Notas iniciais
EU.SOU.1.VACA.POR.DEMORAR.
Estou postando escondida, ok? A risco de ser pega E MORTA pela minha DOCE mãe.
O que a gente não faz por um livro do Slash... Vou resumir a situação.
Eu pedi o livro do Slash + Minha mãe sabe ser vaca e chantagear também = 2 SEMANAS SEM INTERNET OU NADA DE LIVRO MOCINHA!
Por isso, acho que a Nessa, minha best 100çualizante vai postar pra mim, os capítulos. É.
Não vão se livrar de mim, isso eu garanto.
Ah, não me arranquem partes do corpo pelo capitulo :) Acho que é o mais hilário até agora.
Ou não , né?
Vamos parar de talkear e ir ao que interessa.
Enjoy it!

Damian encostou os lábios nos meus e puxou minha nuca de encontro com a boca dele. Delicado? Sempre.

Eu bem que tentei morder a língua dele, mas a idiota da Cherrie tinha razão. As vezes, beijar, pode ser divertido.

Mas ela não conta, por que quem ela beija nasceu da mesma mãe que eu nasci.

- Mitchigan?

Meu pai. Ferrou.

- Pode abrir a porta? – ele parecia irritado.

Empurrei o senhor charmoso contra a parede e sai correndo para a sala. Ele veio atrás, como se nunca tivesse acontecido nada.

- O que você está fazendo aqui? – me desesperei encostando na porta e abafando as batidas impacientes do meu pai – Vai embora!

- Eu vou – ele disse fumando mais um cigarro. Sério, ele queria perder os pulmões por acaso? – Assim que você abrir a porta.

Abri minha boca surpresa com tamanha audácia e burrice.

Tipo, era o meu pai na porta! Não o coelhinho da páscoa, por favor! E por mais que meu pai não parecesse dar bola com essas coisas de pessoas de sexo diferentes em mesmos ambientes, eu suspeitava que comigo seria diferente. Principalmente que por um motivo estranho, eu era a garotinha do papai.

- Você é retardado? – sussurrei horrorizada – Ele vai arrancar sua língua fora seu maníaco sexual!

Damian arregalou os olhos e pos a mão na língua.

- Minha... Minha língua?

Assenti ainda perturbada.

Ele pareceu notar a roubada que se metera.

- Certo, o que eu faço? – ele se desesperou.

Olhei para a escada.

- Tive uma idéia. Me segue – subi as escadas na velocidade da luz com ele atrás de mim.

Entramos no meu quarto. Ele sorriu malicioso. Franzi o cenho.

- Não me obrigue a gritar falando que tem um tarado em casa – avisei. Ele engoliu seco.

Abri minha janela e dei uma olhava para ver se tinha movimento naquela parte do quintal.

A campanhia tocou furiosa.

- Pula! – falei em pânico.

- Pular? – ele repetiu – Está louca?

- Pula antes que eu te jogue! – gritei. Ele suspirou nervoso e subiu na minha janela, pondo os pés na telha de forma cautelosa.

- Eu vou morrer.

- Vai logo! – o empurrei telhado a baixo. Ele gritou escorregando pelas telhas.

- Sua desgraçada! – praguejou. Eu ria da cara de aflito que ele fazia.

- Thauzinho Damian! – fechei a janela brscamente e corri de volta para baixo.

A campanhia já devia estar viciada a essa altura.

- Já vai!

Girei a chave na maçaneta e abri, revelando meu pai extremamente zangado e minha mãe e meu irmão dentro do carro.

- Ah, ela abriu? – James revirou os olhos tirando os fones de ouvido – Amém!

- O que você estava fazendo? – meu pai perguntou desconfiado.

- Ah... – olhei para os lados a procura de idéias – Eu... Eu estava... Estudando.

Minha mãe arregalou os olhos e meu irmão explodiu em risos.

- Até eu minto melhor! – ele gargalhava.

