Sweet Happiness

42 Capítulo 42 - Momento familia


Notas iniciais
Gente, trago esse cap super curto para dizer que não abandonei a fic, eu penso nela regularmente, mas eu ando tão atarefada que eu tenho até pena de mim mesma, eu amo a sh e amo vocês... E amo uma querida leitora daqui que sempre me recebe com um "majestade " rsrs te adoro! Um dia ainda saberei seu nome de verdade... Mas enfim anjos, não desistam de mim. Aproveitem a leitura!

— E então, o que você achou? – perguntou Regina buscando os olhos de Emma com os seus, mas essa parecia bastante incomodada naquela sala para conseguir prestar atenção na namorada. – Emma? Eu estou falando com você.

— Ahm? O que você disse? – perguntou piscando os olhos voltando sua atenção para Regina.

— Eu estava perguntando o que você tinha achado sobre as mudanças da minha mãe, em que você estava pensando? – perguntou de forma doce.

— Ah, Cora! – suspirou – Eu não sei, mas parece que ela está tentando ser melhor, eu só espero que seja por tempo ilimitado. – forçou um sorriso. – Bom, eu só… eu só estava me lembrando de algo. – disse em um tom desconfortável.

Ligando os pontos, Regina fechou os olhos com força sabendo as razões do desconforto de Emma. Era a mansão, a sombra de Leopold em cada canto daquela casa e recordar-se desse homem fez até mesmo Regina sentir-se enjoada compreendendo bem o desconforto de Emma.

— Me desculpa, eu não pensei bem quando aceitei o convite da Cora, acho que é melhor irmos para casa. – pegou na mão de Emma a fim de levantar-se, porém Emma a segurou no assento.

— Não! – disse suave. – Está tudo bem, eu só… eu só, olhe, vamos ficar, okay? Já passou da hora de eu superar isso, e se eu não enfrentar de frente eu nunca irei superar e eu quero realmente superar e apagar isso da minha vida e agora mais do que nunca que te tenho a meu lado, então por favor, vamos ficar. – olhou para Regina com olhinhos suplicantes.

Incerta sobre isso, Regina pousou sua mão sobre o rosto da amada fazendo carinho em sua bochecha.

— Eu não quero que se sinta mal, meu amor, e essas lembranças te afetam em um grau enorme…

— Desta vez é diferente, desta vez não carrego isso sozinha, desta vez eu tenho você e vê? Eu estou bem, é só uma sensação ruim que logo vai passar, vamos ficar e ver o que esse jantar vai render. Por favor!

Regina deu um sorriso de canto e aproximou seu rosto ao de Emma e sela seus lábios em um delicado beijo.

— Tudo bem, mas não hesite em me dizer se a situação ficar pesada demais para você sustentar, okay? Imediatamente iremos para casa.

— Okay. – sorriu.

E alí sentadas no sofá esperando Cora e Henry retornarem começaram a trocar outros beijos e caricias, não tinham o porquê de se esconderem se todo mundo já sabia do amor que sentiam uma pela outra e além do mais a saudade que sentiam ia mais além que qualquer cerimônia existente entre ambas.

— Uhm Uhm. – pigarreou Cora ao entrar na sala com Henry e ver em sua sala sua filha e Emma trocando um beijo apaixonado. – Eu… atrapalho? – perguntou sem graça, isso era totalmente novo para ela, seria mentira se dissesse que estava sendo fácil para ela ver aquele tipo de cena, mas verdadeiramente estava tentando se adaptar, se acostumar e a não julgar, pois ela já tinha errado muito com Regina para ser agora um trem descarrilhado no meio da sua felicidade, e se Emma era a sua felicidade, ela tinha mais era que apoiar. Sendo assim desenhou um sorriso quando estas desfizeram do contato intimo e ao mesmo tempo a olharem de forma desajeitada.

— Ahm, não. É, vocês demoraram. – disse Regina, limpando os cantos da boca e levantando-se do sofá arrumando também seus cabelos.

— Mamãe estava conversando com um moço, por isso demorou para entrar. – denunciou Henry passando para a cozinha com as sacolas em mãos.

— Moço? – indagou Emma.

— Ah, era um homem que estava pedindo informações sobre onde poderia encontrar um bom lugar para se hospedar. – disse ela aproximando-se das duas. – Mas enfim, vocês duas… – apontou com o dedo alternando entre Regina e Emma.

Ambas se entreolharam e retornaram os olhares para a primeira dama.

— Estamos juntas. – disse Regina.

— E nada irá nos separar novamente. – completou Emma.

Sorriram uma para a outra.

— Oh, isso parece interessante. – sorriu também, porém no mesmo instante aderiu uma expressão séria destinando seu olhar para Emma. – Eu espero que saiba que como sogra eu não irei facilitar para você, senhorita Swan. Estarei pé a pé observando se você estará fazendo um bom trabalho com minha filha e consequentemente meu neto.

Emma encarou Cora erguendo-se do sofá e colocando as mãos em torno da cintura de Regina.

