Sweet Prisoner
14 Jogo
Notas iniciais
Minhas lindjas!
Esse foi o maior e mais gostoso
Capitulo ao qual eu tive o prazer
De escrever ate o situado momento!
Realmente,
Foi ate bem rapido escreve-lo,
Eu estava devidamente inspirada por musicas
Divosas
=3
Mas,
Apartir de determinado momento,
Mais para o meio do capitulo,
Recomendo colocarem a musica
Love Game - Lady Gaga
Aqui esta o link;
http://www.youtube.com/watch?v=1mB0tP1I-14
Ah,
Tambem quero dedicar esse
Capitulo em especial a Brownie
Pelo lindo Rewien-Quase-Recomendação
E também avisa-la,
Que apesar de alguns atrasos
Não pretendo abandonar nem essa
Nem qualquer outra fic que eu venha a escrever
Já que tudo o que eu começo,
Eu sempre termino
Sem mais delongas
Boa Leitura
Enjoy it
Sakura estava entediada.
Tudo ali naquela cama a estava deixando entediada.
Sentou-se na cama, tentando ficar um pouco mais confortável, não que as cobertas e travesseiros não o fossem, mas ela já estava deitada havia tempo demais.
Sentou-se com as costas delicadas encostadas a cabeceira de madeira da cama, soltou leves gemidos ao se espreguiçar, afinal, toda sua musculatura estava tensionada.
Esfregou os olhos, e logo após, observou o cômodo onde se encontrava, o varrendo de forma lenta com os lindos olhos esmeraldas.
Era um quarto grande, a cama onde se encontrava ficava em seu centro, com a cabeceira encostada à parede, havia criados-mudos, em ambos os lados, cada um deles com um abajur que juntos faziam um belo par, no criado-mudo ao seu lado não havia nada alem do abajur, mas no do lado oposto, havia alguns livros empilhados, Um grande roupeiro de cor também clara, ocupava grande parte da parede esquerda do quarto, no lado direito havia uma escrivaninha ao qual estava cheia de papeis preenchidos com desenhos e palavras que a garota não conseguia identificar daquela distancia, onde também havia uma porta que deveria dar para o banheiro, seus olhos se detiveram sobre um porta-retratos em cima do criado-mudo ao lado direito da cama, o qual também estava cheio de livros.
A curiosa Rosada esticou-se por sobre a cama, no intuito de chegar ate o porta-retratos, soltando um breve gemido de lamuria quando sentiu todos os seus diversos machucados latejarem em protesto aos seus movimentos indesejados.
Ignorou.
Esticou toda a sua musculatura para tentar alcançar a peça de desejo sem ter que sair se seu lugar.
Deus...
Ela havia se tornado uma preguiçosa de forma quase irremediável.
Quando finalmente tomou aceitação do fato de que não conseguiria alcançar o maldito porta-retratos, sem sair de seu lugar, em primeira reação, amaldiçoou as próximas gerações daquela cama, que era quase um monstro de tão grande, e tudo o que acontecesse por sobre ela nos próximos milhares de anos.
Arrastou-se por sobre a cama, indo para sua beirada, sentou-se ali, respirando fundo quando sentiu a tontura se alastrar por seu cérebro ao o qual ela já tinha quase completa certeza de que deveria estar com fortes escoriações.
Suspirou fundo, enquanto encaixava a cabeça por entre os braços e esperava a tormenta que era vertigem, deixar seus olhos, e fazer sua cabeça parar de rodar.
Quando isso finalmente aconteceu, inspirou profundamente levantando a cabeça, e percebendo o quão suado estava seu pequeno corpo.
Ela chegava a estar “peguenta”.
Levantou-se da cama em um pequeno salto, já que a mesma era tão alta que seus pés sequer chegavam a tocar o chão de linóleos laminados e extremamente brilhante.
Andou ate a porta do que deveria ser a suíte do quarto, a abrindo e constatando que o Ruivo era uma pessoa muito injusta.
Afinal, o banheiro dele era três vezes maior que o cubículo do quarto dela.
E a banheira dele era, simplesmente, gigantescamente monstruosa.
Chegava a assustar.
Com toda e completa certeza, ela se aproveitaria daquilo mais tarde, mais agora, apenas queria tomar uma ducha, de preferência, bem gelada.
