Sweet Prisoner

17 Inacreditável


Notas iniciais
Hello Hello'
Desculpe a demora,
Mas estava realmente indecisa
Sobre esse capitulo...
Capitulo dedicado a linda e gostosa;
Loohrana
Pela linda recomendação!
Estou explodindo em arco-íris aqui!
Como assim tantas recomendações!
Pode isso produção?!?!
XD
Entãooooo
O capitulo que avisei no twitter
Sera o próximo, O.K?
Sem mais delongas
Kissus
Moon H

Olhou pela janela de vidro.

Finas gotas de chuva caiam de forma quase que preguiçosa do céu nublado.

Era uma garoa fina.

E Sakura não tinha palavras para descrever o quão entediada estava no momento.

E não era apenas isso.

Fazia exatamente treze dias de tédio.

Fazia exatamente treze dias que Sasori não a tocava.

Fazia uma semana e cinco dias que não sentia os dedos dele em seu corpo.

Fazia trezentas e doze horas que não sentia os lábios dele nos seus.

Fazia dezoito mil, setecentos e vinte minutos que não sentia o corpo dele contra o seu.

E ela não tinha a mínima ideia do por que disso.

E também não sabia explicar o sentimento horrível que corria seu âmago

Desde que ele aparecera em seu quarto de toalha, nunca mais havia posto sequer um dedo que fosse, com segundas intenções, no pequeno corpo da Kuinochi de Konoha.

E isso a estava fazendo queimar por dentro.

O Shinobi de Suna, agora apenas trazia suas refeições, e vinha cuidar de seus ferimentos.

Sequer olhava em seu rosto ou trocava uma palavra que fosse com ela.

Ela ate tentou seduzi-lo novamente, e como tentou, por duas vezes seguidas, praticamente se jogara em seu colo, e ele nem mesmo a olhara.

Ela se sentia um lixo.

A única pessoa que parecia sentir algum tipo de atração por ela, a estava ignorando.

A abstinência de seu remédio estava cada dia mais forte.

Havia dores em seu corpo, entretanto, nada se equiparava a dor lasciva em seu peito.

Ela, mais uma vez, havia sido abandonada.

Ela, mais uma vez, havia sido rejeitada.

E isso a estava fazendo em frangalhos.

Sentia-se uma idiota, uma burra, uma retardada, de ter, novamente, acreditado, que poderia ser diferente.

Que alguém poderia estar começando a sentir desejo por ela...

Socou os travesseiros, socou os travesseiros com toda a sua raiva.

Uma explosão se penas cobriu a cama, a deixando totalmente branca e penosa.

Levantou-se e foi sacudindo o corpo para tirar toda aquela “nova penugem” que adquirira.

Andou ate a janela preguiçosamente.

A garoa ainda caia, entretanto, parecia estar ganhado um pouco mais de intensidade a cada minuto.

Suspirou pesadamente.

Não queria mais ficar ali, depois que o Akasuna começara a ignorá-la, não via mais motivos para não tentar fugir mais uma vez.

E por ela não o faria então?

Encarou o horizonte, percebendo que à tarde já se encontrava em seu fim.

O Shinobi de Suna só apareceria em seu quarto dali a algumas horas, trazendo o jantar, ate lá...

Não havia razoes para ele dar falta de certa Rosada.

A Haruno abriu uma das muitas janelas de vidro a deslizando para frente, logo depois subiu em seu batente e saltou da maneira mais silenciosa que pode para fora.

Somente quando seus pequeninos e delicados pés desnudos tocaram a grama molhada, foi que percebeu que não havia pego absolutamente nada.

Nem roupas, nem comida, nem sapatos, nem proteção para a chuva.

Resumindo;

Nada, nada e nada.

Bufou em insatisfação.

Sabia que isso lhe traria muitos problemas...

Mas...

Naquele momento, ela, sinceramente, não se importava.

Abaixou um pouco a cabeça e logo depois fechou a janela pelo qual sairá, não querendo deixar pistas de como havia escapado.

Sentiu as primeiras gotas de água se chocarem de contra sua pele, fazendo-a ficar completamente arrepiada da cabeça aos pés.

