Sweet Happiness

22 Capítulo 22 Amor de estrelas


Notas iniciais
Boa noite, bom dia, boa tarde... Vai depender da hora em que vocês estiverem lendo este capítulo. Esse aqui é totalmente SQ, quis presentear vocês com um capítulo inteiramente tranquílo, o que já não posso garantir para o próximo. Beijinhosss e desfrutem! ;)

As mãos entrelaçadas denunciavam o quanto aquele desejo era mútuo. Os beijos afoitos e intensos indicavam o quanto os dois corpos ansiavam pelo alívio daquele doce atrito entre eles. Os suspiros que escapavam motivados por toques aqui e acolá deixavam claro o quanto prazeroso e tonturante aquele baile de carícias estava sendo. Ainda por cima do corpo de Regina, Emma desentrelaça uma de suas mãos das dela e a levando para um dos lados do pescoço e lá separa as mechas de cabelo que o cobriam deixando bem à vista a região onde então começou a plantar curtos beijos inalando com prazer o doce perfume da amiga. Beijos suaves que faziam todo o corpo da morena arrepiar-se, presentiando Emma com suspiros e apertos na cintura por mãos inquietas que ainda buscavam lugar pelo corpo da loira.

Devido a posição, o vestido de Regina por ser de um tecido leve e solto já se encontrava na altura da barriga e o de Emma já estava pouco à baixo do quadril. Era todo uma delícia para Regina sentir o corpo de Emma com a palma de suas mãos e apertá-la entre seus dedos e unhas deixando finas linhas avermelhadas por onde passavam. Aqueles beijos a estavam deixando extremamente ansiosa para toques mais íntimos. O corpo inteiro estremecia mais com os suaves lábios de Swan descobrindo seus pontos sensíveis e muito mais ainda era a vontade e o desejo de sentir sua pele contra a pele de Emma, sentí-la diretamente.

Com um impulso conseguiu trocar de posições rolando para o outro lado da cama ganhando agora o controle.

Os cachos loiros de Emma se espalharam sobre os travesseiros brancos e os negros de Regina faziam uma fina cortina entre a pequena distância entre os rostos. Sorriram. Sorriram de um jeito novo. Sabe aquela satisfação de quando você encontra algo que esteve há muito tempo procurando e quando já não tinha mais esperanças acaba encontrando-a por acaso e ainda mais no lugar mais óbvio? Só que nesta questão o sorriso era mais amplo porque esse encontro de almas, de corações e de palavras ditas pelo olhar poderia ser tudo menos algo por acaso.

Carinhosamente Emma colocou a franja da morena para trás penetrando entre os fios com seus dedos e aproveitando para puxar pela nuca sua amiga e ter mais uma vez aquele encontro de bocas. Beijaram-se e dessa vez foi com mais calma dando espaço para saborearem-se de igual necessidade. Seguindo o ritmo que as línguas ditavam dentro das bocas, iniciaram juntas um balanceio nos quadris. sutilmente um indo ao encontro do outro tornando aquela pequena dança maravilhosamente prazerosa e quase impossível de parar, uma vez que os corpos aceleravam-se mais e mais com ganas de tocarem-se mais e mais.

As mãos de Emma fecharam-se sobre o tecido do vestido de Regina arrastando pelo corpo da amiga. Suspiraram juntas separando os lábios para respirarem e buscar ar.

Os olhos verdes se encontraram com os olhos achocolatados. Parecia surreal que aquelas meninas tão cúmplices na infância agora estavam em uma cumplicidade mais avançada em busca da realização corporal, na união de dois corações gritando amor.

– Vem! — Regina saiu de cima de Emma a puxando para fora da cama. — Deixa eu tirar isso de você.

Aquela voz tão incrívelmente linda fazia o corpo de Emma estremecer em cada célula, provocando um terremoto interno derrubando quaisquer muros e derretendo seu coração, umidecendo a parte mais intima de seu corpo. Sentía-se tão extática que ainda lhe custava acreditar. Iria fazer amor com a mulher que tanto desejou entregar-se e tomar em seus braços. Sorriu emocionada com aquele pensamento. Iria fazer amor. Por primeira vez isso tería sentido e veracidade em sua vida.

– Me deixe fazer isso primeiro. — pediu quando sentiu as mãos da amada em seu vestido para terminar de retirá-lo. Pegou as mãos de Regina trazendo aos seus lábios e beijando as costas das mãos, uma de cada vez. — Eu esperei tanto por isso. — confessou abraçando a morena e passando os lábios pelo ombro direito da mulher com quem sonhara tantas vezes. — Porfavor!

