Sweet Happiness

32 capítulo 32 - Dor


Notas iniciais
Oi? Ahm, não estão mais bravas comigo, estão? Nossa, vocês me deram medo viu.. Hehe, mas sigo as amando incondicionalmente u.u Hoje o cap. ta pequeno, ele é tipo a "abertura" para o cap. 33 que com certeza vai vir bem grandinho.. Hehe

– Mary, eu acho que esse não é o melhor momento para repreensões. — Zelena diz cautelosamente percebendo a forma tempestuosa que Mary encarava Emma, principalmente pela força que era nítida que ela exercía sobre o pulso de Swan.

– Me desculpe doutora, mas o assunto aqui é somente entre minha filha e eu, sua opinião de nada me interessa quanto à isso. — rebate grosseiramente a mãe de Emma sem desviar os olhos das entristecidas íris esmeraldas de Emma.

– Não me preocupo com seus interesses e sim com os de Emma e tenho a certeza que ela não está bem para iniciar mais uma briga. — disse aderindo uma expressão séria colocando sutilmente a mão sobre o braço de Emma como se quisesse puxá-la de volta.

– Tudo bem, Zelena. — Emma se pronunciou puxando o próprio pulso da mão de Mary. — Se ela quer uma conversa, uma conversa ela terá. Diga o que quer saber.

– Emma, eu não acho uma boa idéia. — sussurrou com pesar tentando convencer a garota do contrário da maneira mais suave e preocupada.

Ignorando o pedido de Zelena à sua filha, Mary vai ao ponto não importando-se com quem ouvira ou não:

– Você teve relações sexuais com... com mulheres? — perguntou demonstrando com clareza o quão aquilo estava sendo intrágavel. — E para piorar não foi qualquer mulher, mas sim com a Elsa Frozen? Emma isso é... é... Ai meu Deus, onde foi que eu errei?

Tomando uma pose fria, embora ainda muito nervosa, Emma responde sem perder a estabilidade:

– Você quer saber onde errou? Pois eu te digo muito bem com todas as letras... Você errou em ter voltado para Storybrooke, para a minha vida quando já não havia necessidade disso. Eu não te culpo por ter me deixado para trás a quase onze anos atrás, não mais, sabe porquê? Porque talvez assim eu não tivesse conhecído o amor da minha vida, a mulher que eu amo de verdade e venero. Eu sofri sim, sofrí muito, mas em compensação eu conheci Regina e é somente por ela que eu sou quem sou hoje e somente à ela quem devo explicações do que faço ou não da minha vida e a ninguém mais, porém respondendo as suas perguntas mamãe, eu tive sim relações com mulheres e uma delas foi Elsa, para o meu grande arrependimento. Acostume-se com isso, acostume-se com uma filha que teve relações sexuais com outras porque é assim que eu fui e que eu sou.

Mary não conseguiu segurar a repulsa de cada palavra proferida pela filha e resolveu expressar da forma mais impulsiva e errada para isso. Apenas deu-se conta do que havia feito quando sentiu sua mão formigar levemente e ver Emma sorrindo ironicamente em meio a algumas lágrimas passando a mão em um dos lados da face massageando-a, onde via-se nitidamente a marca dos dedos de Mary.

Mary havia dado um tapa em Emma.

– Emma.. — Zelena meteu-se no meio das duas, olhou com tristeza para loira e depois voltou seus olhos para a causadora daquela ato repugnante. — Você está louca ou quê? Violência não é a resposta e muito menos para a qual você quer. — lançou a pergunta completamente enraivecida à Mary.

– Querida, se você continuar metendo-se onde não é chamada a próxima com certeza será você. — disse respirando fundo, um pouco arrependida pelo o que fizera, embora estivesse decidida a não ser branda com Emma naquela momento. Voltou a dirigir-se a Emma dizendo paulatinamente cada palavra: — E você não me diga essas coisas nojentas, eu me recuso a ouvi-las, eu proibido você de dizer esses absurdos, eu te proibido! Eu não vou permitir que minha própria filha tenha uma vida desvirtuada dessa forma, jamais irei permitir, Emma. Isso não tem cabimento...

