THE DARK SIDE OF SAM
5 Capítulo 5 drinks, sex and regrets
Logo pela manhã, Dean acorda com uma baita dor de cabeça e me vê nu, dormindo junto a ele. Enfim percebendo que eu estou todo melado da porra dele e lembra-se vagamente o que tinha ocorrido ontem à noite e se levanta aos berros.
-Como você pôde deixar isso acontecer?! Eu estava bêbado e você não! – esbravejou.
-Agora você se arrepende, né? Ontem você estava louco me comer e ainda pediu para eu te chupar. – acusei — Eu não me arrependo de nada.
Dean olhou-me com uma raiva insana:
-Você ficou maluco?! Somos irmãos, e tu sabes muito bem que se papai estivesse vivo, iria nos cobrir de porrada.
-Papai já era, Dean. Chega de viver na sombra dele, você queria me comer e eu adorei chupar seu pau. – com isso Dean me esbofeteou e saiu do quarto me deixando sozinho.
Levanto-me da cama e arrumo minhas coisas e vou embora. Já que Dean não queria ser meu macho, não seria mais meu irmão.
Pego carona com o primeiro motorista que passa. Quando Dean voltou para o motel, eu não estava mais lá. Ele até liga para meu celular, mas logo percebeu que o mesmo tocava em cima da cama, onde eu havia o deixado. Sem saber como me contatar, ele resolve ligar para Bobby, pedindo ajuda para me encontrar.
Eu já estava na estrada com aquele homem misterioso, porém, não posso negar, atraente; então resolvo quebrar o silêncio:
-Meu nome é Sam. Qual é o seu?
-Azazel. — ele riu, e eu fico sem entender o porquê.
Então, aceito a ajuda daquele senhor e me hospedo no mesmo motel que ele; à noite eu escuto alguém bater em minha porta. Levantei-me da cama e me aproximei da porta:
-Quem é? –perguntei desconfiado.
-Sou eu. Azazel. –abro a porta e lhe dou passagem.
-Que você quer a essa hora da noite?
Ele me encarou por longos segundos e então se aproximou de mim segurou meu rosto com força e me beijou. Deixei rolar, estava muito chateado com Dean. Ele me guiou até a cama e sentou-se na mesma, quando eu vi já estava rebolando nele, roçando minha bunda com força naquela piroca, que apesar de esta dentro das calças, já estava dura. Meu tesão foi tão grande que logo me ajoelhei na frente dele, tirei aquele pinto grande de suas calças e comecei a chupá-lo. Era muito grande, tão que quase não cabia inteiro na minha boca.
Comecei a tirar minha própria calça, ficando somente de camisa. Abri a gaveta do criado mudo que havia ao lado da cama e peguei uma camisinha, colocando em seu pau ereto lentamente. Ele só me observava com um sorriso malicioso no rosto, peguei o tubo de lubrificante, lustrei aquele pau maravilhoso e passei um pouco no meu cuzinho, logo sentei em cima, enfiando tudo até o talo de uma vez só, depois de alguns minutos parados para me acostumar com a invasão, comecei a cavalgar freneticamente; ele gemia alto com cada movimento meu. Mas eu não gozei, só tinha gozado de verdade com a transa que tivera com meu irmão, pelo qual ele me chamou de pervertido e me magoou muito, então tinha decidido ir embora deixando Dean para trás, eu começo a viver com aquele homem que dizia ser um caçador também.
Enquanto isso Dean e Bobby estavam correndo meio mundo atrás de mim, mas como o suposto caçador, que na verdade era um demônio disfarçado, sempre apagava suas pistas dificultando a minha localização. Azazel estava dando um grande passo, sem Sam saber. Assim como o padre dava a ele também o mesmo líquido da garrafa prateada.
Numa noite sem Azazel saber, decido ligar para meu irmão. Queria fazer as pazes.
-Sam? – Dean atendeu surpreso.
-Olha, eu sei que você ainda está chateado, mas... Dean, me desculpe. Acho que realmente pisei na bola.
-Onde você está? Com quem, aliás? –ignorou minhas desculpas.
-Tem um caçador me ajudando.
-Caçador? Quem é este caçador?
Digo-lhe o nome de Azazel e logo ele fala com Bobby que diz nunca ter ouvido de nenhum caçador com aquele nome, mas que tinha certa lembrança do nome.
Dean desligou a chamada dizendo que estava indo ao meu encontro, e enquanto isso Bobby pesquisaria sobre esse tal de Azazel. Logo, liga para Dean:
-Dean, você precisa ir urgentemente até seu irmão. Sei que ele está em perigo.
-Que papo é esse, Bobby? Por que ele está em perigo? Ele me parecia estar bem!
-Dean... Azazel é um demônio. Sam está na companhia de um demônio. – Bobby diz preocupado.
Dean acelerou seu carro e quando chegou ao motel em que estávamos hospedados, arrombou a porta, lançou água benta em Azazel e recitou “ego mittere daemones ad infernum”. Observo tudo perplexo e sem entender nada. Aquele homem... Estava possuído por um demônio...
O recipiente do demônio cai desmaiado no chão, Dean o leva para o hospital e volta ao meu encontro. Sabia que iria escutar poucas e boas do meu amado irmão.
-Como você pôde ficar com um demônio? Ele poderia ter te matado, porra! Só Deus sabe porquê não o fez. – Dean então fica pensativo e lembra-se do que papai falou antes de morrer.
“Os demônios têm planos para seu irmão. Ou você salva ele ou você o mata.”
Dias se passaram e Dean preferiu fingir que aquela noite que nós transamos nunca tivesse acontecido.
Minhas visões estavam cada vez mais fortes, eu estava no restaurante jantando com meu irmão, quando de repente começo a escutar várias vozes juntas na minha cabeça.
"Hoje sai o pagamento" “Irei transar.”
Parecia que eu estava escutando os pensamentos das pessoas, encarei Dean e escutei o que ele estava pensando: “Puxa, meu irmão é lindo, mas esquecido...”
Dean percebe que algo está acontecendo comigo e tenta me tirar do restaurante, mas já era tarde e eu sem querer dou um grito fazendo os copos, os vidros da janela se quebrarem, todos do restaurante saíram correndo, eu estava fora de controle e fiz as pessoas flutuarem. Dean pedia para eu parar, então ele me deu um soco me fazendo desmaiar. Logo tudo parou, Dean me levou por hotel mas depois voltou para o restaurante apagando qualquer pista nossa.
Quando acordei estava no hotel com uma baita dor de cabeça, Dean entrou apressado no quarto pegando nossas coisas.
-Vamos embora daqui, Sam.
Eu fiquei parado olhando para ele e ele repetiu:
-Vamos, Sam. Não temos tempo a perder. – me pegou pelo braço e praticamente me arrastou até o carro.
Não disse nada até chegarmos à casa de Bobby.
-O que foi agora, Sam? Vai bancar o mudinho? – retrucou Dean enquanto caminhávamos até a porta.
-Você não tinha o direito de me bater.
-Claro que eu tive! – seu tom de voz indignado- Você estava fora de controle! Desde quando você levita as coisas e estoura vidros com a mente?
Começamos a discutir, nisso Bobby veio até a porta e abriu-a, dizendo pra gente entrar. Dean começou a contar o que aconteceu no restaurante e Bobby se preocupa, pois a cada dia eu parecia ser mais uma aberração do que um caçador. Além de ter que me proteger dos demônios, teria que me proteger de outros caçadores, pois se estes descobrisse, iriam querer me matar.
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