Notas iniciais
DIA 11: [BOCEL] Quina do degrau de uma escada.

— Ah, então era isso... — Sophia sopra a fumaça do cigarro, uma bruma perolada como o bocel da escadaria da residência. — Bem que ela parecia desanimada o dia todo.

O rapaz apenas olhava a luz da cozinha, que parecia piscar como um sonho ruim.

— Um ano, e parece que não consegui ajudar em nada — confessou. — Que bela promessa a que estou mantendo.

— Ei... — sua irmã toca em sua perna, mas ele não sente aquele toque. Nunca mais sentiu nada, nem dores-fantasmas, desde aquela prótese. — Isso não é sua culpa... Ou dela.

Não é verdade, pensou.

Isso podia ter sido diferente se ele...

Notas finais
Nem tenho palavras hoje, só agradecimentos pelo feriado que me permite TENTAR botar as leituras em dia.