- Mas eu estava mesmo! Estudando química!

Minha mãe arqueou as sobrancelhas.

- Certo. Química...

- Você não estava com ninguém, Mitchigan? – meu pai quis saber – Eu ouvi um berro.

- Fui eu.

- Não parecia você.

- Mas fui eu. Eu... cortei o dedo na folha do livro.

- E precisava daquele escândalo – minha mãe se impacientou. Ela nunca teve muita paciência para nossos dramas. Por exemplo, quando James quebrou o braço – na verdade ele teve o braço quebrado – misteriosamente após sair com a namorada de Bruce Monks, ela nem se deu ao luxo de mostrar penitencia. Apenas deu um pouco de morfina para o garoto e o levou para por o gesso.

- Bem, doeu – me defendi.

Eles foram entrando na casa.

- Por que tanta desconfiança? – perguntei tentando parecer inocente.

- Bom, na mesma hora que você saiu, o Damian sumiu também – minha mãe explicou.

- E eu não vou a cara daquele garoto – meu pai deixou claro, ganhando um olhar reprovador da minha mãe.

- Achamos que tivesse acontecido alguma coisa. Você não o viu?

- Não vi mãe – falei tentando parecer certa daquilo.

- Que estranho o que será que aconteceu com ele e...

Minha mãe foi cortada por um berro vindo da rua e um barulho de pneus cantando.

...

...

...

- OH MEU DEUS! – minha mãe gritou.

O corpo desmaiado do infeliz Damian jazia entre a calçada e a rua. Um carro vermelho estava parado perto.

- Cara... – meu irmão mantinha os olhos arregalados – Ele morreu?

Ah, eu espero.

- Não sei – respondi vaga.

Meu pai e minha mãe correram até o corpo do garoto. E enquanto meu pai o puxava para o jardim, minha mãe batia no vidro do carro assassino.

- Você não tem responsabilidade? – minha mãe gritava em síncope. A porta do carro foi aberta e de lá saiu uma mulher peituda e ruiva.

Nunca vi minha mãe fazer uma cara de nojo tão feia. Nojo e surpresa.

- Eu machuquei o pobrezinho? – ela se perguntou.

- Ah, ele só desmaiou – meu pai ironizou do jardim, cutucando Damian, inerte, com o pé.

A ruiva sorriu aliviada.

- Ah que bom! – disse alegremente – Seria péssimo matar meu novo vizinho antes mesmo de conhecê-lo.

- Como assim vizinho, cara pálida? – minha mãe perguntou piscando atormentada.

- Ah, eu não disse? Eu sou a nova vizinha! Comprei essa bela casinha ali.

A casa de frente a nossa já havia pertencido a pelo menos sete pessoas diferentes. Todas se mudaram para o mais longe o possível. Nunca entendemos por que.

- Opa! Você é nossa vizinha? – James o tarado veio como um cãozinho atrás do dono – Sou James, querida.

Minha mãe deu um tapa na nunca dele.

- Ai, mãe!

Ela o fuzilou com o olhar.

A perua riu.

- Deixe o pobrezinho. Sou Perla Ferrar, amorzinho – disse se inclinando em James, que fez uma cara engraçada.

Pervertido.

- O seu nome é Perla Ferrar? – minha mãe repetiu escandalizada.

- Perla Ferrar? – meu pai correu para o lado da minha mãe – Perla? De Miami, janeiro de 1987?

- Saul Hudson? – ela disse e depois sorriu agradavelmente surpresa – Slash? Como não te reconheci? Você não mudou nada!

Meu pai praticamente inchou com aquele ego já enorme.

- Ah... Você que não mudou, Perla...

- Graham! – minha mãe tossiu chamando a atenção dos dois – Sou Draffy Hudson. A esposa do Saul.

Ênfase no Hudson e no esposa.

Perla sorria falsamente para minha mãe.

- Ah... Você é a esposa dele? – ela disse com desprezo estampado na voz – Nunca ouvi falar de você, Drica.

