Sweet Happiness

25 Capítulo 25 Rose


Notas iniciais
Notas Iniciais: Peço desculpas pela enorme demora para postar, mas infelizmente eu passei por uma série de coisas que tomaram muito meu tempo e meu ânimo, mas aqui estou euzinho de volta. Estrella, muito obrigada por suas lindas palavras em sua recomendação, obrigada msm. E é isso obrigada por quem segue favoritando... E vamos lá? Boa leitura! E aahhhh amei saber que Cora ganhou pontinhos com vocês :3 Beijos :*

– Me diga se você entendeu, Anna.

– Entendi.

– E o que foi que eu disse para você?

– Comer e dormir na hora certa, não fazer bagunça no apartamento, não mexer no seu quarto, não convidar garotos para o apartamento e acima de tudo obedecer a Senhorita Benson durante essa semana que você estiver fora. — Anna repetia aleatóriamente as mesmas palavras ditas por Elsa no ínicio desta manhã quando foi avisada de que a irmã precisaria viajar, no entanto sua atenção estava longe de ser para Elsa, já que sua concentração estava inteiramente voltada para a porta de entrada.

– Não falta mais nada?

A mais nova revirou os olhos bufando.

– Deixar o celular sempre com bateria carregada sem estar no modo silencioso para sempre atender suas chamadas telefônicas diárias e principalmente as noturnas...

– Muito bem. E nada de comer besteiras entre 11 e 12 am e 19 à 21 pm para não inibir seu apetite... Use casaco sempre que sair, pois segundo a previsão meteorológica a temperatura vai cair muito nos próximos dias e por último não fale e nem aceite nada de estranhos. — finalizou a loira montando um jogo de bagagens sobre o sofá central da sala fechando algumas malas.

– Elsa, eu já tenho 17 anos, não sou mais um bebê e posso me cuidar muito bem sozinha... Eu não vou tocar fogo na casa, fica tranquila.

Elsa virou-se para Anna, que estava de costas inclinada sobre a porta do apartamento olhando algo que se passava do outro lado, algo que fez Elsa franzir a testa.

– O que você tanto olha nesse olho mágico, menina?

– A nova vizinha daqui da frente.

– E desde quando temos uma vizinha em frente?

– Acho que desde agora... Vem ver, ela tá na porta conversando com um homem uniformizado, acho que é do caminhão de mudanças...

– Pare de ficar mexericando a vida alheia e me ajude aqui a certificar se estou com tudo o que eu preciso.

Um pouco a contra gosto, Anna se posiciona ao lado da irmã para ajudá-la.

– Mas você não disse que só vai viajar amanhã de manhã?

– Sim, é, mas eu já quero estar com tudo preparado.

– Você ainda não me disse para onde vai.

– Eu vou para Washington falar com a Ingrid sobre os números que não estão batendo corretamente há uns dois meses e depois farei uma parada em Augusta resolver alguns assuntos pessoais que não poderei colocar de lado, principalmente agora. — as últimas palavras a loira falou mais para sí como um lembrete mental que foi acompanhado de um resignado suspiro, coisa que não foi passado despercebido por Anna.

– Esses assuntos pessoais envolve aquele homem esquisito que veio falar com você hoje de manhã e te entregou aquela foto? E falando nisso... quem é o homem daquela foto? Por que eu tenho a leve impressão de já o ter visto pela cidade, eu só não sei onde.

Elsa passou a mão pelos cabelos virando-se para a irmã.

– São só assuntos meus, não se meta, Anna. E você nem deveria estar em casa agora... O que aconteceu com o passeio que você teria com suas amigas?! — disse ríspida fechando alguns livros e pastas dentro de uma pequena mala de mão.

– Eu hein, ultimamente você anda tão estranha... Isso tudo se deve à sua paixonite misteriosa? Afinal, Quem é ela hein, Elsa?

– Na hora certa você vai saber...

– Mas ao menos ela te corresponde?

Elsa olhou para Anna ficando alguns segundos calada como se estivesse analisando o que diria e o que também diria Anna. Respirou fundo deixando o ar sair vagarosamente.

Deu um meio sorriso.