– Você não tem que aceitar nada, Mary. — disse firme aproximando perigosamente da esposa de Nolan, ultrapassando o espaço pessoal. — Você não tem que aceitar nada e muito menos tentar proibir, quem você pensa que é para dizer que isso tem cabimento ou não? Quem você pensa que é para afirmar que isso é um absurdo? Absurdo é o que eu tenho que ouvir de você, absurdo é o que você acabou de dizer à Zelena, isso sim não tem cabimento. Olhe bem para mim, e escute bem o que eu vou dizer... você já não tem poder algum sobre minhas escolhas, Mary, nem tente isso. — cuspiu sem piedade.

Para a Mary doeu ouvir Emma recusar a dizer o tratamento carinhoso destinado à ela ao ouvi-la chamando-lhe por seu primeiro nome.

Respirou mais uma vez tentando suavizar a tensão entre as duas.

– Emma, meu amor, entenda... Essas coisas, essas coisas que você fez... É errado. É repugnante aos olhos de Deus, você é tão linda para ter que seguir esse caminho.

– E o que isso tem haver? — sorriu com sarcásmo. — Existe algo que se chama amor, Mary, e isso é universal... Toda forma de amor é linda independente de cor, raça, nação ou sexualidade, então você não tem nenhum direito para determinar se isso é certo ou errado.

– Não! Eu me recuso a ouvir à isso. — se entregou as lágrimas. — Por favor, me diz que tudo isso não passa de uma piada de mau gosto e que meu bebê continua inocente e puro como bem me lembro. Por favor, me diz que Regina e você nunca tiveram... Contato intimo daquela forma asquerosa que... Ai eu me arrepio só de lembrar.

– Isso não é da sua conta, mas uma coisa eu posso te garantir... Isso tudo é bem real e meu amor por Regina é a coisa mais certa da minha vida... Eu sou dela antes mesmo de eu ter conciência da vida. — Emma afastou-se e com um ligeiro sorriso mesmo com os olhos marejados, ela finaliza: — Surpresa, sua filha é lésbica!

– Oh David! — Mary se balançou para os braços do marido que estava logo atrás dela. A abraçou tentando consolá-la. — Eu não aguento mais isso, me leve para casa por favor... Eu preciso me afastar disso tudo.

– Vai pai, leve a sua esposa, a sua dona, a sua guardiã para casa, mas me faz um favor... Leve para a casa que vocês tinham na Itália ou em qualquer outro canto do mundo. — diz debochadamente.

– Emma Swan! — ele repreende estreitando os olhos azuis para a Emma. Mary chorou mais ainda após ouvir as palavras da filha.

Embora David estivesse verdadeiramente triste pelo o ocorrido, decepcionado pelo o que vira na exibição do video, -que profundamente queria muito apagar da mente-, e bastante enfurecido pela forma que ele julgara ser dura por parte da filha no tratamento com a esposa, boa parte de suas perguntas que surgiram em sua mente há algum tempo foram respondidas naquela noite e recapitulando bem tudo agora sobre Emma, não estava de todo surpreendido com aquela novidade sobre ela e não queria fazer acusações ou julgamentos. Gostaria sim de sentar e conversar com ela reservadamente e poder entender com riqueza de detalhes o que tudo aquilo, aos olhos da loira, significava e finalmente poder também desvendar a filha, mas naquele momento não, pois naquele momento sua esposa era sua maior prioridade, portanto trataria isso com Emma na oportunidade mais segura em que ambos estivessem com a mente mais relaxada.

