Sympathy For The Devil 2
20 Desejo por fumantes
Notas iniciais
QUE PORRA DE TITULO É ESSE?!
Necessito urgentemente de um secretário(a) que titule os capítulos por minha pessoa. Grata.
MAS SÓ PRA CONSTAR DONA VANESSA EU NÃO PUS ESSE TITULO POR CAUSA DAQUELE MOTIVO. ENTÃO, NADA DE PIADINHAS SOBRE CHAVEZ E COELHOS, PVR.
Ah, ignorem o surto acima. Amigas lindas, só isso que digo.
É.
ENFIMMMMMM
ME AMEM PELO CAPITULO DE TODAY
SÓ ISSO QUE DIGO HIHIHI
é ISSO RANGERS
Enjoy it
Às vezes eu não consigo acreditar como todos caem na lábia de Cherrie e na minha não. Eu simplesmente não consigo aceitar isso.
Não é natural, sabe? Cherrie é a maníaca – sexual violenta e sádica do grupo, enquanto eu sou a responsável (pelo menos na maior parte do tempo) sem vícios e muitos problemas psicológicos. Não acho justo que todos cedam aos caprichos do pesadelo ruivo.
Mas se formos ver pelo histórico do pessoal, Cherrie entra na mesma categoria de problemáticos que a minha mãe, da tia Glister e o tio Axl. E absolutamente todos fazem o que minha mãe sugere. Glister manipula tudo e todos a seu favor. E o mesmo vale para tio Axl, que é só o rei do pedaço. Na boa, nascemos para viver com ditadores, não é possível.
Enfim, aqui estou eu, dentro de uma hidromassagem num banheiro de hotel cinco vezes maior que meu quarto, tentando por os pensamentos em ordem. O por que de eu estar num hotel e não desfrutando o conforto do meu lar? Simples, Cherrie fez birra, tio Axl pagou a fiança de Billie e como agradecimento ele decidiu que seria divertido passarmos uns dias no mesmo hotel que ele e a banda, para, sabe, mudar de ares.
Cherrie acampou na frente do quarto dele. Com duas caixas de preservativos e velas cor de rosa. E agora a pouco achei que ouvi ela por Elton John para tocar afim de criar um clima. Mas com Tiny Dancer, o único clima que ela pode criar é o de Billie começar a chorar.
Tirando a falta de bom – senso tanto do tio Axl por tirar Billie da cadeia, e tanto de Cherrie por querer comer ele, eu até que estava começando a me divertir naquela banheira. A espuma fazia bem para minha pele e o cheiro de incenso misturado com o de maconha – achei três rolinhos num armário e acendi para disfarçar o cheiro nauseante do incenso de morango – era suave e totalmente natural.
Liguei o botão para fazer espuma e suspirei de prazer. Quem precisa de um namorado quando se tem uma banheira vibratória com espuma e água quente? Eu poderia casar com aquela banheira. Sério.
Mas como sempre, momentos assim tem que ser atrapalhados de alguma maneira, como tudo na minha vida sempre foi.
- SAÍ DAÍ LOGO MITCHIGAN, CARALHO! – James esmurrava a porta – SABE, EXISTEM OUTRAS PESSOAS ANSIOSAS POR UM BANHO TAMBÉM!
- VAI EMBORA JAMES! – gritei de volta – EU FICO O TEMPO QUE EU QUISER!
Silêncio. Bufei soprando algumas espumas para longe de mim. Irmãos, por que tão idiotas?
Um barulho novo me chamou a atenção. Alguém mexia na fechadura.
Virei o rosto assustada, e depois de dois ou três cliques, a porta se abriu magicamente. James entrou tapando os olhos com a mãe.
- Mas... Como? – perguntei irritada.
- Um grampo. É fácil. Arrombei armários de professores a vida inteira. Vamos, sua toalha.
E me atirou uma toalha fabulosamente macia com as iniciais do hotel.
- Eu não terminei ainda – retruquei mal-humorada me levantando e me cobrindo com a toalha.
- Mitch, você está a mais de uma hora nessa droga de banheira vibratória. Sei que todos tem suas necessidades, mas ficar mais de meia – hora com algo que vibre não é saudável.
