Sweet Nothing

1 Cap. 1- My Gorgeous Meeting


Notas iniciais
Minha primeira fic e capítulo do TWD. Eu adoro e estou esperando a 4a temporada.

Boa leitura.

Cap. 1- My Gorgoeus Meeting

-Rápido!- Gritei para meu irmão assim que vi uma casa. Os walkers eram demais, seria melhor se nos escondêssemos, aproveitávamos para buscar alguns mantimentos na habitação onde estávamos indo.

Assim que entrámos, ele matou os dois na entrada e eu matei os poucos que tentavam acabar com a porta, os colocando em frente de casa, assim disfarçava os nossos cheiros, mesmo assim, alguns persistentes, batiam ali, decidi trancar.

-Vê ai na sua mala se há comida.- Assenti com a cabeça e procurei, tínhamos duas latas de atum, três de feijão preto, mas eram pequenas e duas garrafas de água de 0.5l- Precisamos de mais.- Decidimos procurar pela casa. Entrei na cozinha primeiro, ele iria ver no piso de cima, os mais velhos primeiro.

Vi um espelho partido ali no chão, me olhei, já não tomava banho a 1 semana, a mesma roupa, cabelos castanhos claro que mais pareciam pretos de tanta sujidade e tinham um corte mal feito há pouco tempo, olhos azuis-escuros e boca vermelha e seca de beber pouca água, aff! Estava horrível.

Esta porcaria do Apocalipse dura há muito tempo, eu desejei por isso, mas isso era depois de jogar Resident Evil e esmagar os crânios desses bastardos, na Tv ou então ver um filme violento, mas não esperava que fosse assim tão complicado a comida, a água, as armas.

Achei que seria mais fácil, quer dizer, eles são muito lentos, muito mesmo, mas agora que são imensos que viram em hordas, fica muito mais complicado.

Uma coisa são os filmes em que protagonista é sempre a boazona da estória e a que sabe lutar, outra coisa é a realidade.

Até já fiz 14 anos, acho eu, perdi a noção do tempo. Meu irmão, Lucas, muito mais alto que eu, 17 anos, moreno, olhos igualmente castanhos-escuros, e eu andamos sozinhos há 5 meses, também não sei, nossos pais desapareceram uns dias depois que conseguirmos ter sobrevivido, mas as minhas esperanças não estavam elevadas, eles era da CIA antes disso tudo, mas podiam sempre estar mortos.

E agora com tudo o que aqueles dois nos ensinaram, estamos aqui no meio do nada procurando um carro ou uma moto, para mim até uma bicicleta, de jeito que essas coisas estão, apenas para a nossa sobrevivência.

Agora estou eu tentando água para encher as garrafas, estava batendo na torneira com força até sair, nem que seja um pingo de água, que esperava? Olhei em volta vendo se havia alguém, ainda bem, não havia nenhum daqueles bastardos que me comeriam.

Aquela porcaria não funcionava, aff, tínhamos de encontrar um lago ou um rio. Procurei no frigorífico, alguma comidinha, só vi latas de ananás que levei, salsinhas, sopas, pelo menos isso. Até sinto falta da macarronada da minha mãe e ela nem cozinha bem... Com quem é que estou brincando, ela cozinha pessimamente.

Encontrei um meio pacote de batatas fritas no chão, pisei de sem querer e assim o descobri, peguei e vi se estava bom, eu até podia comer um cavalo, se pudesse. Mas a questão era: Se um daqueles mortos tivesse tocado ou pisado? É melhor deixar, não me apetece comer meu irmão, todo o cuidado é pouco.

Olho para a janela, os bastardos estavam caídos, voltando para... Espere um momento, haviam alguns carros e os bastardos caídos no chão, estranhei, não estava assim quando chegámos.

A porta tinha sido arrombada agora, um estrondo se fez, humanos? Canibais? Ainda não estávamos assim tão desesperados, penso eu. É melhor me revelar, não é? Os walkers não conseguiam derrubar uma porta fechada, talvez uma equipe de salvação?

Dito, mas nada feito, tinha ali uma porta secreta, ficando ali, liguei a lanterna, encontrei onde porta que deu para a hall daquela casa, estava vazio, sai dali, passando por cima dos cadáveres silenciosamente, sem que aqueles notassem, iria ter com o Lucas e perguntar o que fazia.

Assim que subi as escadas, uma porta estava aberta e a sombra não parecia ser do Lucas, ele era enorme, mas não gordo, me fui esconder dentro d’um quarto de porta aberta porém a fechei com o máximo de cuidado. Me virei para ver em volta, ligando a lanterna, um rapaz, parecia ter a minha idade me apontava a arma

-Não me mate.- Foi o que eu disse levantando os meus braços em rendição, deixando cair o objecto

Notas finais
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