Trancou a porta do banheiro, afinal, ela não era boba nem nada, sabia o quanto o controlador de marionetes era dono de aparecer quando ela menos esperava.
Assim que estava completamente segura de que nenhum humano conseguiria entrar no banheiro sem arrombar a porta, arrancar o telhado, abrir um buraco na parede, destruir a casa, ou alguma outra coisa do tipo, despiu-se lentamente.
No grande espelho que ocupava toda a parte de cima da bancada marmórea do banheiro, observava seu próprio corpo.
Ela não era uma Ino da vida, sequer chegava aos pés de uma Hinata, mas, mesmo que muito pouco, seus seios haviam aumentado de tamanho durante os últimos anos, estavam do tamanho dos de Tenten.
Sempre fora magra, e seu árduo treinamento nunca a deixava ficar sequer um quilo que fosse a cima de seu peso ideal, agora, que comandava o grande hospital de Konoha, havia ficado uns bons sete quilos abaixo dele, isso sim.
Sua cintura nunca fora tão fina, parecia ate mesmo quebradiça, suas coxas, que um dia chegavam a ser quase fartas, agora estavam bem mais magras.
Seu quadril sempre fora a parte mais avantajada de seu corpo, ele era quem a “salvava” de não ser uma completa tabua, e agora, ate mesmo ele emagrecera, ficando um pouco menor.
Seus cabelos estavam tão maltratados, neles não conseguia mais encontrar o brilho que um dia tiveram em sua bela juventude, sua rotina não permitia a cuidar deles, não permitia passar maquiagem, não a permitia ter o mínimo de vaidade que fosse, e ela sequer havia ido ao cabeleireiro para continuar os deixando extremamente curtos, como o de praxe, corte que apenas fazia, pois sabia que não teria tempo de ter grandes cuidados com ele, e agora, as madeixas róseas, uma de suas marcas registradas, alem da grande habilidade medica, e a força mais do que destruidora de um único Shannaro seu, estava em seu tamanho médio, e sem vivacidade alguma.
Suspirou pesadamente com essa constatação deprimente.
Abaixo de seus lindos olhos esmeraldinos, havia grandes e fundas marcas roxas.
Sua pele estava tão pálida que chegava a ser doentio.
Sua boca havia perdido o tom cor-de-rosa natural, e agora parecia seca e sem vida.
Seus olhos já não tinham a beleza e brilho de quando ainda tinha uma vida decente e amigos.
Ela estava horrível.
Sua alma estava velha.
E seu corpo parecia estar desprovido de dono.
Seu corpo parecia uma casa abandonada havia muito.
E isso a irritava consigo mesma.
Isso, realmente, a irritava consigo mesma.
Fechou os olhos, segurando-se internamente para não socar aquele maldito espelho, e transformá-lo em milhares de cacos, assim como estava seu corpo.
Mas, ela não o fez.
Sabia que aquilo não mudaria o fato de ela ter ser auto negligenciado por tanto tempo.
Ter se auto negligenciado por tantos anos a fio.
Deixando seu corpo e o pouco de beleza que um dia chegou a ter, morrer miseravelmente.
Inspirou e expirou, procurando uma calma que ela sequer sabia se ainda existia dentro de si.
E por um milagre, e sorte do que estava ao seu redor, encontrou.
Sem mais protelar, entrou no Box que estava localizado ao lado da monstruosa banheira.
Deixou-se relaxar por inteira sob os milhares de “dedos” da água congelante.
~*~*~*~
A Rosada estava saindo do banheiro.
Seu pequeno e escultural corpo alvo enrolado em uma toalha branca.
Seus olhos fechados enquanto secava as medianas madeixas róseas.
Parou a alguns passos da cama, olhando por uma das muitas janelas do quarto.
Em toda a parede de cabeceira da cama, seguia-se uma “trilha” de enormes janelas de vidro, ao qual deixavam uma quantidade realmente grande de claridade solar penetrar no quarto.
Seu quarto sequer tinha uma janela, enquanto aquele ali, tinha uma parede quase que completamente de vidro.
Bufou.
Aquele mundo era realmente muito injusto.
Estava observando novamente o quarto, quando percebeu uma coisa.
