Notas iniciais
Dois em um dia?
Sim,
Loucura,
Eu sei!
Mas,
Com lindos quarenta
Reviews, eu tinha
Que arranjar uma forma
De comemorar,
Não é mesmo?
E sobre aquela história
De ser uma short-fic...
Era só uma brincadeirinha, ta?
Queria ver como vocês reagiriam!
Capitulo dedicado as lindas;
Carolzinha
Lunna Uchiha
Akiko
Juuh
E
Sasis Haruno
Acho que vocês já
Perceberam que eu não
Consigo dedicar a apenas
Uma, não é?
Bom...
Capitulo cheio de emoções!
E um pouco de comedia também!
Sem mais delongas;
Boa Leitura
Enjoy it

–-- Ahhhhh! --- O grito da Rosada em fúria percorreu toda a casa, estremecendo as paredes, que vibraram com o forte murro ao qual ela acertou a porta de madeira maciça a seguir --- Eu vou te matar, Seu Ruivo tingido!

Respirou fundo quando sentiu a dor se alastrar por seu corpo.

Suas costelas reclamavam, mal conseguia ficar de pé por causa de sua panturrilha, e sentia todos os ossos de sua mão doendo de forma terrível toda santa vez que socava o mogno a sua frente.

Por que estava fazendo isso, sendo que ontem decidira agir como criança?

Simples:

A abstinência de seu remédio estava a causando uma raiva e uma vontade louca de socar as coisas a sua volta.

Estava com fome, dolorida, e não queria nem imaginar como chegara ate sua cama depois de pegar no sono logo após o desabafo.

Estava irritada.

E muito provavelmente quebraria tudo que estivesse ao seu alcance.

Em especial, um Akasuna, que, mais uma vez estava a ignorando.

–-- Vou te amarrar, --- Continuo uma Rosada, gritando e socando o mais forte que podia --- E vou quebrar todas as suas malditas bonecas na sua frente! E depois vou quebrar cada pedacinho desse seu corpo de marionete ridículo! Você vai se arrepender de ter nascido e revivido!

Esmurrou mais uma vez a porta com toda sua força.

E ela abriu.

Suas sobrancelhas se uniram, e sua delicada boca se abriu em um “o” de surpresa.

–-- Mas o q...?

Ela própria interrompeu seus pensamentos.

Isso queria dizer que...

Ela podia fugir!

Abriu lentamente a porta, tomando, para ironia do que estava fazendo ate há pouco segundos, o Maximo de cuidado possível para não fazer nenhum ruído.

Pos a cabeça para fora e olhou ao redor do longo corredor.

Não havia ninguém.

Não havia nada.

Correu ate sua cama e montou uma espécie de corpo com travesseiros por debaixo da coberta.

Logo depois correu ate o banheiro e ligou o chuveiro, fechado a porta a seguir.

Voltou à única saída do quarto, e olhou ao redor mais uma vez, apenas para constatar de novo que não havia ninguém pelos arredores.

–-- Hehehe --- Sem se conter, soltou a risadinha de Naruto --- É hoje que eu fujo dessa droga.

Pé por pé, foi andando pelo corredor, em uma posição meio agachada, ao qual ela não sabia por que estava.

Seus vários machucados reclamam pelos movimentos, já que passara os últimos dias repousando a maior parte do tempo.

Ignorou.

Afinal, não seria isso que a impediria de fugir, não é mesmo?

Passou por varias portas, tentando não emitir sequer um único suspiro, não sabia que horas eram, nem o que o Akasuna estaria fazendo, e também não tinha a mínima vontade de descobrir.

Chegou ao fim do corredor, e viu que ali tinha um cômodo sem portas.

Uma cozinha!

Adentrou rapidamente, estava morrendo de fome, sem falar que talvez tivesse algum tipo de porta por ali.

Era uma cozinha toda branca, e ate que bem simples.

Mal terminou sua analise, procurando alguém vivo por ali, e foi correndo a um dos armários,

Fazia exatos dois dias que não botava nada na boca.

Seu estomago já começara a se próprio digerir.

Abriu um dos armários e o remexeu rapidamente.