- É Draffy, Pérola.

Perla a olhou feio. As duas se encaravam ameaçadoras, como leoas que disputam a carne.

No caso, a carne ali era meu pai. Ou James. Eu ainda não tinha certeza.

- Ahm... – meu pai parecia ter notado o clima nada pacifico entre as duas – Acho que vou ver se Damian ainda está vivo...

- Parado ai mesmo – minha mãe o puxou de volta – De onde você conhece essa... fulaninha aí?

Meu pai engoliu seco.

- Foi antes de te conhecer, querida.

- Não interessa – minha mãe o cortou – Quero saber de onde conhece ela, e não de quando.

- Dividimos os quartos durante uma viagem dele para Miami – Perla provocou. Minha mãe respirou fundo.

- Isso é verdade, Saul?

- Talvez, é... Hum... Não acha que devíamos ver o garoto e...

- Eu vejo pra você, pai – James disse estupidamente, ganhando um olhar de desespero do meu pai.

- O James vê – minha mãe confirmou. James sorriu mais uma vez para a tal Ferrar e foi alegremente chutar delicadamente as costelas de Damian.

- Acorda, cacete – ele perdia a paciência.

- Você vai mata – lo – revirei os olhos. James deu os ombros e continuou tentando acordar Damian.

- Mas, Draffy, você entende que eu sou casado com você, certo? – meu pai perguntou incerto. Perla o olhou friamente e minha mãe parecia um pouco convencida.

- Entendo... – ela balbulciou. Ferrar voltou a sorrir cinicamente.

- Então, não teremos problemas como vizinhas, certo?

- Não – minha mãe disse simplesmente. Se tinha uma coisa que minha mãe nunca mudava, era sua sinceridade em deixar claro para as pessoas que ela não gosta delas.

Por isso ela nunca teve problemas para mentir para colegas. Ela somente dizia que não gostava deles e eles não a irritavam mais. Por medo, creio eu.

O sorriso de Perla se esvaeceu e meu pai franziu o cenho.

- Fique longe da minha casa e do meu marido, vadia.

E saiu marchando imponente de volta para a casa.

Meu pai ficou numa situação no mínimo constrangedora.

- Ela é assim mesmo – ele tentou explicar para Perla – Mas você vai ver, ela é ótima e...

- Eu não imaginava que você estaria casado com alguém tão possessiva, Saul... – a Perla distribuiu veneno.

Meu pai foi responder, mas ela já entrava no carro e o manobrava para estacionar na sua garagem.

- Ele não acorda! – James avisou apontando para Damian, com a cara afundada na grama – Talvez ele tenha ficado tetraplégico e não esteja conseguindo falar por que não consegue se virar...

- Então vira ele! – meu pai disse irritado entrando em casa e batendo a porta atrás.

Ficamos olhando.

- Eles vão se matar – James disse solenemente.

- Com certeza...

Notas finais
FACAS.TOCHAS.SANGUE.
PERLA FERRAR ARRASANDO NA RUA DA DRAFFY! FOGO NAS VADIAS!
Ah, pra constar, eu não gosto da dona Perlita :) É a vida...
Em 1 capitulo o que minha mente é capaz de fazer:
- Atropelar o galã
- Corrigindo: 1 VADIA atropelar o galã
- Essa vadia ser a ex-atual-no-fuso-horário-tempo-espaço que a Draffy vive, do tesudão do Slash.
- Ela dar em cima do Slash.
MUHAHAHAHAHAHAHAHHAA
Ah, só pra constar. Gente, o Damian NÃO MORREU! KKKKKK Ele tá lá no hospital esperando cada 1 de vocês na cama. É.
Ok, parei. Parei.
Ansiosos para o próximo, Lolis Rangers?
NOSSA, SE MATA MARIANA POR POR POWER RANGERS NO MEIO.
Eu assistia. Mesmo.
Até o próximo cambada!
Bjs
Lolis