Um porta-retratos sobre o criado-mudo do lado direito da cama.
Quase bateu na própria testa, aquele fora o motivo pelo qual ela levantara, e havia se esquecido completamente disso.
Andou ate o criado-mudo, tomando em mãos o porta-fotografia que era alvo de sua curiosidade em determinado momento.
Quando o virou para si, não pode deixar de ficar surpresa, franzindo a testa.
Na foto emoldurada ali, havia um casal sorridente, com uma pequena criança, que se percebia claramente que era apenas um recém-nascido, nos braços.
–-- Vejo que já esta melhor.
A Haruno, em um movimento reflexo, virou seu rosto de encontro à voz, encontrando um Ruivo trajando apenas uma calça de moletom, encostado de maneira desleixada ao batente da porta, com os musculosos braços cruzados sobre o peito bem moldado.
A Rosada não pode deixar de arquear uma de suas angulosas sobrancelhas com tal cena.
Afinal, desde quando ele se tornara tão forte?
Sacudiu a cabeça rapidamente, espantando esses pensamentos idiotas de seu cérebro.
–-- Quem são eles? --- Perguntou a curiosa garota rósea.
O Ruivo franziu as sobrancelhas em resposta.
–-- São as marionetes ao qual Chyyo usou para ajudar você a me matar, três anos atrás, apenas estão em uma versão mais humana. --- O tom dele era cauteloso, como se estivesse tocando em um assunto proibido havia muito.
A boca da garota se abriu em um “O” de surpresa e entendimento inesperados por parte dela.
–-- São seus pais...! --- Ela não entendia como não os reconhecera antes, afinal, fora por causa deles que conseguira ganhar aquela luta.
Talvez fosse pelo fato, de que, na foto, eles estivessem bem mais bonitos e vivos do que como marionetes assassinas.
–-- São sim --- Disse ele a encarando com olhos observadores demais, como se medindo cada uma de suas reações.
–-- Eles eram tão bonitos... E... Pareciam tão felizes... --- A Rosada assustou-se com as próprias palavras, nunca teria dito em uma situação normal.
Os olhos do Akasuna a miraram, passando-se sobre si quase como se procurasse algum sinal de insanidade.
É... Talvez ela estivesse ficando realmente louca... Ou talvez fosse apenas abstinência de seus preciosos comprimidos.
De qualquer jeito, deveria começar a policiar-se para não dizer mais este tipo de bobagens.
–-- Eram mesmo --- O Ruivo começara a atravessar o quarto em direção a Rosada enrolada na toalha.
Enquanto ele se aproximava, a Haruno observou seu peito extremamente bem moldado, que causaria inveja ate mesmo em Lee, e não era apenas isso, mas também, na parte esquerda de seu peito, havia uma...
Tatuagem...
Uma silhueta de escorpião preta.
Let's have some fun this beat is sick
I wanna take a ride on your disco stick
Let's have some fun this beat is sick
I wanna take a ride on your disco stick
Vamos nos divertir, essa batida é doentia.
Eu quero te dar uma carona até essa discoteca
Vamos nos divertir, essa batida é doentia.
Eu quero te dar uma carona até essa discoteca
A Rosada não conseguia descrever em palavras o quanto aquilo o deixava ainda mais sexy...
Chutou-se mentalmente.
Desde quando achava Sasori um homem sexy?
Ele, ignorando seus pensamentos extremamente desordenados, apenas seguia em direção a Rosada confusa.
Quando ela percebeu, ele já dava a volta em seu dorso com um dos fortes braços.
Se fosse há apenas alguns dias, ela o teria atirado para longe, gritando todo tipo de xingamentos conhecidos pelo homem, mas agora...
Agora... Ela apenas conseguiu fechar os olhos e trancar a própria respiração, esperando pelo o que filho de Apolo faria a seguir.
I wanna kiss you
But if I do then I might miss you babe
It's complicated and stupid
Got my ass squeezed by sexy Cupid
Guess he wants to play
Wants to play
A LoveGame
A LoveGame
Eu quero te beijar
Mas se eu fizer ficarei com saudades, querido.
É complicado e estúpido
Minha bunda foi beliscada por um cupido sexy
Acho que ele quer jogar,
ele quer jogar.