Após a saída dos pais, Emma deixou-se mais uma vez cair no labirinto de suas frustações apoiando suas costas sobre a parede de um balção de madeira e deslizando por ela até encontrar-se sentada no chão. Não estava acreditando que tudo aquilo estava acontecendo com ela, que tudo tinha acabado tão fácil para algo que tão dificilmente conseguiu obter, coisa que jamais nem pensou realmente obter. Não podia acreditar que tão facilmente Regina havia quebrado a confiança sobre ela, não a deixando explicar-se e fugindo dela sem dar nenhuma chance e dizendo não acreditar no amor dela, logo depois de tantas provas livres disso. Isso era um absurdo. Como dizer que suas palavras eram falsas quando na realidade Emma a adorava mais que tudo na vida? Claro, em partes confessou para sí mesmo que aquilo, tratando-se do seu caso com Elsa, era sua culpa, por ter optado escondê-lo e ocultar quando teve muitas oportunidades para contar à Regina. Estava envergonhada pelo video íntimo protagonizado tanto por ela como por Elsa. Mas... mas como aquele video surgiu e onde foi parar o verdadeiro video que ela tinha preparado?

Zelena gentilmente uniu-se a ela no chão a puxando para o seu colo.

– Nós vamos resolver isso, está bem? Eu acredito em você! — sussurrou acariciando os fios loiros que já tinham voltado a sua modelagem normal. Uma carícia tão singela e carinhosa.

– Zelena, onde está Regina? — perguntou levantando a cabeça e enxugando com a manga da camisa branca as lágrimas que teimavam em cair.

– Ela saiu com Belle... mas eu não sei para onde e nem você vai atrás dela agora.

– Eu tenho que falar com ela, ela precisa me ouvir, ouvir a verdade.

– Emma! — Ariel aparece correndo visivelmente alarmada. — Jeff sumiu!

No restaurante apenas estavam, Ariel, August, Killian, Emma e Zelena.

Ruby não aguentou ficar por muito tempo; estava impactada com todas aquelas informações. Estava no fundo chateada pela relação recém descoberta das duas pessoas que acreditava ser suas mais leais amigas. Sentia-se enganada pela ocultação. E por primeira vez estava sem saber o que dizer ou fazer, não pelo video exposto, mas sim pelo namoro de Emma e Regina.

– Como assim sumiu? — Emma se pôs de pé escorando-se no balcão como apoio, suas pernas ainda estavam trêmulas.

– Isso o que eu disse, eu fui atrás para saber o que aconteceu, averiguar como aquele video foi parar no telão e tal, mas quando eu cheguei lá a porta estava totalmente aberta e nada de Jeffrey e muito menos do video que foi exibido... Eu acho que ele foi programado para se auto-destruir após ser exibido, eu realmente não sei, mas está aqui o seu computador e o pen-drive. — disse entregando o notebook.

Emma logo tratou de inspecionar o aparelho e ver se havia alguma coisa de diferente, mas não, nenhum sinal de um novo arquivo ou algum movimento estranho em seus documentos. Apenas existia o video original feito por ela e aprovado por Belle.

– Vejam, esse era para ser o video que eu programei, tem duração de seis minutos e vinte oito segundos. — disse deslizando o dedo e reproduzindo-o.

Todos direcionaram a atenção para a pequena tela do notebook. E todos lamentaram por infelizmente aquilo não ter saído da forma como Emma tinha programado, pois se fosse assim, a noite teria terminado com certeza na mais plena felicidade e satisfação para ambas.

– Eu sinto muito, Emma. — disse Zelena. — Regina teria adorado ver esse video.

– Eu sei. — respondeu amuada. — Ariel?

– Oi?

– Os corredores que levam à sala de controles tem câmeras? — perguntou em um faísca de esperança.

Ariel negou com a cabeça.

– Infelizmente não, Emma, só tem apenas aqui no salão principal e no segundo piso.

Killian, que até aquele momento ainda não havia dito nada sobre a questão em sí, resolve se pronunciar.

– O que está bem evidente, creio que tanto para mim como para o demais aqui presentes é que isso trata-se claramente de uma armação na qual planejaram com o único objetivo de afundarem o restaurante, porque isso com certeza trará muitos pontos negativos à Regina, e escolheram justamente a inauguração.

– Eu pensei o mesmo, mas a questão é, quem fez isso? — Ariel pergunta.

– Eu não sei, talvez os outros donos de restaurantes... Vi muitas vezes isso em filmes, que por temerem a perda da clientela acabam armando para o fracasso do novo concorrente.

Emma nega com a cabeça.

– Mas isso não é um filme, Killian. — diz suspirando.

