Take Me To Your World.
36 Capítulo 36 - My prince.
Notas iniciais
Acordei com alguem me balançando, não queria abrir os olhos mas Nate não me deixava em paz, abri os olhos tentando me acostumar com claridade.
— O que você quer Nate? — coloquei a cara no travesseiro dando as costas para ele.
— Elena, levanta logo dessa cama, já são nove horas da manhã, temos que aproveitar o sol.
— Nate, como você nunca tinha dormido comigo vou te dar uma pequena dica, — sorri — não me acorde — gritei e ele riu.
— Desculpa, pelo jeito você não acorda muito bem humorada não é?
— Nem um pouco — me levantei e fui até minha mala, peguei meu biquine e uma saia, fui para o banheiro, vesti o biquine que era branco e rosa, tomara que caia, penteei meus cabelos e fiz um rabo de cavalo e voltei para o quarto, Nate estava só de bermuda olhando pela varanda, mordi o labio e fiquei o observando, ele se virou.
— Então, vamos?
— Vamos — sorri e peguei minha bolça.
— Ah, o seu celular tocou.
— Depois eu ligo de volta, não deve ser importante.
Nate e eu saimos depois de tomar café, fomos até a praia em frente ao hotel, é realmente perfeita, a água azul cristalina, o sol batendo sobre nós, quente e ardente, passei o protetor no rosto e nos ombros, tirei minha saia e me sentei na espreguiçadeira de madeira, Nate se sentou na cadeira ao meu lado, fiquei observando a paisagem.
— Elena, passa protetor solar nas minhas costas? — ele se sentou aos pés da espreguiçadeira.
— Claro — peguei o protetor e me aproximei dele, minhas mãos deslizavam por seu ombro, e depois por suas costas, o corpo do Nate é perfeito, ele é forte e bronzeado, estva perdida em meus pensamentos pervertidos que mal percebi que ele se virou, ficamos nos encarando, ele passou a mão em meu rosto.
— Elena... — ele sussurrou.
Estavamos muito perto um do outro, eu podia ouvir a respiração dele, os labios dele se aproximavam cada vez mais, a poucos centimetros dos meus, não sei por mais quanto tempo vou conseguir me controlar, mas antes que eu pudesse fazer algo, Nate me beijou, seus labios macios e molhados nos meus, sua lingua pediu permissão e eu dei, nossas linguas dançavam em uma sintonia perfeita, o beijo calmo estava ficando intenso e quente, minha mão deslizou até a nuca dele, e a dele até minha cintura, me encostei na espreguiçadeira e ele veio mais para cima, sem parar o beijo, seus dentes puxaram meu labio inferior e ele sorriu, já não sentia mais seus labios, abri os olhos e ele estava me fitando, com um sorriso perfeito nos labios.
— Elena, m-me desculpe.
— Nate, não se preocupa, eu... Também queria.
— Queria? — ele sorriu e passou o indicador no meu rosto, assenti.
E então ele me beijou de novo, minha mão deslizou até sua nuca, seu cabelo macio, sua pele tocando a minha até ouvir uma voz feminina.
— Vocês não tem vergonha não? — e puxou um menino de aparentemente três anos, nós rimos.
— Quer dar uma volta? — Nate se levantou e me esteu a mão.
Andamos pela areia até encontrar um parque, Nate insistiu para irmos e eu não posso negar, ele comprou os ingressos enquanto eu vestia minha roupa, entramos e ele me levou direto na roda-gigante.
— Ah não, Nate por favor não, eu tenho medo de altura.
— Ei — ele juntou mais nossos corpos — Eu vou estar com você, vamos?.
Assenti e ele me ajudou a entrar na cabine, meu corpo começou a formigar, minha mão tremendo, Nate apenas sorriu e puxou meu rosto para olhar o dele.
— Olhe só para mim ok? está tudo bem Elena. — fiquei olhando em seus olhos azuis e brilhantes.
A roda gigante começou a subir, me aproximei do Nate segurando firme em sua mão, ele sorriu e me abraçou, ficamos abraçados, minha cabeça em seu peitoral, ele acariciando meus cabelos, fechei os olhos e me lembrei do dia em que Damon e eu fomos a um parque de diversões, abri os olhos e uma trsteza me invadiu, Nate me pressionou mais contra seu corpo.
— Damon — sussurrei baixinho.
— Não Elena, Nate. — ele riu.
— Nate, me desculpa — me afastei um pouco dele, e ele riu de novo.
— Não precisa se desculpar, eu entendo perfeitamente.
— Nate... — ele me impediu de terminar, e me beijou.
Depois da roda gigante, fomos na montanha russa e comemos cachorro quente, estava começando a escurecer, resolvemos voltar ao hotel, assim que chegamos fomos direto para o quarto, tomei um banho e vesti um short e uma camiseta, Nate se jogou na minha cama enquanto eu ligava o computador.
— Está cansado? — perguntei encostando em cima dele.
