Notas iniciais
Esse capitulo é dedicado ás lindas e maravilhosas;
Akiko
Painhurt st
Eu sei que era só pra ser uma
But....
As duas ficaram tão bonitinhas
Que não consegui resistir!
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Esse capitulo explica por que
a Sakura anda tão impulsiva ultimamente
Então...
Sem mais delongas
Boa Leitura
Enjoy it

–- La lala lalá --- Cantarolou uma Rosada, de olhos fechados, estava sentada no chão, com as costas encostadas na sua única saída daquele cárcere privado que estava sendo mantida --- Quando eu sair daqui vou te matar.

A Haruno, desde que o Ruivo sairá, e a deixará naquele estado, deplorável e humilhante, vestiu-se com algumas peças de roupas, que para seu alivio, estavam,alem de perfeitas condições, e parecerem novas, limpas e cheirosas, que encontrara no armário daquele quarto.

Claro que elas não eram nenhum exemplo de decência, da parte do mesmo.

Daí em diante, tentava a todo custo sair dali, e, quando finalmente percebeu que não conseguiria esmurrando aquela maldita porta e gritando ameaças para o Akasuna a plenos pulmões, simplesmente desistira de tentar fugir daquela forma em questão.

–- La lalala la lá --- Cantarolou novamente, deixando a cabeça pender um pouco para o lado --- Vou fazer uma fogueira e te queimar.

E desde então, decidira apelar para a infantilidade do ato que estava cometendo naquele momento, ela sabia que isso, muito provavelmente, estava acabando com o pouco de dignidade que ainda tinha, entretanto, ela não ligava, afinal, talvez, se continuasse com aquele comportamento, notavelmente maduro, ele se irritasse e viesse acabar com a droga de sua vida de uma vez.

–- Lala lá la --- Continuou com sua cantoria improvisada, já mal ouvindo o que ela própria falava --- E depois no meio de suas cinzas, vou dançar.

Ele a estava ignorando.

E a Haruno não gostava de ser ignorada.

Para ser um pouco mais exata, a Haruno, odiava ser ignorada.

Fazia, quase, exatos três anos que a quarta grande guerra shinobi acabará, e desde então, nunca se sentira tão sozinha.

O amor de sua vida voltara para a vila, e cumprirá sua pena, de exatos dois anos e sete meses.

Então o time sete estava formado mais uma vez, e, ao contrario do que a maioria das pessoas pensava, Sai não foi excluído dele por conta disso.

Ela foi.

No começo ela não notara esse fato, ou simplesmente não queria acreditar, mas, isso foi ficando cada vez mais notável a cada dia, os garotos começaram a sair em missão, e a Jovem Kunoichi ate ia junto nas primeiras, claro que muitas vezes não pode por causa do hospital, que nessa época estava sempre lotado, mas, depois os níveis das missões foram subindo, e as missões se tornavam cada vez mais freqüentes, e cada vez mais raro a Haruno ser avisada ou convocada a qualquer uma delas.

Era chamada, apenas, quando eles necessitavam de conhecimentos medicinais avançados, por que, senão, era levada qualquer enfermeira que tivesse conhecimento básico de medicina e da arte shinobi.

Ela fora descartada pela própria equipe.

E depois a Senju não tinha mais tempo para absolutamente nada, estava, ou melhor, esta, preparando todas as centenas de papeis e treinamentos necessários para que Naruto torne-se o sexto Hokage da capital Konohagakure.

E por isso, nunca mais treinara com a Rosada, ou, sequer teve conversas, realmente, longas com ela.

Naruto esta prestes a se tornar hokage, esta namorando, e ainda, por cima disso tudo, não parava de fazer dezenas de missões por mês.

Sai, voltara a ANBU, e desde então, conciliava-a, acirradamente, com as missões do time sete.

E Sasuke...

Seu tão adorado Sasuke-Kun...

O Moreno dos seus sonhos mais inalcançáveis, havia voltado para Konoha, como tanto a Rosada havia esperado e batalhado, mas, ele sequer notou a existência da mesma, continuava um verdadeiro cubo de gelo, na realidade, parecia ate mesmo ter piorado com todo aquele tempo fora.

E há cerca de dois meses, ele anunciara, o que teria sido uma das piores noticias que já teria ouvido se fosse alguns anos atrás.

Ele anunciará que se casaria.

Casaria com sua ex-companheira de time.

Uzumaki Karin.

Ino, foi convocada para uma longa missão como medica de Suna, lá descobrirá o quão sedutor poderia ser o Kazenkage, e por motivo de um romance tórrido e totalmente impulsivo, da parte dela, é claro, havia decido firmar-se lá mesmo.

Hinata, era, pode-se dizer, uma conhecida da Rosada, já haviam se ajudado, tanto na guerra, quanto fora dela, uma dezena de vezes, mas, nunca haviam aprofundado essa amizade para algo alem disso, e depois que o grande ninja cabeça oca de Konoha, vulgo; Naruto, havia a pedido em um compromisso serio, ai que ela não via mais nada a não ser os olhos cor de oceano de seu namorado, mais precisamente, futuro noivo.

Ela e Tenten, haviam ficado realmente próximas durante a guerra, com a morte de Neji, a morena chocolate estava mais amiga da Jovem Haruno, mas, a Mitsashi foi mandada em missão para uma vila distante já fazia certo tempo, ate receberá noticias nas primeiras semanas, mas, depois, ela simplesmente desapareceu, como nevoa em uma manha de verão.

