Sweet Secret
2 Lembranças
Notas iniciais
Boa-leitura
Três dias se passaram desde que Stefan havia encontrado Katherine na floresta. Damon e seu irmão ainda não tinham conseguido nenhuma melhora com Elena, a vampire continuava fria como uma pedra, já haviam tentado de tudo, até tortura. Bonnie continuava buscando um meio de ajudar Katherine e ao mesmo tempo, se livrar de Silas sem trazer os seres sobrenaturais de volta.
Durante os três dias, Stefan percebia que Katherine continuava abatida e frágil. A ida de Elijah tinha machucado-a muito. Era assustador para o Salvatore, que assim como todos, via a duplicata como alguém cruel e agora vê-la daquele jeito. Mas estando naquele estado, a vampira mesmo sem querer, mostrava que ainda tinha sentimentos, que sofria como qualquer um, que também tinha um ponto fraco.
– Você tem que beber. – O Salvatore mais novo estendeu a bolsa de sangue para a morena pálida na cama. – Há três dias que você mal sai dessa cama, vamos Katherine, reaja!
A vampira continuava deitada, seus olhos castanhos, que antes tinham um certo brilho, agora pareciam opacos e ela também estava pálida. Todo o sangue que ingeria, botava para fora. Sentiu os olhos encherem d’ água, estava triste demais para fazer qualquer coisa. Não falava com quase ninguém, a não ser Stefan.
O rapaz colocou a bolsa de sangue no criado-mudo e aproximou-se da duplicata, colocou o rosto dela entre suas mãos. Ela deu um sorriso fraco. Em três dias ele já via uma mudança nela, já se preocupava com ela e não queria vê-la daquele jeito. Katherine não queria preocupá-lo, mas também não sabia como reagir.
– Ele não merece as suas lágrimas. – Ele disse, ergueu uma das mãos que apoiavam o rosto delicado dela e secou uma lágrima que escorria. – Se ele te amasse, teria ficado pra você, teria ficado por você. – Continuou. – Elijah te cobrou tanto uma mudança e não te ajudou a mudar, tudo bem, querer que você mudasse para melhor, mas ele não te deu chance para isso, ele não esperou, foi simplesmente embora e seguiu em frente... Ele pode até ter te amado, mas não foi o bastante, não foi oque você merecia, pelo o menos não foi oque ele demonstrou.
Ela abaixou a cabeça e ele delicadamente colocou o dedo em seu queixo e subiu. O rosto da morena já estava sendo aos poucos banhado pela as lágrimas.
– Não abaixe a cabeça, nunca mais. Não sei se oque eu acabei de dizer foi o certo, não sei se ele te amava, eu não estava no coração dele para saber isso, mas... Você se declarou, ele não acreditou e foi embora, você veio atrás dele em Mystic Falls e mais uma vez, ele te deixou. Chega de correr atrás. – Ele disse, sua voz era séria, mas também tinha preocupação e carinho. – Nestes três dias eu pude conhecer uma nova Katherine, eu conheci a doce Katerina que todos sempre falavam, seu sofrimento serviu para algo, mostrar que você ainda tem sentimentos. Se fosse a Katherine que eu conheci, teria ido embora sem demonstrar nada, mas dessa vez não, pelo oque eu percebi, você não demonstrou só a dor de ter perdido o homem que ama e sim demonstrou toda a dor guardada para si, tudo que você fez questão de deixar trancado... Mas agora está na hora de parar, levantar a cabeça e seguir em frente.
Stefan suspirou e puxou a vampira para seu colo. Aninhou-a em seu peito e ela encostou a cabeça no mesmo. O Salvatore sentiu lágrimas quentes em seu peito, não iria falar nada por enquanto, ela precisava por tudo para fora.
Ele apenas acariciava os cabelos castanhos. Katherine parou de chorar e olhou o vampiro, mas o rastro das lágrimas ainda estavam presentes.
– Eu nã-o sei como fazer isso. – Ela confessou com a voz chorosa. – Não sei mais como viver sem ele.
– E quem disse que precisa fazer isso sozinha? Eu vou estar ao seu lado.
A duplicata abraçou o rapaz com força e ele abraçou-a de volta, passando toda a proteção que ela precisava.
[...]
A morena sentiu os pelos se arrepiarem com o contato da água fria com sua pele. As lágrimas caiam silenciosas enquanto ela se lavava, queria parar de chorar, mas guardar tudo para si seria pior e ela sabia disso. Já tinha guardado toda a dor por tempo demais. Suspirou fundo sendo tomada pelas as lembranças.
FLASHBACK ON
A morena sorriu ao bebericar o drink cor de rosa. A música estava a todo vapor, pessoas dançavam, conversavam e outros até se agarravam. A boate era uma das melhores e maiores de toda a cidade, também era muito bem frequentada a maioria dos ali presentes, praticamente nadavam no dinheiro. Katherine olhou para um canto escuro e sorriu vendo seu amigo, Will, fazer um rápido aceno com a cabeça. Ela levantou-se atraindo muitos olhares masculinos.