Então se lembrou de quando o Akasuna apareceu apenas de toalha em seu quarto, e em como era maravilhoso sentir as gotas de água gelada dele escorrerem por seu corpo quando suas peles se chocavam.

Sacudiu a cabeça com esse pensamento.

Já estava fugindo por isso, não era mesmo?

Para não ter que se sentir como um brinquedo, que quando perde a graça e o interesse do dono, era deixado de lado sem dó nem piedade.

A Rosada deslizou seus pés pela grama molhada, tentando ao Maximo não fazer movimentos bruscos ou qualquer coisa que acometesse em algum ruído.

A Herdeira Haruno havia acabado de chegar à borda da clareira, e, antes de entrar para o meio das arvores, virou-se para encarar a casa que estava deixando para trás.

Dessa vez ela não estava bêbada nem nada do tipo, dessa vez, ela sabia que não teria ninguém a esperando em uma vila, e dessa vez, estava fugindo por ela e não para voltar a um lugar em que havia sido esquecida e enterrada.

Como a um morto.

Suspirou pesadamente, e depois se virou para a grande e densa floresta, dando apenas mais alguns poucos passos ali.

E então gritou.


~*~*~*~


Sakura havia sido agarrada.

Exatamente;

A-G-A-R-R-A-D-A

O grito de susto dela ainda ecoava pela floresta.

Uma grande marionete com um enorme sorriso psicótico na face de madeira a havia agarrado.

Seus braços estavam em volta dela, como se a estivesse abraçando-a.

Sakura tentou de todas as formas possíveis sair daquele agarre, mas o aperto em sua volta era forte demais, tinha certeza que os braços e dedos do boneco deixariam marcas em sua delicada pele alva.

Grunhia e sacudia-se, tentando deslizar por entre os braços da marionete, de forma inútil, já que a mesma continuava sem se abalar com aquele sorriso enormemente medonho.

Amaldiçoou aquele boneco.

Mas, amaldiçoava ainda mais seu dono.

Uma serie de blasfêmias saia em murmúrios baixos da pequena boca cor de rosa da Herdeira Haruno, tinha que se livrar logo daquela marionete estúpida se ainda quisesse fugir.

Tentava desgruda-la de seu corpo a todo custo, o aperto já estava a machucando.

Foi quando ouviu a voz atrás de si.

— É impressão minha, ou você esta meio presa, Haruno? — O timbre era risonho, e aquilo apenas fez as veias da Rosada, queimar em pura fúria.

Sacudiu-se mais uma vez, tentando por os braços a fronte do corpo pra conseguir se desvencilhar da maldita marionete psicótica.

Não conseguiu sequer move-la.

Grunhiu em fúria, sacudindo-se ainda mais.

Estava se sentindo fraca e impotente novamente.

E tudo por causa do desgraçado do Akasuna.

— Calminha ai, Haruno — Sakura não conseguia ver o Ruivo já que ele estava a suas costas, e odiou isso, queria que ele estivesse a sua frente, para lhe dar a devida surra que ele merecia — Assim você vai se machucar ainda mais.

Ela estancou no lugar.

Ela estava ouvindo bem?

Ele a estava chamando de fraca, era isso mesmo?

Seu cabelo estava úmido e bagunçado, seu corpo estava cada vez mais molhado por causa da chuva, e um raiva monstruosa fazia um fogo letal e furioso queimar cada vez mais forte em seus olhos verdes esmeraldas.

O Ruivo não podia ver a expressão no rosto dela.

Mas, sentiu a áurea, praticamente tangível que se formava ao redor.

— Você esta bem, Haruno?

Ela não respondeu.

Apenas continuava em forma de estatua nos fortes braços de madeira da marionete sorridente.

O Ruivo ficou serio, percebendo que havia algo errado, criou finas linhas de chakra, e as interligou a marionete, fazendo o monstro de madeira afrouxar um pouco seu aperto, todavia, ainda deixando bem presa a criatura rósea.

Ele rodeou de forma lenta e metódica a marionete e sua prisioneira, e quando ficou de frente para a mesma, sentiu algo bem parecido com desespero e medo preencher suas veias.