- Cale a boca – mostrei o dedo do meio para ele, algo que me pareceu estúpido, já que ele estava de costas e com as mãos tapando os olhos.
Com cuidado pisei no brilhante chão de mármore, tomando cuidado para não escorregar e morrer ali mesmo.
- Espero que a água quente tenha acabado – falei antes de fechar a porta atrás de mim, deixando meu irmão a sós com a banheira.
Sai pelo mega – ultra closet em direção ao quarto que eu dividia com a Cherrie. Duas camas de casal, com massagem, TVs de plasma com programação paga, internet de graça e um telefone só para pedir comida. Não tinha como ficar mais perfeito.
Saltitei até minhas roupas, amontoadas na cama e as vesti. Estavam amassadas, e cogitei sair em busca de alguma camiseta do hotel ou da Cherrie. Eu sabia que ela tinha camisetas extras, por que tia Glister, diferente da minha mãe, se preocupa em mandar mudas de roupas extras para a filha, caso ela precise.
Mas acho que a Cherrie não vá precisar. Se ela continuar tocando Elton John do jeito que está, uma hora ou outra Billie vai estourar e mandar ela entrar logo de uma vez. Com esse raciocínio em mente, peguei a maxi T-Shirt dela do Led Zeppelin e vesti.
- Roubando roupas da amiga? Que feio...
Foi uma reação exagerada, eu confesso. Mas tendo a ter reflexos rápidos e violentos quando pega de surpresa.
Dei um murro no cara atrás de mim.
- AI! CARAMBA!
- Damian! – falei surpresa – O que está fazendo no meu quarto?
Ele massageava a bochecha.
- Por que diabos toda vez que eu te encontro levo socos ou pontapés, hein?
- Desculpe – falei sem – graça – Tenho reflexos bons.
- Reflexos... – ele resmungou e em seguida xingou em francês – Ok, estou bem.
- Você não devia estar ligando para seu pai vir te buscar? – perguntei seca.
Ele deu os ombros.
- Ele não quer vir me buscar.
Pais, sempre tão amorosos com as crias.
- Não imagino por que – comentei cruelmente.
- Como se você fosse uma pessoa melhor – ele retrucou – Zick também ficou, mas por que aparentemente o pai dele foi pego na blitz da lei seca.
- Que lindo – reconheci – Ele está bem?
- Ah, sim, mas está sem o carro, então Zick está bastante deprimido.
- Zick é um idiota legal. Coitado.
Damian arqueou as sobrancelhas.
- Concordo em partes com você – disse frio.
Ficamos em silêncio enquanto eu fechava a mochila de Cherrie.
- Você não me respondeu por que está aqui me enchendo.
- Ah, é mesmo. Me esqueci – ele pareceu voltar de algum pensamento – Eu queria saber se você gostaria de sair para comprar alguns cigarros comigo. Os meus acabaram.
- Você devia parar com isso. 8 entre cada 10 americanos são dependentes de algum tipo de droga, e anti-depressivos, álcool e cigarro estão inclusos.
Ele ignorou.
- Tanto faz. Eu preciso deles. Quer vir?
- Por que não chama o Zick?
- Ele está assistindo Gossip Girl no hall do hotel – ele disse com uma careta – Não acho que queira perder o episódio de hoje para ir comprar cigarros comigo do outro lado da rua.
- Está passando Gossip Girl? – perguntei – Eu perdi os últimos episódios e...
- Você assiste Gossip Girl? – ele perguntou incrédulo.
- Não – ri – Estou zuando com sua cara.
- Certo – ele riu, embora não acho que tenha achado graça – Então, quer ir ou não?
Dei os ombros.
- Mas temos que sair em silêncio, por que James não me quer ver andando com você.
- James nem vai saber de nada. Eu prometo.
Nunca gostei de promessas. Sempre são quebradas ou esquecidas.
Mas tudo bem.
- Se é assim, então vamos – falei saindo do quarto. Ele foi atrás de mim. Parecia fazer questão de se manter o mais próximo de mim possível. E eu não reclamei, por que o cheiro de menta dele era incrível.
Descemos até o hall do hotel, onde Zick parecia atento aos dramas de Blair e Serena, tanto que nem nos notou.
- Que carro legal – comentei observando o conversível preto parado em frente ao hotel.