E como negar algo que tanto queria? Como negar o que o seu corpo tanto implorava? Queria ser de Emma desde o primeiro beijo trocado. Queria ser tocada por ela desde o momento em que seu coração teve a certeza que também batia no mesmo compasso que o dela. Queria ser amada por aquela garota que a conquistou no momento em que aceitou ser sua amiga debaixo daquela maceira que foi testemunha de tantas tardes maravilhosas entre elas conforme os anos foram-se passando.

Como resposta, ergueu os braços para que sua loira o tirasse.

O coração sempre reagia primeiro, e este mais que ansioso parecia bater palmas enquanto pulava e empurrava sua dona para agir conforme o corpo exigia e os olhos desejavam. Era a hora. Os dedos se prenderam mais uma vez no vestido. E de acordo como o vestido subia e a pele morena juntamente com a roupa íntima da amiga iam sendo reveladas, a respiração de Emma ia ficando cada vez mais agitada e logo aquele vestido já encontrava-se no chão. Os olhos de Emma encararam primeiro os da sua amada, e o olhar que ambas trocavam era tão intenso de emoções e sentimentos que Regina sentiu o corpo arrepiar-se mais uma vez. Buscou a mão de Emma e a puxou para juntarem os corpos e voltarem aos beijos.

As mãos de Regina estavam em cada lado do rosto de Emma e lentamente escorregavam pelo pescoço e ombros. E Emma, descobria o corpo da morena com as suas com um certo cuidado e um detalhamento exagerado, as deslizando desde as costas até a parte baixa da coluna e cortornando o quadril voltando a subir pela cintura sem nunca atrever-se a ousar, não ainda. Ainda no beijo, concentrada na aparente batalha voraz entre as línguas, sentiu o próprio vestido cair no chão por fim. Sorriu. Nem tinha percebido que sutilmente Regina havia se desfeito dele.

– Ele estava no meio do caminho. — sussurrou dando a resposta para a pergunta mental da amiga. — Não gosto de nada que fique no meio do meu caminho, você sabe disso, ainda mais nessa situação.

– Tou sabendo. — disse após ter mordido de leve o lábio inferior da outra. — Coloque seus braços em volta do meu pescoço. — pediu.

Sem questionamentos Regina o fez, e então Emma a impulsionou para o seu corpo e automicamente Regina entrelaçou suas pernas na cintura da sua loira.

– Tome cuidado comigo Swan. — falou sensualmente no ouvido de Emma aproveitando para mordiscar a orelha, somente para provocar mais ainda a amiga. — Não me deixe cair.

– Nunca acontecerá isso, antes caio eu para te amortecer.- a voz de Emma praticamente não saía. Com Regina seminua colada a sí e ainda mais podendo sentir o tecido molhado da calcinha tocando em sua barriga, a estava aquecendo e libertando todos os seus desejos secretos. Ofegou. Aquilo não tinha explicação. Não tinha como descrever o quão excitante era. — Vamos para meu quarto.

– Vai me levar assim até lá? Você aguenta?

– Muito mais do que você imagina. — replicou certeira.

Com agilidade, Emma conseguiu abrir a porta do quarto de Regina e logo já estava entrando no seu deitando sua morena sobre a cama, que inclusive em sua cabeça já havia se imaginado tanto vezes estar assim com a melhor amiga. Não poderia no mundo ter imagem mais que erótica do que Regina apenas de roupa interior branca e ainda mais rendada deitada sobre sua cama. Isso sem dúvida era uma pintura grega.

Foi escalando o corpo de sua amada plantando beijos desde as pernas, passando pela barriga, onde inclusive deixou um beijo demorado saudando a criaturinha que ali crescia e voltou a subir com seus beijos úmidos. Regina arfava e soltava cada vez mais longos suspiros. Não queria parecer tão ansiosa, mas os toques de Emma a estavam deixando cada vez mais excitada juntamente com a visão do corpo quase nú da loira sobre o seu.

Pouco a pouco a forma delicada de Emma ia ganhando mais intensidade e fogosidade. Sua língua arrastavasse pela clavícula e pelo pescoço parando no queixo mordendo-o e pousando seus lábios nos de Regina em seguida. Acomodou-se bem entre as pernas da morena e com um rápido movimento girou os corpos deixando Regina por cima para tão somente fazer as duas sentarem-se e ter Regina sobre o seu colo.

– Uau! — suspirou Regina quando ajeitou-se sobre o colo da loira e descer seus lábios para o pescoço dela, e lá, com a mão entrelaçada entre os cachos loiros os puxando com força, fechou seus lábios sugando a pele daquela região com força em um forte chupão.