Não deu sorte, ali havia apenas sacos de comida para se preparar, como arroz, ramén, e algumas outras coisas.

Com uma bufada de ar de insatisfação, fechou o armário com cuidado, e partiu para o de cima.

Quando abriu suas portas, pode sentir seu coração falhar uma batida, seus lábios se curvarem em um sorriso de pura satisfação, e seus olhos brilharem como faróis.

Deus...

Aquilo era...

Chocolate?

Sim!

Aquilo era chocolate!

E não era apenas isso!

Ainda tinha pacotes de salgadinhos sortidos!

E bombons de licor!

Quase que seus olhos saltarão das órbitas.

Agora sabia como Chouji se sentia.

Ela fugiria, claro que sim, sem sombras de duvidas alguma...

Mas...

Levaria aquilo com ela.

Rodeou a cozinha procurando algum tipo de bolsa ou sacola, achou uma porta em cantinho, a abriu e ali se revelou um armário com varias coisas diversas, desde vassouras, a alguns objetos estranhos.

E ali tinha uma mochila.

Segurou-se para não soltar gritinhos e exclamações de felicidade.

Pegou a mochila de tecido negro e resistente, como aquelas usadas para sair em missões.

Voltou ao armário e pegou tudo que estava ao seu alcance.

Já estava se preparando para fugir quando viu algo reluzir mais ao fundo do armário.

Estreitou aos olhos a fim de identificar o que era.

Eram garrafas.

Eram garrafas de sake.

Segurou-se para não sair pulando pela pequena cozinha.

Mesmo sabendo que não podia, afinal, estava toda e completamente arrebentada.

Arranjou um espaço na mochila já lotada para as garrafas de sake.

E foi em direção à porta de entrada da mesma, saiu no corredor novamente, que agora notara que era em forma de “L” e continuava para o lado contrario da cozinha em que entrara.

Ajeitou a mochila recheada de “tesouros”, e foi indo pé por pé, para o fim do mesmo.

Achou uma porta, a chave estava na trinca.

Ouviu o som de passos pelo corredor.

Seu sangue gelou.

Tornou-se uma estatua.

Girou o rosto a tempo de ver o Ruivo entrar na coisinha, e ligar a luz.

Engoliu em seco, se tivesse ficado mais um minuto que fosse na cozinha.

Teria sido pega.

Agachou-se em meio a sombras do corredor.

Escondeu-se da melhor forma que conseguia.

Ouviu o barulho de panelas sendo mexidas, e alguma coisa sendo cortada, provavelmente legumes.

E um assobio baixinho.

Sasori estava cozinhando?

Não conseguiu conter um sorriso.

Afinal, ele era um homem de dotes.

Segurou-se para não gargalhar.

E logo depois percebeu que provavelmente ele estava fazendo uma refeição para ela também.

E ela estava fugindo.

Sentiu seu corpo ser tomado por uma onda de compaixão.

E por muito pouco não voltou com um grande sorriso, e perguntou; “O que teremos para o jantar?”.

Chutou-se mentalmente por esse pensamento.

O que era isso agora?

Começara a desenvolver a Síndrome de Estocolmo?

Com uma nova determinação causada por seus pensamentos desajustados, levantou-se e começou a abrir a porta.

Um barulho estranho veio da cozinha, e logo em seguida uma seqüência de obscenidades posta em palavras.

Ele havia se machucado?

Mas como isso era possível?

Ouviu os passos do Akasuna se afastando da cozinha, com rapidez, girou o trinco silenciosamente, e saiu pela porta a fechando logo atrás de si.

Saiu correndo, em direção a floresta que circundava a casa.

Ela havia conseguido!

Havia conseguido fugir!

Sorriu de forma quase louca.

Ela, finalmente, estava livre do controlador de marionetes.



Notas finais
Sakura fugiu!
E agora?
Hehehe
Só no próximo!
E continuamos com
A brincadeira, O.K?
Comentar a parte do
Capitulo que mais,
E o por que gostou!
Concorre a uma dedicatória
No próximo!
Espero que tenham gostado!
Mais 8 comentarios,
E o próximo amanhã!
Kissus
Moon H