- Gostou? – Damian perguntou como quem não quer nada.
- É bonito.
- Então vamos levar – ele decidiu indo até a porta do carro e a arrombando.
- O alarme imbecil! Vamos para a cadeia! – surtei.
- Se tocar, temos cinco minutos pra correr. O alarme toca em até cinco segundos. Cinco... quatro... três...
Engoli seco. Nenhum barulho.
- Dois... Um... e voìla. Sem alarme.
De fato o carro não tinha alarme. Cheguei perto.
- As damas primeiro – ele abriu a porta e fez um gesto irônico.
- Por que precisamos de um carro para ir comprar cigarros do outro lado da rua? – questionei. Damian me enfiou para dentro do carro.
- Quero te mostrar um lugar antes – ele disse simplesmente saltando para o lado do motorista.
- Um lugar? – falei desconfiada – Para onde...
- Você faz muitas perguntas. E não arregale os olhos assim, eles me dão medo.
Franzi o cenho. Damian deu partida no carro depois de alguns ajustes nuns fiozinhos coloridos e arrancou.
- Você está indo muito rápido! – reclamei
- É assim que se dirige na França, gracinha.
- Você sabe dirigir? – perguntei esperançosa.
- Defina dirigir.
- OH MEU DEUS, VOCÊ NÃO SABE! – berrei em pânico.
- Eu sei. Meu pai me ensinou algumas coisas, tipo, frear e desviar.
Isso é animador.
Ele entrou pela avenida em frente ao píer de Santa Mônica.
- Vai me levar na praia? Que clichê! – falei.
- Odeio areia. – ele disse – Quero te levar para outro lugar.
- O letreiro de Hollywood? Vi uma vez num filme, eu adoraria ir e...
- Não. Vamos num lugar melhor.
- Casa de prostituição?
- Mitchigan?
- Sim?
- Fique quieta, por favor.
- Idiota – resmunguei ligando o rádio e abrindo o porta luvas do carro – Hey, tem cigarros aqui.
- Perfeito! – ele vibrou de emoção – Quantas caixas?
- Duas Malboro e um isqueiro.
- Eu respeito o dono dessa belezinha – ele disse alegremente entrando com o carro numa rua deserta. Meu primeiro pensamento foi: Oh, serei estuprada. Que legal.
- Esse era o lugar? – fiz muxoxo – Que patético.
- Eu já te contei da do meu tio? – ele disse tranquilamente saindo do carro e me ajudando a pular junto – O irmão da minha mãe? Ele era um pária, doido, escritor e hoje é viciado em vinho, apostas e cocaína.
- Que história de vida.
- Pois é. E ele deixou uma casa vazia aqui. Desabitada. Ainda tem as coisas dele, mas estão meio acabadas.
- Seu tio não deveria ser francês?
- Ele é francês radicado nos Estados Unidos. Minha mãe também é, mas ela preferiu voltar à França.
Empurramos o portãozinho de ferro que rangeu e Damian derrubou a porta com alguns chutes.
- O letreiro é mais limpo que isso – comentei – Por que me trouxe aqui?
- Por que... – ele se aproximou perigosamente de mim, me puxando pela cintura – A policia fica rondando o letreiro atrás de pervertidos. Não queremos ser presos, queremos?
- Roubamos um carro – ri – E não seriamos presos no letreiro. Não somos pervertidos.
- Quem disse que não? – ele sussurrou no meu ouvido – Eu queria um lugar com paz para, sabe, terminar aquele dia.
- Não devíamos nem ter começado – repliquei.
- Não foi o que seus gemidos disseram – ele sorriu malicioso me erguendo do chão e novamente me prensando contra uma parede. Qual era a da sua obsessão com paredes?
- Damian, vamos no carro – pedi manhosa – Essa casa me dá arrepios.
Ele riu. Safado.
- É conversível – avisou – A rua não é tão deserta assim.
- Ninguém vai nos ver – mordi o lábio inferior – Vamos lá, roubamos o carro pra que?
- Faz sentido – ele reconheceu me ajeitando nos braços e me carregando de volta ao carro. Ele praticamente me atirou no banco traseiro.
- Quanta delicadeza – suspirei.
- Confortável, Mitch? – ele foi irônico. Abriu a porta e se pos em cima de mim.
