Notas iniciais
Bom,
Primeiramente,
Gostaria de pedir desculpas pelo meu atraso irremediavel,
Sei que não foi certo o faze-lo,
Ainda mais sem dar maiores explicações,
O fato é que,
A mãe da minha amiga e madrinha de casamento
De minha mãe,
Veio a falecer a apenas alguns dias atras
Ela era uma mulher cheia de vida,
E ninguém esperava que uma coisa dessas viesse
A acontecer com uma mulher tão jovem
E com tanta vivacidade como ela,
E isso deixou a todos muito abalados,
E comigo não foi diferente,
Fiquei sem qualquer vestigio de inspiração
Esses ultimos dias,
E isso se refletiu de forma consideravel em minhas fics,
Admito que eu não pretendia atualizada agora,
Talvez eu ficasse mais um mês, um mês e meio sem postar,
Mas,
Hoje,
Para a ironia do destino,
Uma das minhas amigas me emprestou o celular para entrar
Na internet,
E quando eu vi os, lindos, maravilhosos e, extremamentes fofos 106 comentarios,
Foi como se uma luz houvesse se acendido,
Para ajudar,
Duas das minhas fics favoritas acabaram,
E eu chorei litros por causa disso,
Ficando ainda mais "sensivel"
Para escrever,
Não respondi os comentarios ainda,
Mas,
Promete que assim que eu atualizar as outras fics,
E tiver um pouquinho de tempo,
Responderei todos com o mesmo carinho ao qual me forma mandados.
Sem mais enrolação
Boa Leitura
Enjoy it

Abriu os olhos lentamente, os fechando logo que sentiu uma luz insuportável adentra-los de forma intrusa e dolorida.

Gemeu.

A dor em sua cabeça era tão grande, que poderia dizer que havia milhares de gnomos sapateando com calçados de pregos em cima de seu frágil cérebro.

Um zumbido sônico penetrava-lhe a mente, não deixando pensar direito.

A posição em que se encontrava parecia, de uma forma inexplicável, fazer todo seu corpo doer ainda mais.

Revirou seu corpo ainda mais dolorido, na cama, puxando as cobertas de modo a esconder sua cabeça sob elas, e não ver mais a maldita luz que fazia uma explosão nuclear de dor ocorrer em sua mente.

Se mexer doía.

Respirar doía.

Abrir os olhos doía.

Pensar doía.

Gemeu.

Arrependeu-se amargamente disso.

Gemer doía.

Usando toda a sua força de vontade, ou o que havia restado dela em todos esses anos, tentou, mesmo sabendo que era quase impossível, ignorar as milhares de centenas de dores diferentes que se alastravam por todo seu pequeno corpo de kunoichi.

Quando, finalmente, achou que estava conseguindo realizar algum progresso, e que logo logo pegaria no sono novamente.

Ouviu o barulho de uma porta sendo aberta.

Não se atreveu a olhar quem era.

Afinal, quem mais seria a não ser a “bonequinha” de cabelo tingindo que tanto a atormentava?

Entretanto, quando sentiu o cheiro de produtos de banho masculino, e as cobertas começaram a ficar, realmente, quentes demais.

Não teve outra opção, senão, sair de seu seguro casulo com perfume de lavandas recém colidas.

Sua visão estava tão embaçada e prejudicada, a ponto de apenas conseguir ver borrões indefinidos.

Uma pontada lasciva penetrou fundo em seu cérebro quando levantou a cabeça, mesmo sendo um movimento mínimo.

Gemeu.

Pôs a mão direita sobre a testa, tentando de forma inútil e falha, conter as dores imensuráveis e as ânsias causadas por elas que subiam por seu corpo.

Gemeu.

–-- Você, realmente, não tem noção do perigo, não é mesmo, Haruno? --- O tom do Ruivo estava serio, e ela apenas sabia em que lugar do cômodo ele estava por enxergar um borrão escarlate.

A voz do Akasuna penetrava-lhe ate a parte mais funda e sensível de seu cérebro.

Tudo latejava.

Tudo pulsava.

Tudo doía.

Uma luz infernal e natural queimava-lhe as retinas, fazendo tudo ficar mais escuro.

Parecia que no lugar de seus belos olhos esmeraldinos, havia fusíveis queimados, ao qual não a deixavam sequer enxergar.

Ainda mais fazer a dor imensurável parar.

A voz do Ruivo ainda estava presente em seu cérebro, como se seu crânio tivesse, durante alguma parte da noite anterior, virado um túnel de ecos, e as palavras do Akasuna ainda não tivessem chegado ao seu fim.

Gemeu.

Aquilo a estava causando ainda mais dor de cabeça.

–-- Tome isto. --- A voz do ultimo integrante do clã de escorpião estava ainda mais próxima dessa vez, fazendo a dor aumentar em sua cabeça, e a Rosada desejar, pela milésima quinquagésima décima vez que o Ruivo morresse agonizando da pior forma possível.

