Sweet Happiness

9 Capitulo 9 Maomé


Notas iniciais
Boa Tarde meninas amadas, Nós estamos tão felizes. Nossa Fic recebeu duas lindissimas recomendações. Nay, eu já te agradeci horrorres lá no grupo, mas como acho que ainda é pouco, eu agradeço aqui também. Adorei muito saber que mesmo você não gostando do Ship, SH te agrade a tal ponto de recomendá-la. Você me fez muito feliz. Flavinha, o que dizer de sua recomendação?! Eu amei cada palavra que você escreveu, o jeito como você descreveu nossos adorados personagens... Puff, nem sei o que dizer... Só sei gritar que amei. Obrigada, sério... Você e a Nay me fizeram muito feliz. Quero agradecer também as que favoritaram: • Flavia •NayaraSilva2 •Stefanie Martins •Wounded Beast Vcs devem ter percebido que mudamos a capa neh? Foi presente da nossa Sweeter Nay.

– Você tem algum outro compromisso agora? — perguntou Regina.

As duas ainda se encontravam dentro da sala de Zelena, á espera de seu retorno.

– Que eu saiba não. Tenho alguns trabalhos do curso para fazer e um relatório para finalizar, mas só vou ter cabeça para fazer isso durante a noite. Porquê?

– Porque eu acho que conheço duas pessoas que ficariam muito contentes em ver você.

– Ah é? Quem? — Elevou a loira uma de suas sobrancelhas. Ela sabia perfeitamente quem seriam essas pessoas, mas se tinha uma coisa que Emma adorava ver em Regina, era vê-la fazer o que ela fez em seguida.

Regina revirou os olhos, batendo uma de suas mãos no braço da cadeira, desencostando-se da cadeira e virando seu corpo para Emma.

– Henry e August, Emma. Eles são as pessoas que gostariam de ver você. — respondeu como se aquilo fosse a coisa mais óbvia do mundo.

– Ah! — simplesmente disse.

– Então?

– Então o quê? — perguntou Emma tentando desfazer o sorriso. Estava provocando Regina e ela podia ver que estava causando efeito.

– Por um acaso você está testando a minha paciência Swan? Porque se estiver fazendo isso, eu já te alerto que você está entrando em um caminho perigoso.

Emma riu balançando a cabeça.

– Não sei porque, mas eu tenho um leve pressentimento que serei eu a sofrer com suas constantes mudanças de humor. E pior que acho que isso já começou.

– Deixe de ser estúpida e responda a minha pergunta.

– Mas você não me fez nenhuma pergunta, Gina. — fez carinha de desentendida só para ver a reação da amiga.

– Swan!

– O que foi? Você de fato não me fez nenhuma pergunta.

Regina olha para Emma séria, sua paciência indo-se completamente. Normalmente ela sorríria junto com a loira, mas dessa vez sua paciência estava curtissima. Talvez fosse pela tensão de estar em um consultório médico e ainda estar esperando pela doutora que na mente de Regina parecia ter se perdido no caminho de volta á sala ou tudo isso era causa de seus primeiros sintomas de mudanças de humor constante como havia comentado Emma.

– Estou começando a achar que o que dizem sobre loiras é realmente verídico.

Emma lança mais sorriso, mas este era um tanto malicioso.

– O que eu tenho ouvido dizer por aí é que as loiras são extremamente sensuais. Você me acha sensual, Regina?

Agora é Regina quem lança um sorriso malicioso entrando no jogo da loira.

– Eu só vou poder te dizer isso depois que você fizer um showzinho de strip tease só para mim.

Uma onda de calor atrevessa o corpo de Swan ao ouvir sua amiga dizer isso e ainda mais com uma voz toda sexy que lhe fez arrepiar todos os pêlos de seu corpo.

– Hum... Você é perigosa.

– Sou?

– Não tenha dúvidas.

A porta da sala abre dando á elas a visão de uma Zelena toda sorridente.

– Me desculpem pela demora, acabei abusando do tempo no laboratório. — diz a ruiva sentando-se frente á elas.

– Tudo bem. — disse Regina.

– Abusou com quem? Porque pelo seu sorrisso hein... — insinuou a loira.

Zelena piscou os olhos algumas vezes olhando para Emma.

– Não sei do que se refere Senhorita Swan e principalmente vindo de você é preferível nem querer saber.

– Sei.

