Sympathy For The Devil 2

6 Confissões de uma Cherrie nua e crua


Notas iniciais
A VACA DEMOROU MAS CHEGOU!
Demorei mesmo. Mas venho humilde e modesta me redimir com mais 1 capitulo :)
Quem tem Cinemax/TNT (Não lembro o canal :)) e é 1 pervertido daqueles que descobre a senha de acesso para os canais e filmes adultos sabe no que eu inspirei o titulo. É.
E quem é puro, eu explico. Confissões da America nua e crua é 1 programa com temática adulta mas sem MUITA sacanagem.
Prefiro assistir Emmanuelle 6. É.
Ah, hoje tem NOTAS FINAIS! U_U É!
Enjoy it!

Eu nunca havia visto minha mãe tão perturbada desde que eu passei pela minha fase de boy bands.

Ela se mantinha andando em círculos pela sala, com os braços cruzados e uma expressão perigosa.

Meu pai, com sua guitarra, sentado no sofá, a dedilhava indiferente.

- Ah... Vocês estão bem? – perguntei com a voz fininha e cuidadosa. James, atrás de mim, arrastava um Damian aparentemente confuso e semi – acordado.

Minha mãe me encarou surpresa.

- Por que não estaríamos? – sorriu forçada. Meu pai riu seco.

- É. Estamos ótimos – ele completou – Sua mãe não me atirou da janela, como podem ver.

Ela se limitou a olhar-lo friamente.

- É. Eu não joguei. Ainda. – retrucou lacônica e ácida.

Meu pai fez uma careta e já ia responder, quando James chamou a atenção.

- O que fazemos com Damian? – perguntou deixando o corpo do garoto cair no chão.

- Liga para sua tia Evie, Mitch — minha mãe pediu vindo em direção de Damian – E diz que achamos o Damian.

- Eu falo do pequeno acidente...?

Ela fez um gesto de desprezo.

- Não é importante por ora. Só diga que achamos ele.

- Ah, tudo bem...

Fui até o telefone e disquei o numero da casa da tia Glister. Provavelmente ela ainda devia estar segurando a pobre tia Evie a base de bolinhos.

O telefone chamou.

- Alô? – a voz do outro lado da linha atendeu.

- Maddie? – me surpreendi. Maddie não fazia o tipo que atendia telefones. Por um simples motivo: Ela não saia do quarto para atender quando tocava.

- Não. Lord Voldemort, trouxa. – ela respondeu sarcástica. Aposto que revirou os olhos.

Bufei.

- Certo então Tom Riddle, o mestiço, pode ver se a Evie ainda está ai?

- É Lord para você, e a tia Evie ainda está aqui.

- Ah, que bom.

Silêncio.

- Só isso que queria saber? – Maddie parecia impaciente.

- Não sua babaca! Vai chamá-la!

- Diga a palavrinha mágica.

- Avada Kedrava.

Em questão de segundos ouvi a voz doce e clara da tia Evie.

- Mitch, querida!

- Ah, oi tia Evie. Eu liguei por causa do Damian.

O tom da sua voz mudou.

- Onde aquele idiota cabeçudo se meteu? Onde?

- Tia Evie... Calma...

- Mitchigan, me diz agora onde está meu filho!

- Aqui em casa – respondi rapidamente.

- Na sua casa?

- É...

- Hum... – ela parecia levemente desconfiada – Ele está bem?

Dei uma olhada no estado de Damian, agora no sofá, vegetando.

- Bom... Pelo menos ele está vivo...

- Ah Meu Deus! O que aconteceu?

- Acho melhor você ver com seus próprios olhos, tia... – falei calmamente.

- Vocês mataram meu Damian! – ela surtou antes de desligar o telefone ruidosamente.

Pus o telefone de volta no gancho.

- E então? – minha mãe questionou pondo uma toalha na cabeça de Damian.

- Eles estão vindo.

- Eles o quê, Mitchigan?

- Estão vindo, mãe.

- O que diabos você falou, criatura?

