Sweet Emotion
21 Capítulo 21
Notas iniciais
E review, por gentileza! rs...
Na hora de cortar o bolo, fiz questão de entregar o primeiro pedaço ao Flea, que ele não entendeu muito bem o porque e veio me questionar um pouco depois.
- Por que o primeiro pedaço foi pra mim? Por que não foi pro Tony?
- Porque graças a você eu e ele estamos juntos, você foi o melhor cupido que alguém poderia desejar. – e dei um beijo em sua bochecha.
- Eu só fiz o que deveria ser feito, ajudar dois amigos queridos que se amam a ficarem juntos. Anthony perdeu a prática, precisava da ajuda do melhor amigo aqui. – e seu sorriso exibia seu conhecido vão entre os dentes, deixando-o ainda mais fofo.
O jantar foi o melhor presente que eu poderia ter recebido, ao lado de pessoas tão queridas me fez acreditar que eu pertencia àquele grupo e que eu era querida por todos, sem exceção.
De volta ao hotel, Anthony me acompanhou até o quarto:
- Bom, você quer entrar? – perguntei meio sem graça antes de abrir a porta.
Ele sorriu.
- Eu não quero, eu preciso entrar com você, Mari! — e ele me ajudou com a chave na fechadura.
Abri a porta e o quarto estava coberto de pétalas de rosas sobre o chão e sobre a cama, algumas velas acessas sobre o criado-mudo e sobre a mesa próxima a porta.
- Então ... era essa ... a surpresa? – eu gaguejei, ainda admirando o perfume das rosas e o caminho que as pétalas faziam até a cama.
- Não, eu só estou começando. – e Anthony fechou a porta e me puxou contra a parede do quarto, seus braços sobre cada lado do meu corpo, como se ele quisesse impedir a minha passagem.
Ele ainda ficou algum tempo só olhando nos meus olhos, como se estivesse planejando o próximo passo, até que ele começou a brincar com os meus lábios, fingia que ia dar um beijo mas não acontecia de fato, apenas leves mordiscadas.
Ele tirou o blazer que vestia e colocou-o sobre a cadeira que estava próxima, começou a desabotoar os botões da camisa e seu peito definido apareceu, me fazendo perder um pouco a respiração, e a camisa recebia o mesmo destino que o blazer.
Eu não tirava os olhos dele, cada movimento em minha mente parecia que acontecia em câmera lenta. Finalmente ele se aproximou, deslizei minhas mãos pelo peito dele e ele habilmente levantou uma das minhas pernas pela minha coxa, que logo entrelacei sobre a cintura dele. Sua mão era quente e deslizava sobre a minha coxa, principalmente na parte interna, mais algumas mordiscadas nos meus lábios até que finalmente ele parou a brincadeira e nossos lábios se encontraram, beijos calmos porém intensos.
Sua mão cansou de acariciar a minha coxa e começou a explorar a minha calcinha, sua mão entrando sutilmente e um dos dedos esfregando para cima e para baixo, o que me fez gemer entre os beijos. Anthony percebeu que eu estava gostando e o movimento agora era mais rápido, eu arranhava minhas unhas em seu peito, me excitando mais e mais, uma conhecida umidade surgia em minha calcinha.
De repente, ele diminuiu o movimento até parar por completo e ficou me encarando, com o sorriso mais sarcástico que eu já vi na vida:
- Anthony? – eu perguntei, ainda ofegante.
- Vira de costas. – ele respondeu.
Me virei de costas, ainda sem entender, meu rosto encostado na parede e Anthony delicadamente ia tirando o meu vestido e a minha calcinha. Sua mão quente tocou o meu pescoço e seus lábios percorriam cada linha do desenho da minha tatuagem, beijando minhas costas como se fosse um motivo de idolatria, até que seus lábios chegaram ao final do rabo do dragão, na minha nádega, e eu percebi que ele estava ajoelhado, continuando a saga dos beijos.
Ele me abraçou por trás e me levou no colo até a cama, onde me deitou sutilmente e encostou seu corpo ao meu, acariciando o meu cabelo, sua boca lambendo e chupando o bico dos meus seios, chegando até as minhas coxas.
Anthony me puxou para a beirada da cama e ele se ajoelhou, abriu as minhas pernas com cuidado e seus lábios tocaram o meu sexo, passeando por cada canto dentro de mim, ora chupando, ora penetrando a língua. Eu já não sentia as minhas pernas, agradeci mentalmente por estar deitada, pois senão já teria perdido completamente o equilíbrio. Minha respiração era ofegante, eu agarrava o lençol e tentava não dar nenhum escândalo, mas não resisti quando ele levantou as minhas pernas e deu uma última e deliciosa chupada, me fazendo gemer alto, várias vezes seguidas, até ele finalmente terminar.
Fiquei alguns segundos de olhos fechados e quando os abri Anthony já não vestia roupa alguma, e deitado sobre mim, chupava o meu pescoço. Nossos olhos se encontraram e sorrisos também surgiram. Acho que assim como eu, ele também não acreditava no que estava acontecendo.
Ele pressionou mais forte seu corpo contra o meu, me beijava ardentemente enquanto suas mãos brincavam com os meus seios, foram descendo até chegarem as minhas coxas e, sem pestanejar, abri as minhas pernas para que ele penetrasse em mim.
E foi o que ele fez: pressionou o quadril dele junto ao meu e penetrou com força, me fazendo apertar mais ainda seu corpo contra o meu, me fazendo gemer novamente. Anthony olhou com malicia pra mim e penetrou novamente, mais forte, e eu já não conseguia mais conter os gemidos, suas investidas eram cada vez mais fortes, minhas pernas entrelaçadas sobre a sua cintura.
Nossos lábios travavam as batalhas que estávamos acostumados, um mais sedento do que o outro, seguidos de deliciosas mordidas. Seu movimento de entra e sai era mais forte, minhas unhas arranhando as suas costas, eu começava a arquear o meu corpo quando ele deu uma investida mais forte e alcancei um prazer inexplicável, meu corpo começava a ficar dormente quando ele também atinge o orgasmo, deitando ofegante sobre mim, minha mão que antes arrancava o lençol, agora passeava por entre os seus cabelos, seu corpo junto ao meu.
Quando finalmente nossa respiração normalizou, Anthony aproximou o seu rosto do meu, um beijo delicado, diferente do beijo de antes, e ele se vira contemplando o teto:
- O que foi? – perguntei enquanto deitava minha cabeça sobre o seu peito nu.
- Pensando. – ele afagou o meu cabelo.
- Pensando no que? – perguntei curiosa.
- No quanto eu te amo. – ele respondeu enquanto beijava a minha testa.
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