Praticamente desfilou até o loiro que sorriu maliciosamente. Uma garota loira passou por eles e o rapaz puxou-a pelo o braço.
– Não grite. – Ele compeliu-a e a moça apenas balançou a cabeça concordando.
Os vampiros a arrastaram para o canto mais escuro e sem movimento.
– Primeiro as damas. – O vampiro sorriu maliciosamente para a morena que revirou os olhos e puxou o pulso da loira, mordendo-o em seguida.
O loiro afastou os cabelos da garota e mordeu-a. Os dois deliciavam-se com o sangue da jovem. Katherine largou o pulso da loira e sorriu para o amigo, que parou oque fazia pegando a morena pelo os cabelos um pouco acima da nuca, fazendo a vampira gemer e olha-lo nos olhos. As bocas levemente sujas pelo o sangue.
– Las Vegas nunca seria a mesma sem você, vadia. – Ele sorriu malicosamente antes de tascar um beijo nela.
As línguas em uma batalha sem vencedores ou ganhadores. O sangue da garota misturava-se no beijo ardente trocado pelos os vampiros. A morena não perdeu deu tempo e colocou uma mão nas costas dele embaixo da camisa arranhando-o, a outra mão enroscou-se em seus cabelos. Já Will tinha uma de suas mãos nos cabelos castanhos dela e a outra apertava suas costas.
Ela puxou o lábio inferior dele arrancando um gemido do vampiro. A Petrova aproximou-se da orelha dele e mordeu sensualmente, fazendo-o rosnar e apertar mais ainda suas costas, encostando ainda mais seu corpo no dela.
– Viva a Las Vegas, baby. – Ela sussurrou sensualmente.
E voltou a morder o pulso da garota. Em pouco tempo a loira começou a ficar pálida.
– Vá da um jeito no ferimento e se alguém perguntar, você caiu e se machucou. – A vampira compeliu-a e a garota apenas assentiu, saindo logo em seguida.
– Você me deixa louco. – Ele sussurrou rouco puxou-a pela a cintura colocando-a contra a parede. Ele capturou mais uma vez os lábios macios da vampira, suas mãos passeavam por todos os lugares possível do corpo dela, enquanto as delas uma estava em sua nuca e a outra arranhava o peitoral definido dele.
A música mesmo de longe ainda era alta. Puxou o rapaz para a pista de dança, os corpos mexiam-se numa sincronia perfeita de acordo com o ritmo agitado.
– Preciso ir ao banheiro. – Ela disse e rapidamente desapareceu da vista do loiro.
Katherine sorriu ao olhar sua imagem no espelho. O vestido preto e curto acentuava muito bem com as belas curvas, a maquiagem composta uma sombra clara com um toque de preto no final e um fio de delineador, deixava-a ainda mais bela, não que precisasse de maquiagem para ficar bonita. Seus cabelos, antes presos a um rabo de cavalo, agora caiam como cascatas em suas costas.
http://www.polyvore.com/cgi/set?id=82167368&.locale=pt-br
Sorriu ao retocar o batom vermelho sangue e voltar rapidamente a pista de dança. Revirou os olhos ao ver Will se agarrando com uma ruiva.
– Você não perde tempo. – Ela sorriu voltando a dançar.
O vampiro sorriu largando a ruiva, que saiu bufando e foi até a morena.
– Ciúmes? – Ele indagou com um sorriso presunçoso.
– Não sonhe tão alto, a queda pode ser maior ainda. – Ela riu sensualmente e ele puxou-a para si, começando uma dança sensual.
A música agitada estava presente ali, o loiro colocou as mãos na cintura dela enquanto a morena mexia-se em perfeita sincronia.
– Que tal pegar uma bebida? – Ela disse no pé do ouvido dele. – Vamos Will, seja cavalheiro.
Ele riu e balançou a cabeça negativamente.
– Só você mesmo. – O rapaz disse indo em direção ao bar.
Katherine sorriu, ela estava feliz, há alguns meses Klaus havia largado do seu pé, pelo o menos, não havia dado nenhum sinal de que estava por perto.
Seus olhos percorreram o bar e por um pequeno vislumbre, seus olhos encontraram um par de olhos castanhos extremamente familiares. A morena ficou trêmula ao perceber de quem se tratava, Elijah, que ao contrário dela e de sua expressão de medo e surpresa,ele sorriu e ergueu o copo que continha Whisky, numa espécie de cumprimento.
Katherine saiu de seu transe e sorriu para o original, não poderia demonstrar medo perto dele. Ela caminhou até o vampiro.
– Quanto tempo, Elijah. – Ela sorriu.
–Faz realmente um bom tempo desde nosso último encontro. – Ele bebericou o Whisky.
