Notas iniciais
Lemon com comedia...

–Uruha da pra você andar mais rápido... – falava o menor passos à frente do outro — Anda! – falou alto e autoritário.

–Ruki...- tentava chamar pelo o outro que parecia não dar ouvido, continuando seu caminho a passos acelerados.

–Vai logo! Não temos a noite toda...

–Sou eu que estou carregando a escada! – falou arrumando-a em seus braços — Que é pesada, espera! – gritou.

–Seu molenga, anda logo...

–Porra! Então carrega você! – falou parando e colocando a escada no chão.

–Não posso, eu não aguento... Sou pequeno... Por isso pedi pra você... – falou em tom meigo.

–Então não reclama, senão eu não te ajudo nessa idiotice. — voltou a pegar a escada e começar a andar.

–Não fala assim...

–Mas é... Nunca vi isso.

–Uru, eu tenho que fazer... Senão... – virou para trás, para olhar o amigo.

–Vai morrer virgem? Você só tem 18 anos, uma vida inteira pela frente...

–Não é por isso... Se bem que eu já vou fazer 19... – ficou pensativo — Estou ficando velho pra isso... — constatou — Mas você sabe o verdadeiro motivo. – voltou a andar

–Pessoas normais mandariam recadinhos, cartas, falariam pessoalmente, fariam até serenatas... E não diriam um ‘EU TE AMO’ dessa maneira Ruki...

–Mas se não for assim, eu talvez nunca consiga falar...

–Você já tentou?

–Já, e você sabe! Mas eu sempre gaguejo e mudo de assunto... Ele deve me achar um idiota. – bateu na própria cabeça.

–Eu acho! – levantou uma das mãos, quase deixando a escada cair. — Qualquer um acha.

–Uruha, você não esta ajudando... – olhou irritado para o loiro — Vamos para o fundo da casa... – falou ao chegar ao seu alvo — Põem a escada ali. – apontou para o lugar que ficava de baixo de uma janela.

–E se ele não estiver? –perguntou ajeitando a escada no lugar indicado

–Eu o espero...

–E se ele estiver dormindo?

–Eu o acordo... Ele vai gostar... – sorriu safado

–Tá assistindo muito Yaoi hein... – bateu no ombro do menor. — Ruki, e se ele estiver lá com alguém?

–Eu mato quem estiver com ele... – falou raivoso. — Agora vai, liga pra ele...

–Pra que?

–Vê se ele esta ai...

–Ruki...

–Anda Uruha, para de reclamar. – pegou o celular do loiro e discou o numero do outro, rapidamente entregando ele para o amigo.

–Alo... Reita... É o Uruha... Você está em casa?-assim que perguntou, viu Ruki se aproximar para ouvir a conversa.

–To sim... – respondeu

–Você está fazendo alguma coisa?

–Eu ia tomar banho agora, eu estou morto de cansaço, hoje o dia foi puxado, sabe?

–É, trabalho difícil hein?

–É sim... Só quero tomar banho e dormir.

–Sozinho?- perguntou em tom divertido, levando um olhar feio do Ruki.

–Uruha, você sabe que...

–É u sei, eu sei... –interrompeu o outro — Então tá bom. Depois a gente se fala...

–Você não queria nada?

–Ahh... É que você vai tomar banho, não é? Depois eu te ligo...

–Beleza então, vou indo.

–Tchau... –falou Uruha e desligou o telefone

–Pronto, ele está indo para o banho. –falou mostrando a língua para o menor.

–Agora eu vou, me deseje sorte...

–Eu ainda acho isso uma idiotice!

–Ahh Uruha, não fala isso... Vai dar certo!

–Tá, boa sorte!

Uruha segurou a escada para que o outro subisse, mas não resistiu a tentação em balançá-la, só pra ver a reação do menor. Sabia que ele não gostava muito de altura e sabia também que ele não o xingaria para não chamar atenção, então riu quando Ruki lhe mostrou o dedo do meio quando conseguiu chegar ao fim da escada.