– Fique quietinha sim? — pediu doutora á Emma. — Quanto a você Regina, seu exame ficará pronto dentre alguns dias, então semana que vem você voltará aqui para recebê-lo comigo.

– Está bem. Podemos ir agora?

– Se assim desejarem, estão livres.

– Ok. — disse a morena já levantando-se da cadeira, mas antes estendeu sua mão para a doutoura ruiva. — Foi um enorme prazer conhecê-la doutora Zelena.

Zelena que também havia levantado-se ao mesmo tempo que Regina e Emma, aperta gentilmente a mão da morena e diz:

– Digo o mesmo. Foi um prazer conhecê-la também e eu acredito que futuramente nos veremos com frequência. E você Emma, crie juízo.

Emma mostra a língua para a doutora, o que faz Regina arregalar os olhos e lhe dar um tapinha do braço.

– Aiii Regina, isso doeu. — resmungou Emma passando sua mão no braço vitimado.

– Emma, isso não são modos.

– Tudo bem Regina, sou completamente acostumada com o jeitinho dessa garota. — Zelena pousou sua mão sobre o braço de Swan.

– Bom, de quaquer forma, esses não são modos de se apresentar diante de uma doutora. — olhou para Emma com o olhar firme.

– Nah! — exclamou dando de ombros. — Foi bom rever você Zelena, até semana que vem.

– Igualmente.

*************SH*************

– E se ele não me reconhecer? Afinal já passaram-se alguns anos desde que ele foi embora.

– Como não vai te reconhecê-la? Você está com a mesma cara de quando tinha 14 anos. A diferença agora é que você adquiriu mais centímetros e novas curvas.

Depois que saíram do consultório e com muita insistência de Regina, Emma decidiu fazer uma breve visita a casa Mills rever tanto a August quanto a Henry.

– Eu estou bonita? — perguntou dando uma voltinha assim que ficaram de frente á porta da mansão.

– Você sempre está bonita, Emma. Agora vem, melhor entrarmos de uma vez.

– Ok — suspirou Emma.

Regina abriu a porta lentamente encontrando o que sempre encontrava quando chegava em casa, nada mais que o silêncio. Mas dessa vez estranhou, pois com August em casa, a última coisa que se imaginava era encontrar a casa silenciosa.

Emma, que estava um passo atrás de Regina, olhava a casa ligeiramente. Toda vez que entrava na casa Mills, mil e umas lembranças lhe surgiam a mente inevitalmente. Lembranças boas e outras não tão boas assim. Um calafrío percorreu por todo o seu corpo ao girar sua cabeça e encontrar em uma das estantes a foto de alguém que a última coisa que desejava era ver tal imagem. Ficou pálida e sua respiração fica pesada, pois com a foto mais algumas lembranças lhe veio a mente. Ao fechar seus olhos, alguns fleches se focaram em algumas palavras que ela jamais esqueceu, ditas por alguém que ela jamais esqueceu também, lutava para esquecer, mais não conseguía.

" — Não... Não. Me solte, por favor me solte. — A voz infantil e chorosa de Emma saltava de sua garganta á medida que ela tentava se soltar daquele que deveria protegê-la.

– Você é tão linda minha pequena Swan. Eu não vou poder esperar tanto tempo, eu quero você. Eu não vou suportar que alguém tome o que eu quero de você. Emma, olha para mim... — gritou pegando com força o delicado e assustado rosto angelical de Emma com uma de suas mãos quase enrugadas. — Logo você será minha, minha doce criança, minha.

Ao dizer isso, ele pousou a outra mão na perna da menina apertando o local com força, tanta força que não existía dúvidas de que horas depois iria ficar marcada aquela região do corpinho de Emma.

– Não, por favor não. — suplicava com a voz falha de tanto chorar.

– Oh sim. — o homem sorriu de forma maquivélica, deixando Emma ainda mais assustada. "

– Emma, o que você tem? — Perguntou Regina sustentando Emma. Com uma mão ela segurava Emma pela cintura e com a outra ela acariciava o rosto de Emma para obter atenção da outra que tinha o olhar completamente perdido.

Regina notou Emma estranha quando ela fez uma pergunta e a resposta da loira nunca chegava á seus ouvidos. Quando virou seu corpo para fazer novamente a pergunta, viu Emma sem cor e parecia que poderia cair a qualquer momento e então Imediatamente se apressou em sustentá-la antes que isso acontecesse.