– Oque faz em Las Vegas e em uma boate? Achei que você não frequentava esse tipo de lugar.
– Não é um lugar ruim, gostei daqui, e afinal, ninguém resiste às tentações da cidade do pecado. – Ele sorriu de lado. – Não precisa ficar com medo, Katerina, não vou fazer nada contra você, isso é problema seu e do meu irmão.
A morena espantou-se, ele a conhecia bem e sabia quando ela estava com medo, mas por um lado, ficou aliviada, já vivia fugindo de Klaus, fugir do irmão dele não seria algo muito bom.
– Você continua muito bonita.
– Obrigada, você também não está nada mal.
Will aproximou-se dos dois e entregou o copo com a bebida a morena.
– Quem é seu amigo? – O loiro perguntou para a duplicata.
– Sou Elijah Mikaelson.
– William Brandon. – Ele apertou a mão do original em um rápido cumprimento.
– Então... Estão juntos? – O original perguntou como quem não quer nada, mas estava se mordendo de curiosidade para saber a respostar.
O outro vampiro riu e balançou a cabeça negativamente.
– Bem que eu queria, mas... Katherine não quer nada sério com ninguém.
Elijah apenas sorriu e bebericou a bebida em seu copo.
– Vamos dançar? – Katherine perguntou para Will que assentiu, estar na presença de Elijah por algum motivo deixava-a meio nervosa, não por medo — porque o original havia acabado de dizer que não faria nada contra ela e Elijah não quebrava sua palavra -, pois sabia que o original nunca a faria mal, era algo diferente.
O loiro assentiu, deram um rápido tchau a Elijah e foram para a pista de dança novamente. Uma música sensual tomava conta, Will começou a passar as mãos pelo o corpo da morena, nada muito ousado, apenas de acordo com a música.
Katherine olhou para Elijah e seus olhares se cruzaram, ela rapidamente desviou o olhar, mas pode perceber que ele conversava com uma loira peituda. Revirou os olhos e voltou a olhar para Will, que a beijo e ela retribuiu. Abriu os olhos ainda beijando o loiro e olhou para Elijah, que os olhava, ele parecia com... Ciúmes?!
Ela mordeu de leve lábio inferior de Will que gemeu. Quebraram o beijo e continuaram a dançar.
– Você me deixa louco. – O loiro rosnou no ouvido dela.
Ela riu e depositou um beijo no pescoço dele. A morena deu uma rápida olhada para o original e sorriu marotamente ao ver que ele os olhava com uma cara de dar medo.
Depois de dançarem muito, Katherine resolveu beber algo no bar, avisou a Will e foi sentar-se. Logo o barman anotou seu pedido e trouxe-o. A duplicata bebericou o Whisky enquanto observava a movimentação.
– Já parou de se agarrar com seu amiguinho. – A voz grave falou em seu ouvido fazendo-a arrepiar.
– Elijah. – Ela virou-se e sorriu. – Ciúmes?
Ele riu sem humor e ela aproximou-se dela, roçou de leve seus lábios nos dele e o vampiro ficou tenso, querendo ou não, ela sempre causaria um certo efeito nele.
– Eu ainda te deixo louco não é? – Ela perguntou sensualmente.
Katherine estava provocando-o e ele sabia disso, seria mentira dizer que ele não gostava desse lado provocativo dela.
– Como nunca outra deixou. – Ele rosnou e colou sua boca na dela.
Foi como se fosse uma explosão de emoções acontecesse, a língua dele pedia passagem e ela cedeu de imediato. Saudades, desejo, e muito mais se misturava naquele beijo.
Sentiam mais falta um do outro do que imaginavam. Foram poucas as vezes que estiveram juntas, a primeira vez aconteceu uma noite antes da transformação dela, foi tudo perfeito, cheio de amor e carinho.
A segunda vez foi alguns anos depois, ela ainda fugia de Klaus e Elijah já não seguia o irmão. E então depois disso, eles ficaram algumas vezes e nunca mais se viram, não até o dia que ele a viu na tumba.
Uma das mãos dele apertava as costas dela enquanto a outra estava em sua cintura. Katherine por sua vez, tinha as mãos no cabelo dele desalinhando-o. Suas línguas travavam uma batalha sem vencedores ou perdedores.
Exploravam a boca um do outro com desejo, ele pode perceber que os lábios dela não mudaram nada, continuavam macios, mas o beijo dela havia mudado, não era mais aquela simples e inocente garota, havia mudado e se tornado mulher, porém seu beijo continuava doce e inocente, mas também estava mais sexy do que nunca. Quebraram o beijo por falta de ar, mas continuaram com as testas coladas.
– Senti falta dos seus beijos. – Ela confessou.
Ele sorriu, também tinha sentido falta, não só dos beijos, mas de tudo.