Sakura não sabia o que ele lhe estava a oferecer, e seus olhos foscos não a deixavam saber onde ele estava localizado ou como pegar tal coisa dele, então, não pode deixar de surpreender quando sentiu mãos fortes segurarem firmemente nas laterais de seu tórax, e ajudarem-na a sentar na cama, o que fez a sensação de ser sufocada pelas cobertas quentes, aliviar-se, mas, multiplicando em milhares de vezes as ânsias, náuseas, tonturas, e embasamentos de sua visão.

–-- Você não esta nada bem --- Ouviu o Akasuna soltar em um pequeno murmúrio, e, logo a seguir, com o pouco que sua visão reconhecia, conseguiu detectar o movimento de uma cabeleira ruiva balançando de um lado a outro, em um sinal de negatividade.

Se estivesse um pouco melhor, apenas um pouquinho melhor, e se cada movimento muscular, mesmo os involuntários como piscar, não lhe promovessem uma dor inacreditável aos padrões da lógica, com toda e completa certeza, teria dado a resposta mais irônica e venenosa que seus delicados e rosados lábios bem delineados, fossem capazes de produzir, mas, naquele instante em especial, tudo o que fez, para variar, foi gemer.

Ouviu sons de tecidos, e logo após, travesseiros estavam sendo colocados a sua volta, ajudando-a a se sustentar e aliviando um pouco de suas dores, por serem tão fofos e macios quanto nuvens, suspirou ao sentir o tecido gelado e fresco contra sua pele.

Aquilo lhe causava uma sensação maravilhosa de alivio.

–-- Você deve estar com dor de cabeça e dores corporais também. --- A Rosada sabia que ele estava presumindo, e nem de longe era uma indagação, mas, mesmo assim, acenou de olhos fechados com a cabeça, ouvindo logo depois o suspiro reprovador do Akasuna.

Suas mãos foram abertas, um copo de vidro foi encaixado na direita, e na palma esquerda foram depositados dois...

Foram depositados dois...

Comprimidos!
A Rosada, no mesmo momento, enfiou as cápsulas de analgésicos na boca, quase os fazendo trancar em sua garganta, e logo depois virou o copo cheio de água sobre a boca, os fazendo descer de forma rápida.

O sentimento de prazer instantâneo se alastrou pelo corpo da jovem kunoichi de Konoha, apenas pelo fato da Haruno saber que havia aquelas formulas químicas “mágicas” percorrendo suas veias, já lhe fazia sentir muito melhor...

Muito melhor mesmo.

Era como se limpasse suas veias, retirando uma parte da dor, e saciando sua abstinência.

Ela sentia que poderia sair cantando o Icha-Icha Paradise para todas as vilas ocultas do País do Fogo.

Sentia que ate mesmo sua áurea havia mudado.

Prova disso, é que sentia a respiração do Ruivo bater de contra a pele do seu rosto.

Então, por mais que isso lhe fosse ser dolorido.

Decidiu abrir seus belos orbes esmeraldinos.

Com sutileza, abriu suas pálpebras.

E quando a luz, mais uma vez, invadiu seus olhos e a cegou, provocando náuseas terríveis.

Saltou da cama de forma desajeitada e correu, quase a cegas em direção ao banheiro do quarto desconhecido.

Ajoelhou-se ao lado do sanitário, e botou todas as porcarias que havia ingerido na noite interior para fora.

E seus remédios foram juntos.

Quando já estava praticamente sem forças nenhuma e não conseguia sequer sustentar o peso de sua cabeça, sentiu ser erguida do chão.

Logo depois um pano úmido com água gelada limpou o suor frio de seu delicado rosto, o gosto ruim de sua boca foi levado embora.

E mesmo depois de se entregar completa e totalmente aos braços da inconsciência mais uma vez.

Havia apenas uma coisa que não deixava sua mente sonhadora.

Uma coisa que aconteceu um segundo antes de passar mal.

Um segundo antes da luz adentrar por completo seus olhos, e deixar sua visão ainda mais embaçada do que a estava.

Ela viu uma coisa.

Ela viu uma cor.

Ela viu um brilho único.

Ao qual havia partido do cruzamento entre os dourados raios de sol, e os orbes avelãs que estavam a menos de quinze centímetros de seu rosto naquele momento.

E durante horas a fio.

Seus sonhos foram povoados de avelãs ao sol, e colônias pós-banho masculinas.



Notas finais
Bom,
Sendo um pouco mais breve nas notas finais,
Eu criei um Tumblr.
Eu pretendo dedica-lo a animes e mangas
No geral,
Naruto e seus casais
Entao,
Se alguem tiver algum interesse ou curiosidade em relação a isso,
Aqui esta o link;
moon-h-bitch.com.br
Desde já,
Grata!
Kissus
Moon H