Take Me To Your World.

65 Capítulo 65 - My poor Damon.


Notas iniciais
Olá amores, boas noticias, meu tio conseguiu formatar meu not eeeeeba *-* e estou aqui para postar para vocês haha, obrigada pelo carinho e compreensão de vocês, e lembrando que tudo que eu faço é por vocês. obrigada, boa leitura, xoxo.

As duas me olharm com atenção, eu não sabia como começar, não quero nenhuma delas brava comigo, mas eu teho que escolher uma delas.

— Vocês sabem que eu tenho que escolher uma madrinha, não sabem? — as duas assentiram — Certo, vocês duas são minhas melhores amigas, mais que isso, não minhas irmãs, mas eu tenho que escolher uma das duas, eu pensei nos prós e nos contras, mas isso não me levou a nada, então eu pensei na que sempre esteve ao meu lado não que a outra não estivesse, droga — respirei fundo — vou direto ao ponto certo? não quero a outra chateada, por favor.

— Elena, droga fala logo — reclamou Caroline.

— Certo. Car, você aceita ser madrinha da minha filha?

— Ah Elena — ela sorriu e se levantou me abraçou forte — É claro que eu aceito... Se isso estiver tudo bem pra você Bekah.

— Está sim, não se preocupem com isso — ela sorriu.

— Obrigada por não ficar chateada Bekah — ela se juntou a nós no abraço — Eu amo vocês duas, demais.

— Nós também te amamos Lena — Rebekah sorriu. — Já decidiu o nome da bebê?

— Já — sorri, as duas voltaram para os lugares dela e ficaram me olhando — Claire.

— Ah que nome lindo — Rebekah sorriu.

— Lindo mesmo Lena, ela vai ser tão linda — Caroline bateu palmas leves.

— Que bom que vocês gostaram meninas.

O restante da tarde passou, eu as deixei em casa quase sete horas, e fui para minha casa, estava uma noite linda, o céu estrelado e a lua incrivel. Cheguei em casa e Damon estava sentado no sofá, me aproximei e o beijei.

— Oi pequena.

— Oi amor — me sente ao lado dele, ele passou o braço por meu ombro.

— Porque demorou tanto?

— Fui no shopping com a Car e a Rebekah.

— Escolheu a madrinha?

— Escolhi — sorri e me virei para ele.

— Quem?

— A Caroline.

— Gostei da escolha — ele sorriu e me beijou, nisso Stefan entrou.

— Oi Lena, Damon.

— Oi Stefan — sorri e o abracei – Stefan, Damon e eu escolhemos os padrinhos da Claire.

— Que bom, me contem – ele se jogo no sofá.

— Madrinha é a Car, e o padrinho é você, você aceita né?

— Claro que eu aceito Lena – ele sorriu e me abraçou. – Obrigado.

— Nada Tefinho – Damon falou e nós rimos.

Nós jantamos e depois Damon e eu subimos, nós tomamos banho juntos, fizemos amor em baixo do chuveiro e foi bom, minha barriga já começou a atrapalhar, mas dá pra fazer. Depois de vestir minha camisola me deitei na cama, estava começando a chover, a onde foi parar aquele céu lindo de algumas horas atrás? Damon se deitou ao meu lado e suspirou

— O que foi? — perguntei.

— Nada pequena, só não gosto muito de quando chove.

— Não? porque?

— Lembranças ruins.

— Pode me contar?

— Posso, mas eu não quero te incomodar com meu passado.

— Seu passado não me incomoda Damon, eu amo você, sou sua esposa, não acha que tenho que saber do seu passado?

— Lena, é sobre a minha mãe, a minha mãe biológica, Andrea.

— O que tem? me conta amor.

— Tudo bem — ele respirou fundo — A noite que minha mãe morreu estava chovendo, vai querer que eu conte sobre a noite né?

— Claro, pode começar. — me sentei.

— Certo. Bom, como eu já tinha te falado, meu pai era um alcoolatra imbecil, ele vivia batendo na minha mãe, no Stefan e em mim, no dia, ele chegou mais bebado que o normal, e passou para as surras da minha mãe, mas ela dessa vez revidou e bateu nele, e ele... — olhei para ele, seus olhos estavam cheios de lagrimas, não quero ver meu marido sofrer, o abracei forte.

