Sword Dragon
1 O inicio
Era uma noite fria, a lua estava cheia maior do que de costume, o gramado balançava de acordo com o vento batia nele, estava muito frio, eu estava dentro de casa com minha mulher e minha filha, nos estávamos sendo aquecidos pela lareira quando de repente o céu se clareou e o chão tremeu, parecia que a terra estava repartindo-se ao meio, ordenei que minha mulher e filha se escondessem enquanto eu abria a porta para ver o que estava acontecendo ali, ao sair de minha casa vi uma grande cortina de fumaça subindo em meio ao gramado.
Ao olhar para trás via minha mulher e filha olhando amedrontadas, enquanto eu caminhava em direção aquela fumaça, via uma espada penetrada no chão e um jovem garoto ao seu lado, sem nenhum tipo de vestes, o menino tinha o cabelo grande, mas não dava pra saber o quanto era grande, a cor do cabelo são pretos. me perguntei o que significava aquilo, me aproximava daquela espada, a luz do luar refletia na mesma dando pra ver o quanto ela era afiada, sua lamina tinha um desenho de dragão azul a rodeando, o cabo da mesma era de um ferro muito pesado com uma coloração negra, apesar de seu cabo ser extremamente pesado estava coerente com o peso de sua lamina, pude sentir a empunha-la.
Após isso percebi que aquele garoto não era nenhuma ameaça, então chamei minha mulher e filha para ajudar a leva-lo para dentro.
– Shaylie, ajude-me aqui.
Joguei a espada no chão, aproximei-me do garoto junto com minha esposa Shaylie, e pedi a minha filha para guarda a espada em lugar seguro. Carreguei o garoto junto com Shaylie colocando-o em cima da cama, minha esposa tocou-lhe na testa, e afirmou que ele estava com febre.
– Balta, ele esta com muito febre.!!!! Marceline prepare uma vasilha com água morna e me trague toalhas limpas! – Gritava para sua filha no qual estava no celeiro guardando a espada do homem desconhecido.
– Está bem, mãe. – Respondia a garota enquanto voltava do celeiro.
Marceline então fechava a porta para que ninguém entra-se e logo ia abrindo a porta de casa para assim rapidamente começar a aquecer a água, enquanto sua mãe estava conversando com o seu pai.
– Querido, não acho que ele irá sobreviver a está febre. – afirmou Shaylie
– Tente fazer o que poder. – Então sai do quarto caminhando ate a lareira.
Muitos dias se passaram desde que acolhe aquele garoto, sete dias para ser exato.. Na tarde desse mesmo dia o garoto acorda.
– PAI! O ELE ACORDOU ! – Gritava Marceline correndo até curral onde seu pai se encontrava guardando o feno.
Caminha rapidamente ate minha casa, entrando nela chegava rapidamente onde o garoto se encontrava, vendo o mesmo sentado na cama, de cabeça baixa meio desnorteado com uma das mãos no rosto..
– Onde eu estou? – Perguntou o garoto..
– Deveria começar agradecendo, minha mulher e filha cuidaram de você por esse tempo todo. – retrucou Balta meio irritao – Qual o seu nome? De quais dos setes reinos você é? — pergunto Balta pegando uma cadeira a arrastando ate a frente do garoto se sentado nela
– Não sei meu nome, não lembro de nada.. – Ele levantava o rosto olhando para o velho o homem que estava na sua frente, ele vestia uma causa cinza, e pano fino, junto com uma camiseta branca com um suspensórios que seguravam suas calças, ele tinha cabelos loiros, e curto, e uma pequena barba, para a sua idade ele tinha um porte físico forte.
– Está bem, lhe apresentarei a minha família – Disse Balta se levantado da cadeira – Shaylie, Marceline, venham aqui. – gritou.
Entrava no quarto uma mulher que aparentava ter mais ou menos quarenta anos vestida com um vestido preto de mangas curtas, junto com ela entrou uma menina de cabelo curto, e lisos e negros, seu cabelo eram acima do ombro, seus olhos eram tão negros como seu cabelo, a mesma trajava uma saia, e uma blusa de mangas longas.
– Oi!! Meu nome é Marceline, tenho quinze anos – Falou a menina se aproximando dele.
– Marceline, não se afobe. – Disse Shaylie segurando na gola da blusa da menina a puxando levemente para trás a afastando do menino – Meu nome é Shaylie, sou mãe dessa menina, e esposa do Balta.. Desculpe pelos modos da minha filha, como pode ver, ela é muito afobada..
– Onde vocês me encontraram? — Disse o garoto se alevantando com um pouco de dificuldade.
– Nós lhe encontramos lá fora junto de uma espada muito estranha. – Balta dava um sinal para sua filha trazer a espada, ao perceber o sinal a menina corria indo busca a espada que ela tinha escondido. – Onde você conseguiu tal espada?
– Não sei, deixe-me ve-la – Retrucou o garoto, no mesmo momento Marceline chegava trazendo com ela a espada, ao ver a espada seus olhos brilharam por um leve estante vindo algumas imagens a sua mente.
As imagens eram de um vulcão que envolta era banhado por um oceano de larva, os céus estavam pretos. Embaixo do vulcão tinha uma caverna que ao entrar via um imenso lago de larva, o teto da caverna eram sustentadas por colunas das pedras do próprio vulcão, nele tinha um ferreiro que o mesmo não podia ver seu rosto, mas via claramente o que o tal ferreiro fazia, ele estava segurando uma grande bacia de ferro, que dentro dele tinha uma garra enorme, tão grande que poderia dizer que era de um dragão, levando a vasilha para o lago de larva fazendo a garra derreter depois usando para forja a espada.
Depois de todas essas imagens passa pela cabeça do mesmo, ele sentiu uma grande dor de cabeça, o mesmo levou uma das mãos ate sua testa fechando seus olhos, ficando com um expressão de dor em seu rosto, quando Marceline o viu ficou preocupada, e falou para sua mãe.
– Mãe ele não parece bem...
– Eu estou bem, só senti uma pequena dor.. Deve ser o cansaço — Disse ele.
– Vamos o deixar o garoto descansar – Disse Shaylie.
– Está bem, mãe. – Disse colocando a espada no canto da porta.
Todos saiam do quarto, a Marceline foi a ultima a sair, enquanto fechava a porta dava os ultimos olhares no menino, seu rosto expressava preocupação.
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