Tales of the Supernatural

1 Caso I — Primeiro Assassinato


Notas iniciais
Bom, aqui está o primeiro capítulo! Sim, ele está pequeno, eu sei. Mas é só pra deixar vcs com um gostinho de "quero mais". Espero que gostem da minha fanfic! E espero muitos comentários em breve!!!! E, me perdoem se a minha escrita não for do agrado de vcs ... estou me esforçando muito para poder melhora-la. Então, não se preocupem! Comentem dizendo o que acham, ok? Aliás, espero que alguém leia a fanfic!!!

Até onde vai a linha que separa nosso mundo do outro? Será que ela tem fim? Ou será que é infinita? Criaturas sobrenaturais poderiam invadir nosso mundo se quisessem? Há pessoas que acreditam, e há outras que não, que acham que tudo isso é uma completa besteira e conversa de maluco. Mas deixe-me falar: Sim, elas poderiam invadir nosso mundo se quisessem. E sim, elas provocariam caos e tragédia também. Mas você teria coragem de enfrentar o “desconhecido”? Teria coragem de deixar seu ceticismo de lado e acreditar no “sobrenatural”? Teria coragem de vencer? Ou não...

Nossa história começa numa pequena cidade chamada Magnólia. As pessoas de lá viviam felizes. Os campos eram vastos e verdejantes; o céu era azul; todos se conheciam, se gostavam e se adoravam. O pequeno prefeito de Magnólia era generoso. Doava dinheiro para os mais necessitados – não que houvesse necessitados na cidade, é claro. Makarov era seu nome. E de fato, ele era pequenino. Quase do tamanho de uma criança de sete anos.

Mas nossa história não irá abordar sobre como os habitantes da “pequena” cidade eram felizes. Ela irá abordar sobre como suas vidas se tornaram um completo inferno.

00h00min – Fora da cidade, no campo.

Lá estava um homem, sentado admirando a beleza da lua cheia enquanto o vento da noite soprava e seus cabelos balançavam num ritmo frenético. Não era uma noite comum. Era noite de lua cheia. E como todos os habitantes de Magnólia eram bem supersticiosos, eles não ficavam fora de casa depois da meia noite. Eles acreditavam que existia algo. Algo além desse mundo, que a mente humana nunca seria capaz de entender. Algo sobrenatural... Mas, por alguma razão, o rapaz resolveu ficar do lado de fora essa noite. John era seu nome. Tinha 30 anos, pai de família. As suas duas filhas eram seu maior tesouro: Judith, a mais velha e Amélia a mais nova. Seus cabelos negros continuavam a balançar naquele ritmo. Seus olhos castanhos continuavam a fitar a lua. Sua orelha percebeu um som vindo do mato, logo ao lado dele. Virou-se para ver do que se tratava. Nada. Achou que fosse só mais um coelho ou esquilo. Não ligou. Continuou a olhar a lua cheia.

Novamente o mato se agita e um barulho é percebido por seu ouvido.

— Quem está ai? – pergunta, mas sem resposta – Amélia é você? – sabendo das travessuras de sua filha mais nova, pergunta mais uma vez.

Nada. Apenas um grunhido é ouvido.

— Q-Quem está ai? – dois olhos vermelhos podem ser visto através do mato baixo. Garras e dentes começaram a aparecer, e uma silhueta sombria pula em direção a John, o fazendo recuar – Demônio! – ele grita ao ver a criatura.

Suas pernas estavam trêmulas. Não parava de suar frio. Mas foi quando uma “injeção” de adrenalina percorreu seu corpo e fez com que suas pernas enrijecessem e ele pudesse se levantar e correr. A criatura nada fez, apenas ficou olhando a sua “presa” correr em direção á cidade, esperando pelo momento certo. Foi quando John, sem querer, tropeçou numa rocha e saiu rolando colina abaixo.

A criatura uivou e se pôs em posição de corrida. Estava pronta. Em um pulo, a criatura começou a correr atrás de John, este que estava desesperado procurando por ajuda.