– Emma, me responde. — Regina já começava se preocupar demasiado.

Emma que estava com a mente longe, acaba voltando a si ao identificar a suave voz de sua melhor amiga.

– Acho que... que eu preciso me sentar um pouco. — conseguiu dizer a loira levando sua própria mão a sua testa e tratando de respirar corretamente.

– Claro, vem aqui.

Regina conduziu Emma até a cadeira mais próxima e a ajudou sentar. Pouco a pouco a palidez de Emma sumía, deixando transparecer agora a cor natural da loira.

– Emma, o que aconteceu? O que você está sentindo?

– Não foi nada, eu já estou bem.

– Como não foi nada? Quase presenciei você desmaiando. Certamente você deve ter tido uma breve queda de pressão. Vou ligar para algum médico examinar você ou ent-

– Não, Regina! — interrompeu. — Sério, eu estou bem. Não foi nada. Deve ter sido porque eu não coloquei nada no estômago hoje.

– Emma Swan, tem algo que você me esconde?

Regina tinha um seblante sério ao mesmo tempo que preocupado. Raramente via Emma passar mal, principalmente por algumas horas sem comer. Emma tinha o metabolismo mais louco que Regina ja conhecera.

Iria perguntar mais coisas, mas sua atenção e da loira foram desviadas para o barulho de portas se abrindo e risadas ecoarem pela casa.

Henry foi o primeiro a aparecer e ao ver a irmã mais velha correu para abraçá-la como sempre fazia quando a via, fosse dentro de casa ou em outro lugar.

Regina recebe-o nos braços com todo amor e carinho que sentia pelo irmão e dessa vez não sentia-se cansada como da última vez, portanto logo conseguiu tirar o rapazinho do chão erguendo-o no ar e abraçando da maneira mais gostosa que ela fazia. Henry era só sorrisos.

– Onde estava hein?

– August me levou na sorveteria com a moto irada dele. Senti que estava voando, Gina. — disse o garoto todo animado se aninhado no colo da irmã, porém ao perceber a presença de uma certa convidada, praticamente se joga dos braços da irmã para abraçar a loira.

– Emma! Você está aqui. — ele nem esperou uma resposta, envolveu com seus bracinhos o pescoço de Emma.

Emma sorri com o carinho do garoto.

– Sim, vim ver você. Sentiu saudades de mim?

August aparece segurando na mão dois capacetes.

– Senti e muito. — ele dizia com aquela carinha fofa que foi impossivel para Emma não encher o rosto do pequeno de beijos.

Regina percebe a chegada do primo e vai até ele.

– August, você levou Henry para passear de moto? Você perdeu o juízo ou que?

– Relaxe tampinha. — disse ele jogando os capacetes em cima de uma das mesinhas de centro da sala. — Foi divertido, certo campeão?

– Irado. — respondeu Henry sentado no colo de Emma.

August olha bem para a loira que sustentava Henry em seus braços e depois desvia seus olhos para Regina.

– Hey, não me digam que essa loiraça é a pirralha da Emma, é? — disse apontado para Swan.

– Muito gracioso da sua parte August. — foi Emma quem respondeu levantando-se já sentindo-se completamente melhor.

Assim que fica de pé, August passa seus olhos por todo o corpo de Emma. Abre a boca algumas vezes passando sua mão por sua cabeça e por fim desenhando um sorriso.

– Céus, você está muito gata, Emma. Nem parece aquele magrelinha sapeca de antes.

Ele vai se aproximando dela e ambos se lançam para um abraço.

– Você tambem não está o mesmo. Que mudança hein. — diz ainda envolvida com os fortes braços do rapaz.

– Eu quase nem o reconheci quando o vi ontem. — ouvem Regina dizer.

August desfaz o abraço afastando-se só o necessário para observar melhor Emma.

– Olha... Agora mais do que nunca você vai ter que cumprir aquela promessa.

Emma gargalha ao recordar da promessa que havia feito a August quando eram mais novos.

– August! — exclama negando com a cabeça. — Nisso você não mudou nem um pouco.

Regina que não tinha conhecimento de promessa alguma, resolve querer saber.

– Que promessa é essa?

– Ah, é que a Emma me prometeu que um dia antes dela casar com o amor da vida dela, ela iria me dar um beijo. O beijo que eu quisesse. — Os olhos de August olham para Emma de maneira provocadora e dar uma piscadela para ela, fazendo a loira corar levemente.