Katherine olhou para a pista de dança e viu Will olhando para os dois, parecia estar com ciúmes. Ela deu um rápido selinho no original e seguiu sorrindo para a pista de dança. Deixando Elijah confuso.
– Ciúmes? – Ela indagou prendendo o riso.
Will revirou os olhos.
– Não precisa ficar assim. – Ela acariciou o rosto dele. – Tem pra você também.
Katherine beijou-o, ele no começo não cedeu, ainda estava com raiva, gostava dela mas sabia que ela não havia nascido para ficar amarrada, pelo o menos, não até achar quem amasse verdadeiramente.
Ele cedeu o espaço que a língua dele pedia, ela envolveu seu pescoço com as mãos e ele rodeou sua cintura. Não era o beijo de Elijah, mas gostava do beijo de Will.
Elijah olhava aquilo com raiva, mesmo que ele soubesse que com Katherine, talvez nunca conseguisse prever suas atitudes, mas ela o surpreendia demais e daquela vez não tinha sido bom, talvez ela quisesse provocá-lo e se quisesse, estava conseguindo.
[...]
Elijah esperou que ela estivesse sozinha e viu a oportunidade perfeita para confrontá-la quando Katherine foi ao banheiro. Ele passou despercebido e abriu a porta do banheiro feminino e por sorte, só havia Katherine lá.
A duplicata pulou de susto ao ver o original parado ao lado da porta com uma cara séria.
– Você quer me matar de susto? – Ela disse irritada.
O original apenas ignorou-a e fechou a porta, trancando-a em seguida. Foi até ela e enroscou sua mão nos cabelos, puxou fazendo-a gemer.
– Você estava querendo me enlouquecer? Primeiro nos beijamos e depois você fica se esfregando com aquele desgraçado. – Ele rosnou e ela sorriu.
– Alguém ficou com ciúmes. – Ela disse. – Mas acho com quem me esfrego ou não, isso não é da sua conta.
Elijah puxou mais ainda os cabelos dela e ela gemeu.
– Você é minha, Katerina. – Ele falou com a boca quase se encostando à dela.
Ela colou sua boca na dele e ele cedeu espaço para a língua dela, o beijo tinha desejo, raiva e mais. Em um movimento rápido ela livrou-se do blazer preto dele. Em uma rapidez descomunal, ele prensou-a na parede, uma das mãos dela arranhava as costas dele e a outra estava enroscada em seus cabelos.
Elijah ainda tinha uma mão nos cabelos dela e a outra apertava todos os cantos possíveis. Katherine tomou um pequeno impulso e prendeu as pernas na cintura do original, roçou seus sexos fazendo-os gemer durante o beijo.
Ele colocou sentada na grande pia e apertou a bunda dela. Quebraram o beijo e ele desceu a boca para pescoço dela, dando beijos e mordidinhas.
– Só eu te deixo assim. – Ele sussurrou no ouvido dela fazendo-a arrepiar.
– Elijah. – Ela gemeu e apertou ainda mais as pernas em volta dele.
Voltaram a se beijar, ele acariciava as coxas dela, cintura e qualquer outro lugar que alcançasse, deixando-a cada vez mais excitada. A morena desabotoava os botões da camisa social que ele usava e logo estava no chão.
Katherine parou de beijá-lo, distribuiu beijos e mordias por seu pescoço e tórax. Ao chegar lá arranhou arrancando mais um gemido do vampiro. Ela desceu a mão até o grande volume entre as pernas dele, acariciou fazendo-o fechar os olhos e gemer.
Ele abriu os olhos e olhou-a, suas mãos foram para os seios dela, ainda cobertos pelo sutiã e o vestido – e apertaram de leve fazendo-a pender a cabeça para trás e gemer.
Elijah beijou-a novamente, ele nunca se cansaria de beijá-la e com ela não seria diferente.
Duas batidas foram proferidas na porta, eles pararam de se beijar e se entreolharam.
– Desculpem atrapalhar, mas eu preciso usar o banheiro. – Uma voz feminina falou do lado de fora.
– Terminamos em outro lugar. – Ele sorriu ao pegar sua camisa e vesti-la.
Pegou o blazer e colocou-o, saíram do banheiro e seguiram para fora da boate.
[...]
Seguiram para o apartamento de Elijah no carro do mesmo. Ele mal abriu a porta e já estavam se atracando. Chegaram ao quarto dele aos beijos. Ele parou de beijá-la e com a mão livre agarrou os cabelos dela fazendo-a olhar em seus olhos.
Ela não estava entendendo nada.
– Diga que você é minha. – Ele pediu e ela sorriu.
– Não sou de ninguém. – Ela respondeu e ele rosnou.
– Vamos ver. – Ele disse.
http://www.youtube.com/watch?v=iG-abIa0eDM
Então em um movimento rápido, jogou-a na cama e ela ficou apoiada nos cotovelos. Rapidamente livrou-se do blazer, sapatos e ficou por cima dela. A vampira desabotoou os botões da camisa dele e tirou-a.