- Que ele não estava morto... – sorri sem graça. Meu irmão deu um tapa na testa.

- Não acredito! – ele reclamou – Não era para falar nada!

- Queria o que, James? – retruquei – Se você é tão bom com palavras, liga e desfaz o engano!

A campanhia tocou antes mesmo de eu concluir meu raciocínio.

- Não dá mais tempo! – James disse em pânico.

Minha mãe foi até a porta e ficou na ponta dos pés para enxergar pelo olho mágico.

- Glister está junto... – ela gemeu – Com toda a família.

Ah, que ótimo.

Minha mãe abriu a porta e Tia Evie entrou histericamente.

- Onde está meu bebê?!

- No sofá, Evie. – minha mãe indicou o corpo de Damian jogado no sofá de veludo vermelho.

Tia Evie soltou um gritinho agudo e foi ver o filho. Tio Izzy, logo atrás, não parecia dar a mínima para o estado do filho.

- Onde é o banheiro, Draffy? – ele perguntou.

- Terceira porta a esquerda – ela apontou – Não mexa nas revistas do James.

Tio Izzy sorriu orgulhoso e bagunçou os cabelos de James e foi saltitante até o banheiro.

Quero ver a reação dele quando descobrir que as tais revistas são edições antigas da Mad e quadrinhos do Garfield. E não a Playboy do mês.

Minha mãe jamais deixaria Playboys no banheiro. Por isso, James escondia as dele numa caixa, escondida dentro da sua gaveta de meias.

- Hey Mitch! – Cherrie cumprimentou alegremente – Onde está o morto?

- Ele não está morto... – rolei os olhos – Antes estivesse.

- Senti tensão no ar... – Claire comentou entrando.

Meu irmão sorriu malicioso. Claire o olhou irritada.

- Tensão, seu tarado. Não tesão.

- Ah claro... Tensão... – ele continuava sorrindo da mesma maneira psicótica.

Claire bufou e saiu de perto.

- Não entendo as garotas... – James disse com fingida tristeza. Cherrie acertou um peteleco no seu braço.

- Caí fora, Hudson – ordenou.

Meu irmão mostrou a língua para ela e foi atrás de Claire, provavelmente para encha-la ainda mais.

- James está certo – revelei. Cherrie me olhou como se eu tivesse usado drogas.

- Tomou os anti-depressivos da sua mãe de novo? – ela parecia preocupada – Ou andou comprando maconha com aqueles garotos da lanchonete?

- Estou falando sério, Cherrie! Eu não nos entendo, nós, garotas!

- Mitchigan... Você sabe que existem clinicas de reabilitação especializadas em adolescentes viciados e...

- Cherrie!

- Ok! Eu paro. Conte o porque dessa sua opinião totalmente machista e depreciativa para todas nós.

- Não vou contar aqui. Tem gente demais.

Cherrie sorriu perversamente.

- Sua tigrona! Aquele papo de ‘Eu odeio ele, espero que ele morra’ era só fachada, hein!

- Cherrie?

- Diga.

- Se mata, por favor.

Ela riu e meu deu tapinhas nas costas.

- Finalmente desencalhou! Eu sempre achei que você não tinha esperanças mas...

- Cherrie, cale a sua boca!

- Calma aí, tigresa! Sexo é algo absolutamente normal! Vocês usaram camisinhas, não usaram?

- CHERRIE!

- Por que se não usaram, eu recomendo que você tome aquelas pílulas do dia seguinte. Eu tenho umas na bolsa, já que eu andei tendo que usar por causa do seu irmão e...

- Cherrie! Espera aí, você e meu irmão... James e você? QUE NOJO SUA DOENTE!

- Não era para ninguém saber, mas agora que você já gritou... – ela revirou os olhos – Vamos para o seu quarto, quero saber detalhes.

- De quê?

- Da sua primeira vez, oras.

- Não teve primeira vez, Cherrie!

- Ah é? Então já foi? Com quem? Cara, se foi com o nojento do Frank, eu te deserdo como amiga.

- Cherrie! Nunca ouve nada! Eu nunca transei!