Um jogo de amor
um jogo de amor
–--... E eu não quero este porta-retratos em suas mãos destruidoras de novo... Você esta bem, Haruno?
A Kuinochi de Konoha, rapidamente abriu os tão belos orbes esmeraldas quando sentiu o porta-retratos ser retirado de suas mãos que de algum jeito que nem ela conseguia explicar, haviam parado em suas costas.
Suas bochechas queimavam de uma maneira quase ilógica, seu rosto estava quente, para ser um pouco mais exata...
Todo o seu corpo estava quente...
Todo o seu corpo estava quente demais...
Hold me and love me
Just wanna touch you for a minute
Maybe three seconds is enough for my heart to quit it
Me abrace e me ame
Só quero te tocar por um minuto
Querido três segundos, é isso para meu coração te deixar
Encontrou o rosto do Akasuna a cerca de sessenta centímetros do seu, com as belas sobrancelhas ruivas arqueadas em um sinal claro de confusão.
–-- Eu... Quero sim... Não! --- A Haruno estava se enrolado em sua própria fala--- Quero dizer, estou... Eu estou bem! Isso! --- Gritou ela em um rompante, como se tentando provar suas palavras, a si mesma a mais do qualquer outro --- Eu estou bem!
–-- Hmm --- respondeu um Akasuna nem um pouco convencido.
Os dois ficaram nas mesmas posições, ambos observando cada movimento de seu “oponente de jogo”, tentando entender o que estava acontecendo ali.
Let's have some fun this beat is sick
I wanna take a ride on your disco stick
Don't think too much just bust that kick
I wanna take a ride on your disco stick
Vamos nos divertir, essa batida é doentia.
Eu quero te dar uma carona até essa discoteca
Não pense muito, apenas deixe que se exploda.
Eu quero te dar uma carona até essa discoteca
Aquilo não estava ajudando em nada.
A Haruno continuava a ter uma visão mais do que privilegiada do tórax bem definido demais e a tatuagem recém descoberta, que apenas de enxergar, já deixava certa Rosada, visivelmente mais quente.
Quente a ponto de quase ficar em chamas.
Quando ela mesma percebeu que se aquele homem, que acabara de descobrir ser um atalho direto para o inferno, continuasse a sua fronte, lhe incitando com aqueles orbes avelãs tão sensuais.
Ela não responderia por si.
Let's play a LoveGame
Play a LoveGame
Do you want love?
Or you want fame?
Are you in the game?
Dans the LoveGame
Vamos jogar o jogo do amor,
jogar o jogo do amor.
Você quer amor,
ou você quer fama.
Você está no jogo?
No jogo do amor
–-- Você... --- Começou ela fechando os olhos, tentando achar um pouco de equilíbrio interior que fosse apenas para pronunciar poucas palavras.
–-- Eu...? --- Retorquiu um Akasuna extremamente curioso, aproximando-se ainda mais da Rosada, que no momento, já estava quase entrando em combustão espontânea.
–-- Você t... --- A garota queria dizer para ele sair, mas, assim que levantou os olhos e percebeu o quão perto ele estava, perdeu a sua frágil linha de raciocínio em algum lugar daquele abdômen tão bem “cuidado”.
Então foi como se a “ficha” do Ruivo caísse.
Será que era isso o que ele estava pensando?
Em um ato inesperado para ambos, o controlador de marionetes aproximou-se ainda mais da garota rósea, ficando tão perto que seu corpo projetava uma sombra sobre o dela, e lenta e delicadamente, deslizou os dedos sobre o rosto da Criatura rósea, retirando uma madeixa rosada úmida que havia caído sobre a face angelical da mesma.
A Haruno já não tinha mais controle sobre o próprio corpo, a mão que segurava a toalha em seu corpo, se apertou de tal maneira sobre o tecido fofo que os nós de seus delicados dedos ficaram pálidos.
Sua respiração já era ofegante e desregular, sua boca estava seca e ela não conseguia mais formular palavras, muito menos frases inteiras dentro de sua mente.
dela saindo da boca dele naquele tom, a fez sentir toda a sua pele desnuda se arrepiar de uma forma ao qual ela nunca havia sentido antes.
O cheiro dele...