Suas mãos passeavam pelo tórax definido e ele gemeu. Colocou-a de joelhos na cama e fez o mesmo. Desceu o zíper do vestido dela e tirou-o.
Elijah ficou atrás dela e com uma mão levantou os cabelos, expondo a nuca onde teceu uma mordida. Distribuiu beijos e mordidas por seu pescoço e ombro. Os gemidos dela ecoavam, som que ele nunca cansaria de ouvir.
Chegou ao fecho do sutiã e abriu, virou-a para e com uma mão massageava um seio dela e colocou a boca no outro.
Ela pendeu a cabeça para trás e gemeu alto, sua intimidade deu mais uma fisgada ao sentir a língua de Elijah contornar um de seus mamilos. Com uma mão ela agarrou os cabelos dele.
Elijah trocou, dando um mesmo tratamento a um seio o que deu ao outro. Num movimento inesperado ele levantou-se da cama e abriu uma gaveta do criado-mudo.
Ela olhou-o irritada e ele sorriu, fechou a gaveta e tinha um objeto nas mãos.
– Oque você está pensando em fazer com isso? – Indagou surpresa com as algemas nas mãos do original.
– Vamos brincar um pouco. – Ele sorriu de lado e ficou por cima dela fazendo-a deitar.
Pegou as mãos delas ergueu-as, abriu as algemas e colocou nela, prendendo a mão a outra parte na cabeceira. A Petrova puxou a algema, mas ela não quebrou, olhou irritada para ele.
O original pegou a outra algema e prendou a outra mão dela na cabeceira da cama.
– Elijah. – Ela rosnou.
– Nem tente quebrar, foram enfeitiçadas por uma bruxa.
Ele sorriu e chegou perto do ouvido dela.
– Diga que você é minha e eu te solto. – Ele sussurrou fazendo-a arrepiar.
– Nunca.
– Veremos. – Ele sorriu.
Elijah livrou-se de sua calça e passou a beijar o pescoço dela, uma de suas mãos foi para um dos seios dela e apertou de leve fazendo-a morder os lábios. Ele deu um chupão no pescoço dela fazendo-a quase gritar.
Katherine ergueu um pouco o quadril fazendo com que os sexos se tocassem, ambos gemeram, mas Elijah colocou as mãos na cintura dela e fazendo-a deitar.
– Eu que mando aqui. – Ele disse.
Katherine bufou, odiava ser dominada por homens, sempre odiou, ela gostava de estar no comando.
Ele beijou-a, desejo, era oque tinha ali, além de raiva da parte dela. Katherine o beijava com fúria e ele entrava no jogo dele, ela era selvagem e ele amava esse lado dela.
O vampiro parou de beijá-la e desceu para o seu pescoço, onde teceu beijos, mordidas e chupões.
Seus beijos desceram e ele chegou à barriga dela, onde mordiscou e beijou. A respiração da vampira ficava cada vez mais acelerada.
Chegou até a calcinha dela, ele deu um beijo na intimidade dela que ainda era coberta pela a peça de renda preta. Deixou as pernas dela arqueadas e mordeu a parte interna de uma das coxas.
– Por favor, Elijah. – Ela suplicou e ele sorriu maliciosamente.
Ele tirou a calcinha dela com a boca e olhou-a melhor, continuava linda, até mais.
– Tão linda. – Ele disse e ela corou. – Você também fica linda quando cora.
O original sorriu e beijou-a, depois desceu para sua intimidade.
Percebeu clitóris dela inchado clamando por atenção.
Elijah ficou com a cabeça entre as pernas da morena e pressionou o clitóris com o polegar. Katherine mordeu os lábios e ele foi com uma mão até um dos seios dela apertando o mamilo, fazendo-a soltar um grito baixo.
Elijah penetrou-a com a língua e com o dedo brincava com seu clitóris. O corpo dela se contorcia. Os gemidos de Katherine o enlouqueciam, e ela sentia prazer com ele como nunca sentiu com homem nenhum.
Katherine gritou quando sentiu um beliscão sendo desferido em seu clitóris. Elijah sentiu que ela estava prestes a gozar e afastou-se, fazendo-a soltar um gemido de desaprovação e olhando-o surpresa e com raiva.
Ele sentou-se na cama.
– Você só tem que dizer. – Ele falou e acariciou seu membro por cima da cueca.
Ela gemeu, precisava tocá-lo, precisa ser tocada ou enlouqueceria de tanto tesão. Elijah rapidamente livrou-se da Box cinza e o membro dele praticamente pulou para fora e ele passou a mão por toda a extensão, mordeu os lábios, provocando-a.
– Elijah. – Ela choramingou. – Por favor.
– Por favor oque?
Ela olhou-o indignada.
O original tocou a cabeça avermelhada do membro e pendeu a cabeça para trás fazendo movimentos de vai e vem com a mão.