– Gina! — Emma soltou um gemido manhoso cravando suas unhas pelas coxas da morena.

Isso foi como jogar um pálito de fósforo em um área inflamada por gasolina pois de pronto os corpos das duas queiram-se de vez. Os olhos queimaram-se e ousaram. Emma ousou. Seus dedos logo encontraram o feicho do sutiã de Regina e não houve dificuldade alguma em abri-lo. As alcinhas caíram sozinhas pelos ombros, mas ainda mantendo a peça ali cobrindo os seios da estudante de gastronomia, mas de certo não ficaria ali por muito tempo mais.

Buscou nos olhos de Regina a permissão para continuar e esta sorriu mordendo o lábio, e alí naquela visão mais que sexy encontrou a resposta que queria.

Tocou o sutiã o retirando e colocando do outro lado da cama enchendo agora seus olhos com a visão dos perfeitos, redondos e firmes seios da morena mais linda do mundo.

– Você é tão linda, Gina. Tão perfeita. — sussurrava encantada admirando o que estava bem diante dos olhos, sem ainda atrever-se a tocá-los.

– Em' — capiturou os lábios de Emma antes que começasse a sentir-se tímida por estar tão exposta a amiga. Era a primeira vez que estava tendo algo intimo com uma mulher e por mais que quisesse parecer dona de suas ações, estava se sentindo nervosa. — Não me faça esperar tanto...

Emma assentiu selando os lábios de Regina em um rápido selinho e então sua boca que já estava com sede daquele corpo tão quente e macio ganhou caminho entre os seios de Regina selando beijos molhadas e sedentos.

"Tão cheirosa, tão deliciosa, tão inresistível." — Emma não parava de repetir essas palavras a cada parte que explorava com suas mãos e boca sobre o corpo moreno do amor de sua vida, e a cada parte que tocava com seus lábios parecia estar experimentando uma amostra do verdadeiro paraíso.

Os lábios de Emma eram tão delicados e provocavam um tremor tão gostoso dentro de Regina que a cada vez a deixava mais molhada. Não tinha nenhuma barba picando sua pele, nenhuma mão grossa lhe apalpando e nenhum membro rígido roçando-lhe e isso era tão bom. Jogou a cabeça para trás arquendo todo o corpo para frente se entregando mais quando Emma chupou um dos seios dando um banho de descargas elétricas por todo o seu corpo resultando em uma clamação forte entre suas pernas. Gemeu gostosamente quando novamente Emma repetiu o processo no outro seio e massageava com sua língua os bicos eretos. E aos poucos foi sentindo o corpo tocar mais uma vez o colchão com o corpo de Emma sobre o seu mais uma vez, e suas mãos pararam na bunda da loira a trazendo mais de encontro ao seu sexo. Ambas gemeram quando Emma forçou um contato entre as intimidades, e era incrível como naquela parte pareciam nem estarem usando algo pelo estado tão úmido a ponto do tecido estar colado e colava mais ainda com o movimento de vai e vem das duas.

Tomada pelo desejo de sentir Regina, Emma foi descendo sua mão pelo ventre da amada encostando as pontas de seus dedos no elástico da calcinha da amada interrompendo o beijo para ficar deitada de lado para ganhar mais espaço. Automaticamente Regina abriu um pouco mais as pernas para a a exploração da amiga, que naquele momento estava sendo bem mais que uma amiga e sim uma amante, mulher e a dona de seu prazer.

– Eu... posso? — perguntou ofegante, nervosa e muito mais que ansiosa.

– Deve. — sussurou com a voz carregada de excitação. — Eu quero você em mim, Emma.

Se antes duvidava que pudesse ficar ainda mais excitada, essa dúvida se esfumou completamente quando ouviu sair aquelas palavras, aquele pedido tão carregado de desejo da boca de Regina.

– Ai Gina, como eu amo você. — declarou-se inclinando para beijar aqueles lábios tão gostosos e viciantes. Beijou-a ao mesmo tempo que deixou seus dedos mergulharem pelo sexo da morena. E encontrando-a tão molhada e tão pronta que seria pouco as palavras para descrever o quão satisfeita se sentiu. Por dois segundos as duas ficaram paradas apenas sentindo. Sentindo aquela sensação maravilhosa de ser tocada e tocar.

Aventurando-se um pouco mais, Emma passou a massagear o ponto sensível de Regina ganhando como resposta gemidinhos contidos e tão gostosos de se ouvir. Claramente Emma já havia estado com outra mulher, mas estar alí com Regina era uma experiência tão nova e tão maravilhosa que sentia até medo de errar, como se fosse a primeira vez, bom, não que aquilo de alguma forma não fosse de todo um equívoco já que por primeira vez estava tocando quem amava de verdade.