– Emma? — August a chama um pouco desconcertado.

– Olha August se for para...

– Não, calma. — ele joga as mãos no ar em sinal de paz. — Eu não vou julgá-la e nem nada, porque cada um faz da vida o que quer, mas acontece que minha prima é a que está sendo mais afetada aqui, e eu nem sabia que vocês estavam juntas dessa forma... Mas primeiramente antes de qualquer coisa eu quero saber de algo, como você conseguiu transar com a Elsa Frozen? Porque minha nossa, ela é muito sexy. Qual é o segredo? — arregalou os olhos exageradamente.

Emma sorriu fraco.

– Isso foi a muito tempo atrás... eu só não entendo como... — Emma interrompeu-se para pensar um pouco. Estava tão atordoada que mal estava conseguindo ligar A+B e obter o óbvio dessa questão. Não existia outra pessoa capaz de ter aquele video, embora ainda fosse desconhecido por Emma, que claramente não fosse uma das próprias protagonistas, e se Emma antes não fazia a menor ideia da existência do próprio, a outra com certeza não só tinha conciência dele, mas como também poderia ser muito bem a mãozinha por trás de toda aquele desastre. — Elsa!

Emma fechou os punhos fortemente ao lembrar que minutos antes de tudo aquilo, havia visto a loira Frozen circulando por alí e exatamente no final do corredor de onde estava saindo, o que de primeiro a fez estranhar, mas agora juntando as peças desse quebra-cabeças as coisas faziam muito sentido, estavam mais claras que água. Elsa era a responsável pela desgraça que estava assolando seu coração e com certeza Emma não iria deixar barato.

– Eu vou matar ela. — rosnou entredentes.

*SH*

Belle havia conseguido levar Regina para a sua casa afim de acalmá-la, porém por um bom tempo, Regina não havia parado de chorar um minuto sequer em seus braços e agora aparentemente após ter conseguido cessar as lágrimas, o silêncio pertubador castigava a alma inquieta de Belle ao ver sua amiga daquela forma.

– Regina diga alguma coisa. — pediu apertando-a no abraço. Ouviu apenas Regina suspirar. — Por favor, não fique assim!

– Ela me traiu, Belle. — Regina sussurou com a voz quebrada. — Como ela pode ter feito isso comigo? Como?

– Aposto que as coisas não devem ser assim, tudo tem uma explicação, minha querida. Emma ama você mais que tudo, ela seria incapaz disso.

– Ah não? E aquele video foi o quê? Alucinação minha? Por favor, Belle. — saiu do abraço de French para logo ficar em pé respirando fundo tratando de enxugar cada lágrima que insistiam em cair a cada vez que seus olhos se fechavam e flashes daquele video do qual fez seu mundo desabar por inteiro apareciam em sua mente. Parecia uma brincadeira de mau gosto, e a mais terrível.

Delicadamente Belle pegou na mão de Regina a puxando para sentar de volta ao seu lado, não queria ver Regina mais nervosa do que já estava, mas não podia deixar as coisas do jeito que estavam na cabeça da morena. Sabia que Emma era inocente.

– Regina, me escuta, eu não sei nada sobre aquele video que foi apresentado, fiquei tão chocada quanto você, mas não era esse video que Emma iria te mostrar. Eu vi o que ela fez, ela me mostrou hoje cedo quando ainda estava finalizando e era incrivelmente lindo. — disse calmamente levando sua mão ao rosto de Regina. — Devo dizer que você foi injusta ao dizer que o amor dela por você é mentira.

– Será que você não ver, Belle? Não se trata de um video trocado ou não, e sim que Emma mentiu para mim, ela esteve com aquela mulher.

– O que eu estou vendo é que você está sendo infantil e não se está parecendo em nada com a Regina madura e sensata que eu conheço. — disse sem receios. — Já parou para pensar que aquele video pode ser manipulação ou que talvez isso pode ter acontecido muito antes de qualquer coisa amorosa acontecer entre Emma e você? E que isso pode ter sido uma armação para atingir vocês duas, já que todo mundo tem pleno conhecimento da sua inimizade com a Frozen?