– Hum. — se limita responder. Não estava achando tão engraçado como os outros.

Por alguns segundos o silêncio reina entre os três, até que novamente o barulho de porta se abrindo chama a atenção deles.

Cora entra na casa carregando algumas sacolas de compras e logo percebe a presença dos demais.

– Oh, boa tarde meus jovens. Poderiam me ajudar por favor? — pediu a mais velha sem muito humor.

– Eu ajudo. — gritou August indo até sua tia e recebendo as muitas sacolas que esta carregava.

– Obrigada meu querido, vejo que você não é de todo inúltil. — ela vai entrando na casa por completo, passa seus olhos em Regina e em seguida em Emma. — Olá, senhorita Swan, que prazer em revê-la.

– Digo o mesmo senhora Mills.

– Regina, minha filha, depois suba ao meu quarto... Eu quero conversar com você. — seu olhar não deixava espaço para recusas.

– Está certo. — respondeu Regina suspirando, já antecipando o tédio ou o estresse que passaria nessa conversa.

Cora fez sinal com a cabeça para que August a seguisse e assim ele fez, deixando na sala apenas Regina com Emma e Henry.

– E você Henry, como tem passado? — perguntou a loira deslisando sua mão entre os cabelos do pequeno.

– Bem e você?

– Bem também.

– Henry vem cá por favor. — pede a morena carinhosamente sentando-se no sofá.

– Sim.

– Por favor, entre no meu quarto e na primeira gaveta da mesinha do lado da minha cama tem uns pacotinhos verdes, trás um para mim.

Henry prontamente se vai.

Emma que conhecía muito bem que pacotinhos eram esses, se aproxima mais de sua amiga no sofá percebendo sua carinha de desconforto.

– Você está se sentindo enjoada? — pergunta acariciando a mão da morena.

– Um pouco. — responde. — Ai Emma, esses enjôos por um acaso é durante todos os noves meses? Porque se for assim, eu não vou aguentar.

Emma rir.

– Pelo que eu li sobre gravidez, dizem que os enjôos ocorrem somente nos primeiros três meses e se fossem todos os nove meses eu tenho total certeza que você aguentaria muito bem.

– Você andou lendo sobre gravidez?

– Claro. Quero fazer de tudo para te ajudar.

Regina aproxima seu rosto no rosto de Emma e dá-lhe um gostoso beijo na bochecha da loira.

– Eu tenho sorte de ter você na minha vida, nunca me deixe Emma.

– Nunca te deixarei. — Emma trás Regina para um abraço lateral. — Porém, agora eu tenho que ir para casa terminar aqueles trabalhos que eu te disse que precisava fazer.

– Você não ficar para o jantar?

– Hoje não, Gina. — Emma disse já ficando de pé. — Me acompanha até a porta?

– Claro.

– Espera! Emma, espera!

As duas olham para a direção da escada e veêm Henry descendo apressadamente afim de alcançá-las.

– O que foi garoto? — perguntou a loira assim que o pequeno estava diante dela.

Ele estava tão vermelho que parecia ter corrido uma maratona a céu aberto.

– Você volta quando? — perguntou ele olhando de forma esperançosa para Emma.

– Hum... Eu não sei, mas você pode ir na minha casa quando quiser, basta pedir para Regina te levar ou então me ligar e eu venho te buscar correndo. O que me diz ahm?

– Jóia. — diz ele abraçando como podia a loira.

– Jóia? Estou vendo que você e August andam passando muito tempo juntos hein rapazinho. — Regina falava enquanto se unia ao abraço, formando um delicioso abraço a três.

– Gosto de vocês duas juntas. De nós três juntos. — sussurra Henry ainda no abraço coletivo.

– Eu também. — Emma tinha um lindo sorriso no rosto encarando aqueles olhos castanhos de sua amiga que tanto a fascinavam, e esta lhe sorria igualmente.

Desfizaram do abraço com Emma beijando o topo da cabeça de Henry como despedida e dando mais um abraço apertado em sua melhor amiga dizendo que depois ligaria para saber se estaria melhor.

– E onde está o que eu pedi para o senhorzinho hein? — perguntou a herdeira Mills assim que se viu a sós com seu irmão menor.

– Bem aqui. — responde o pequeno tirando do bolso de sua calça o pacotinho verde que Regina pedira e entregando á ela. — Vou jogar video game, posso?