Os olhos da garota estavam fechados, seu rosto, quase que totalmente escondido por sobre os revoltos fios rosados, estava lívido, quase que totalmente pálido, a única cor que dava o contraste em sua pele era o vermelho rubro, de um fino filete de sangue que escorria por sua boca.

Deus...

O que ele havia feito?

Imediatamente, fez um rápido movimento, ao qual fez a monstruosa marionete soltar a pequenina Kuinochi de Konoha, fazendo o corpo dela cair sobre as folhas úmidas do chão da floresta, soltou a marionete, sem se preocupar em onde e como ela cairia, tinha coisas mais importantes a fazer.

Colocou dois dedos sobre o fino e delicado pulso desnudo da garota, sentindo sua pulsação, razoavelmente desregular, verificou sua respiração, e logo depois procurou algum ferimento em seu corpo de boneca.

Quando não achou nada, que não fossem as marcas recentes dos dedos da marionete, franziu a sobrancelhas, e um milésimo de segundos depois...

Sentiu seu estomago ser acertado por um forte murro, o fazendo cair para trás, tanto pela surpresa do ataque, quanto pela força implícita nele.

Levantou os olhos a tempo de ver uma cabeleireira rosa correndo para longe.

Piscou os olhos com uma força desnecessária, não conseguindo crer no que estava a fronte de seus olhos.

Não conseguindo crer que uma garotinha o havia enganado.

Segundos depois estava correndo atrás da Herdeira Haruno.

Sakura corria com todas as suas forças, ignorando seus pés que escorregavam na grama, ignorando as dores de seus ferimentos semi-curados, que latejavam de uma forma horrível, ignorando as gotas geladas que batiam em seu corpo.

Fugir era o que ela tinha que fazer.

Fugir era seu objetivo final.

Fugir era o que ela teria que fazer.

Não importando o quanto isso custasse.

O Akasuna estava logo atrás de si, e se ele a pegasse...

Se ele a pegasse...

Seria seu fim.

Ouviu um ruído estranho, olhou por sobre o ombro a tempo de ver a monstruosa marionete psicótica mergulhar em sua direção.

Por um milésimo de segundo, ficou sem reação, não deixando de correr, mas sem saber o que fazer.

Então, logo depois, saltou com todas as suas forças, sentindo seus pontos reclamarem de uma forma, que ela jurou por todo o céu, que eles iriam estourar.

Mas, por um, verdadeiro, milagre divino, não o fizeram.

A marionete, continuou indo em direção ao chão, onde ela estava um segundo antes.

A Herdeira Haruno pousou a alguns metros de onde estava antes, praticamente na borda da clareira, quase que escorregando e caindo ao chão, olhou para trás, a tempo de ver a expressão de pura incredulidade que se estampava na face do belo Nukkenin de Suna.

Um sorrisinho de vitória se estampava na face da Rosada, e logo depois, antes que o Ruivo pudesse reagir, ela já estava dentro da floresta.

Ele encarou por um segundo as arvores pelas quais a Rosada acabara de sumir.

Deus...

Aquela garota era, simplesmente, inacreditável.

Aquela garota era, simplesmente, fantástica.

Aquela garota era, simplesmente, um sonho.

Ele nem sequer conseguia acreditar no que ela estava conseguindo fazer.

Deus...

Ele...

Ele nem sabia o que pensar, ainda mais o que dizer.

A única coisa que sua mente conseguia formular, era que...

Precisava de uma mulher assim para ser a mãe de seus filhos.



Notas finais
Sakura mostrando quem põe moral
Hum!
Então minhas tchucas...
Cometem a parte do capitulo que
Mais gostaram e o por que!
Concorrendo a uma dedicatória
No próximo capitulo!
E,
Quem ai tem conta no AS?
Acabei de me registrar
E estou como Forever Alone
Me adicionem como amiga, pls?
Aqui esta meu perfil
Se alguém quiser ter a bondade
De ser minha amiga
=3
http://animespirit.com.br/moonh
18 coments e o próximo sai
My Cat's!
Kissus
Moon H