– Saiba apenas que logo ela será minha, se tudo der certo como eu planejo, ela será minha.

– Sua? Vocês vão se casar? — juntou as sobrancelhas não entendendo bem o que a irmã mais velha queria dizer com aquela declaração de planejamentos.

– Casar? — Elsa parou o que estava fazendo para avaliar a idéia. Nunca tinha pensado em Emma dessa forma, não que fosse uma má ideia, mas porque realmente nunca lhe tinha passado isso pela mente. — Hum... Quem sabe não é? Vamos ver... Um passo de cada vez.

Cruzando os braços e estreitando os olhos, Anna diz:

– Eu não quero que você case.

– É o quê?

– Isso aí que você ouviu, eu-não-quero-que-você-case. Eu não vou dividir você com ninguém, sempre foi nós duas e continuará sendo só nós duas.

Elsa esfregou as pontas dos dedos nas têmporas fazendo uma breve massagem descendo as mãos pela comprimento do rosto, deixando claro que sua paciência estava pouquíssima, coisa que nos último tempos se perdia facilmente e Anna vinha notando isso também.

– Não comece, está bem? Minha cabeça hoje está cheia à um ponto de explodir, então não comece com essa história de novo.

– A tia Ingrid...

Nesse segundo a campaínha toca fazendo assim Anna interromper o que pretendia dizer, dando a Elsa o alívio de finalizar aquele assunto chato e irritante da irmã mais nova.

– Oh, vai lá atender... Deve ser a sua babá. Eu vou terminar de organizar uns documentos para levar para Washington.

– A Senhorira Benson? Ela não iria vir só amanhã?

– Não, pedi para que ela viesse ainda hoje.

– Que saco! — murmura indo atender a porta.

– Anna! — repreende logo depois que entra dentro do seu próprio quarto fazer o que dissera.

Quando Anna abriu a porta, não foi a babá que encontrou parada como imaginava ser e sim a vizinha que tanto espionava minutos atrás.

– Olá. — disse surpresa passando discretamente seus olhos por todo o corpo da mulher alí a sua frente. — Algum problema?

– Não, longe disso. — disse com um simpático sorriso tendo suas mãos mergulhadas dentro dos dois bolsos do sobretudo preto que trazia sobre o corpo. — Eu... Eu sou Castillo, Rose Castillo. — retirou a mão direita estendendo-a para Anna.

– Ah, Rose... Eu sou Anna, Anna Frozen. — apertou a mão de Rose. — É um prazer conhecê-la.

– Igualmente. — disse voltando a sua posicão inicial. — Bem, eu só queria dizer que eu sou a nova vizinha daqui da frente e que gostaria muito de me relacionar bem com os outros moradores desse andar e que se precisar de ajuda, eu estarei a disposição. Eu moro com minha irmã pequena... E bem, logo você a conhecerá... Enfim...

– Que legal da sua parte Rose. — Anna diz animada sentindo-se mais confortável com a presença da outra mulher. — O pessoal daqui constuma ser um tanto antissocial, então... mesmo você tentando uma proximidade, o máximo que terá deles é um bom dia, boa tarde ou boa noite, mas eu sou excessão...

Rose sorriu achando graça do jeito espontâneo da garota.

– Isso eu posso ver. E seus pais estão em casa?

– Não, eu moro só com minha irmã mais velha, os nossos pais morreram quando éramos pequenas. — informou comprimindo os lábios.

– Oh, eu sinto muito... Eu não sabia. — se desculpou sentindo-se incomodada por ter cometido esse erro desconcertante.

– Tudo bem, já não dói tanto mais.

– Anna, com quem você está conversando?

A voz de Elsa chamou a atenção das duas que direcionaram seus olhos na mesma direção onde agora o corpo de Elsa ganhava visão.

– Rose, essa aqui é minha irmã Elsa e Elsa essa é a nossa nova vizinha chamada Rose. — Anna deu espaço apresentando as duas loiras.

– Vai para o quarto. — ordenou Frozen querendo não parecer grosseira com a irmã.

– Mas....

– Obedece, Anna.

– Que saco!