— Me ajudem! – o pedido de ajuda saiu fraco, baixo. Ninguém iria ouvi-lo, pois as portas das casas estavam todas fechadas, sem exceção. Foi em direção á sua casa, cambaleando, desnorteado e ofegando muito. Conseguiu, enfim, chegar á porta da sua casa. Porém, ao erguer o braço para bater na porta pesada de madeira, a criatura, num lampejo, arranca fora o membro do rapaz, fazendo o mesmo soltar um grito abafado.

Não entendia o porquê de não conseguir gritar. Pegou seu braço amputado do chão e se pôs a correr o mais rápido que podia. Mas, por uma maldita força do destino, ele acaba tropeçando numa pedra solta na calçada e caindo num beco sem saída. Amaldiçoou o seu destino naquele momento. Iria mesmo morrer? Num súbito momento de crença religiosa, ele acaba pegando uma pequena cruz de madeira que havia guardado no seu bolso e a mostra para a criatura.

— Demônio, com o poder desta cruz, eu o mando de volta para o inferno! – ele começa a orar segurando o pequeno objeto em sua mão esquerda.

A criatura não entendia bem o que estava acontecendo, porém, não estava ligando para o que o outro estava falando ou praguejando. E, como na velocidade da luz, pulou em cima de John, mordendo seu pescoço e rasgando seu estômago, comendo suas tripas logo em seguida.

“Morte...” era só o que a criatura conseguia pensar.

9h00min da manhã seguinte – Beco ao lado da loja de itens para pescar.

— Ah, que droga! – era o dono do pequeno estabelecimento. Havia saído pela porta do fundo para jogar o lixo para fora – Malditos adolescentes! Entram na minha loja para ficarem de chacota com minha cara! E ainda trazem esse bicho morto para mim! – o velho não parava de reclamar. Estava com um saco de lixo na mão, com um gambá morto dentro.

Abriu a lixeira e atirou o pequeno animal moribundo dentro dela.

— Como pode estar fedendo tanto? – mas o cheiro não estava vindo do gambá. Quando o velho se virou, pôde ver a carcaça de John jogada ao fim do pequeno beco. Com seu pescoço quase arrancado e seu estômago aberto. Aquela cena quase fez o dono do local vomitar. Mas, ao invés de vomitar, tudo o que conseguiu fazer foi gritar – Prefeito! Prefeito!

Saiu em disparada daquele local em direção á prefeitura. Subiu as escadarias daquele local, sem nem ao menos se importar com o que os guardas tinham a dizer, e foi em direção a sala do prefeito.

— Senhor prefeito! – esbravejou – Assassinato! – a única coisa que conseguia dizer era isso.

— Do que está falando? – Makarov se sentiu assustado e ao mesmo tempo intrigado. O homem nada disse, apenas pegou o pequeno prefeito pelas mãos e o levou até a “cena do crime”.

9h30min a.m – Beco ao lado da loja de itens para pescar.

— Como isso aconteceu? – Makarov perguntou assustado. Não poderia acreditar que haviam assassinado John. Sim, o rapaz era bem conhecido na cidade. Não conseguia pensar numa forma de contar para as filhas do rapaz que o pai havia sido encontrado atrás de um beco com o pescoço rasgado e o estômago aberto.

— Eu não sei! – respondeu o dono do local – Esses vândalos! Eu sabia que um dia iriam acabar assassinando alguém! – comentou, se referindo aos jovens que no outro dia haviam o importunado.

— Não... Não foram adolescentes – Makarov parou para pensar – Precisamos investigar isso a fundo!

— Como assim? Quer dizer, contratar um detetive?

— Um detetive não! “A” detetive – comentou, dando ênfase ao “A” – Mandem chamar... Lucy Heartfilia!

Continua ...

Notas finais
Bom, ai está! Espero que esteja do agrado de vcs! Estou super animado para responder os comentários - se houver algum... E espero que no futuro a fic possa ter até recomendações! Sonhar não custa nada, não é?