Sweet Happiness

2 Capítulo 2 O Amor é Fraqueza


Notas iniciais
Boa noite Gente... Em 1° lugar queremos agradecer pelo carinho de vcs. Realmente ficamos surpresas, pois não esperávamos tanta receptividade d vcs. Ficamos muito felizes. Em 2° lugar, queremos agradecer e mandar deliciosos beijos as 4 gatinhas que já favoritaram a fic. *Ártemis *Ary Santos *Paola *Mah Nosso muito obrigado. E ah ja respondemos todos os lindos comentários que vcs deixaram. Beijao: Laly & BabyCute

Eram quase 09h00 da manhã quando Emma chegou no apartamento de Elsa Frozen. Pelo caminho já havia comprado uma garrafa de cerveja. Então enquanto esperava aquela porta ser aberta para ela, ela despejava o restante do liquido fermentado garganta a baixo. Odiava esperar, mas sempre era assim, Elsa passava uma eternidade para abrir a porta. Não entendia para que tanta vaidade sendo que o intuíto de Emma sempre foi bagunça-la totalmente. Passados 5 minutos, Elsa abre a porta com um enorme sorriso. A Jovem loira de olhos azuis intensos, não usava mais que uma delicada camisola fina de seda na cor preta, dando a visão de suas belas e longas pernas. Elsa estava escorada na porta acompanhando o olhar da outra loira que praticamente lhe comia com os olhos. Sorriu em vitória. Gostava de agradar Emma em todos os seus encontros, e a aquele olhar dizia que já tinha feito bem mais do que só agradar. Abriu a porta um pouco mais para dar passagem a Emma que até aquele momento não havia mexido um dedo fora do lugar, exceto os olhos.

– Pensei que estivesse cansada de me esperar, mas pelo visto o corredor te agradou mais. — disse Elsa, ganhando assim a atenção de Emma que logo entendeu o recado entrando em seguida.

Elsa após fechar a porta, se aproximou de Emma que se encontrava de costas para ela. Envolveu a cintura da outra com seus braços ainda de costas fazendo as duas colarem seus corpos. Emma fechou os olhos aproveitando aquela gostosa sensação. Elsa passou suas duas mãos por de baixo da blusa branca de Emma, tocando assim na pele de sua barriga.

– Anna... Onde está? — perguntou Emma desfazendo do abraço de Elsa e se virando para ela, ficando as duas uma de frente para a outra.

– Onde deveria está qualquer garota da idade dela... Na escola. — respondeu. — E o que me admira muito você está aqui uma hora dessas, não que eu esteja reclamando, muito pelo contrário, estou adorando, mas não deveria você também está em aula hoje?

Emma suspirou retirando seu casaco recordando qual era o motivo de nåo ter ido a faculdade. A Gravidez da mulher que ela ama desde os seus 17 anos. A perda total da mulher que lhe roubava os sonhos toda noite com imagens fantasiosas e frustrantes.

– Nosso acordo não exige que eu te mostre meu boletim. Portanto não interessa meus motivos a você por ter me ausentado hoje no curso. — disse Emma ríspida aproximando-se de Elsa e a puxando sem delicadeza alguma para um beijo faminto. A Jovem Frozen não se fez de desentida ao beijo, e logo fez seu papel que cabia na vida de Emma. Entrelaçou seus dedos entre os fios loiros de Swan. Adorava aquela forma dura e possessa que Emma tomava quando as duas estavam em contato.

Com as duas mãos na cintura de Elsa, Emma deu impulso á ela que de imediato enlaçou suas pernas nos quadris de sua amante. O beijo entre elas era feroz, intenso e abrasador. Não existia amor, nem outros sentimentos que não fossem apenas dejeso e paixão, pelo menos por parte de Emma. Com Elsa montada em si, Swan percorreu um caminho já muito bem conhecido. Fazia aquele mesmo caminho a mais de seis meses. O conhecia tão bem que mesmo de olhos fechados concentrando-se apenas no beijo, não errou nenhum passo. Entraram no quarto de Elsa quase tombando, pois a mesma não parava de se mexer sobre Emma, queria se livrar daquelas roupas de imediato e para já. Emma jogou Elsa na Cama de casal existente na habitação. Trocou um olhar de luxúria com Elsa antes de tentar retirar sua própria blusa. Elsa rapidamente se apressou em tentar impedi-la.

– Não. — disse ela colocando suas mãos sobre as de Emma que estavam situadas na barra de blusa afim de retirá-la. — Me deixe pelo menos essa vez ter o prazer de desnudá-la. — pediu ela de uma forma carinhosa que Emma estranhou arqueando uma sobrancelha em direção da outra loira que estava alí de joelhos na cama bem a sua frente.

– Eu já disse que não gosto disso. Eu não sou nenhuma criança para que eu deixem que retirem minha roupa, eu mesmo faço isso. — disse ela voltando ao seu objetivo inicial, retirando ela própria sua blusa e o restante das roupas que cobriam seu corpo.

Elsa pareceu ficar decepcionada. Mas preferiu não querer transparecer, e assim como fez sua amante, ela mesmo retirou sua camisola. Ficando assim apenas com um conjunto de lingerie rendada na cor azul. Aquela cor dava um certo ar doce e angelical na garota Frozen.

