu fecho a porta e começo a rir da situação
— O que foi? — pergunta Kaio ao me ver na porta do quarto
— Cristina, desesperada, não sabia o que o Antonni come!
— Sério? — ele começa a gargalhar comigo
— Sério!
Tomamos banho, arrumamos nossa bagunça, e seguimos para o quarto do pessoal, os vendo jogados, uns entediados, outros jogando, outros brincando... E o telefone do quarto toca, nos olhamos e eu corro para atender-lo.
— Espero que tenho se divertido!
— Quem é?
— Bem, só para avisar que descobrimos onde você está, meu amor!
— Por que vocês estão fazendo isso?
— Eu já disse!
— Quem são vocês?
— Iso só vai acabar quando você nos entregar o garoto!
— Nunca!
— Então isso será uma longa busca!
...
— Vamos, arrumem as coisas, rápido, vamos ir embora daqui! — eu grito pegando Antonni
— Mas...
— Por favor, rápido!
Eu corro para o quarto e arrumo todas as coisas, logo o fechando e seguindo para o quarto em que todos estavam, descendo as escadas correndo junto com eles, pagamos o hotel e saimos o mais rápido possível dalí, desesperados, seguindo agora, para Minas Gerais, não sei ao certo, quanto tempo dirigimos, sei que chegamos muito rápido na barreira...
— Me dê o garoto! — disse um homem sério, me olhando, assim, percebi que a barreira era falsa!
Eles tiram Antonni dos meus braço com toda a força que possuem, eu grito em desespero por ajuda, nada acontece, a falsa barreira se desfaz rápidamente e eu saio do carro gritando desesperadamente por Antonni, que me chama chorando.
— Antonni! Antonni! Antonni... — eu grito já de joelhos na estrada, chorando, com uma imensa dor em meu peito — Não, Antonni não...
— Shhh... — sinto Kaio me abraçando
Só sei, que agora eu vou pegar Antonni de volta, custe o que custar!
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