Estavam todos formando casais lindos em Konoha, não havia uma pessoa que não estivesse feliz naquela bela e verde aldeia, e por esse exato motivo, ninguém percebera que a Rosada não tinha entrado nesse clima de amor e amizade.

Bem, no meio de tudo isso, o hospital ficara aos totais e inteiros cuidados da Jovem e habilidosa medica-nin.

E isso consumia a ela e ao seu tempo por inteiros.

Se aquela aldeia não tinha emergências, e sim um atendimento hospitalar impecável, era graças a Rosada e sua direção lá dentro.

Depois do primeiro ano, se acostumara a ficar só, ela e as paredes do hospital.

No fim do segundo ano, desaprendera, quase de forma total, a ter amigos e conhecidos, falava apenas com os pacientes e colegas de trabalho o necessário, também começou a tomar pílulas para sua dor de cabeça, que era sempre forte e incessante.

Agora, no final do terceiro ano, não tinha mais laços, ou qualquer tipo de relação com outras pessoas, conversava apenas no trabalho e sobre o trabalho, alem disso, só gastava suas palavras quando tinha que pedir comida em um restaurante qualquer ou quando lhe era estritamente necessário, e precisava do apoio de suas pílulas todos os dias.

Havia se tornado uma pessoa tão fria e fechada quanto um Uchiha.

E, o pior de tudo, é que ela sabia disso.

E quando, apenas há pouco mais de um dia, o Akasuna e suas marionetes a haviam atacado de forma traiçoeira e violenta, foi como se todos os sentimentos reprimidos e adormecidos dentro do frágil corpo da Jovem Kuinochi e exemplar medica-nin, tivessem se soltado dentro dela, a fazendo ficar se sentido como um animal, agia e fazia tudo por impulso, gritava e ameaçava quando bem entendia, não conseguia raciocinar direito para nada, o que causava cenas realmente humilhantes, como havia acontecido noite passada, e, para complementar isso tudo, estava agindo como uma criança nesse exato momento.

Estava com fome, cansada, abandonada e com uma abstinência terrível causada pela falta de suas pílulas diárias.

Então, não estava nem ligando para a droga da sua dignidade.

–- Lalala la lálá --- Sua voz estava cada vez mais baixa --- E nada disso vai doer mais do que a dor de ser abandonada.

Uma fina lagrima escorreu por um de seus olhos esmeraldas e desceu, de forma quase sorrateira, por sua bochecha, marcando a pele cor de marfim com um suave rastro úmido.

Ouviu o barulho do trinco da porta sendo destrancado, logo depois, a maçaneta foi girada, e a porta empurrada.

E ela não se mexeu.

Estava se sentido morta demais para isso.

Apenas se deixou ser arrastada pelo pedaço de madeira em movimento.

E quando seu corpo latejou por suas costelas reclamarem.

Ignorou.

O Ruivo entrou no quarto, havia uma bandeja em suas mãos, ficou a encarando por longos segundos.

A Rosada continuava de olhos fechados.

Queria que ele a matasse ali e agora.

Completasse todos os objetivos que tinha para com ela, e, de uma vez por todas, acabasse com aquela vidinha medíocre que levava.

Estava com raiva.

Estava com muita raiva.

Mas, apesar de uma pequena parte dela ser referente ao seqüestro.

Não tinha raiva do Ruivo.

Tinha raiva de ser abandonada.

Esquecida.

Descartada.

E ninguém perceber que isso a machucava.

E ninguém perceber que ela era apenas uma pequena garotinha.

Que precisava de amor.

–- Sabe, --- A Haruno pronunciou-se depois de mais alguns longos minutos de silencio, sua voz, com uma dose cavalar de ironia, mostrava toda a amargura e dor de uma vida abandonada --- Talvez, naquele dia que lutei contra você, deveria ter deixado você ganhar, eu deveria ter ficado e respirado bem fundo quando a primeira borrifada de veneno veio à tona.

A voz da Haruno estava tremula, precisava de seus remédios, mas, precisava muito mais desabafar, nem que isso fosse com um inimigo ao qual ela havia matado há alguns anos e voltará em busca de sua vingança.

Grossas torrentes de lagrimas escorriam pelos orbes esmeraldas.

Ela precisava derramar suas lagrimas.

–- Por que --- Continuou a Rosada com um amargo sorriso de escárnio, dado para si mesma, estampado nos lábios femininos --- Viver sem ter um real motivo para isso, é como estar morta.

Ela continuou de olhos fechados.

E ele continuou a encarando por muito tempo.

Uma hora, talvez.

Ate ouvir-la ressonar baixinho, quando havia pegado no sono.

Ela se sentia só.

Ele estava só.

E precisava desabafar.

Precisava de alguém.

Precisava de sentimentos.

Porque, senão, estaria morta por dentro.

E ela já estava morrendo.

Cada dia um pouco mais.

Precisava de alguém que secasse suas lagrimas.

Beijasse sua testa.

E a bota-se para dormir.

E foi exatamente o que ele fez.

Porque, no final, ela só precisava...

De alguém que cuidasse de si.



Notas finais
Entãoooooooooo?
O que acharam?
Vamos continuar com a brincadeira!
Coloquem no comentario,
o trecho que mais gostaram,
E o por que gostaram!
Você pode ganhar um capitulo dedicado
a você!
*Modo comercial on*
E sim,
A frase que a Sakura
fala no final do capitulo,
É do Ruivo-Sensação,
Gaara
Achei perfeito para
Esse momento
*----*
Cinco comentariozinhos
E eu posto o próximo
amanhã
Kissus
Moon H