– Katherine. – Ele gemeu.
Ela iria enlouquecer, não conseguia tocá-lo e nem se tocar.
– Por favor, Elijah. – Ela suplicou.
–Diga. – Ele disse entre os gemidos. – Diga a quem você pertence.
Ela olhou-o suplicante, ela era orgulhosa e não queria ceder, mas o tesão falava mais alto.
– ME FODE, ELIJAH. – Ela gritou. – EU SOU SUA.
Elijah olhou-a sorrindo vitorioso, ele também não aguentaria aquela brincadeira por muito tempo, queria possuí-la.
O original se pôs entre as pernas delas e rapidamente penetrou-a, estocando-a fundo e forte, fazendo os dois verem estrelas. Ela gritou e enganchou as pernas no quadril dele.
Elijah apoiou uma mão na cama e outra na parede, movia-se com rapidez, estocando fundo e forte nelas. Katherine queria muito tocá-lo.
– Me solte. – Ela sussurrou sensualmente. – Eu quero te tocar... Eu preciso te tocar.
Em uma velocidade descomunal, Elijah pegou as chaves e abriu as algemas que prendiam as mãos dela. Katherine abraçou-o e passou a arranhar as costas dele. Ela mordeu o ombro dele e inverteu as posições, ficando por cima.
Ela espalmou as mãos no peitoral dele e começou a cavalgar. Elijah colocou as mãos em sua cintura, mas ela tirou-as.
– Eu estou no comando. – Ela disse sorrindo maliciosamente.
Ele sorriu e desferiu uma tapa na bunda dela, ela gemeu e olhou-o com falsa irritação.
Ela gritou de susto quando ele trocou novamente de posição, ficando em cima dela. Elijah investia cada vez mais fundo e forte.
– ELIJAH. – Ela gritou agarrando-se ainda mais a ele quando chegaram ao ápice juntos.
Ele deixou seu corpo cair sobre o dele, mas sem deixar que seu peso a atingisse, mesmo sabendo que ela não se machucaria. Suas testas ficaram grudadas e eles ficaram assim até suas respirações normalizarem.
Katherine não perdeu tempo e beijou-o, trocou de posição e ficou em cima dele. Seus beijos desceram para o pescoço, onde mordiscou e teceu um chupão, arrancando um longo gemido dele.
– Oque você está fazendo? – Ele perguntou e com uma mão apertou a bunda dela, fazendo-a gemer.
– Quero brincar um pouco. – Ela sorriu maliciosamente e tirou as mãos dele de perto dela. – Aproveite.
Ele mordeu os lábios vendo-a descer os beijos para seu abdômen, mordeu e lambeu. Katherine arranhou as cochas dele, fazendo-o gemer ainda mais alto.
– Você me deixa louco. – Ele rosnou.
Ela sorriu e chegou ao membro dele, que já estava duro feito rocha.
– Está uma rocha. – Ela mordeu o lábio inferior e ele gemeu.
Com uma mão, ela acariciou toda a sua extensão, ele apertou os lençóis com força e ela sorriu.
Passou a língua por toda a extensão do membro e depois o introduziu na boca. Katherine. – Ele gemeu alto, quase um grito.
Começou a fazer movimentos lentos, queria torturá-lo e estava conseguindo.
– Não me torture. – Ele disse rouco. – Vai acabar me enlouquecendo.
Katherine aumentou o ritmo, indo cada vez mais rápido, Elijah estava amando aquilo, ela o levava as estrelas.
O original agarrou os cabelos delas, mas ela tirou a mão dele dali.
– Se tocar eu paro. – Falou sorrindo maliciosamente.
Ele engoliu a seco e olhou-o incrédulo. A morena voltou a chupar o membro dele e ele agarrou as cobertas com força.
Katherine aumentou os movimentos, ela sentiu que ele já estava vindo e então tirou sua boca. Ele olhou-a com raiva e ela sorriu maliciosamente.
– Um pequeno castigo pelo oque fez comigo, mas vou ser boazinha. – Ela sussurrou maliciosamente no ouvido dele.
A morena encaixou-se nela, gemeram juntos, ela espalmou as mãos no peitoral dele e passou a cavalgar. Elijah teceu uma tapa na bunda dela e ela gemeu ainda mais alto.
Ela foi indo mais rápido ainda, os gemidos se transformavam em gritos. A Petrova arranhava seu peitoral, oque lhe dava ainda mais prazer.
Ele sentou-se, fazendo-a ficar em seu colo. Katherine continuou subindo e descendo.
Elijah beijou-a, mas diferente das outras vezes, com carinho e ela retribuiu da mesma forma. Ela gemeu durante o beijo e se movimentou mais uma vez, ele parou de beijá-la e desceu os beijos para o pescoço dela.
Katherine agarrou os cabelos deles e fez mais alguns movimentos, então finalmente chegaram ao ápice juntos, gritando o nome um do outro.
