Notas iniciais
Desculpa por estar um tempo sem postar, é que estou ficando sem tempo, escola começou e tals...

Shiro analisava Nakagawa, pensando no que a Fuyumi havia lhe dito em quanto só haviam sobrado eles no telhado da escola.

— Você deveria dar uma chance para o Issei, não acha Nakagawa? — O garoto dava uma breve sugestão para seu amigo — Talvez ele apenas esteja querendo ajudar, ou não... Depende muito da situação. — Shiro afirmava com um olhar perdido.

— Eu poderia ter acabado com tudo rapidamente, eu preciso ficar mais forte, mas tem alguém que ainda me chama atenção, ela parece um raio enquanto luta, algo um tanto assustador ou apenas eu esteja delirando. — Nakagawa dizia perdido em seus pensamento e sentindo-se um fracassado.

— Talvez, apenas penso em dragões, apenas vejo pensamentos paralelos, apenas quero ser eu mesmo.... — Afirmou Shiro e brevemente interrompido pela luz que a mão de Nakagawa emitia fazendo assim Shiro recobrar suas memórias e o selo que fizeram quando ele era mais novo ser quebrado, fazendo assim com que ele recupera-se a magia.

— Shiro, tenho que ir pra casa, mais tarde nos falamos. — Nakagawa saia correndo, em direção a própria casa se perguntando o que havia ocorrido, deixando Shiro para trás com um olhar confuso.

— O que será que deu nele? — Perguntava-se para si mesmo observando Nakagawa indo embora. — Isso foi muito estranho de tal forma, o que será que foi aquilo? — Shiro dizia enquanto caminhava.

Tudo parecia um pouco confuso naquele dia, Akimi e Issei sairam para um encontro, Nakagawa tentava descobrir o que havia ocorrido, Shiro estava se incomodando com muitas coisas.

Mesmo dia do encontro de Akimi e Issei, ás 20h45.

— Não consigo! — Shiro acordava suado. — Que raiva! Então essas são minhas verdadeiras lembranças? Esse realmente sou eu? Tudo por culpa dos pais de Nakagawa... Não! A culpa foi dele, todas as mortes que ocorreram! — Shiro dizia olhando para a sombra enquanto algo se aproximava dele.

— Mestre, senhor da escuridão, tudo que poderá ser de fato pior, aceite tu és assim, tua natureza tende a ser agressiva. — Uma mulher com vestes de aranha havia saido da sombra. — Me chame de Viúva, tu és meu mestre e eu sou tua serva, aquela que viverá ao teu lado, sou apenas o que chamam de familiar. Me entrego a ti de corpo e alma. — Ela sorria se aproximando do garoto e passando lambendo o pescoço de Shiro.

— O que você quer dizer com familiar? — O jovem perguntava sentindo um arrepio subindo pelas suas costas

— Com familiar quero dizer que posso ser tudo, sua arma, sua mulher, seu corpo, serei a teia que nos interliga, sei o laço mais forte, se confiares em mim nenhum mal o alcançará. — Ela o beija de língua.

O jovem para o beijo, a olha e em seus olhos é possível ver teias avermelhadas, mas um vermelho em tom de sangue. Horas se passam, ela conta a história de sua vida, conta sobre os magos e tudo que existe naquele mundo mágico.

— Entendi, Viúva. — O jovem ri psicodelicamente. — Minha vingança aos magos, logo poderá começar. Nakagawa, Annie, Akimi... Os dias deles estão contados. — O jovem se levanta da cama e ri psicopaticamente com as mãos no rosto caindo de joelhos.

Notas finais
O que será que ocorrerá com Nakagawa? O que será que ocorrerá com todos? Descubra no próximo capítulo. Irei tentar postar dois capítulos por semana.