– Olha só nós vamos ter uma conversa sobre esse tipo de vocabulário, minha jovem. — voltou a repreender quando uma Anna bem chateada passou por ela com passos pesados e fazendo a porta do quarto bater propositadamente quando atrevessou o portal dela ecoando por todo o apartamento. — Anna!

– Minha irmã pequena as vezes também faz isso quando eu peço para que ela faço algo que não quer fazer.

Elsa alcansa os olhos esverdeados da mulher alí parada no corredor e diferente de Anna, ela analisa a vizinha de cima à baixo sem pudor algum.

– Rose, certo?

– Sim, e você Elsa.

– Uhum, me desculpe não poder conversar, mas estamos um pouco ocupadas agora, e eu viajarei amanhã então...- disse tentando ser mais amável possível com a vizinha, que por sinal, olhando-a bem era uma muher muito atraente.

– Tudo bem, de qualquer forma foi um prazer conhecer sua irmã e você. — novamente aquele sorriso simpático foi desenhado no rosto de Rose.

– Digo o mesmo, Rose.

Com um manear de cabeça, Rose se afasta caminhando pelo corredor chegando em frente as portas do elevador chamando-o e quando ameaçou entrar percebeu que Elsa ainda a olhava, e sem saber porque sentiu uma corrente de satisfação passar por seu corpo e mentalmente sentiu-se curiosa por saber mais sobre suas duas novas vizinhas de frente.

*SH*

A notícia sobre o namoro de Ariel e Belle conforme foi previsto não causou tanta surpresa assim já que as próprias noticiadas em sí já tinham sua porcentagem de desconfiança sobre a relação das duas; no entanto a alegria e as felicitações sobre a novidade do mais novo casal foram enormes.

– Mais uma vez meus parabéns, querida, vocês merecem essa felicidade. — disse sinceramente Regina voltando a abraçar Belle com ternura. — Quero muito que você seja feliz, Bel, falo isso de todo o meu coração.

– Obrigada, Regina! Seu apoio é de uma extrema importância para mim. Muito obrigada mesmo e não falo isso somente por você está me felicitando, mas também por aquela conversa que tivemos sobre meus medos e dúvidas. — afastou-se de Regina tomando ar dando continuídade: — Aquela conversa foi fundamental para quebrar todos os meus receios e lutar por ela e... e agora eu estou tão feliz. — sorriu grandiosamente quando seus olhos cruzaram com os de Ariel que estava encostada juntamente com Emma do outro lado da avenida no carro de Regina as esperando.

– Não me agradeça por isso, somos amigas e eu sempre estarei disponível para ouví-la e tentar aconselhá-la da maneira mais sensata possível aos meus olhos... — parou de falar por uns minutos enquanto terminava de certificar-se que havia fechado corretamente as portas do Mills&French e em seguida dando a cópia das chaves à Belle, voltando a olhar para a amiga de infância e perguntando distraidamente: — Eu posso te confessar uma coisa?

– Claro que pode, o que seria?

– Naquela noite em meio à aquela conversa que tivemos eu fui mais pessoal do que ouvinte.

– Mais pessoal? De que forma?

– Eu me coloquei no seu lugar em alguns pontos e o que eu disse pra você, o que eu aconselhei... seriam naturalmente atitudes que eu mesma tomaria caso eu estivesse em uma situação parecida com a sua, caso eu fosse você e estivesse vivendo um amor como o seu. — se puseram a caminhar pela calçada. — Vamos passar? — se referiu ao outro lado da avenida.

Belle assentiu seguindo Regina quando o sinal fechou e assim elas podessem passar pela avenida movimentada.

Com a mão apoiada nas costas de Belle de maneira carinhosa e protegora, Regina prossegiu com seu monólogo:

– O que eu quero dizer é que se você ama alguém e ela te corresponde do mesmo jeito e te olha também com amor do mesmo jeito que você a olha, não importa o quão cheia de dúvidas e medos você vem plantando sobre essa questão, não importa o quão complicado possa ser e quem sabe até não ser algo compreendido por outros e isso inclui até mesmo familia, o que importa é o que o seu coração pede... e se ele pede para você viver esse amor, vive-o. Porque nos foi dado apenas uma vida, apenas uma oportunidade para desfrutar das bençãos que ela nos proporciona e deixar de vivê-las por medo é tolíce, principalmente quando isso é referente à nossa felicidade. E isso sería o que eu faria, eu me entregaria à essa felicidade sem dúvidas alguma. — concluiu.