— Um pouco — ele riu e pegou minha mão — Você se divertiu hoje?
— Bastante — sorri e voltei a me sentar quando vi a chamada da Caroline, aceitei.
— Elena — ela gritou e eu ri.
— Oi Car.
— Lena, nós estamos com saudade de você.
— Também estou com saudade de vocês — tentei reconhecer o lugar mas nada — Onde vocês estão?
— Na mansão Salvatore, vamos assistir filme e dormir aqui — respondeu Lexi.
— Isso, aproveitem que não estou ai para impedi-las.
— É, mas queriamos muito que estivesse aqui.
— Eu não — pude ouvir uma voz ao fundo e a Charlotte apareceu, respirei fundo, Nate se sentou ao meu lado quando percebeu minha reação.
— Oi meninas — ele sorriu.
— Oi — Lexi, Rebekah e Caroline responderam sem graça.
— É a Elena? — Damon apareceu ao lado da Lexi e ela saiu. — Oi.
— Gente, vou desligar, Nate e eu vamos jantar.
— Sim — ele me deu um selinho demorado.
— Isso mesmo amiga, aproveita bastante, até amanhã.
— Até se cuidem.
Desliguei a chamada e Nate me puxou para deitar, ele me beijou novamente.
POV Damon.
Ver aquele cara idiota beijando a Elena me deixou mais estressado do que antes, o que ela está fazendo com aquele idiota? eles estão dormindo juntos? inferno, será que agora eu perdi minha menina, para sempre?
— Ei Damon — senti uma mão em meu ombro — Você tem que parar de se torturar, segue sua vida, ela está seguindo a dela — Lexi é tão irritante.
— Lexi, eu não vou seguir porra de vida nenhuma, sem a Elena, eu não tenho vida — virei a garrafa de whysky.
— Damon você vai ter um bebê, tem que ser forte.
— Que se dane Lexi, o bebê não é da Elena, então não me importa — gritei.
— Damon seu babaca, eu sei que a Charlotte não presta, mas o bebê não tem culpa de ter um pai inrresponsavel.
— Quantas milhões de vezes vou ter que dizer que eu não fui para cama com a Charlotte? inferno — bati o whisky na mesa e sai andando de volta ao meu quarto, me joguei na cama e minhas palpebras estavam pesadas, peguei no sono.
POV Elena.
Nate e eu jantamos e foi muito bom, voltamos ao quarto e ficamos assistindo um filme horrivel que passava na tv, estavamos na cama dele, estou bem confusa com meus sentimentos, não sei mais o que sinto pelo Damon, não sei se ainda o amo, ou se tudo o que restou foi magoa, dor... Não vou mais pensar nisso, vou aproveitar a minha viagem com esse principe encantado que o destido colocou no meu caminho. Voltei para minha cama e fiquei virando na mesma até conseguir pegar no sono.
Damon estava sentado ao pé da minha cama com algo nos braços, parecia um pacote, me sentei na cama e meus olhos embaçaram, ele sorriu e se aproximou de mim, se sentou ao meu lado e mostrou o lindo bebê de olhos claros e cabelos escuros, era como uma boneca de tão perfeita, dormia profundamente e então entrou a Charlotte, sorriu para mim com malicia e pegou o bebê dos braços do Damon, saiu do quarto e eu senti uma dor terrivel, Damon a seguiu até a porta e eles se beijaram. Me sentei na cama, meu coração acelerado e com um vazio em meu peito, estava chovendo, muito forte por sinal, droga, podem falar que é besteira, mas eu tenho medo de trovões, isso é coisa de criança Gilbert, cresça, meu inconsciente aparece nas piores horas só para me irritar, olhei para o lado e Nate estava dormindo profundamente, me aproximei de sua cama e me sentei com cuidado, fiquei o observando, ele parece um anjo misturado com principe de contos de fadas, será que ele existe mesmo? decidi me levantar, o que ele vai pensar se eu me deitar ai, vai me chamar de idiota por eu estar com medo.
— Elena? — me assustei e virei para ele. — O que foi?
— Nada, só... — apontei para a janela, ele a olhou e soltou um sorriso.
— Quer dormir comigo? — fiquei o observando, ele abaixou a cabeça e riu — Só como amigos, eu prometo.
— Como amigos então — eu ri e me deitei na cama.