A janela já estava aberta, então Ruki facilmente conseguiu passar por ela, acenou para que Uruha pudesse ir embora, e rapidamente o loiro se foi.

Olhou atentamente para o quarto do amigo, já esteve ali algumas vezes, mas hoje seria diferente.

Foi até perto da porta do banheiro e ouviu o som do chuveiro ligado, ficou imaginado como deveria ser lá, Reita pelado, molhado e... Balançou a cabeça olhando pra baixo.

–Não vamos adiantar as coisas... – teve que se controlar pra não olhar pela fechadura.

Foi até a cama de Reita e sentou-se sobre ela, constatando o quanto ela era macia e que seria muito bom dormir nela... Isso depois de fazer algumas coisas...

Sorriu de lado com o pensamento, novamente sacudindo a cabeça.

Esperou cerca de meia hora até que o outro loiro saísse do banheiro, olhando surpreso para aquele pequeno corpo na sua cama.

–Ruki?

–Oi Reita. – sorriu

–O que você faz aqui?

–Vim falar com você... – falou já sentindo o rosto esquentar, outro estava só de toalha.

–Eu ia perguntar como você entrou, mas eu me lembro de ter trancando a porte de chave e só a janela está aberta – olhou pra ela.

–Sempre fui fã do homem aranha... – sorriu.

–O que você quer?

–Falar com você, já disse...

–Fala então! – foi até o guarda roupa procurar algo para vestir.

–Espera! -falou alto indo até o outro.

Reita virou-se em sua direção, arqueando uma sobrancelha tentando entender aquilo.

–E-eu... É que eu...

–O que? Vou por uma roupa ai você fala...

–Não! – falou alto de novo puxando o braço do outro.

–Não estou estendendo Ruki...

–É que... Eu... Que bosta! – falou alto a ultima parte

–Que foi?

–Eu não consigo falar... Vai ter que ser assim mesmo... – ele ficou nas pontas dos pés e se aproximou do outro, pressionado seus lábios nos dele.

Reita arregalou os olhos, não imaginava que o pequeno faria algo do tipo, mas logo fechou os olhos, apenas sentindo os lábios macios do pequeno sobre os seus...

Após se separarem, Ruki permaneceu ainda perto do outro o olhando nos olhos.

–Você... Não vai precisar de roupa... Para o que vamos fazer... – falou corando um pouco.

Foi inevitável a surpresa de Reita.

Ruki por ter abaixado o rosto envergonhado, não pode ver o sorriso que se formou no maior.

Reita então levou uma mão até o queixo do pequeno, levantando seu rosto para encara-lo.

–Você usou drogas? — questionou

–Não!

–Bateu a cabeça?

–Reita...

–O que te leva a crer que eu vou transar com você? – perguntou incrédulo

–Eu... Você... – coçou a cabeça — Você resistiria a mim?

–Ohh, você está se achando agora... -riu

–Todos dizem que sou fofo, todos me querem... Por que não você? Por que você não pode me querer também? –falava em tom melancólico

–Se tantos te querem, vai atrás deles! – se soltou do menor.

–Não! Seu idiota... Eu só quero você... É por isso que estou aqui. Eu só queria que você sentisse o mesmo...

Reita permaneceu olhando o menor que agora estava com a cabeça baixa. Aproximou-se dele novamente, levantou sua cabeça vendo seus olhos cheios de lagrimas.

–Isso é tão chato! – suspirou — Embora você não tenha usado as palavras certas... Eu também te amo!

–O que? — perguntou confuso

–Não era isso que você esperava ouvir?

–Mas só se fosse de verdade...

–Você acha que é mentira?

–Reita... – o menor não teve tempo para responder, logo o loiro colava seus lábios nos dele, acariciando seu rosto com uma das mãos, enquanto usou a outra para trazer o pequeno corpo para mais perto do seu.

Aprofundou o beijo tendo o imenso prazer de sentir a língua do menor ainda tímida tocar a sua, de uma forma doce. Conhecia cada canto daquela boquinha tão perfeita, apreciava seu gosto único e deixava-se levar pela sensação prazerosa que aquele simples beijo lhe dava.

