TOUCH SPACE
1 Prólogo
Nova York-1997
—Precisamos separa-las Jhon, elas jamais pode ser reunidas.- Disse Carol em meio a um pouco de fumaça, barulho de maquinas, alertas e choros de bebês.
Theo entra com cinco mascaras de oxigênio.
—Houve uma explosão, precisamos ir, agora mesmo Carol, leve a HN225XP e a LL124LZ, Jhon leve a PH213ZR e a KO818ZE.- Diz ele aos berros, enquanto colocava mascaras nas crianças.
—Mais ainda restaram 18 Crianças Theo, são dezoito bebês, não podemos deixar dezoito bebês morrerem, são muitas crianças.- Diz Jhon apavorado com a quantidade de crianças espalhadas pelo laboratório.
—É um sacrifício que devemos fazer, são dezoito bebês mutantes, ainda novos ainda não sabemos o que, ou qual delas vai conseguir desenvolver suas mutações, mas não podemos levar mais crianças.-Theo estava prestes a colocar sua mascara, quando Carol o para.
—Theo você precisa lavar uma criança, apenas uma, é uma vida a menos, por favor?- Implorou Carol.
Theo pegou a criança ZO234LF, colocou a mascara, e saíram do laboratório as pressas. Carol não parava de chorar, Jhon estava apavorado, e Theo só conseguia pensar em como iria criar uma criança.
Eles saíram do prédio da Polydnaviridae por um túnel subterrâneo, que dava direto em um parque perto do centro da cidade.
—As mochilas estão com vocês?- Pergunta Theo nervoso, e Carol e Jhon fazem um sinal de sim.- Os passaportes, novas identidades, e certidões de nascimento das crianças estão ai. As passagens com destinos diferentes também, os voos saem a meia noite, preciso que vocês saiam daqui imediatamente.
Eles se abraçam e se separam.
Theo está com a pequena ZO234LF, e olha seus pequenos olhos verdes e grandes, fortes como musgos.
—O que farei com você pequena maquina de fazer caquinha?- Pergunta a pequena que esta em seu colo, olhando para tudo tentando entender o mundo.- Vou chama-la de Zoe, Zoe maquina de fazer caquinha.
Ao dizer isso ele riu pela primeira vez em anos, pegou um taxi, e foi ao seu destino.
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