O cheiro dele era másculo demais... Penetrava suas narinas e a fazia ficar quase tonta.
Let's play a LoveGame
Play a LoveGame
Do you want love?
Or you want fame?
Are you in the game?
Dans the LoveGame
Vamos jogar o jogo do amor,
jogar o jogo do amor.
Você quer amor,
ou você quer fama.
Você está no jogo?
No jogo do amor
Ela, estava com os olhos cerrados, tentando de todas as formas possíveis reprimir aquelas sensações estranhas e tão prazerosas que se alastravam por seu pequeno corpo tão bem modelado de Kuinochi, enquanto tentava parecer o suficientemente convincente ao ponto de o Akasuna parar de perguntar se ela estava bem.
Porque, definitivamente, ela não estava nem um pouco bem.
–-- S-si-sim... --- Gaguejou de forma nada convicta em resposta ao tão belo Ruivo.
Ele aproximou ainda mais se rosto do dela, e sussurrando de forma baixa e sensual perto de seu ouvido, indagou:
–-- Você tem certeza? --- Um sorriso de canto brincalhão desenhou-se em seus belos lábios masculinos quando a Haruno ofegou ainda mais --- Você não me parece nada bem, Sakura...
A Rosada ainda assentiu de forma positiva e incessante, como se isso ajudasse a comprovar que ela estava bem.
Então, enquanto assentia loucamente, sua bochecha encostou-se aos dedos do controlador de marionetes, eles deslizaram por sua pele cor de porcelana, a fazendo estacar no lugar novamente, sentido um choque percorrer o local onde ele havia tocado, de maneira muito prazerosa...
Prazerosa demais...
Prazer...
Era isso que ela estava sentido naquela situação?
Não importava.
Era um sentimento bom demais.
E por mais que ela soubesse que era extremamente errado...
Não queria que tivesse um fim...
–-- Talvez... --- Murmurou ele naquele tom aveludado --- Talvez eu possa ajudá-la, Sakura...
I'm on a mission
And it involves some heavy touching, yeah
You've indicated your interest
I'm educated in sex, yes
And now I want it bad
Want it bad
A LoveGame
A LoveGame
Eu estou em uma missão
e ela envolve algum toque pesado
Você indicou seu interesse
Eu sou viciada em sexo, sim
E eu quero muito
Muito
Um jogo de amor
Um jogo de amor
Dito isso, ele deslizou a grande mão por sobre a lateral do rosto da Haruno, segurando sua nuca.
A garota rósea não conseguiria explicar ou entender o que aconteceu com seu corpo quando ele conclui aquele movimento, nem em mil anos.
Quando a mão dele tocou sua pele desnuda...
Foi como se uma descarga elétrica descesse por sobre seu pequeno corpo alvo, desde da primeira raiz de cabelo, ate as solas de seus pés, voltando e se alojando em seu baixo ventre, a fazendo ter uma vontade quase incontrolável de gemer...
De gemer o nome daquele maldito Ruivo...
Hold me and love me
Just wanna touch you for a minute
Maybe by Text-Enhance\\">three seconds is enough for my heart to quit it
Huh, Huh
Me abrace e me ame
Só quero te tocar por um minuto
Querido três segundos, é isso para meu coração te deixar
Huh, Huh
Sasori aproximou seus rostos de maneira lenta, deslizou delicadamente a ponta de seu nariz por sobre a pele de marfim da flor de cerejeira de Konoha.
Encostou seus lábios de forma leve na bochecha da Haruno, os deslizando para baixo, e traçando a linha do delicado maxilar feminino, desfrutando da maciez indescritível daquela pele de marfim.
Desfrutando do cheiro que ela tinha...
Desfrutando dela...
Sakura não conseguia “processar” o que estava acontecendo ali, naquele cômodo tão bem iluminado, as únicas coisas que conseguia distinguir, eram o prazer de sentir os lábios do Ruivo, tão pertos dos seus, e que, aquilo tudo, era, irremediável, definitiva, e irrevogavelmente...
Doentio.
Aquilo tudo era doentio demais.
Ela havia sido seqüestrada pelo homem ao qual matara havia três anos, e, mesmo assim, ainda sentia um prazer indescritível em cada toque de seu seqüestrador.
Oh, sim...