Emma que já havia retirado suas roupas também ficando igual como a outra, só de lingerie, se arrastou pela cama voltando a beijar Elsa e deitando-se sobre a mesma, e se posicionando entre suas pernas. O beijo tornou-se fogoso quando Emma sentiu a lingua de Elsa sobre seus lábios pedindo passagem. Emma cedeu. Abriu mais ainda seus lábios permitindo a entrada da lingua da outra na sua boca e sua lingua logo recorreu a dela.

As mãos de Elsa percorriam as costas de Emma de forma suave. Causando arrepios da Jovem Swan. Incomodada por ainda não está desfrutando de toda aquela pele nua, subiu suas mãos ao feicho do sutiã vermelho de Emma, desabrochando-o em seguida com uma certa habilidade que havia adquirido nesses poucos seis meses de encontros. Sem cortar o beijo, ela foi deslisando as alças da peça até tê-lo retirado completamente. Emma se afastou sentando sobre a outra loira fazendo assim Elsa ter a bela vista dos seios de Emma completamente expostos para ela. Swan sorriu e disse.

– Hoje você será minha dona. Aproveite. — disse Emma em um tom de malícia que fez Elsa arrepiar completamente. Essa seria a primeira vez desde que começaram a ter esses momentos de prazeres, que Emma estaria dando a oportunidade á Elsa de dominá-la. E não perdendo mais tempo, Elsa se inclinou para frente trazendo Emma um pouco mais para sí. Olhou bem nos olhos verdes de Emma e com uma voz carregada de desejo e algo a mais que até o momento era indecifrável, ela disse.

– Com todo o prazer minha doce loirinha.

Dito isso Elsa sem receio algum deslisou uma måo para dentro da calcinha de Emma tocando-a vagarosamente alí e a outra mão ela pousou na nuca de Swan puxando-a para mais um beijo.

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As 11h:15 da manhã, Regina acordou com a cabeça explodindo de dor. Até pareceu que passou a noite anterior bebendo loucamente. O que talvez fosse até melhor do que a verdadeira situação que se encontrava. Para ela qualquer situação seria melhor do que estava vivenciando agora. Sua cabeça ainda estava enterrada em Vilú, a enorme coelhinha de pelúcia de Emma, presente inclusive dado por Regina quando a loira completou 15 anos de idade.

A Morena respirou fundo virando-se para o outro lado da cama constatando que ainda estava sozinha naquele apartamento. Onde Emma estaria enfiada até uma hora dessas? Essa era a pergunta que Regina se fazia. Não que fosse tarde ou algo do tipo, mas Emma nunca era de sair para um lugar e passar tanto tempo fora, e se o fizesse, sempre comunicava á ela. Porque as duas eram assim, amigas confidentes, amigas leais e inseparáveis. Mesmo que não fizesse sentido, uma sempre avisava a outra para onde iriam e com quem iriam. Era de costume isso desde os seus 16 anos de idade. Talvez fosse uma forma de estarem tranquilas quando estavam separadas, longe uma dos olhos da outra.

Resolveu levantar-se da cama a procura de sua bolsa. Iria ligar para aquela loira inresponsável, e saber onde diabos estava metida. Mas antes de chegar a sala, Regina sentiu um embrulho terrível no estômago. Um enjôo forte que a fez correr imediatamente para o banheiro mais próximo, o do quarto de sua melhor amiga. Ao entrar no banheiro, enterrou completamenre sua cabeça no vaso sanitário dando adeus ao seu café da manhã. Ficou uns 5 minutos dentro do banheiro vomitando tudo o que tinha para vomitar naquele dia.

E Ali sentada no chão frio daquele banheiro sentiu suas lágrimas novamente retornarem. Doía demais recordar as palavras de Graham. Ainda não podia acreditar que aquele homem que amou durante dois anos completos havia dito tais absurdos e ainda mais daquela forma tão natural. Não entendia, porque durante esse tempo de namoro planejavam formar Juntos uma familia e agora que de fato podiam, ele rejeitava. E Rejeitava da forma mais convarde e cruel.

Levantou-se cuidadosamente do chão se apoiando no vaso. Sentia-se tonta e sua visão estava turva por causa das lágrimas. Deu alguns passos até a pia e ligou a torneira para em seguida molhar seu rosto, limpando as lágrimas marcadas em suas bochechas. Olhou para o espelho a sua frente e não se reconhecia. Estava completamente diferente da Regina que acordou hoje mais cedo no quarto ao lado do de Emma. Estava triste, maguada, ferida e decepcionada. Decepcionada com o amor. "O Amor é fraqueza, Regina." as palavras de sua mãe lhe vieram a mente quase de imediato e diante disso sorriu tristemente fitando ainda seu reflexo no espelho. Respirou fundo. Admitiu que Cora Mills, sua mãe tinha uma ponta de verdade nessas palavras. O Amor que sente ou agora sentia por Graham foi sua fraqueza, foi sua destruição emocional. Mas o mesmo amor, gerou algo que agora seria sua fortaleza e sua reconstrução. Porque dentro de sí, carregava um ser que não duvidava que a faria imensamente feliz. Um filho. Uma criança sua.