–Chibi... – falou separando-se do menor quando percebeu que ele queria avançar mais.

– O que?

–Não precisa... – foi impedido de falar pelo outro que tornava a beijá-lo com vontade – Ruki... – tentou se afastar mais uma vez, em vão. –Ruki, espera... – empurrou o outro pelo ombro, respirou fundo – Não precisa Ruki... Não precisa continuar com o seu plano, eu já disse que gosto de você também, não precisamos apressar as coisas...

–Ahh, espera ai... Você disse ‘meu plano’? Você... Você sabia? – perguntou espanatado

–Bem... Eu não costumo deixar a janela aberta... Tem muito marginal por ai...

–O Uruha... Eu mato, eu juro que eu mato! Eu vou cortar aquilo que ele tem...

–Hei, calma... Não é como se eu não soubesse... — coçou a cabeça – Ele só disse que você tinha decido me contar, e me falou como.

–Durante toda essa semana você sabia e falava comigo normalmente... Como você pode? – deu um soco no braço do outro.

–Oras, eu estava ansioso pra ver o que você faria... Não queria estragar. -riu

–Reita, você não presta...

–Eu não presto? Quem é que teve a ideia de invadir o quarto de alguém e transar com ele, só pra poder dizer que o Ama? –Ruki corou com o comentário.

–Mas... Bom, você disse que não queria estragar, então não estraga! –Mal terminou de falar, ele jogou seu corpo contra o do outro, o beijando e o empurrando pra cama.

–Se o Uruha te falou tudo... – cortou o beijo, se ajeitando em cima do outro. — Ele provavelmente disse o meu outro por que disso... – beijou-o novamente — E você não vai me negar isso Reita... Eu vou fazer 19 anos!! –falou alto o final da frase.

–Ruki, isso não é... – Ruki não o deixava falar, logo o beijando.

–Eu não vim aqui a troco de nada...

–Mas acabei de dizer que te amo também!

–Estou reclamando com a outra cabeça... – falou sem um pingo de vergonha

–Ruki! –Reita o olhou espantado – Quando foi que você virou isso?

–Quando pensar em você me fazia ir para o banheiro...

Reita não conseguia formular frases, Ruki sabia deixá-lo sem reação, ainda mais falando coisas desse tipo.

Ficaram se olhando por um tempo, Ruki ainda em cima do corpo do outro com suas mãos apoiadas em seu peito nu. Reita ergueu uma das mãos, acariciando o rosto do menor e depois levando a mesma pra seu cabelo, fazendo com que o rosto do menor se aproximasse do seu, logo o beijando.

Um beijo que deixou ambos sem ar.

Reita por um breve momento teve consciência de que não conseguiria discutir com Ruki, o pequeno provavelmente ia dar bons argumentos para ter o que queria...

–Me mostra como? –falou próximo ao ouvido do menor.

Ruki entendeu rapidamente o significado daquilo, levantando-se um pouco de cima do corpo do outro, ficando de joelho na cama e a vergonha que lhe fazia não conseguir dizer o que sentia pelo amigo, não o impediu nenhum pouco de tirar a própria roupa.

Reita se levantou um pouco, encostando-se ao batente da cama, olhando o outro apoiar-se sobre o joelho logo á sua frente, levando sua mão até seu membro. Começou a se tocar, excitava-se enquanto gemia o nome do loiro que estava atento a tudo que o fazia, ainda mais depois daquela lambida que ele deu no próprio lábio.

Reita também ficou de joelhos na cama, logo após tirar a toalha que usava, aproximando-se do menor que havia pendido a cabeça para traz em um toque mais ousado em si. Reita colou seus lábios no pescoço dele, dando algumas chupadas na região, indo de encontro a sua boca depois.

Ele levou sua mão até a mão do outro sobre sua ereção, tocando-o junto e aproximando mais seu corpo do dele, para que as duas ereções entrassem em contato.