- Minhas costas agradecem ao banco de couro – fiz graça.
Ele me beijou ferozmente. Retribui com a mesma ferocidade. Ele apertava meus peitos e eu, apressada, escorregava minhas mãos nervosas até a sua virilha.
- Hey, calminha aí – ele disse – Nem tiramos a roupa ainda!
- Então tira! – ordenei brava tirando a camiseta de Cherrie e dando a visão privilegiada do meu busto para ele.
- Bem... WOW, por que se escondeu nessas camisetas todo esse tempo?
- Não tenho só você de tarado correndo atrás de mim – provoquei o ajudando a tirar a camiseta preta.
- Quem são os outros – ele perguntou me dando leves mordidas no pescoço.
- Frank e... – gemi – Damian... Não...
Ele descia os beijos por toda a extensão do meu corpo.
- Isso é tortura, babaca – bufei. Ele sorria.
- Não se preocupe, depois é seu turno.
...
...
...
- Eu não acredito que perdi minha virgindade logo com você – falei divertida. Damian me olhou de canto. Fumava o terceiro Malboro.
Eu fumava meu primeiro. Havia transado e fumado num só dia. Nunca quebrei tantas regras.
- Eu não acredito que não me contou que era virgem. – ele parecia magoado.
- Por que eu contaria? Só ia te dar neura.
- Bem, eu poderia ter feito melhor, sabe, é sua primeira vez.
- Foi ótimo, Damian – confessei – A melhor primeira vez que qualquer garota possa ter pedido.
- Eu não tenho culpa se sou o melhor no que faço.
- Engraçadinho – ri.
Soltei a fumaça.
- E aí, é tão ruim fumar?
- Um pouco. Mas com o tempo parece acostumar.
- Quer outro?
- Pode ser – soltei outra baforada e tossi um pouco – Me sinto uma chaminé.
- A chaminé com o mais belo par de peitos que já vi.
- Geralmente cafajestes apelam para os olhos e o sorriso, mas você parece ser bem direto, Damian.
- São bonitos mesmo. Não consigo parar de pensar neles.
- Damian! – briguei – Não sonhe com meus peitos! Que doente!
Ele gargalhou. Fumamos a outra caixa de malboro e Damian disse que para o nosso bem, era melhor voltarmos para o hotel antes que dessem falta da gente. Deixamos o carro no beco para não levantar suspeitas, e do meu celular pedimos um táxi.
Já passava das duas da manhã quando chegamos no hotel. Subimos em silêncio até nosso andar e Damian fez questão de se despedir.
- Não quer que eu te leve até seu quarto?
- Sei como chegar lá – bufei o beijando – Não seja grudento, por favor.
- Você é quem manda, capitão – ele bateu continência – Até amanhã.
- Até – fui indo até o apartamento 48. Não ouvi mais Elton John, sinal de que Cherrie tenha tido sorte na conquista também.
Abri a porta e acendi a luz, me deparando com um casal na cama. O cara, de cabelos bagunçados e armados se mexeu.
Por um momento muito assustador, cogitei ter achado meu pai e minha mãe transando na minha cama, mas assim que o cara levantou o rosto do travesseiro pude ver que por mais semelhante, aquele era o James.
- James?! – perguntei. Ele coçou os olhos. Um bolo se mexia ao seu lado.
- Hum? Mitchigan? – ele bocejou perdido. A menina ao seu lado se levantou, cobrindo-se com o lençol, e eu quase enfartei quando vi a cabeleira laranja cobrindo o rosto.
James e Cherrie haviam se pegado.
NA MINHA CAMA!
Notas finais
FICOU
1
COCÔ.
Mas pelo menos eu tentei. LE BOA AÇÃO DO SÉCULO.
Mentira. Não sou boa nessa porra mesmo. Foda-se.
ANYAWAY, FICO ESPERANDO MEUS REWIENS GATZOS E PROVAVELMENTE MUITO SURTADOS.
CHERRIE E JAMES
NA CAMA DA MITCHIGAN
OH WAIT, LOLIS CHEIROU COCAÍNA.
Cheirei mesmo. HAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUA
Ok, é isso Lolis Rangers
Kissus nos cús :)
Fale com o autor