Baixou seu olhar levando suas mãos ao seu ventre. Acariciou aquela região por alguns momentos pensando no futuro que viria para os dois.

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– Sabe, eu detesto quando você se refere a nós como um acordo. — disse Elsa virando seu rosto buscando o olhar de Emma, enfatizando com desgosto a palavra -acordo-.

As duas estavam deitadas na cama de Elsa, ambas de barriga para cima fitando o teto. Uma do lado da outra. Ainda estavam nuas, tendo os corpos cobertos apenas por un fino lençól de algodão branco. Emma já havia bebido várias garrafas de cervejas que se encontravam na geladeira de Elsa, no entanto não estava bêbada, não completamente ou como queria. Ao ouvir Elsa, a garota Swan virou seu rosto encontrando os olhos azuis de Frozen.

– O que temos é só sexo Elsa. Quando começamos com isso, pareceu te agradar muito a palavra acordo. Uma vez que concondarmos isso com um comprimentar de mãos. Como um fechamento de négocio de ambas as partes em uma empresa. — disse Emma.

– Mas agora é diferente. — disse Elsa pousando sua mão no rosto da Swan. — E você sabe disso.

Emma afastou a mão de Elsa se levantando da cama fazendo o lençól escorregar, revelando seu corpo completamente desnudo.

– Não me venha com isso novamente Elsa, você sabe que eu não posso te dar outra coisa que não seja sexo. — disse recolhendo suas roupas do chão.

– Mas Emma, olhe...

– Elsa não insista. Para o seu bem, não continue. Se você quer que isso continue entre nós terá que aceitar que de mim você só terá sexo.

Elsa olhava para a Emma segurando um profundo nó na garganta. Não sabia por quanto tempo aquela situação duraria. Adorava ter Emma em seus braços, mas queria ter dela muito mais que isso. Muito mais.

De repente Emma ouve o toque de chamada de seu celular e aquele não era um toque qualquer, era o toque que ela havia configurado para o número de sua melhor amiga. Completamente nua, saiu do quarto para a sala do apartamento de Elsa procurando o celular. Ao encontrá-lo atende rapidamente. Nem sabia o porquê, mas sentia que tinha que atender.

– Oi Regina.

– Onde você está Emma?

Ao ouvir a voz de Regina, Emma soube que algo de errado havia acontecido. A voz dela não estava cheia de alegria e intensidade como de costume. Estava fraca e cansada.

– No museu. — mentiu.

Ninguém sabia de seus encontros sexuais com Elsa, nem mesmo Regina. Era algo que Emma escondia bem escondido de todos ao seu redor.

– No museu? Tem certeza Emma? Bom, não importa. Tem como você vim para cá agora?

– Depende, onde esse "Para cá" fica?

Ouviu a morena inspirar profundamente do outro lado da linha.

– Eu estou no seu apartamento. Usei a cópia da chave que você me deu.

– Ah sim, claro.

– Então?

– Então o quê?

– Tem como você vim para cá?

Dessa vez percebeu que a morena estava perdendo a paciência.

– Ah é, sim. Já estou indo.

– Ótimo.

Dito isso, as duas desligaram juntas. Naquele momento Emma esqueceu completamente que estava nua bem na sala de Elsa e de que a qualquer momento a irmã da Elsa poderia chegar e surpreendê-la assim.

Voltou para o quarto de Elsa a encontrando com um robe cinza sentada na cama.

– Eu preciso ir. — disse Emma vestindo de qualquer jeito suas roupas.

– Eu sei, sempre é assim. Regina liga e você sai feito cachorrinho atendendo o chamado de sua dona.

– Ela é minha melhor amiga. Sempre será prioridade. — rebateu terminando de se vestir apressada.

Elsa revirou os olhos se levantando e caminhando junto com a outra para fora do quarto. Emma pegou o casaco que havia deixado sobre a poltrona e se dirigiu a porta de entrada do apartamento que agora seria sua saída, mas antes Elsa ouve dizer.

– Tome cuidado com quem você trata com prioridade, porque nem sempre isso é uma via de mão dupla. Porque dói saber que você é só mais uma opção ou uma válvula de escape.

Emma nada disse, apenas abriu a porta sussurrando um "até logo" para Elsa que por sua vez apenas assentiu com a cabeça com um sorriso sem graça. Ao ver Emma entrar finalmente no Elevador, Elsa fechou a porta atras de si, deixando seu corpo deslisar pela madeira até sentar-se no chão alí ainda colada na porta. Deixou aquele nó na garganta que sentiu minutos atrás desatar-se completamente fazendo lágrimas banharem seu rosto.

– Nem sempre o amor é uma avenida de mão dupla. — sussurrou para sí mesma entre lágrimas.

Notas finais
Esperamos que vocês tenham gostado desse capitulo! Agradecemos de coração por lerem a nossa fanfic! Queremos saber de vcs.. Venham.. Nos digam o que acharam. Pfv.. Nao se acanhem..! E o próximo capitulo saíra na quinta feira! Beijos