– Claro que pode meu amor, só não fique por muito tempo. Lembre-se de que Cora está em casa.

– Está bem, tomarei cuidado.

Dito isso, novamente ele sobe pelas escadas e como sempre correndo. Regina até falaria algo, mas seria inúltil.

"- Essa escada ainda vai me trazer problemas" — pensou ela antes de se dirigir á cozinha e preparar aquele chá horrível que odiava tomar, mas pior que tomá-lo, seria ficar com enjôos.

*************SH*************
Exaustão. Essa era a palavra que definia Emma naquele momento. A Loira estava sentada á mesa fazendo e refazendo aqueles trabalhos a mais de três horas seguidas. Seu corpo já emplorava por uma pausa e seu estômago reclamava incasavelmente por atenção. Passou seus olhos pelo relógio de parede e viu que já se passava das 20:00 horas. Mergulhou seu rosto entre suas mãos soltando alguns gemidos de cansaço e fadiga. Queria muito finalizar aqueles trabalhos nesta mesma noite, mas aparentemente um bom banho e um lanchinho rápido eram mais necessários que aqueles papéis misturados uns com os outros sobre a mesa.

Sendo assim, deu por terminada aquela parte do trabalho. Desligou seu notebook e organizou todos os pápeis em suas devidas pastas entiquetadas. Espreguiçou-se um pouco e se encaminhou ao seu quarto já deixando um rastro de roupas suas pelo caminho até o banheiro.

Demorou cerca de 20 minutos dentro do banheiro lavando-se. E quando saiu de lá, sentia-se muito melhor, bem mais leve. E para ficar ainda mais leve, preferiu dessa vez, usar apenas uma fina camisola de seda. Hoje o dia havia sido realmente cheio para ela. Adorou imensamente ter acompanhado Regina na consulta com Zelena, sentia que a cada vez se envolvia mais nessa nova etapa de sua melhor amiga e isso lhe causava uma enorme alegria, um preenchimento no coração que nem ela podia entender.

Estava já na cozinha comendo um saduíche quando ouviu alguém chamar na porta de seu apartamento. Estranhou, pois não havia combinado nenhuma visita para esta noite.

Sem olhar para o olho mágico, Emma abre a porta e seus olhos quase saltam para fora ao ver a figura que estava parada ali no corredor do prédio com os braços cruzados e uma cara que denotava seu mal humor.

– Onde está o seu celular, Emma? Porque diabos você não me atende?

– Primeiro, abaixa o tom comigo e segundo, o que você faz aqui?

A outra sem paciência alguma entra no apartamento de Emma, fechando ela mesmo a porta.

– Se tem uma coisa que eu não deixo passar para outro dia são meus tratos e pelo o que eu bem me lembro, você tem um trato comigo e eu desejo cumpri-lo agora.

Sem dar chances a uma resposta, Elsa puxa Emma pela nuca fazendo seus rostos se aproximarem e seus lábios se tocarem. A loira Frozen toma com gosto os lábios de Swan, colando seus corpos num abraço apertado, abraço este que era bem mais feito por Elsa do que por Emma.

– Elsa, pare. — disse Emma quando conseguiu quebrar o beijo. — Você não deveria está aqui.

Elsa segurava firmemente Emma pela cintura e sem desgrudar nem um centímetro do seu corpo do dela, ela vai empurrando vagarosamente a Swan pela sala, indo de encontro ao amplo sofá.

– Se Maomé não vai á montanha, a montanha vai até Maomé. — disse enfiando uma de suas mão por dentro da cabeleira loira de Emma e a trazendo de volta aos seus lábios.

Emma tentou se afastar, mas naquele momento Elsa aparentemente tinha mais força e quanto mais Emma tentava se livrar mais se via envolvida pelos braços de Elsa.

– Elsa... — sussurou assim que a outra loira abandonou sua boca para abocanhar seu pescoço com beijos e leves mordidas. — Elsa, você não deveria está aqui, alguém pode aparecer.

A cada novo toque de Elsa, Emma se via sem forças para lutar, pouco a pouco sentia seu corpo queimar e sua excitação crescer.

– Você me deixou o dia inteiro á sua espera. — disse ao pé do ouvido de Emma e mordendo o lóbulo da orelha dela sensualmente. — E eu odeio esperar Swan.

Elsa empurrou mais um pouco Emma, e essa caiu deitada de costas no sofá.

– E-Eu estava ocupada.