Em resposta à Regina, Belle apenas lhe sorriu agradecida.

Ao terminarem a travessía, se juntaram a Emma e Ariel que tiveram que interromper a conversa quando Belle, sem cerimônia alguma e sem se preocupar com a presença das amigas e do fluxo de pessoas que passavam de lá para cá, puxou a ruiva e a beijou de maneira tão afetuosa que quebrar aquele momento parecia ser pecado.

– Uau! — exclamou Ariel um tanto ofegante após terem cessado o beijo surpresa. — Não que eu esteja reclamando, pelo contrário... eu adorei, mas a que devo isso?

– Somente por ser linda e ser a garota mais íncrivel que eu já tive o prazer de conhecer e que pretendo muito que seja a única por toda a minha vida.

– Nossa, que gay! — Emma diz toda palhaça sorrindo e ganhando em resposta de Regina um beliscão na cintura.

– Não estraga o clima, Emma. — repreende a morena passando ao lado da loira deixando propositadamente que sua mão esbarrasse na de Emma, algo que causou um delicioso calor entre as duas.

– Tudo bem Regina, já estamos acostumadas com as gracinhas dessa loira limão. — diz Ariel realmente não se importando com o que Emma dissera. Estava feliz demais para focar sua mente em outra coisa que não fosse Belle e nas palavras dela e ainda unidas pelo abraço que foi construido durante o beijo, Ariel põe as mãos delicadamente no rosto da namorada selando mais uma vez aqueles lábios que ultimamente estavam sendo seu maior vício e diz contra eles: — Obrigada por me amar e me deixar amá-la.

– Não agradeça, apenas estou obedecendo meu coração.

– Eu sou louca por você.

Um pouco mais afastadas do casal dando assim privacidade, estavam Emma e Regina conversando.

– Algo me diz que isso vai dar casamento. — É Regina quem diz quando abre a porta trasera do carro jogando a bolsa e o que mais tinha em mãos por cima dos bancos e logo fechando novamente a porta com um pequeno empurrão.

– É provável! Elas fazem um bonito casal.

– Uhum, de longe se ver que darão certo.

– Sem nenhuma dúvida disso.

Quando Regina deu mais passos para perto, Emma olhou para trás vereficando se Ariel e Belle ainda estavam desconectadas do mundo exterior, e ao constatar isso, de que as amigas estavam muito envolvidas numa conversa particular que basicamente era feita por sussurros, a loira pegou a mão de Regina com a sua puxando-a para mais perto, mantendo uma pequena distância segura. Acariciou a pele da mão de sua amada com a outra mão livre e a presentiou-lhe com um acanhado sorriso.

– O que me diz de tomarmos sorvete ou sei lá dá uma volta pela cidade como fazíamos antes quando queríamos ficar sozinhas? Eu quero muito conversar com você sobre nós.

– Sorvete, Swan? Sério? Isso me parece coisa de adolecente. — ergueu a sobrancelha olhando aqueles olhos verdes que em troca a olhavam com uma intensidade imensurável.

– Eu só não quero ir para casa agora e ter que provavelmente encontrar minha mãe e possivelmente atrapalhar a nossa intimidade. A nossa vida. — disse a loira com a voz carregada de uma ternura tão imensa que surpreendeu a sí mesma quando deu-se conta disso.

E com Regina não foi diferente. Sentiu-me maravilhada com a suavidade da voz de Emma, com o tom macío que ela usava e dedicava exclusivamente para ela e isso sem dúvidas fazia seu coração ganhar uma velocidade de batimentos mais elevada que o normal.

Sorriu tentando ao máximo segurar-se para não cair nos braços de Emma e beijá-la alí mesmo sem preocupações alguma, mas sabia que antes de expor esse tipo de carinho em público, teriam que conversar. Conversar sobre elas e esse novo giro de acontecimentos que a noite que tiveram juntas tomou.

Apertando a mão de Emma, ela confessa com suavidade:

– Morro de vontade de beijar você mais uma vez.