Aquilo, sem sombras de duvidas, era doentio.
Doentio demais ate mesmo para os padrões ao qual estava acostumada a lidar.
E ela não se importava.
Ela, realmente, não se importava.
I can see you staring there from across the block
With a smile on your mouth and your hand on your, Huh!
The story of us, it always starts the same
With a boy and a girl and a huh! and a game
Eu posso te ver lá nos blocos me olhando.
Com um sorriso em sua boca e sua mão em seu p (huh!)
A nossa história tem sempre o mesmo começo.
Um menino e uma menina e um (huh!) e um jogo.
O Akasuna deslizou seu nariz novamente por sobre a lateral do rosto da Haruno, inalando profundamente o perfume que estava impregnada naquela criatura perfeita.
–-- Eu sei que posso te ajudar, Sakura... --- O Ruivo falava em um tom baixo, aveludado, sensual, ele, a estava provocando.
Definitivamente, ele a estava provocando...
E, Deus...
Como ela estava adorando...
Descobrir todas aquelas novas sensacoes de uma só vez...
Era, simplesmente, magnifico.
–-- Entao me ajude, Sasori... --- Demorou trinta segundos para a Rosada conseguir entender e aceitar, que havia sido ela mesma quem falara aquilo.
Deixou sua cabeca pender para o lado, apoiando-a totalmente na mao do Controlador de Marionetes.
Deus...
Aquilo era tao bom...
–-- Por favor... --- Murmurou ela, quase que para si mesma, já que o ar em seus pulmoes se tornava mais rarefeito a cada segundo perto daquele Homem tao tentador --- Por favor... Me ajude, Sasori...
O Ruivo encarou aquele rosto perfeito, que, certamente, deveria ter sido esculpido por anjos...
Se perguntou, como, ele havia conseguido viver tantos anos sem conhecer aquela expressão ao qual se desenhava no resto da Kuinochi de Konoha naquele momento...
Aquela expressão de prazer...
Aquela expressão que deixava mais do que claro...
Aquela expressão que dizia que ela estava se entregando...
Que ela estava se entregando aos toques calidos do controlador de marionetes...
Ela era sinonimo de perfeição...
Ele queria, mais do que tudo, provar o gosto da perfeição...
Saber se ela era tão doce quanto seu cheiro de cerejeiras recém desabrochadas...
Sakura sentiu a outra mão do Ruivo se enlaçando em sua fina cintura, a única coisa que impedia o contato de seus corpos por inteiro, era aquela toalha de tecido felpudo ao qual ela segurava tão fervorosamente, afinal, se a perdesse, com toda e completa certeza, perderia sua sanidade junto.
And a game
And a game
And a game
A LoveGame
E um jogo
E um jogo
E um jogo
Um jogo de amor
Sasori puxou o pequeno e delicado corpo, o deixando encostado ao seu, tamanho foi seu orgulho e felicidade quando percebeu que o pequeno corpo se encaixava de forma mais do que perfeita ao seu.
Sakura, não tinha mais controles sobre seu movimentos, em um momento estava desfrutando dos toques do Ruivo, e no outro, quase como se tivessem vontade própria, suas mãos estavam delizando sobre o abdomên mais do que perfeito do Akasuna.
O descobrindo com suas mãos...
Flexionou um pouco seus peninos dedos, de forma a arranhar levemente aqueles musculos perfeitos e bem trabalhados que estavam sob suas mãos.
O Akasuna suspirou com isso.
A Rosada estava sentindo uma sensação estranha se alastrar por todo o seu corpo, começando pelo baixo ventre.
Uma sensação que denunciava que faltava algo...
Como se ela precisasse de algo a mais...
Como se ela precisasse ser...
Ser...
Preenchida.
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Do you want love?
Or you want fame?
Are you in the game?
Dans the LoveGame
Vamos jogar um jogo de amor,
jogar um jogo do amor.
Você quer amor,
ou você quer fama.
Você está no jogo?
No jogo do amor
Levou um segundo para perceber o que aquilo queria dizer.
O Akasuna estava pronto para selar aqueles tão belos labios cor de rosa natural da Kuinochi de Konoha, mas, sentiu as pequeninas mãos em seu abdomên tensionarem, ficando retas novamente.