Regina fechou os olhos desfrutando profundamente dos movimentos circulares que Emma fazia sobre seu clítoris. Arquiou três ou quatro vezes o quadril quando Emma parava os movimentos somente para pressionar o orgão. Como podia aquilo ser tão gostoso? Nunca em uma relação sexual conseguiu sentir tanto tesão e prazer somente com toques tão sutis. Era isso o que poderia se dizer obra do amor? Era isso o que significava ser amada de verdade? Ser tocada com amor e não somente desejo?

Abriu os olhos frustrada quando sentiu a falta do tão delicioso toque de sua loira, mas logo entendeu o porquê.

De joelhos sobre o colchão e entre as pernas de Regina, Emma enganchou seus dedos pelas laterais da calcinha da Mills e com uma ajuda da própria que levantou um pouco o quadril, retirou devagar a última peça que cobria aquele corpo esbelto deslizando a calcinha pelas pernas até que finalizasse sua saída pelos pés da amiga.

Mordeu o lábio completamente excitada pela visão do corpo agora completamente nú de Regina diante de seus olhos e diante do seu tato. As pernas flexionadas de Regina escodiam um pouco sua nudez interior, porém, com delicadeza massagendo os joelhos da morena, Emma conseguiu separar as pernas dela e voltar a colocar-se entre elas. Ambas sabiam o que iria se passar agora. Jogando-se e encaixando o seu corpo sobre o de Regina, Emma passou sua língua pelo lábio inferior de Regina subindo pelo superior, para logo descer novamente pelo inferior e naquele instante a própria Regina se perguntava se aquele beijo molhado seria uma pequena demonstração do que estava por vir. Nunca havia recebido sexo oral. Seu ex-namorado nunca havia tentado e ela também, com ele, nunca havia sentido desejo para tal. Mas com Emma... Ah! com Emma era outra história.

– Seus lábios... — murmurou excitada levando seus dedos sobre os lábios rosados da loira os tocando com as pontas e traçando linhas invisíveis, apenas sentindo-os. — Quero que seus lábios me tornem... sua. — subiu seus olhos pelos olhos verdes escuros de Emma.

Emma estampou um sorriso que tinha tanta mistura de sentimentos. Tinha um toque de tudo nele. Amor, carinho e... malícia.

Abandonou a boca carnuda da morena e foi descendo agora os beijos pelo pescoço, onde fez questão de deixar uma mordida por lá e voltou o caminho descendo pelos seios os saboreando mais uma vez, deixando trilhas de salíva com a língua atravessando a barriga da morena que agora parecia estar um pouco mais saliente.

A língua continuou seu caminho e quando esteve diante do sexo de Regina, Emma fez uma breve pausa para ver de cima como a própria Regina estava dada a posição mais que íntima agora. E a visão que teve deu-lhe a certeza que estava agindo certo. Sua morena tinha os olhos entre abertos igual que os lábios e a respiração acelerada denunciando a ansiedade. E não mais agoniando a espera, escorregou sua lingua ávida por toda a extensão da intimidade de Regina saboreando com prazer cada pedacinho. Gemeu quando passou a succionar o clítoris e sentir Regina aferrando-se com a mão entre sua cabelereira loira a pressionando mais de encontro ao seu sexo. Os gemidos de Regina gradativamente iam aumentando conforme Emma chupava com afinco o elo de prazer da morena.

– Emma... Oh meu Deus! — gemeu contorcendo o corpo. Aquela boca maravilhosa devorando seu sexo a estava levando ao ponto máximo da loucura, da alucinação, da plenitude. Deus, Como sentir Emma assim era gostoso! Como poderia ser assim?

Quando a língua de Emma invadiu a entrada vaginal de Regina, a morena teve a sensação que desfalecería pois seu corpo vibrou e sentiu aquela tão conhecida sensação prazerosa crescer dentro do seu interior. Estava perto de completar a satisfação total e ambas sabiam.

E novamente Emma voltou a deitar-se sobre Regina exigindo seus lábios com os seus, misturando os sabores e fazendo a própria saborear sua própria essência. E quando Regina pensou em perguntar o porquê de a loira ter parado, sua voz falhou. Os dedos de Emma a estavam penetrando lenta e cuidadosamente.

– Abra os olhos Regina, eu quero ver seus olhos. — pediu com amor retirando com a mão livre os fios grudados na testa da amada. Ah! como Regina era linda e ainda mais quando estampava nas bochechas um rubor de excitação como aquele.