– Só Deus sabe o quanto desejo isso desde que me sentei com você naquela mesa. Sinto tantas saudades de você.

Regina sentiu suas bochechas arderem quando algumas cenas da noite anterior e da mistura de corpos sobre uma cama lhe vieram a mente. Os beijos, as carícias, a suavidade da pele de Emma, a intimidade, o prazer, o doce sabor do prazer ao ver e ouvir sua loira sussurrando seu nome na mais pura beleza do ápice sexual. Tinha sido a noite mais linda que já vivera na vida e ansiava ter muito mais dessas noites com Emma e somente com ela.

Os olhos fixados uns nos outros pareciam atrair mais e mais os corpos um para o outro. Aos poucos a mão de Emma soltava a de Regina buscando caminho até a cintura de sua amada melhor amiga ganhando lugar naquela parte do corpo que tão bem conhecia. Sua intenção era talvez montar um abraço ou algo que acalmasse a forte vontade de expressar seu amor por Regina em gestos mais íntimos como bem estava querendo desde que a viu quando chegou perto dela.

– Meninas... — É a voz de Belle que quebra o momento fazendo Regina separar-se sutilmente de Emma. — Vocês sabem como está o Cassidy?

– Eu não sei nada sobre ele, apesar de que o assunto hoje nos corredores não foi outro que esse lamentável ocorrido, mas pelo que eu pude ouvir me parece que ele não está muito bem. — disse Regina um pouco desinteressada.

– Killian me disse o mesmo.

– Acho que não é para tanto, no máximo ele só deve ter tido umas costelas quebradas. — É Ariel quem diz. — É como meu pai sempre diz: Vaso ruim não quebra com facilidade.

As três riem ao ouvirem Ariel dizer isso, surpresas até, já que nunca ouviram ver a ruiva falar assim de alguém.

– De qualquer forma, eu tratarei de visitá-lo depois. — Emma diz naturalmente.

Regina ergue a sobrancelha ao passar seu olhar para Emma.

– Você odeia hospitais.

– Não, quem odeia hospitais aqui é você... Qualquer coisa que se relacione a alguma unidade de saúde você fica nervosa e olha que quando você era pequena a coisa era bem diferente.

Regino semicerrou os olhos para Emma, que em outra a olhou confusa.

– O que foi?

Sorrindo vendo a interação das amigas, Belle diz para as duas:

– Amanhã com certeza saberemos mais sobre ele. Agora Ariel e eu temos que ir.

– Ué, vocês não vem com nós duas? — indagou Regina que estava certa de que o casal as acompanhariam.

Negando com a cabeça, Belle responde:

– Nós duas vamos passar por um lugar antes e depois... Depois vamos ficar juntas um pouco na minha casa.

– Ou seja e resumindo bem... Vocês vão namorar. — Emma olhou para as duas com malícia o que causou um certo desconcerto em Belle, mas já com Ariel o efeito era diferente porque como resposta a ruiva fez um sinal de joinha piscando o olho e sorrindo da mesma forma maliciosa que Emma.

– Eu nem vou comentar nada sobre isso. — disse French respirando fundo entrelaçando sua mão com a da namorada. — Vamos?

– Sim, vamos. — sorriu. — Tchau meninas, até amanhã. — jogou beijos no ar.

– Tchau. — despediram-se todas.

Quando Ariel e Belle já estavam fora do alcanse, Regina virou-se para Emma.

– E bem, temos uma conversa para densenrolar, certo?

Emma assentiu.

– Temos sim.

Olhando para um lado e para o outro notando que não havia ninguém conhecido perto o suficente, Regina encurtou a distância entre ela e Emma pousando suas duas mãos no rosto da loira e unindo seus lábios nos rosados de Swan em um rápido beijo.

– Espero que depois dessa conversa, eu já não tenha que me segurar para não fazer isso na frente de quem seja. — falou após ter separado seus lábios de Emma.

A loira Swan pintou um sorriso tímido na face sentindo sua boca formigar pela surpresa daquele beijo e segurando-se muito para não devolver um outro beijo bem mais intenso do que recebera.

– Eu também espero, Regina. Eu também.