E logo depois estava sendo empurrada com todas as forças que a pequena Criatura Roséa tinha escondida em seu corpo.
–-- Mas o q...? --- Ele teria perguntado, mas ela o interrompeu.
–-- Isso nunca aconteceu! --- Gritou ela em um rompante, o empurrando em direção a porta de saida do quarto --- NUNCA!
O Ruivo, que já não entendia mais absolutamente nada, apénas deixou-se ser levado ate a saida.
Quando ele finalmente já estava do lado de fora, a Haruno o encarou.
–-- Eu nunca mais quero ver sua cara de novo! Seu... Seu... --- Ela não conseguia achar adjetivos ruins o bastante para impregar no final da setença --- Seu Descamisado!
O Akasuna franziu as sobrancelhas em descrença.
Tudo isso por que estava sem camisa?
Ela bateu a porta na face masculina em cheio, acertando seu reto e anguloso nariz.
–-- Ai! --- Exclamou ele, enquanto levava as mãos ate seu nariz, tentando estancar o sangramento que a batida causara.
A porta se abriu em um rompante mais uma vez.
–-- D-de-desculpe... --- Falou uma Rosada, enquanto levava as mãos ate o rosto do Akasuna, esquecendo-se completamente que não havia chakra o suficiente para cura-lo.
O Controlador de Marionetes franziu as sobrancelhas com tal ato.
Aquela garota tinha sérios problemas, só pode!
Então, antes das delicadas mãos femininas da medica-nin encostarem-se ao seu rosto, os olhos dela lampejaram.
–-- Não me desculpe não! --- Ela voltou-se para dentro, do cômodo novamente --- E va já botar a porcaria de uma camisa e parar de ficar exibindo esses músculos perfeito e tatuagem sexy...!
Os dois estancaram em seus lugares, os olhos de ambos estavam arregalados.
A Rosada, definitivamente, havia falado demais.
–-- Eu... N-não é... Não é isso que você esta pensando! --- Ela exclamou desesperadamente, tentando de todas as formas possíveis consertar o grande erro que acabara de cometer.
Mas, já era tarde demais.
Um sorriso de pura malicia e orgulho nascia dentre os bonitos labios avermelhados do Ruivo em questão.
–-- Não é isso, Droga! --- Esbravejou a Haruno em fúria, mas o sorriso continuava lá, ela grunhiu em insatisfação consigo mesma --- Foda-se! --- Gritou e novamente bateu com a parte na cara do Akasuna desavisado.
Assim que a porta estava devidamente trancada, escorou-se nela, deslizando ate o chão.
Deus...
Deus...!
Deus!
O que ela quase havia feito?
Quase havia se deixado levar por um desejo idiota!
Sentiu seu interior se contrair em insatisfação, como se tentando provar que aquilo não era apenas um desejo idiota.
Droga!
Ela teria que fugir dali.
Então lembrou-se que a duas noites havia tido essa chance, e a jogara fora como se não valesse nada, e com toda e completa certeza, agora o Controlador de Marionetes deveria estar muito mais do que bem preparado para uma eventual fuga dela.
Grunhiu.
Droga! Droga! Droga!
Deixou a cabeça se afundar no tecido da toalha estendida por sobre seus joelhos.
Ele estava jogando com ela.
Só podia!
E ela sabia que seria mais do que impossível ganhar esse jogo.
Ela estava, definitivamente, perdida.
Ela estava condenada a mais pura e insensatamente doce insanidade...
Com aquele peitoral e tatuagem...
Ele ganharia de lavada.
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Play a LoveGame
Do you want love?
Or you want fame?
Are you in the game?
Dans the LoveGame
Vamos jogar um jogo de amor,
jogar um jogo do amor.
Você quer amor,
ou você quer fama.
Você está no jogo?
No jogo do amor
Notas finais
Sentiram a tensãozinha do capitulo?
Fortes emoções, não?
Hehehe
Mas,
Gente
Quero falar sobre uma coisa com vocês
"Sweet Prisoner"
Tem extamente 30 favoritos,
E uma media de 10 comentarios por cap
Então,
Eu vou postar o próximo,
Quando tiver pelo menos metade
Ou seja
15 rewiens,
Nesse capitulo, O.K?
Kissus
Moon H
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