–Eu também penso muito em você... – Reita pegou a mão do menor e a colocou sobre sua própria ereção.

Suas bocas se encontraram mais uma vez, num beijo muito mais prazeroso que os anteriores, suas línguas se chocavam com certa violência, um tentado ser mais ágil que o outro.

Reita segurou o menor pela cintura, fazendo seu corpo deitar-se sobre a cama, agora, ficando por cima.

Após cortar o beijo, ele começou a descer pelo corpo a baixo de seu, distribuindo beijos e chupões pelo caminho, ficou um pouco entretido com os mamilos do menor, fazendo-o gemer algumas vezes.

Voltou a beijá-lo, agora levando sua mão até a ereção do Ruki, recebendo uma mordida no lábio inferior em aprovação.

Começou a tocar o menor, o masturbando, fazia movimentos de vai e vem, às vezes tocando com certa força, sentindo o pequeno corpo arquear-se às vezes.

–Rei-chan... –começou a gemer o nome do mais velho, a cada toque mais ousado dele.

Se dependesse de Reita, ele continuaria com aqueles toques, pois estava adorando ver o menor repleto de prazer, com apenas isso, mas havia algo em si que lhe dizia que ele precisava de algo também...

Reita levantou-se um pouco da cama, deixando Ruki sem entender nada, ele foi até seu armário e começou a vasculhar por lá. O menor coçou a cabeça, ficando aflito e pensando se outro havia desistido logo agora, mas então Reita voltou carregando algo nas mãos.

–Pra quem não queria... Você até que está preparado... –falou fazendo Reita ficar corado.

–Dica do Uruha... –sorriu.

Voltou para cama ficando entre as pernas do menor. Olhou-o atentamente, vendo estampada em sua face toda a sua vontade.

Pegou um pacotinho de preservativo e já estava o abrindo quando teve sua atenção tomada pelo outro.

–Ah não Reita, assim eu não quero...

–Mas Ruki?

–Por favor, Reita...

Reita não estava em um estado que o permitia pensar muito, então ele atendeu ao pedido do outro, deixando seu preservativo de lado, pegando então um potinho de lubrificante e despejando uma pequena quantidade nas mãos, espalhando um pouco sobre seu membro.

Inclinou-se sobre o corpo do menor, voltando a beijá-lo.

Ruki deixou suas pernas circularem o corpo do outro, dando mais espaço para ele entre seu corpo.

Ainda beijando o menor, Reita desceu uma de suas mãos até entre as pernas dele, insinuando um de seus dedos em sua entrada, Ruki respirou fundo ao sentir aquele toque atrevido e gelado tão próximo.

Reita circulou a região sentindo o outro contrair o corpo, e em um beijo mais insinuante que deu no menor, ele aproveitou para invadi-lo.

Ruki gemeu entre o beijo ao sentir aquele dedo intruso em seu corpo, ele fechou os olhos e deixou às coisas acontecerem, pouco tempo depois, Reita adicionava mais um dedo e depois mais um.

Ruki segurou firme no braço do loiro o apertando forte, estava sentindo um grande incomodo e seu corpo parecia querer repelir aquilo, ele tentou se controlar, queria tanto aquilo que não podia desistir agora, só porque doía muito.

Ele procurou os lábios do outro, tentando escapar do que estava sentindo, neles, Reita os cedeu de boa vontade, o beijando e mexendo seus dedos minimamente. Depois de alguns movimentos, o corpo do menor parecia mais receptivo, já se movimentava um pouco na direção da mão de Reita, e o maior sentindo Ruki mais relaxando, retirou seus dedos de dentro de seu corpo e rapidamente posicionou seu membro em sua entrada, ergueu suas pequenas pernas, deixando-as em sua cintura.

Ruki o olhava meio apreensivo, mais em nenhum instante aquele desejo parecia sair do seu rosto.

Reita não perdeu muito tempo, aproveitou que o corpo do outro ainda estava relaxado e logo começou a introduzir seu membro nele, o menor gemeu alto e disse algum palavrão ao sentir o outro o invadindo, a dor que ele sentiu antes, não se comparava nem de longe com a de agora.

