Tókio Jigen

15 Yoko Heiwajima


Notas iniciais
Espero que estejam gostando, sério, comentem, deem a sua opinião. Obrigado. '3'

— Minha história não importa no momento. — Nakagawa respondia colocando a mão direita atrás das costas e analisando cada movimento da garota que ali na sua frente estava.

— Que pena Naka, seria tão interessante. Seus cabelos são legais, adoraria puxa-los, mas você tem a cara de um ser idiota. —Afirmava Yoko olhando diretamente nos olhos do mesmo.

— Você fala demais na minha opinião, mas mesmo sendo tão ignorante ainda és fofa. — O jovem pensava constantemente sobre o fato da jovem ter olhos tão chamativos, algo que lembra-se uma semelhança com Shiro. — Onde é sua sala?

— Minha sala? Sei chegar até lá sozinho garoto idiota aveadado. — Depois de tais palavras a jovem da a volta e segue em direção a sua sala.

Nakagawa ia em direção ao banheiro pensando no que acabará de ocorrer sussurrando tudo que pensava.

— Essa garota, como nunca a percebi nessa escola? Uma humana que em tal momento me detesta. Ela parece ter 1,57 de altura, o cabelo dela me chama atenção. ela chama atenção, só que aquela garotinha mais me xingava do que dialoga-vá. Qual será o problema dela? Bem gostaria de saber, mas irei deixar quieto. — O garoto chegava no banheiro então começava a se fitar no espelho. — Tenho que parar de pensar tanto, estou passando muito tempo com a Akimi... — Então o jovem abriu a torneira e começou a jogar um pouco de água em seu rosto.

— Hey! Nakagawa. — Aparecia Shiro ali cumprimentando o amigo

Nakagawa percebia a presença de Shiro e o olhava de cima a baixo. — Olá, você está diferente hoje.

— Obrigado por reparar amigo. — Shiro sorria após observar o amigo.

— De nada, bem preciso ir pra sala. A aula vai começar. Você vem? — O jovem perguntava enquanto enxugava as mãos.

— Depois, tenho algumas cosias a fazer. — Shiro continuará a observar o amigo.

— Então até logo, só não se atrase. — Nakagawa saia correndo do banheiro em direção a sala.

Shiro começará a rir quando Nakagawa já estava fora do local. — Tão idiota, nem dá para acreditar que ele é um manipulador de chamas negras sagradas. — Viuva que ali estava em formato de aranha descia do teto até o ombro de Shiro segurando-se por uma teia.

— Este é o seu inimigo não? Enfim, prefiro-lhe assim com o cabelo descolorido, você fica mais bonito. — Viuva dizia mentalmente.

— Logo tudo acabará bem. Logo terei minha vingança. — Afirmou o jovem determinado a obter o que queria.

Depois das primeiras aulas, já estará na hora do intervalo onde todos descerão menos Nakagawa que de costume foi direto para o telhado da escola onde encontrará a gótica que estava junto a Issei e Akimi.

— Ora pessoal, quem é aquele mesmo? — Perguntava Issei em um tom irônico

— É o Nakagawa. — Respondeu Akimi encostada na grade

— Sim, de fato é o amigo daquele tarado que me queria, mas bem. O amigo dele está começando a fazer o meu tipo. — Afirmou Fuyumi olhando para o céu sentada no chão

— Não comecem, se puderem me deixar em paz eu agradeço. — O jovem sentava-se longe de todos, encostado na grade.

Logo uma brisa suave batia ali, fazendo com que os cabelo do Nakagawa "voassem" junto com o vento e o pessoal que estava ali fosse embora. Assim de repente surgindo a Yoko que assim que avistou o Nakagawa até onde ele estava.

— Você por aqui viado? — Indagou a garota enquanto olhava para ele

Nakagawa a olhou das cabeças aos pés e então disse:

— O que você quer comigo?

— Bem, eu não quero nada de alguém tão idiota. — Afirmou a garota com ar de deboche

Nakagawa se levantou, foi em direção a garota, colocou as mãos delicadamente no queixo da garota e beijou a bochecha da jovem depois sussurrando no ouvido dela. — Se eu sou idiota, então o que você é? — O jovem se afastou lentamente olhando para a garota sorrindo de canto pensando que poderia ter sido a melhor vingança, dando para ela carinho ao invés de palavras inúteis.

— H-Hmph! I-Idiota. — Logo a jovem ficará vermelha por causa da ação de Nakagawa.

— Se eu sou idiota, então você é uma pimenta, pois está tão vermelha que passou a tonalidade de tomate e pimentão. — O jovem segurou o riso se virou e ficou olhando para baixo encostando as mãos na grade.

Notas finais
— Nada como poder relaxar com um cigarro. — Afirmava Issei acendendo um cigarro e logo após começando a traga-lo — Ora. Você tinha prometido que não iria fumar Issei. — Afirmou Fuyumi cortando o cigarro de Issei no meio. — Tá pirralha! Sai daqui. — Issei saia pisando duro com uma raiva mortal de Fuyumi