Notas iniciais
Gente...!
Estou sem palavras!
Achei que essa história seria um verdadeiro
fracasso!
Não conhecia ninguém
que gostasse de SasoSaku!
Sem mais enrolação!
Boa Leitura
Enjoy it

Seu corpo latejava.

Não queria abrir os olhos, sabia que isso causaria dor.

Estava cansada, queria apenas dormir mais um pouco, apenas mais um dia ou dois.

Puxou a coberta de forma a cobrir sua cabeça, inspirou o cheiro de lavanda fresca da mesma, relaxou com isso.

Um segundo...

Coberta...?

Abriu os olhos automaticamente, sentando-se em um rompante.

E se arrependeu amargamente disso.

No mesmo momento sentiu a dor subir e latejar por toda extensão de seu corpo, soltou um gemido dolorido involuntário, colocando a mão pequena e alva sobre o abdômen, notando que o mesmo estava enfaixado.

Olhou ao redor, apenas para confirmar o que já sabia; não tinha a mínima ideia de onde estava.

Era um quarto, a cama em que estava sentada ficava em seu centro, havia um armário de aparência rústica na parede esquerda, e uma porta na parede direita, muito provavelmente um banheiro.

Estava tudo muito escuro, com uma aparência sombria demais, e o quarto semi-vazio não ajudava em nada.

As lembranças do dia anterior invadiram sua mente.

Perseguição, quedas, homens de pele anormal, e ele.

Um homem morto.

Tudo parecia muito real aos olhos da Haruno, entretanto, ela decidiu não considerar as memórias de ter visto aquele homem, afinal, estava muito ferida naquele momento, e como uma medica-nin que era, poderia facilmente afirmar que as dores haviam causado fortes alucinações, entre elas, ver um ex-Akatusuki morto, falando consigo no meio da floresta.

Pôs os delicados pés para forma da cama, avaliando melhor a situação do próprio corpo, que, realmente, não era nada boa.

Seu abdômen estava bem imobilizado, e com uma faixa muito bem atada. E pela dor que sentia na lateral esquerda de seu dorso, poderia facilmente afirmar que suas costelas não estavam nada bem.

Sua panturrilha também estava enfaixada, e podia ver uma mancha de sangue ultrapassando as bandagens que o envolviam.

Tinha que se levantar.

Descobrir quem a prenderá, e armará aquela droga de emboscada.

Espanca-la.

Depois sair dali e voltar para Konoha, afinal, sua sennin já devia estar arrancando os cabelos de preocupação, e secando os depósitos de sake da vila também.

Sorriu involuntariamente com esse pensamento.

Apoio lentamente sua perna boa no chão, usando a cama que se encontrava para conseguir se equilibrar, respirou fundo, e soltou o ar lentamente, enquanto abaixava sua perna esquerda, gravemente ferida, para se juntar a primeira, a mesma encostou-se ao chão, um grito de dor e lamuria irrompeu de sua garganta, ao qual ela abafou quase instantaneamente, mordendo o lábio inferior com força.

Deus...

A dor era horrível.

Botou a mão direita por sobre o ferimento, e de forma ingênua, tentou cura-lo, mas logo depois percebeu que estava apenas com chakra o suficiente para continuar viva.

Haviam drenado seu chakra, a ferido, a trancado dentro daquele quarto...

E ela não estava nada feliz.

Mancando e equilibrando-se nos poucos moveis e paredes, foi andando em direção a porta lateral, a qual deveria de ser o banheiro. Abriu a mesma, e suspirou pesadamente ao encontrar um pequeno banheiro ali. Era todo branco, com uma banheira media, um chuveiro, um sanitário, um balcão de mármore e um espelho quadrado que ocupava toda a parede acima do espelho, e cheirava a flores silvestres, o que era uma coisa, realmente, boa. Era um banheiro normal, e isso a reconfortava.

O adentrou se apoiando no balcão.

Abriu a torneira e jogou a água corrente e gelada em seu rosto alvo.