Acho que falei isso um pouco alto demais, já que todos na sala se viraram para mim.

Fiquei vermelha. Cherrie ria. Desgraçada.

- Nem sozinha, Mitchigan? – ela zombou.

- Cherrie! – Tia Glister brigou horrorizada com os conhecimentos gerais da filha. Eu queria enfiar minha cara dentro do aquário de cobras do meu pai e deixar elas comerem meu rosto.

Cherrie sorria.

- O que foi, mamãe? Falei algo de errado?

Tia Glister parecia pronta para mandar a filha desta para melhor.

Cherrie, percebendo o perigo, correu para o segundo andar, me largando com a maior cara de imbecil na sala.

- Eu vou subir e matar ela. E depois me matar. – avisei correndo pela escada.

Parei na porta do meu quarto. Cherrie estava deitada na minha cama, folgada e risonha.

- Sua vaca! – acusei – Devem achar que eu sou uma maníaca sexual agora!

Ela não deu a mínima.

- Quanta inocência... – debochou – Sua conversa de menina pura não me convenceu.

- A única coisa que houve entre mim e aquele idiota foi um beijo! Contra minha vontade, ainda!

Ela sorriu cruelmente.

- Mitchigan tem namorado! Mitchigan tem namorado! Ele é o D-A-M-I-A-N!

- Ele não é meu namorado!

- Vocês se beijaram.

- Você transou com meu irmão e não são namorados por causa disso.

Ela se calou. Ponto para mim.

- Eu não transei com ele.

- Ah não? – ri – Quem foi então? Sua bolsa?

- Foi a Claire.

A CLAIRE?

- A CLAIRE? SUA IRMÃ?

Cherrie assentiu descontraída.

- Ela me pediu as pílulas e eu emprestei.

- Oh Meus Deus, meu irmão transou com a Claire!

- Que mágico, não? – ela ironizou.

Eu ainda estava processando aquela informação no cérebro.

- Mas... Isso não explica o fato de você ter pílulas!

- Eu tenho para emergências.

- Emergências?

- É, Mitchigan. Eu tive que comprar por que a mula do Zick comprou uma camisinha escrota e rasgou no...

- O ZICK? CHERRIE, O ZICK?

Ela deu os ombros.

- E daí?

- Quando foi isso?

- Há umas três semanas.

- E como eu não fiquei sabendo?

- Não era para ninguém na face da terra ficar sabendo! – ela ralhou – Então, de bico calado!

- Só se você não comentar sobre mim e o Damian.

- Feito. E aí, como ele beija?

- Acha que eu vou lembrar de algo assim? Eu estava ocupada o xingando mentalmente – menti descaradamente.

Ela arqueou as sobrancelhas.

- Sei... Xingando...

Atirei meu travesseiro na cara dela.

- Ai! – ela reclamou. Ri.

- Posso te perguntar uma coisa?

- Pergunta – ela disse se fingindo de emburrada.

- É grande?

- O que é grande?

- O Zick.

Ela me olhou maliciosa.

- Por que você acha que rasgou?

Gargalhei.

- Você não presta, Cherrie.

- Eu sei disso. Eu sei disso...

Notas finais
CHERRIE PASSANDO O RODO GERAL!
E James comendo a meia -irmã dela. NÃO PODE. JAMES ME COME!
Ok, eu paro.
Certo, vamos lá, Lolis Rangers:
QUEM QUER 1 POV DRAFFY NESSA FAROFA LEVANTA O BRACINHO!
Andei pensando em fazer 1 POV dela, falando da relação dela com o TESUDÃO - Também conhecido por Slash 100çualizante - e o que ela sente com essa nova AMEAÇA PEITUDA VINDA DE 1 VÓRTICE ATEMPORAL.
Falo muita merda. Na real, não sei nada desse negócio de tempo - espaço/buraco de minhoca. Nadinha.
Era isso ^_^
Preciso falar que QUERO meus rewiens gatzos? Hein?
HAHAHAHAHA
Bjs
Lolis