– Ocupada você vai está agora, querida.

Elsa deitou sobre Emma e entre suas pernas, encaixando bem seus corpos. E foi inevitável para Emma não gemer ao sentir Elsa fazendo pressão em seu sexo ainda coberto pela visivel calcinha rendada violeta. As mãos de Elsa haviam tomado as laterais dos quadris de Emma subindo lentamente a fina camisola que Swan estava usando, deixando á mostra pouco a pouco a pele lisa, suave e clara de Emma.

O beijo que trocavam agora era mais intenso. Suas cabeças se moviam de um lado para o outro sem parar. A língua de Elsa brincava com a língua de Emma em uma dança loucamente erótica. Uma querendo conduzir a outra, brigavam por dominio. Emma gemía baixinho. Suas duas mãos se encontravam na bunda de Elsa apertando com força e principalmente agora que ambas faziam movimentos pélvicos excitando cada vez mais e mais seus corpos.

Uma das mãos de Elsa invadiu a camisola de Emma subindo sem pressa alguma, até encontrar os seios da loira.

– Essas são minhas montanhas favoritas. — sussurrou Elsa saindo do beijo ainda de olhos fechados tocando com delicadeza o seio direito de Emma que reagía com arrepios. — Agora eu sei que montanhas Maomé foi atrás.

Emma não conseguia dizer nada, dessa vez Elsa quem comandaría tudo. Ela quem a estava deixando ferozmente cheia de tesão. Suas bochechas estavam avermelhadas denunciando o quanto já estava excitada. Sua pele queimava e se derretia ao mesmo tempo com as mãos habilidosas de sua amante.

– E-Elsa. — gemeu quando sentiu a boca de sua loira Frozen sugar um de seus seios.

E como algo bem ensaiado, Emma levou uma de suas mãos á cabeça de Elsa como se a dicesse que ficasse ali naquele sitio. Seu corpo todo se remexia por debaixo da outra.

A Jovem empresária fazia bem seu papel, sua língua maltratava o bico do seio de Swan, o fazendo ficar ereto. Sugava-o e mordiscava-o com afinco. Adorava os seios de sua amante, os encontrava incrivelmente saborosos. O corpo de Emma era todo um conjunto saboroso.

Assim que se fartou do seio direito, foi em busca do esquerdo, fazendo o mesmo trabalho que havia feito no outro.

Emma já não aguentava mais, sentia que Elsa estava jogando com ela, pois ela sabia que sua amante tinha total conhecimento que nessas horas sua paciência era pouquíssima. Suas mãos se encontraram na borda da blusa preta de Elsa a puxando para cima, retirando-a em seguida. Com isso, Elsa acabou por ficar sentada em cima de Emma. A loira Frozen trazia em seu corpo um sutiã igualmente preto rendado e para a sorte de Emma, a peça se abria pela frente. E sem demoras, Swan abriu-o e se desfez do próprio, deixando os seios da outra expostos bem diante de seus olhos. Imediatamente Emma posicionou seus lábios neles, beijando-os, chupando-os e mordendo-os. Os gemidos de Elsa ecoavam por todo o apartamento. Se deleitava com a língua saliente de Emma em seu corpo. E com o forte desejo já quase explodindo por seu corpo, Elsa tratou de enfim retirar de uma vez por todas a camisola de Emma, deixando-a vestida somente com a calcinha.

Saiu do colo de Swan, ficando em pé bem á sua frente. Emma logo entendeu o recado e prontamente levou seus dedos aos botões da calça jeans de sua amante desabotoando-os e descendo a calça numa lentidão torturante.

– Emma, faça isso rápido. — pediu com uma voz fraca. — Eu não aguento mais, quero te sentir logo.

– Seja paciente como Maomé. — brincou a loira finalizando sua tarefa e erguendo seu corpo para em seguida colar o seu no de Elsa e beijá-la com possessão.

Com os corpos colados, seus seios se tocavam e ambas gemiam no beijo.

A mão de Emma já estava traçando um caminho muito bem conhecido por ela no corpo de Elsa. Sua mão descia vagarosamente pela barriga lisa de Frozen indo de encontro ao elástico da calcinha da jovem empresária, mas antes que sua mão invadisse aquela parte, Elsa a detêm, segurando sua mão espertinha e parando com o beijo.

Emma a olha sem entender.

– Não. — sussurra ela com os lábios roçando nos lábios de Emma. — Serei eu a ter você primeiro e da maneira como eu quero.