Regina olhou para Belle fixadamente sentindo-se mais perdida ainda. E se fosse mesmo como Belle estava dizendo? Teria ela exagerado nas reações contra Emma?

– Não faz sentido o que você está querendo dizer. — disse tão baixinho que quase Belle não pôde ouvir.

– Não faz sentido porque você não está querendo ver com clareza as coisas. — apontou. — Eu acho que vocês duas precisam conversar, isso sim. Você precisa deixar que Emma se explique e dizer o que realmente aconteceu, porque é totalmente injusto de sua parte negar isso a ela depois de tudo o que ela tem e vem feito por você, depois de tudo o que vocês viveram juntas a vida inteira.

– Eu... Eu não sei... — Regina pareceu ponderar.

– Você confia em mim?

– Confio. — respondeu com os olhos levemente marejados e sentindo o coração apertado.

– Pois confie muito mais na Emma, porque ela sim é capaz de dar a vida dela para salvar a sua se for o caso e isso vem desde quando vocês duas eram pequenas, então pare de culpá-la e acusá-la antes mesmo de ouvir o que ela tem a dizer.

Completamente confusa, Regina deixa o corpo vagarosamente cair sobre o colchão macio da cama da Belle colocando as mãos sobre a barriga.

Suspirou.

– Eu não sei o que dizer agora, Belle, eu preciso pensar sobre tudo isso.

– Faça isso, pense. — sorriu de lado. — Eu vou pegar pijamas limpos e um cobertor para você dormir. Dizem que o travesseiro é o melhor conselheiro que temos na madrugada.

– Obrigada. — agradeceu. — Belle?

– Sim? — virou-se quando já estava no meio da porta.

– E quanto ao restaurante? Seguramente isso será a grande notícia dos jornais amanhã.

– Não preocupe-se com isso agora, eu já estou resolvendo esse problema... — tentou sorrir, embora mesmo que tentasse calar a boca dos jornalistas, o escândalo dessa noite já devia estar se espalhando pelo corpo da cidade como um veneno fatal.

– Obrigada mais uma vez.

Belle assentiu.

– Sem problemas, você deseja alguma coisa?

Ela negou fitando um ponto qualquer no telhado, porém seu coração agiu impulsivamente a fazendo mudar de opinião.

– Você tem sorvete? — perguntou de repente.

Belle franziu as sobrancelhas.

– Bem, Ariel vive comprando e deixando na minha geladeira, então acho que sim, mas não tem o seu sabor favorito.

Regina sentou-se na cama.

– Eu... Eu quero menta com chocolate, eu preciso muito desse sorvete. — disse com um nó na garganta sabendo bem o porquê dessa necessidade.

– Ok, Trago já.

Quando Belle saiu, Regina fechou os olhos abandonando as lágrimas que estavam segurando a alguns minutos, banhando-lhe o rosto. Estava sentindo-se terrivelmente destruída por dentro, o coração pareceu ter sido cortado maldosamente por pedacinho em pedacinho e triturado em seguida. A dor que sentia não se comparava a nenhuma outra que já sentira, nem mesmo com a dor que sentiu ao ser abandonada por Graham poderia ser comparada, essa sem dúvidas era muito maior. A dor de uma traíção. Regina sentía-se traída e enganada pela mulher que mais amava na vida. Não tinha noção da data daquele video e talvez agora nem mesmo queria saber se foi antes ou depois, porém as imagens de Emma, sua Emma nos braços de Elsa Frozen era algo que a machucava muito, machucava cada célula do seu corpo. Se foi injusta com Emma ao dizer tudo aquilo à ela, já não sabia, mas sabia que de alguma forma, Emma não lhe foi leal como ela foi à Swan e isso ela não sabia se poderia perdoar facilmente.

Notas finais
Hummm... Prevejo uma Emma furiosa indo bater na porta da Elsa e.e Ahhhh, quem quer ver a Ingrid nos próximos capitulos levanta a mão lol Ah, para quem está a espera da att de "Crazy For You" fiquem tranquilas, irei atualizar na sexta ou sábado. Bjosss *---*