Suas respirações estavam aceleradas, o cheiro de sexo dominava o local. Katherine estava com a cabeça apoiada no ombro dele e ele a abraçava.
Continuaram abraçados até suas respirações normalizaram, quando aconteceu ela olhou-o e sorriu.
Elijah beijou-a delicadamente e afastou os cabelos que ficaram grudados em sua testa. Saiu de dentro dela e deitou-se, trazendo-a consigo.
– Senti sua falta. – Confessou acariciando os cabelos dela enquanto ela fazia carinho em seu peito. – Mais do que você imagina.
– Eu também senti sua falta. – Ela foi sincera, sorriu e deu-lhe um selinho.
Beijaram-se mais uma vez, ficaram um bom tempo assim e depois pararam, ele os enrolou. Aos poucos, foram pegando no sono.
[...]
Katherine abriu os olhos lentamente, sorriu ao sentir a mão dele em sua cintura, sentia também o calor do seu corpo, virou-se lentamente e seu sorriso só aumentou. Ele ficava lindo dormindo.
Com cuidado para não fazer barulho, ela tirou lentamente à mão dele de sua cintura e levantou-se. Entrou no banheiro e observou sua imagem no espelho, estava descabelada e tinha algumas marcas em seu pescoço, nada notável a não ser por ela.
Katherine sorriu lembrando-se da noite passada. Abriu o Box e entrou, resmungou baixinho ao sentir a água gelada entrar em contato com sua pele.
Fechou os olhos e quando abriu novamente, sentiu alguém beijando seu ombro. arrepiou-se por inteira.
– Elijah.
Ela nem precisava olhar para saber quem era. Ele virou-as para si e ela sorriu, beijou-o e ele retribuiu.
– Já estava fugindo? – Ele indagou quando pararam de se beijar.
– Nunca mais. – Ela sorriu e selaram os lábios novamente.
De um coisa tinha certeza, nunca mais queria ficar longe dele.
FLASHBACK OFF
Já estava chorando novamente, só de lembrar-se dele, nos momentos em que passaram juntos. Aquela noite em especial, foi quando eles se reencontraram e desde então, não se separaram mais, até agora.
Doía demais estar longe dele, queria muito ir até Nova Orleans, mas não faria, ele havia tomado à decisão dele e ela precisa voltar a viver. Não podia ficar trancado num quarto pelo o resto da vida.
Chorou mais um pouco, mas depois se recompôs e terminou seu banho.
Katherine passou a toalha em volta do corpo e olhou-se no espelho. Estava um pouco melhor depois de um bom banho. Vestiu um short jeans cinza e uma camiseta branca, colocou outra blusa de manga longa e larga por cima. Prendeu os cachos num coque malfeito e desceu a procura de Stefan.
Encontrou Damon sentado no sofá com um copo de Whisky. Sentou-se ao lado dele.
– Pela a sua cara, deduzo que o plano para trazer a humanidade da Elena de volta não deu muito certo. – Ela disse e ele bufou.
– Não sei mais oque fazer. – Ele admitiu.
– Eu avisei que não adiantaria torturá-la, mas... Acho que posso falar com ela?
– Você? – Ele ergueu uma sobrancelha.
– Eu sei, mas me deixe ao menos tentar.
– Por quê? Você é a culpada de tudo isso.
– Outra razão para que eu vá ao menos tentar ajudá-la.
Ele suspirou e fez que sim com a cabeça. Katherine levantou-se e foi em direção ao local que Elena estava, rapidamente destrancou a porta e abriu, Elena olhou-a sem entender e Katherine percebeu que ela estava meio pálida.
– Oque você está fazendo aqui? – Indagou com a voz em falha, Katherine deduziu ser provavelmente pelo tempo que havia passado sem si alimentado.
– Quero conversar com você. – Falou e jogou-lhe uma bolsa de sangue que havia pegado do estoque de Damon.
– Oque você quer? – Elena perguntou pegando a bolsa.
– Já disse, conversar. – Katherine respondeu. – Quando você pretende voltar a ser a mesma dramática de sempre? Sério, me responde, porque ninguém mais aguenta você assim, Elena! Nem Damon, nem Stefan e nem os seus amigos. – Continuou. – Eu sei que sou a última pessoa queria ver, sei que por minha causa você está assim, mas olhe o monstro que está se transformando. – Falou. – Logo você que sempre disse que eu sou um monstro e agora está se transformando nisso.
– Eu não sou igual a você. – Elena disse com raiva.