Após dizer isso, Elsa puxa Emma e a empurra contra uma das paredes da sala, colando novamente seu corpo no dela. Com uma das mãos puxa uma das pernas de Swan que percebendo o que a outra queria, circula sua perna na cintura da Frozen.

– Eu sempre quis fazer amor com você contra a parede. — revela mordendo o queixo de Emma e em seguinda passando sua lingua pelo pescoço da mesma.

– Sexo. — geme Emma. — Nós não fazemos amor, nós... nós apenas fazemos sexo.

– Cala a boca Swan. — disse em forma grosseira, talvez decepcionada pelo o que ouvira.

E antes que Emma pudesse dizer mais alguma coisa, Elsa afasta a calcinha da loira e a penetra com dois dedos com força indo o mais fundo que podia.

Se Elsa não a estivesse sustentando, com certeza Emma teria caído pela surpresa. Elsa nunca a havia penetrado dessa forma.

– Elsa. — gemeu mais uma vez assim que sentiu sua amante estocando-a em fortes, rápidos e precisos movimentos de vai-e-vem.

Ouvir os gemidos de Emma, era sempre como ouvir uma canção cantada por anjos, sempre deixava Elsa fascinada e completamente embriagada com eles. Sendo assim fazia por sempre ouvi-los mais. Deslisou sua lingua pelos seios da loira percorrendo um gostoso caminho pela macía e suave barriga de Swan, parando bem na borda da delicada calcinha de sua amada loira.

Completamente ajoelhada frente á Swan, Elsa retira os dedos de dentro da loira que se queixa por uns segundos. Devido a pouca paciência que o tesão a estava dando e a calcinha ser muito fina, com um movimento bruto, a delicada peça acaba se rasgando, deixando o sexo de Emma totalmete a mercê de Elsa.

– Pare de só ficar olhando. — murmurou a estudante de jornalismo com a voz temblosa e cortada.

Se ajeitando melhor na posição, Elsa traz a perna esquerda de Emma sobre um de seus ombros e abocanha o sexo de Emma que em resposta geme alto se apoiando como podia na parede para não cair.

Sua língua serpenteava por toda a extensão do sexo de Emma, chupando os lábios e mordiscando o clitóris com avidez. Seus dedos novamente tateavam a entrada de Emma e como da primeira vez, penetrou-a o mais fundo que conseguía. Os fluídos de Emma banhavam quase todo o delicado rosto de Elsa que por sua vez, adorava-os. Parecia estar desfrutando de uma rica sopa.

– M-mais rápido... Elsa. — gemeu mais uma vez se contorcendo. Sentia calor, muito calor. Sua barriga se contraía mais e mais e sentia que suas pernas já a estavam traindo-lhe.

Elsa dobrou seus dedos dentro de Emma, colocando mais um ao conjunto do prazer movimentando-os mais rápido ainda. Sentia que Emma estava perto do seu ápice. Golpeava sua língua contra o clitóris de sua loira dando mais intensas descargas de prazer á Emma que já não podia mais aguentar.

E não aguentou.

O orgasmo chegou forte e intenso, deixando escorrer por toda a boca e dedos de Elsa seu líquido de prazer que por sua vez lambia e tomava cada gota como se aquilo fosse o mais maravilhoso manjá dos deuses.

Emma não via e não ouvia nada por uns longos segundos. Tudo parecia longiquo. Sua respiração estava inregular e seu coraçã batia descompassadamente. Seu corpo vivendo ainda os últimos espasmos de prazer. Suas pernas fraquejaram e a fizeram deslisar lentamente pela parede até encontrar-se sentada no chão.

Abriu os olhos encontrando uma Elsa com o olhar totalmente satisfeito. Aproximou-se de Emma sentando-se entre suas pernas e com suas duas mãos sustentou o rosto dela e a beijou suavemente nos lábios.

– Espero que ainda tenha energia, porque isso foi só um aquecimento.

Notas finais
Eu sou um pouquinho má, eu sei... Eu tive que quebrar essa parte para o proximo cap. Hehe Lana, eu espero q tenha gosta dessa parte q vc me pediu, eu sei, a que vc pediu exatamente nao ta ai, vai estar no próximo. Meninas, criamos um grupo no WhatsApp sobre a nossa fic, quem quiser entrar, nos mande o numero por mensagem privada, esta bem?! Beijossss