Sentiu todo o suor da noite escorrendo, estava sendo levado pela a água fresca, suspirou pesadamente com essa constatação, não se sentia bem assim há semanas.

Suspirou pesadamente, fechando os olhos esmeraldinos e aproveitando apenas aquela sensação.

Abriu-os novamente, e começou a jogar água em seus braços, um de cada vez para não perder o pouco equilíbrio que ainda tinha, lavou o pescoço e a nuca, os ombros desnudos e o começo das costas.

Fechou os olhos novamente, sentindo a água gelada escorrer por sua pele delicada.

Os abriu lentamente de novo.

E teve a visão da bela banheira que se encontrava atrás de si.

Aquela sensação era realmente boa.

Mas não era suficiente.

O mais rápido que sua perna ferida permitia, abriu os armários que se encontravam sob o balcão marmóreo, e constatando que havia toalhas lá.

E não era qualquer tipo.

Eram das brancas e felpudas, que pareciam mais um pedaço de nuvem ao um tecido.

E também havia shampoos, cremes e condicionadores de diferentes tipos, sabonetes aromáticos e escova e pasta dental.

Deus...

Se o seu seqüestrador estivesse do seu lado agora, ela com toda e completa certeza, lhe daria um beijo.

Rapidamente abriu as torneiras da banheira, e jogou dentro da mesma alguns sais de banho que havia encontrado junto com as outras coisas naquele armário mágico.

Sorriu com o a onda de espuma que se formava rapidamente.

Lenta e metodicamente, foi desenrolando seu abdômen, e sentiu suas costelas reclamarem pelo ato.

Prendeu a respiração, mordendo o lábio, ao qual ela decidira que não sairia mais um ruído sequer.

Assim que terminou, sentou-se na borda da banheira, e começou a desenfaixar as bandagens em volta de sua panturrilha.

Não pode deixar de arquear as perfeitas sobrancelhas róseas quando percebeu que havia levado pontos naquela região.

Ignorou.

Colocou os delicados pés dentro da banheira branca, soltando um gemido rouco quando eles se afundaram na água morna.

Deus...

Aquilo sim era, realmente, maravilhoso.

Foi se despindo rapidamente, o que não foi grande coisa, pois, vestia apenas um top branco, e um shorts curtíssimo também preto.

Lhe dava arrepios pensar em que tipo de pessoa podia ter a despido e lhe arrumado, e o que podia ter feito com seu corpo durante esse processo.

De toda e qualquer forma, pensar nisso naquele momento não ajudaria em absolutamente nada, apenas a deixaria mais aflita do que já estava.

Não queria pensar nisso agora.

Depois de ficar, alguns minutos, imersa naquele liquido dos deuses.

Decidiu cuidar de seus exóticos cabelos.

Pegou um dos frascos cor-de-rosa que havia deixado na borda da banheira antes de entrar, aplicou um pouco do produto em sua mão, e colocou por sobre seu couro cabeludo.

Massageou de forma relaxante, e sentiu o cheiro de Cerejeiras, o seu cheiro, tomar conta do ambiente.

Submergiu mais uma vez na banheira.


~*~*~*~



Saiu do banheiro enrolada em uma das fofas toalhas felpudas, usava outra para secar seus cabelos róseos medianos.



Ainda mancava, entretanto, o banho parecia ter revigorado suas energias, prova disso, é que já conseguia andar, sem se apoiar em quase nada.


–-- Não deveria ter se retirado às faixas, Pequena Flor de Cerejeira.

O corpo da Rosada estremeceu.

Virou-se lentamente em direção a sua cama, de onde vinha a voz de um homem morto.

E lá estava ele.

Akasuna no Sasori.

O Ruivo controlador de marionetes.

O ultimo do clã Akasuna.

E seu Seqüestrador.

Notas finais
Então...
Queria agradecer a todas
as Lindas Garotas que comentarão
capitulo passado!
Vocês todas merecem um CupCake!
Mas...
Três comentariozinhos
e o próximo sai amanhã!
Kissus
Moon H