Ele me puxou e me abraçou, ficamos abraçados um olhando nos olhos do outro, Nate se aproximou de mim e me beijou, como das outras vezes, seu beijo me deixou atordoada, quando ele parou estavamos ofegantes, mas ignorei isso e o beijei, agora o beijo era intenso, quente e trazendo mais coisas consigo, eu não fazia isso... A um bom tempo, mais de dois meses, sim pode-se dizer que estou muito carente nesse departamento, Nate passou a mão pela lateral do meu corpo, não sei o que me deu na cabeça, montei nele sem parar o beijo, com calma tirei a camiseta cinza que ele vestia, ele tirou a minha camisola de seda azul clara e a jogou no chão, percebendo aonde estavamos chegando ele me deitou na cama, e se deitou em cima de mim, mordi meu labio inferior e ele voltou a me beijar, aproveitei para tirar sua calça de moletom preta, ele se levantou e acabou de tira-la, seu membro já estava ereto, explodindo dentro da cueca box branca, me lembrou o... Não me lembrou ninguem, o puxei de volta, seus labios desceram até meu pescoço, beijando e dando leves mordidas, passei as mãos em suas costas fortes, suas mão deslizaram até minhas costas e soltaram meu sutiã, ele deslizou as alças pelos meus braços, e ficou me olhando, como se pedisse permissão, apenas assenti, quase implorando por isso, ele sorriu e desceu sua boca em meu seio direito, no qual ficou passando a lingua em volta de meu mamilo, e depois dando leves mordidas, e massageando meu outro seio, seus labios voltaram aos meus, suas mãos ageis desceram até minha calcinha e ele a retirou, logo em seguida tirou sua cueca, pude ver seu membro duro, que não demorou para me penetrar, soltei um gemido alto e cravei as unhas em seus braços, doeu um pouco, afinal a mais de dois meses isso não acontecia, Nate começou um vai e vem lento e depois mais rapido, ficamos nessa por um longo tempo. Ele caiu deitado ao meu lado, olhei pela porta da varanda o sol já estava nascendo, ele ficou de lado e ficamos nos encarando, me aproximei dele e ele me abraçou por trás, ele ficou brincando com meus dedos e não demorou para eu pegar no sono.
Acordei com o sol batendo no meu rosto, o que me encomodou, senti a cama vazia, olhei ao redor e nada do Nate, vi meu celular piscando, olhei e havia uma mensagem:
Acordamos tarde, o café da manhã do hotel já não estava mais servindo, fui comprar algo, já volto -N.
Me levantei da cama extremamente animada, fui ao banheiro e tomei um banho demorado e voltei enrrolada na toalha, ainda nada do Nate, meu computador ligado no movel em frente a cama estava piscando o skype, era Caroline, aceitei a chamada enquanto procurava uma roupa, peguei um short e uma camiseta, vesti um biquine e depois minha roupa, voltei para a frente do computador.
— Oi Lena.
— Oi Car, tudo bem?
— Sim, tudo ótimo, tirando que Jeremy e eu terminamos — ela deu um sorriso triste — Mas e você? como está com seu principe encantado?
— Como terminaram? tudo ótimo Car, cada dia mais eu acho que ele é só um sonho.
— Cadê ele? — ela ignorou minha pergunta.
— Foi comprar algo para comermos, acordamos tarde e o café ho hotel já não estava servindo.
— Porque acordaram tarde Elena? — ela sorria com malicia, está tão na cara assim?
— Nada ué — ri sem graça.
— Elena, eu não acredito, esse sorriso bobo sem graça, esse olhar, não acredito que vocês transaram. — ela gritou.
— Caroline, droga, fala baixo — eu ri — Car, foi tão perfeito.
— Mais do que com o Damon? — ele me olhou e percebi que se arrependeu da pergunta.
— Não, isso acho que... Nunca, ninguem vai ser melhor.
— Você o ama Elena, e enquanto amar, ninguém será melhor mesmo, mas voltando ao assunto principe encantado, ele é bom?
— Caroline, primeiro onde você está?
— No quarto de hospedes da mansão Salvatore.
— Então eu te falo por telefone depois, não quero mais ninguém ouvindo, e você sabe que essa casa as paredes tem ouvidos.
— Tem vadias também.
— Concordo.
— Elena? — ouvi a porta sendo fechada, Nate me puxou e me beijou, foi bom.
— Oi — sorri, voltei para frente do computador — Car, eu te ligo mais tarde ok?
— Ah claro, agora que o principe já chegou para que falar com a amiga né? — ela riu — juizo vocês dois.
— Tchau Caroline — fechei o notebook.
Nate estava encostado na parede me olhando, seu sorriso era de tirar o folego, me aproximei e o abracei, meu rosto em seu peitoral quente.
— A noite passada, foi boa — ele riu.
— Concordo — não consegui olhar para ele, meu rosto queimava.
— Vem, vamos comer alguma coisa e depois ir para a piscina do hotel.
— Ok.
Tomamos nosso café da manhã, e depois esperei ele se arrumar, fomos até a piscina do hotel, as espreguiçadeiras são bem largas, de madeira, me sentei em uma e o Nate se deitou ao meu lado, coloquei o fone e fiquei olhando para as pessoas se divertindo na piscina, ele roubou um fone, ficamos ouvindo musica, de mãos dadas e observando as pessoas. Nate sem dúvidas é um principe, o sonho de qualquer mulher, mas bem, eu também pensava isso do Damon, e tudo mudou, só espero que o Nate não me decepcione como o Damon.
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