TBF - Tempos Modernos

20 Ele parece um marshmellow GIGANTE! - Parte I


Notas iniciais
Oie! Voltei, e agora com um especial! POV Vanellope, porque eu AMO essa guria!

(Trilha Sonora: When Can I See You Again — Owl City)

.P.O.V. Vanellope.

Estava andando até a nova loja de robótica que abriu aqui perto,assim que eu entrei, dei de cara com um garoto mais ou menos do meu tamanho, ele tinha o cabelo preto espetado, olhos castanhos e estava super concentrado em uma caixa vermelha que fazia sabe-se-lá-o-quê.

– Oi, você trabalha aqui? — eu perguntei.

– Sim, por quê? — ele perguntou.

– Ah, nada muito importante... Só passei para dar uma olhada, eu adoro robôs e essas coisas! — eu disse, animada. — Mas, qual o seu nome?

– Hiro Hamada, e o seu?

– Vanellope Von Schweetz. — eu respondi. — O que é isso que você está fazendo?

– Ah, é um invento do meu irmão, você quer ver? — ele perguntou, animado.

– Claro!

Ele abriu a caixa vermelha e um robô branco saiu de dentro dela, ele começou a inflar e inflar, até ficar do tamanho do Ralph.

– Ele parece um marshmellow GIGANTE! — eu comentei.

– Esse é o Baymax, ele foi feito para ajudar com machucados. — ele começou a explicar. — O Tadashi levou um tempão para fazer.

– Esse é o seu irmão?

– Era...

– Como assim? — ok, agora eu fiquei confusa.

– Ele morreu num incêndio, faz algum tempo, então eu fiquei só com o Baymax. — ele respondeu, triste.

– Desculpa, eu não sabia. — me lembrei mentalmente de não ser tão curiosa. — Mas ele devia ser uma pessoa bem legal, pra fazer um invento desses.

– É, ele era. — ele falou. — Mas, então, você vai querer ver mais alguma coisa?

Eu comecei a olhar em volta, aqueles robôs eram bem diferentes dos carrinhos que eu fazia, eram INCRÍVEIS! O Ralph acha isso uma besteira, mas eu não me importo, robôs são demais! Avistei um robô que eu queria ver a um tempão, um carro com estilo de doces, bem parecido com um que eu fiz.

– Bem, acho que eu vou querer ver esse aqui, é parecido com o que eu fiz. — eu respondi, apontando para o carro.

– Você faz robôs? — ele perguntou, curioso.

– Sim! Mas não são tão legais quanto esses. — eu disse, e ele sorriu. — Mas, se quiser, eu posso pegar um lá na minha casa, eu moro aqui pertinho.

– Se não tiver problema...

– Claro que não, mas, pra eu poder ir lá, você tem que prometer que não vai contar o que eu vou fazer para ninguém.

– Mas, como assim?

– Promete!

– Tudo bem, eu prometo!

– Tilt! — eu disse, e me teletransportei para o outro lado da loja.

– Uou! Como você... desde quando você... buguei. — ele disse, e eu comecei a rir.

– Já volto então. — eu disse, me teletransportando para casa, mais precisamente para o meu quarto.

Peguei os meus carrinhos de corrida de voltei para a loja.

– Aqui estão! — eu disse, colocando todos eles em cima do balcão. — Esse verde lança fumaça, o roxo solta bolinhas com um tipo de... ah, não sei, eu só misturei tinta roxa e cola, o marrom com bolinhas coloridas tem uns jatinhos e o preto com vermelho abre essas asas.

– Mas, para que essas coisas? — ele perguntou.

– Ah, é que ele são de corrida, são tipo os combos dos fliperamas, sabe?

– Posso ver como funcionam?

Eu liguei os carrinhos, que se posicionaram sozinhos nas marcas, eu disse "Já!" e eles começaram a correr, às vezes eles usavam seus combos para dificultar o percurso, e depois de uns dois minutos, eles tinham dado 3 voltas na loja.

Notas finais
Gente, a parte 2 vai ser narrada pelo Hiro, porque eu descobri o shipp a pouco tempo e já estou amando! P.S.: O que aconteceu com a Merida vocês vão descobrir no próximo capítulo. P.S.2.: Desculpe o tamanho, estou sem muito tempo, fui!