– Eu sei, mas não está longe disso. Pode acreditar que eu sei como é a sua dor. – Katherine falou. – Levaram minha filha para longe mim e eu mal pude pegá-la no colo, meus pais foram mortos porque eu fugi para salvar minha vida, acredite eu sei como é a sua dor, por um tempo eu também desliguei minha humanidade, mas depois percebi que uma hora iria ter que ligar e quando fizesse, a dor seria pior, pois também tinha a culpa e todos os outros sentimentos. – Continuou. – Você já perdeu muita gente que amava e ainda ama, não queira ver seus amigos se afastarem de você, eu passei muito tempo sozinha e sei como é isso. – Continuou. – O homem que eu amo foi embora e eu quis morrer, até tentei, mas percebi que isso não vai trazê-lo de volta, ele ter ido embora foi culpa minha e dói demais saber que ele não vai mais voltar. Pense nisso, você tem amigos, pessoas que se importam com você, eu não tenho ninguém e daria tudo para mudar isso.
Katherine secou uma lágrima sorrateira, Elena a olhava com entendimento, sabia que ela estava certa, mas tinha medo de sentir. Katherine deixou-a sozinha com seus pensamentos e seguiu para a sala.
Damon e Stefan já estavam lá.
– Vou ver como ela está. – Damon indagou levantando-se e desaparecendo em seguida.
– Eu ouvi oque você disse. – Stefan disse levantando-se. – Você não está sozinha, você tem a mim.
Katherine sorriu e abraçou-o. Ficaram um bom tempo assim até que um Damon furioso apareceu.
– Você enlouqueceu? – Damon quase gritou. – Como você pode deixá-la com a porta aberta?
Katherine afastou-se de Stefan.
– Ela foi embora? Não. Então significa que oque eu disse fez com que ela ao menos refletisse, ela quer mudar, Elena não é assim, se ela não fugiu, então é porque irá ao menos tentar.
Stefan e Damon se entreolharam, ambos sabiam que Katherine estava certa.
[...]
Dois dias se passaram, as coisas estavam meio que andando. Matt acabou sendo usado para trazer a humanidade de Elena de volta, e parece que o plano deu certo. Desde a conversa que a Gilbert tivera com Katherine, ela já havia começado a dar sinal que sua humanidade estava retornando e depois de que havia achado que Matt estava morto, tudo voltou à tona.
Só havia um problema, Elena estava com muita raiva de Katherine e se não fosse por Stefan já teria até matado-a. Katherine entendia, afinal, por sua causa Jeremy estava morto.
Era um domingo, Katherine estava deitada na cama, usava um pijama composto por um short rosa, camiseta branca e uma camisa de Stefan que ficava bem grande nela. Os cabelos estavam soltos.
A vampira estava pálida, o sangue que ingeria vomitava e já não sabia mais oque fazer. Stefan apareceu na porta e rapidamente juntou-se a ela, aninhando-a a seu peito.
– Anda, você precisa beber. – Stefan falou entregando a bolsa de sangue. – Só tente.
– Eu não consigo. – Respondeu. – Estou enjoada e não adianta nem tentar, sabe que eu vou vomitar tudo.
Ele suspirou, estava muito preocupado com ela, já havia ligado para a Bonnie e ela disse que chegaria o mais rápido possível.
– Você precisa se alimentar. – Ele insistiu e ela bufou.
Abriu a bolsa de sangue e em pouco tempo já secado, estava com mais sede do que esperava. Stefan sorriu e acariciou seus cabelos. Ficaram um bom tempo assim, até que o ela sentiu um enjoo lhe atingir em cheio.
Em uma velocidade descomunal, foi até o banheiro, ajoelhou-se em frente o aparelho sanitário e vomitou tudo oque havia ingerido. Stefan segurou seus cabelos.
Ela levantou-se e fechou o vaso, deu descarga, escovou os dentes e lavou o rosto. Estava um pouco tonta, então Stefan carregou-a de volta para cama. Não sabia se era apenas impressão ou ela estava muito mais leve que o normal.
– Estou tonta. – Ela murmurou.
– Shii, logo Bonnie chega e vamos saber oque está acontecendo. – Ele respondeu puxando-a para seu peito e afagando seus cabelos.
Stefan mandou uma mensagem para a Bonnie pedindo que ela viesse com urgência.
Em pouco tempo, Bonnie já estava entrando no quarto, Stefan levantou-se e Katherine sentou.
– E então? Sabe oque anda havendo com ela? – Stefan perguntou ansioso.
– Bom, eu acho algo muito sério, muitos podem achar normal, mas não no caso de uma vampira. – Bonnie respondeu – Eu tenho uma suspeita, não é algo concreto e eu não tenho certeza, talvez precise de mais de uma bruxa para saber se é realmente oque estou pensando.
– Tenho duas amigas bruxas, posso pedir ajuda a elas. – A vampira sugeriu.
– Seria muito bom. – Bonnie respondeu.
– Qual é a sua suspeita? – O Salvatore indagou.
– Vocês podem dizer que é impossível, mas todos os sintomas batem, enjoos, tonturas e cansaço. – Bonnie falou. – Katherine, acho que você está grávida.
Notas finais
Reviews?Recomendações?
Beijos
Fale com o autor