Tolice... Sim, sei que foi umagrandetolice da minha parte achar que algum dia... Alguma vez... Ele poderia me amar. Eu não deveria esperar isso de um assassino, não deveria, mas esperei. Agora, me amaldiçoo por querer tanto o encontrar, por ter gasto tanto tempo da minha vida... Antecipando minha morte.

Me chamo Lilianne, escrevo esta carta agora, escondida, com meu sangue, pois não achei nada para que eu pudesse escrever. Então, deixarei gravado aqui o meu maior erro... Pois agora, estou me preparando para a morte.

Era verão, final da tarde de uma terça feira.

Chovia um pouco, nada para amedrontar. Não caiam nem raios na verdade. Unicamente tinha um vento muito forte, mas isso não me importava aquele dia. Eu navagava em sites comuns de historias de terror, procurando creppy’s novas para ler.

Ah, como era bom ler estas historias, algumas até me faziam rir, como por exemplo a do Slender Man, serio, como pode existir algo sem cara? Ridiculo... Eu achava.

Com alguns poucos cliques, logo cheguei numa historia... Um tanto curiosa, “Jane The Killer”. Não conhecia aquela historia, e aquela mulher me chamou atenção,pele clara...Alvejada... Os olhos inteiramente negros... Nunca havia lido tal, porem, como estava sem opções, e as outras me faziam mais rir do que sentir medo, fui ler.

Em certo ponto da leitura, a chuva piorou, e os cachorros começaram a latir, porem, não dei muita importancia.

Ao terminar a leitura, cheguei a conclusão de que eu QUERIA MUITO ler a historia do tal “Jeff the Killer”, ele me parecia tão... Interessante...

Mas eu não sabia, que ali começaria uma obcessão e uma busca doentia pela minha propria morte.

Fiquei poucos minutos procurando a “tal” creppy, encontrando rapidamente.

Ah, Jeff... Ele me pareceu tão incrivel, tão interessante... Tão... Fascinante...

E então, decidi que o encontraria a qualquer custo.

E este custo, vai ser minha vida.

Eu já ouço passos, ele vem cantarolando uma canção... Uma canção que não sei definir, é assombrosamente macabra.

HÁHÁ!

Ela então, se encolhe em um canto, arrependida por me querer tanto.

Me sussurra um “eu te amo”. Patetico.

Você, assim como todas as outras, deveria entender. Seu amor não me serve para nada, isso não é algo para você, é algo para mim.

Matarei todas, e pouco me importa. Eu não sinto, sou um assassino.

Só retribuo ‘favores’... Então...

Go to sleep

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!