Notas iniciais
Desculpem pelo capítulo anterior não ter tantas palavras, mas eu tentarei escrever ao máximo neste e plágio é crime! ;)

Aquele infeliz... Fingindo que está tudo bem...Agora ele resolveu ficar junto do Tsu como fazíamos. Nada disso teria acontecida se ele não tivesse pego as roupas daquela vadia da Kona...Por que que ele era amigo dela? Tsc, vai saber.

Nunca queria ter brigado com ele, principalmente do modo que o fiz, mas foi preciso e se ele realmente só tinha olhos para mim, porquê ele está íntimo desse jeito com o Tsu? Ele nem deve ter pensado sobre a briga do jeito que eu reclamei. Mas dane-se! Agora é tarde, até para um relacionamento. Vai ser muito difícil o Nate conseguir isso, se é o que ele está querendo, porquê pra me conseguir foi um inferno pra ele. Estávamos andando calmamente quando o Nate, desastrado do jeito que é, tropeçou no cadarço e caiu por cima de mim. Nos encaramos por alguns instantes mas nos levantamos rapidamente, já que tinham pessoas olhando.

Voltando ao assunto, eu não sabia o que fazer o dia todo. Lembrei. Meu antigo passatempo: Desenhar. Sim! passaria o dia desenhando personagens de animes. Enquanto desenhava pensava seriamente em falar com o Nate, mas não. comecei a ficar irritado, desenhando cada vez mais forte, até o ponto de rasgar o papel. Resisti ao máximo, mas não fui forte o bastante, olhei rapidamente pra trás e lá estavam eles, juntos de novo, conversando bastante. Virei o rosto o mais rápido que pude para não me notarem.

O sinal tocou e eu finalmente já poderia ir embora pra casa. Mas como eu sou uma anta, eu deixei a porcaria do meu estojo na mesa! Mas que merda! Tudo certo até quando cheguei lá, pois assim que entrei, vi a pior das cenas: Nate e Tsu estavam sozinhos no fundo da sala, o Nate aparentava estar triste e um pouco depressivo sentado em cima da carteira e o Tsu tentava fazêr-lo sorrir. A raiva quase tomou conta de mim e se não tivesse me controlado eu teria gritado o nome do Nate.

Caminhei calmamente sem fazer barulho até meu lugar, peguei meu estojo e fui saindo. Esbarrei em uma cadeira. Por que o universo faz isso comigo!? Maldito seja! E maldita seja essa prancha que eu chamo de pé.

Nate olhou surpreso, tanto quanto eu, mas minha expressão foi a mais disfarçada possível. Olhei para ele deixando claro que aquilo era digno de meu desprezo. Saí da sala apressado e corri até a saída com um mundo inteiro em meus ombros.

Enquanto caminhava pra casa, pensava o quão insignificante eu deveria ser naquele momento para o Nate. Cheguei finalmente, joguei minhas coisas no chão e me joguei na cama. Que dia mais desprezível.

Tentei não pensar muito, mas era impossível. Alguns momentos depois pensei: Acho que devo comer, relaxar um pouco e quem sabe não dar uma saída. Quem sabe não esqueço um pouco mais. Vou focar em seguir em frente, senão acabarei sucumbindo à loucura.