Notas iniciais
ok, eu sei q disse q postaria logo, mas, eu tive um bloqueio criativo e eu tava atolada de trabalhos. Mas, ta aí! Espero q gostem! Bjs!!!!!

Duas meninas andavam pela rua, totalmente sozinhas, ninguém ousava se aproximar, eles sabiam o que acontecia com quem se aproximava. Seus nomes? Juliet e Sierra, melhores amigas desde sempre. Viviam em um internato no interior da cidade e, com 15 anos, já passaram por muitas coisas que pessoas com noventa nunca passarão, e o povo da cidade sabia disso. Eles fugiam das duas, fechavam suas portas, suas lojas, suas janelas, qualquer coisa em que as duas pudessem entrar. O motivo? Podemos consultar isso na manchete do jornal da cidade naquela manhã, que dizia: "Professor Pots, o professor de matemática do internato Summer é encontrado morto por queimaduras de sol em seu apartamento." Todos, eu digo realmente todos, os habitantes da cidade sabiam do ódio de Julliet por esse professor. E era exatamente por isso que as duas estavam na cidade, foram chamadas para depor na delegacia.

Todos os policiais estavam eufóricos com o crime, em uma cidade pacata como aquela, eles geralmente recebiam denuncias de dois ou três assaltos. Por mês! Porém, aquele assassinado era real, e eles precisavam descobrir o ( ou a, na opinião da população) assassino Elas seguiram pela calçada, até que chegaram na delegacia e foram escoltadas para dentro da sala de depoimentos, logo depois, um delegado adentrou a sala.

– Qual das duas mocinhas é Julliet Bigellon?

– Eu, senhor.

– Muito bem, vamos lá. Onde você estava no dia em que Paulo Pots morreu?

– No internato, em meu quarto — Esperou um pouco e completou — Com a Sierra, estávamos fazendo um trabalho de Biologia.

– E quem pode provar que vocês duas não o mataram? Nós temos provas que ambas o odiavam.

Foi então que Sierra, que estava calada, se pronunciou pela primeira vez.

– Vocês tem provas que eu e minha amiga estávamos no apartamento dele? Que o matamos? Porque eu posso afirmar que Julliet não é capaz de matar nem uma mosca sem se sentir mal depois. Se essa garota é uma criminosa, então realmente, ela é uma ótima atriz.

– Bom minha querida — Ele falou com nojo na voz — Infelizmente, eu não posso prender nenhuma das duas, pois como você falou, nós não temos provas disso, mas, saibam que a polícia está de olho em ambas. — E, dito isso, saiu da sala e ordenou que fossem retiradas também.

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Elas voltaram para o internato, ignorando os olhares e comentários das pessoas. Quando chegaram, puderam perceber algumas garotas se afastando, outras dando risadinhas, outras as ignorando ou simplesmente gritando coisas como:

– Assassinas

– Vocês vão pagar por isso.

Elas também ignoraram isso e foram para o quarto, que, por sorte era só das duas. Assim que pisaram no quarto, Julliet não aguentou mais, começou a chorar e murmurar palavras em inglês, como sempre fazia quando estava muito nervosa ou muito triste. Sierra abraçou a amiga e pode ouvir ela sussurrando coisas como:

– Por que? Tudo de ruim acontece na nossa vida? Por que? — E depois de uns quinze minutos de choro, ela apenas abraçou Sierra mais forte e falou — Obrigada por estar aqui. Eu te amo amiga.

– Tudo bem, nós sempre vamos estar juntas, não é? Para sempre

– Para Sempre!

Sierra não podia se mostrar fraca, não quando mais a amiga precisava dela, mas, em seu interior ela também chorava. E as duas choravam pelos mesmos motivos. O abandono das famílias, os acontecimentos na cidade, o fato de não se lembraram de nada até os dez anos, a dor que guardavam pra si todos esses anos. O mundo não é justo para algumas pessoas, mas com elas ele estava se superando. Quando elas conseguiam se recompor, o universo dava uma rasteira nelas e elas caiam novamente, mas, pelo menos elas tinham uma a outra, e no momento era o que mais importava.

Depois de chorarem um pouco mais, pegando consolo uma na outra. Dormiram em suas devidas camas, mas não queriam dormir, não gostavam do que vinha depois disso.

“Julliet se encontrava em uma cabine de barco? Era o que parecia no sonho. Junto dela estava um garoto, parecia pronto para dormir, de pijamas e deitado na cama, quando uma sirene tocou e ela pode ouvir alguns gritos, ele sussurrou alguma coisa como " hoje não" e a sua conexão foi rompida.

Mas, esse sonho não era o problema, o pior ainda viria.

Julliet e Sierra estavam em uma clareira, tudo estava escuro, mas a luz da lua podia iluminar um pouco. Elas pareciam fugir de algo, porque estavam com as roupas sujas, Sierra estava com uma espada e ela estava com um arco prateado e com uma adaga na cintura, mas algo nas duas reluzia, como se elas estivessem com pequenas luzes na roupa, foi quando algo parecido com um escorpião gigante surgiu na clareira e eles começaram a lutar. Até que Sierra passou a espada pelo arpão do escorpião e Julliet acertou uma flecha em sua costa, elas se abraçaram e sorriram e então seguiram pelo caminho que o escorpião surgiu. Então ela viu de novo o garoto do começo do sonho, e ele parecia seguir em direção ao internato.” Julliet acordou num sobressalto, ofegante. Olhou para a cama do lado onde a amiga dormia e tinha um sorrisinho bobo no rosto.

"Com certeza tendo bons sonhos" Ela pensou. “ Queria ter essa sorte”. Então, a face da amiga se contorceu em uma careta de dor e ela colocou a mão no estômago, como se tivesse levado uma facada. E então acordou, ofegante também.

– Bom dia Si!

– Bom dia! Sonhos ou pesadelos?

– Pesadelos

– Também.

– O que desta vez?

– Um garoto, vindo em um navio voador para Summer.

– Ele por um acaso tinha cabelos cacheados e parecia um elfo de natal latino?

– Sim! Como sabia?

– Também sonhei com ele, depois sonhei com você, estávamos em uma clareira e havia um escorpião atrás de nós.

Sierra caiu sentada em sua cama e falou:

– Eu também sonhei com isso. E logo depois alguém surgia e me dava uma flechada na barriga.

– Nossa Si, que estranho! Vem, pronta pra enfrentar mais um dia?

– Nem um pouco! – Depois de falar isso, eu e sei pegamos nossos materiais e seguimos para o refeitório ao ar livre de nosso internato, já esperando os mesmos comentários de ontem, mas não, todos os olhares estavam focados no céu, em um ponto do céu exatamente, um tipo de máquina voadora muito próxima ao internato. Muitas pessoas estavam falando que era apenas um helicóptero, mas focando os olhos eu e Si reconhecemos, ao mesmo tempo, o que era.

– O barco dos meus sonhos! – Falamos juntas.

Notas finais
Comentem e façam uma autora postar mais rápido! kkk SQÑ. Mas sério, comentem, me q seja um "Gostei!" Bjs !!!!!!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.