Como foi pedido, Regina abriu os olhos encarando os olhos esmeraldas de Emma. Vía tanto amor e tanto carinho neles que internamente se chamou de burra por não ter percebido antes o quão esses sentimentos eram tão vísiveis. O amor de Emma por ela e agora podendo admitir sem medo nenhum tanto para si como para a loira que também a amava. A amava!

– Emma? — chamou com dificuldade. Os movimentos de Emma em seu interior a estava transportando para um mundo longíquo, e sem dúvidas o melhor de todos.

– Sim?

Com ajuda dos quadris, Emma acelerou as estocadas dentro de Regina explorando com os seus dedos as paredes vaginais da morena, procurando o ponto mais sensível.

– Eu... Eu.. — cravou as unhas no quadril da loira quando sentiu os músculos de seu corpo tensarem-se. Gemeu bem mais alto do que pensara e isso encediou mais ainda Emma. Ouvir Regina gemer ao pé do seu ouvido era agora a coisa mais maravilhosa de sua lista.

E com mais alguns empurrões, Regina já não pôde mais e deixou-se ser dominada pelo orgasmo. O ombro da loira foi a parte que escolheu para cravar seu dentes tentando não gritar exageradamente quando essa corrente de prazer atingiu o corpo. Não teve dúvidas mais. Essa foi a melhor sensação vívida. Ao final, sentindo ainda os espasmos, o corpo relaxou caindo sobre os lençóis com a respiração entre cortada e o coração que parecia ter explodido, agora tentando recompor-se.

Emma não havia perdido um segundo sequer as reações de Regina e estava tão emociada por ter proporcionado tal prazer e tamanha satisfação à mulher da sua vida que quase foi impossível conter o largo sorriso e o brilho nos olhos causadas por curtas lágrimas. Retirou os dedos de dentro de Regina suspirando fundo. Sentir-se dentro de Regina, sentir sua temperatura alí dentro e a tocando daquela forma a deixava se sentindo a pessoa mais sortuda do mundo.

Os olhos castanhos se abriram e foi inevitável não sorrir e trazer Emma para os seus braços.

– Oh Emma, eu me senti tão... completa. — disse beijando a bochecha e logo a ponta do nariz da loira. — Obrigada! de verdade obrigada.

Ainda sendo banhada pelos beijos de Regina em seu rosto, Emma diz:

– Não me agradeça por algo que meu coração gritava sentir. Sentir você sendo minha, somente minha. — pausou sorrindo quando Regina mordeu propositadamente sua bochecha. — Eu amo você Regina, amo de verdade.

Com as costas dos dedos deslizando com suavidade pela bochecha macia e mordida da loira, Regina declara por primeira vez:

– Eu também amo você Emma. Minha Emma. — completou com um largo sorriso.

– Sua? — perguntou brincalhona esfregando seu nariz contra o de Regina.

– Minha. Você é minha Emma.

– Diz de novo.

– Você é minha. — rouba um beijo. — E eu sou sua.

– Somente minha?

– Inteiramente sua.

– Eu te amo muito.

– É? muito quanto?

– Hummm... Algo que vai mais além dos límites das estrelas.

– Oh, isso é realmente muito. — beijou o pescoço da loira e aproveitando para rolar pela cama ficando agora em cima de Emma. — E que tal se agora eu te levar para conhecer as estrelas, hum? — perguntou sugestiva quando suas mãos se encaminharam pelo feicho do sutiã de sua Swan.

– Oh, isso seria muito interessante Senhorita Mills.

As duas em um olhar cúmplice sorriram mais uma vez naquela noite buscando novamente desfrutarem da beleza mais pura que o amor trás para duas almas apaixonadamente entregues.

Notas finais
Olá de novo... Eu queria que quando vocês forem comentar e eu realmente espero por isso, que me digam o que acharam do capitulo love SwanQueen, dizerem a mim se eu acertei ou até mesmo se deixei cabos soltos, porq qualquer dica para melhorar nossa FIC para mim será muuuuuuuito bem vinda. E Antes de mais nada, eu queria muito dizer à vocês que para este primeiro contato íntimo entre elas eu quis deixar bem a vista o amor entre elas, o amor que Emma sente por Regina, e a aceitação completa de Regina por esse amor. Então peço desculpas desde já para as que esperavam algo mais explícito como foi na cena hot entre Emma e Elsa. Com Elsa, Emma fazia sexo e com Regina é amor. Bom, acho q já falei demais... E ah, dssa vez sem enrolação e sem preguiça eu surgirei mais uma vez nesta semana, daqui até sábado estarei tocando na porta de vocês. Bjooooosss.