Fechou os olhos com força, mordendo o lábio pra não deixar sons mais altos saírem, suas mãos estavam presas no lençol da cama, apertando com força.

Reita inclinou-se para frente quando já estava completamente dentro do outro, a fim de beijá-lo, para entretê-lo um pouco.

–Reita seu... Idiota! –Ruki falou alto após o outro ter se movimentado, fazendo-o sentir um enorme desconforto.

–E... Eu, eu posso para se você quiser...

–Fica quieto! –Ruki deixou a cabeça cair um pouco pra trás e ficou olhando o teto pro alguns segundos.

Reita estava com as mãos apoiadas na cama, olhando as reações do outro que parecia ter paralisado.

–Ruki...

–Não vai passar, não é?

–Uhmm?

–Isso... Que eu to sentindo?

–Não, mas o prazer vai ofuscá-lo... –falou abaixando um pouco para lamber o pescoço do menor, que acabou gemendo com o movimento.

–Então, me faz sentir isso logo! – olhou no rosto do outro, ganhando um beijo quando seus olhos se encontraram.

Reita começou a se movimentar lentamente, indo e vindo, sentindo as unhas do menor arranharem seus braços, ele lambia e chupava algumas regiões do pescoço do menor, fazendo de tudo para deixá-lo mais confortável.

–Rei-chan... Pode ir mais rápido... –falou tocando o cabelo do loiro, que ainda chupava seu pescoço.

Reita inclinou-se um pouco, começando a se movimentar mais rápido gradativamente, saia e entrava fundo, cada vez com mais intensidade, vendo o outro morder os lábios a cada nova investida.

Estavam em um ritmo rápido, Ruki agora forçava seu corpo de encontro ao outro, já conseguia sentir o prazer pelo qual ansiava tanto... Agora, ele pedia para Reita ir ainda mais rápido. E foi o que ele fez, conseguiu deixar seus movimentos ainda mais rápidos, arrancando gemidos de prazer do menor, gemidos que ficaram um pouco mais fortes quando o loiro o tocou fundo na próstata, dando-lhe uma enorme sensação de prazer.

Continuou atingindo o mesmo ponto por mais algumas vezes, agora ajudando o outro a sentir mais prazer enquanto tocava seu membro, parecia que a qualquer instante ele chegaria ao orgasmo e depois de mais umas duas investidas de Reita, o menor deixou seu sêmen escorrer nos dedos do outro, corando ainda mais. Ele estava ofegante e já não tinha muito controle de seu corpo, alguns segundo depois Reita deixou-se abater pela carga de prazer, deixando todo seu prazer invadir o corpo do outro.

Quando seu corpo já não suportava mais se mover, Reita saiu do corpo do menor e deitou-se ao seu lado na cama, Ruki o envolveu em seus braços, beijando-lhe a cabeça, o maior ergueu um pouco o rosto para olhá-lo e o viu com as bochechas vermelhas, com suor escorrendo no contorno do seu rosto e um lindo sorriso nos lábios.

–Te amo Rei-chan... –falou tirando a franja do loiro de cima dos olhos dele.

–Te amo Ruki... – deu um beijo meigo no pequeno.

Passaram o resto da noite juntinhos na cama, Reita aninhou Ruki em seu peito acariciando vez ou outra seus cabelos e lhe dizendo o quanto estava feliz por estarem ali, juntos.

Ruki contente por estar ali com o outro, também lhe contou mais sobre seus sentimentos e vez ou outra corava por lembrar-se das idiotices que cometeu na sua frente.

Essa foi à primeira vez dos dois juntos, mas com toda certeza não seria a única, Ruki daria conta disso.

Fim

Notas finais
Eu não gosto muito desse titulo, mas não pensei em nada melhor u.u Bom, da primeira vez que postei essa historia, eu coloquei um aviso até que grande, dizendo basicamente "Usem caminha, previnam-se!' Então fica a dica. ^.~ Espero que tenham gostado.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!