— Não desejo que facilite para mim, senhora Mills, porque tampouco irei facilitar para você, contudo esteja certa que dedicarei minha vida e o meu melhor para fazer tanto Regina como o nosso bebê as pessoas mais felizes do mundo, e eu sei que com o amor que sinto por ambos isso não será uma tarefa difícil, e sim a mais deliciosa. – olhou para Regina e dedicou a ela um sorriso amoroso a qual foi correspondido da mesma forma.

Cora as observava com um sorriso satisfeito.

— Eu acho bom, senhorita Swan, acho muito bom. – pontuou.

— Ah, sobre o bebê… – começou Regina a dizer. – Nós estamos pensando em fazer um chá de bebê nas próximas semanas, um chá de revelação onde o sexo do bebê vai ser descoberto para todos nós na festinha por meio da cor do recheio do bolo.

Cora sentou-se em uma cadeira e as outras fizeram o mesmo, Henry apareceu jogando-se no sofá.

— E como farão isso?

— Dentro de uma semana eu irei fazer a ultra que vai revelar o sexo do neném, nisso iremos contar com a ajuda da nossa obstetra, ela é quem vai na confeitaria e dizer à confeiteira a cor que vai no recheio, se será azul para menino ou rosa para menina. – explicou a morena.

— Oh, Zelena. – sorriu.

— Sim, ela. – sorriu também, mas logo franziu as sobrancelhas. – Espera, como sabe o nome da minha médica? – perguntou Regina curiosamente.

— Ah, ela não estava na festa de inauguração do restaurante? – mordeu sutilmente a ponta da própria língua.

— Estava, ela foi uma das nossas convidadas. – foi Emma quem respondeu.

— Foi aí então que a vi, mas enfim, mudando de assunto, que tal se vocês realizassem essa festinha aqui em casa? Aqui tem espaço de sobra, o que eu duvido muito que tenha naquele apartamento pequeno a qual vocês vivem.

Regina olhou para Emma esperando uma resposta, Cora estava certa, o apartamento não tinha espaço para uma festa como aquela apesar de lá já ter sido palco para várias festinhas adolescente anos atrás, mas agora era diferente. No entanto se Emma não estivesse de acordo, juntas iriam dar um jeito nisso.

Emma devolveu o olhar e assentiu.

— Eu não vejo problemas. – disse ela.

— Sério? – indagou Regina surpreendendo-se.

— Claro, melhor sujarmos a casa da Cora do que a nossa. – piscou o olho sorrindo.

Cora revirou os olhos.

— Ah senhorita Swan, você não muda nunca. – resmungou.

Regina riu e abraçou Emma de lado dando um beijo em sua bochecha.

— Esse é meu charme, minha sogra. – riu e suspirou ao final do caloroso beijo de Regina. – Você podia parar de me chamar de senhorita Swan? Você me viu crescer, não tem o porquê o uso dessas formalidades. – reclamou.

— Por enquanto ela é necessária sim, isso vai mostrar que ainda estou de olho em você. – levantou-se. – Quando tiverem a data certa para o chá me digam e eu preparo tudo, agora eu vou alí para a cozinha preparar o jantar. – informou.

— Não quer ajuda?

— Não, na minha cozinha só reina uma rainha e essa sou eu, então fique aí com a sua garota. – disse desaparecendo rumo à cozinha.

— Sua garota. – repetiu Emma rindo. – Eu sou sua garota?

— Você sempre foi. – riu também dando um selinho na Emma. – Vou demorar um pouquinho para me acostumar com essa nova Cora.

— E eu então, mas definitivamente eu não estou reclamando.

— Tampouco eu. – sorrio e segurou o rosto de Emma para um outro beijo.

— Ow, não se esqueçam, eu ainda estou aqui. – cutucou Henry as olhando.

— OMG, verdade, parece que alguém quer também uma chuva de beijos, o que você acha disso, Regina? – perguntou a loira com um sorriso travesso que logo foi compartilhado por Regina.

— É mesmo? Eu acho isso uma ótima ideia.

— Ei, eu não disse que queria chuva de beijos. – resmungou Henry do seu lado do sofá.

— Eu sei, como você é guloso você quer mesmo é uma tempestade furiosa de beijos. – disse avançando sobre Henry.

— Para, eu já sou um homem. – dizia ele rindo entre os beijos de Emma.

— Aham, sei sei. – continuou ela com o ataque de beijos.

Regina também uniu-se a ela nos excessos de carinho com o irmão que mesmo com os protestos estava adorando tudo aquilo, pois por primeira vez em muito tempo ele sentia que a família, a sua família estava de novo unida e em paz.

Notas finais
Ah, meu notebook morreu ( que Deus o tenha ) e to postando pelo tablet, então desculpa os erros. Se alguem tiver duvida sobre a fanfic me mandem msg privada e eu dou o número do meu whatsapp para falarem comigo, ou me procurem no twitter @choicemebex Eu irei responder os comentários logo. TODOS que ainda não respondi. Ah! Pode parecer que to enrolando na história da fic, mas é não estou, quero fazer umas coisas antes de dar um belo salto no tempo e ai chega o final. AS TRETAS CABULOSAS ESTÃO CHEGANDO
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.