— Não precisa continuar, não quero te ver sofrer.

— Não Lena, você é minha esposa, merece saber.

— Damon...

— Elena, vou continuar. Ele foi para a cozinha, eu como na maioria das vezes peguei o Stefan e o levei para o nosso quarto, fiquei olhando pelo vão da porta, minha mãe correu para o corredor, e meu pai a seguiu, ela caiu no chão, e ele foi para cima dela, a chuva estava muito forte, e eu vi ele levantar a mão, e tinha uma faca — sua voz tinha dor, ele me apertou contra seu corpo, o olhei ele estava com os olhos fechados e lagrimas escorriam de seus olhos — ele deu cinco facadas no torax, e uma no peito, eu tinha nove anos, não me lembro ao certo, eu voltei para o quarto chorando e puxei o Stefan para o guarda-roupa, meu pai claro veio atrás de nós, mas como estava bebado não nos achou, ele saiu de novo, eu passei pela minha mãe... Morta no chão, e peguei o telefone na sala, liguei para o numero da policia, e não me lembro o que eu disse, mas eles não demoraram, duas mulheres levaram a mim e o Stefan, quando vi eles levando o corpo da minha mãe, consegui fugir do carro, corri até ela gritando mamãe — ele riu sem humor — a mão dela caida estava muito gelada, uma das mulheres me puxou e disse que ela não poderia mais cuidar de nós dois, nós fomos levados ao hospital para não me lembro o que, e depois fomos para o orfanato, em uma semana teve visitas, Grace e Giuseppe se encantaram por nós, eu sempre achei que foi pelo Stefan, mas eles sempre disseram que foi por nós, eles nos adotaram, e a vida mudou muito, eles sempre foram muito ricos, tivemos uma vida muito boa, mas eu não dormia a noite, eu fechava os olhos e via minha mãe sendo esfaqueada pelo imbecil, e ficava assustado, minha vida foi assim por quase dois anos, e então eles adotaram a Ana, ela era tão pequena, e tão linda, e eu gostava de cuidar dela, mas eu me tornei um idiota, mal agradecido, me revolte contra eles, e virei um drogado... Eu sou tão idiota.

— Damon, você foi idiota, não é mas, eu tenho certeza que o Giuseppe e a Grace tem muito orgulho de você, você já salvou tantas vidas, pensa nisso, ei não chora — enxuguei suas lagrimas e ele me abraçou.

— Lena, promete que não vai me deixar? promete que não vai sair do meu lado nunca mais?

— Eu prometo Damon, eu prometo que sempre estarei ao seu lado, não importa o que aconteça.

— Você é tudo para mim Lena, eu não sei viver sem você.

— Eu também não sei viver sem você Damon, eu te amo tanto — o abracei mais forte.

— Obrigado, por me dar tanta alegria em todo esse tempo.

— Ah Damon... — eu não tinha palavras, ele apenas me beijou.

Nos deitamos, ele ficou com a cabeça em meu peito, eu fiquei acariciando seus cabelos, e ele acabou dormindo, eu não gosto de ve-lo assim, ele estava dormindo como um bebê, meu pobre Damon, já sofreu tanto na vida, perdeu a mãe tão pequeno, por causa de uma pessoa tão cruel, e ele poderia ter morrido também... Não gosto nem de pensar. Acariciei minha barriga.

— Ah pequena, seu pai é tão problematico e tão perdido ao mesmo tempo, é como uma criança, perdido e amedrontado, temos que cuidar disso não é princesa? temos que cuidar do papai — sorri e fiquei acariciando minha barriga, até pegar no sono.

Notas finais
E então o que acharam ? desculpa não ter ficado tão grande, é que eu fiquei sem idéias adicionais ): obrigada pelos 107 leitores (as) obrigada por todo o carinhos meus amores, vocês nem imaginam como eu fico feliz com isso. Gente meu not foi formatado, perdi tudo, e eu já tinha 2 capitulos de Save Me prontos, e vou ter que refazer, nada legal u.u k desculpa ter ficado sem postar esses dois dias, e obrigada pela compreensão, espero que continuem acompanhando e gostando, beijos.