Sweet Blood

10 Capítulo 10 - Talking.


Notas iniciais
I won't lest long, in this world so wrong. Say godbye, as we dance with the devil tonight, don't you dare look at him in the eye, as we dance with the devil tonight(8'. Ahn, desculpa por esse começo musical, meio que a pessoa aqui descobriu uma banda nova esses dias e tal, ai agora viciei :3, para aqueles curiosos, o nome é Breaking Benjamin. É Rock, eu gosto, não sei vocês, mas recomendo e é isso ai, auhsuasha Enfim, esse capítulo foi um dos mais difícies de se reescrever por que eu fiz muita besteira na hora de escrevê-lo e.e' E ai, só fui perceber na hora de postar, então imaginam o sufoco que passei, certo? Tive que reescrevê-lo COMPLETAMENTE, foi muito mais tempo gasto com ele do que com o 9, juro. Enfim, agora ele está aqui, novo em folha e pronto para ser lido por vocês. A propósito, deixe-me agradecer pelos comentários de vocês, muita gente anda bastante ansiosa por uma briguinha básica do Edward e do Damon, outros pra saber mais sobre essas visões da Bella, alguns muito mais ansiosos por beijos -é isso mesmo, produção? Então, acho que vão gostar desse capítulo, adianto que não rola beijo, mas vocês vão gostar que eu to ligada. Quero várias dizendo que me amam depois do que vão ver. A propósito, as coisas já começam a esquentar a partir desse capítulo, hehe. Então, sem mais enrolações, o capítulo 10, senhoras e senhores. Boa leitura! Nos vemos nas notas finais.

Capítulo 10 – Talking.

Isabella.

Sabe aquele momento na vida, aonde você se perde?

Não sabe que horas são, que dia é, qual seu nome e principalmente aonde você está? Pois é, eu me sentia assim.

No momento em que abri os olhos e me vi jogada em um sofá, pude perceber que não estava em casa tudo o que pude ver fora Bonnie sentada nos bancos do bar, a cabeça abaixada, braços jogados por cima da mesa e o cabelo totalmente desarrumado, Jeremy, por sua vez, estava deitado no chão, sem blusa, com um copo de whisky ao lado, alguns CD’s e pude julgar que sua posição era um tanto quanto desconfortável: ele estava deitado de bruços, porém as pernas estavam para cima do sofá e sua mão esquerda estava apoiada na mesa.

Okay, eu estava na casa de Bonnie, mas espera... faltava Damon.

Tentei me arrumar no que descobrir ser o sofá, mas senti algo envolvendo minha cintura, olhei para o lado e vi a cara de Damon perto da minha. Seus olhos estava fechados, a respiração normal e sua cara parecia relaxada o suficiente para deixar um pequeno sorriso surgir no canto dos lábios. Ele ficava fascinantemente frágil quando estava dormindo, ri fraco ao pensar que ele não era nem um pouco frágil quando estava acordado.

Pude perceber que ele estava vestido –bem como eu estava- e aquilo me aliviou um pouco, mas o contato que tinha com ele, sentindo sua mão possessivamente na minha cintura, fazia com que eu me arrepiasse.

Respirei fundo e logo depois, as lembranças vieram junto, mas eu sinceramente não sabia como um simples jantar tinha virado tudo aquilo...

Tudo o que me vinha em mente era Bonnie dizendo que tínhamos de comemorar meu aniversário com estilo e tirando algumas garrafas de bebidas de uma sacola, o que fez Damon agradecer aos céus por não usarmos seu estoque mais uma vez ato esse que me provocou uma pequena crise de risos.

Depois disso, eu não me lembro de mais nada...

Bufei.

Faziam séculos que eu não bebia assim!

Levantei-me com cuidado e tirei as mãos de Damon, me arrependendo por sentir falta do contato momentos depois.

Andei calmamente até a cozinha, estava morta de fome, no meio do caminho, senti minha cabeça rodar assim que cheguei no cômodo, me apoiei na pia, mas não adiantou, era mais uma daquelas dores...

“Um vento gelado atravessou meu corpo e arrepiou minha espinha.

Respirei fundo e me vi num quarto. Passei as mãos pelo rosto e mordi o lábio inferior.

Já era de manhã, conclui, ao ver a luz entrar pela imensa janela aberta.

Tateei as mãos ao meu redor e descobrir estar em uma cama, num quarto de paredes vinho, mas o que eu procurava não era saber aonde estava e sim um pequeno aparelho retangular que apitava estrondosamente. Meu celular.

Assim que achei-o, desliguei o alarme e me assustei ao ver as horas, 11:57.

Levantei-me o mais rápido que pude e o frio voltou a me assolar, abraçei meu próprio corpo para esquentar-me e foi então que eu percebi estar nua.

Corei gravemente e puxei o lençol de cor vermelho amadeirado para cobrir-me, respirando fundo ao me sentir mais aquecida.

E então, ouvi uma leve risada vinda da porta. Olhei para o local levemente assustada e provavelmente ainda fazendo “cosplay de tomate”, pois a risada da pessoa apoiada apenas aumentou.

– Isso, dê risada. – bufei e fiz um leve biquinho.

Ainda rindo, se fastou da porta e veio até mim, foi então que eu reconheci Damon, coberto apenas por uma toalha, envolta na cintura, os cabelos molhados, revoltosos e os braços cruzados, distacando ainda mais seus músculos, mas ainda assim, me privando a maravilhosa visão.

– Você fica muito fofa de biquinho. – saiu da porta e andou até mim e sorriu torto.

Ri e andei até ele com as mãos segurando o lençol.

– Não sei por que tanta vergonha, não é como se eu nunca tivesse te visto. – revirou os olhos, quando eu estava suficientemente perto.

– Então por que também não tira a toalha? – retruquei.

– Ui, olha que eu tiro. – respondeu malicioso.

Balancei a cabeça enquanto sorria.

– Besta. – murmurei antes de beijá-lo.

Suas mãos foram para a minha cintura e as minhas soltaram o lençol, indo para a sua nuca, senti o tecido deslizar sob meu corpo, mas ignorei.

Afinal, não é como se ele nunca tivesse visto, mesmo....”

Acordei e estranhamente eu estava apenas de frente para o balcão, em pé, segurando-o nas pontas, como se me apoiasse para não cair.

A primeira coisa que estranhei foi não ter caído e só então, quando me ajeitei na cadeira foi que me dei conta do que havia acabado de ver.

Meus olhos percorreram a cozinha, enquan to eu pensava. A informação era grande mais para eu simplesmente... quer dizer... Eu não era mais virgem, afinal! Ou eu não seria mais virgem daqui a um tempo?

Não sabia ao certo que reação ter diante aquela situação, tudo o que pude pensar foi na cara que faria quando visse os olhos dourados de Edward mais tarde, na escola.

Merda.

Minha respiração se tornou irregular. O que diabos estava acontecendo comigo?

– Bom dia — a voz de Damon soou atrás de mim — Primeira a acordar. – seu tom de voz parecia contente.

Contei até cinco mentalmente e sorri, tentando parecer normal;

– Pois é... – falei rapidamente, mas quase me bati.

Afetada demais, Bella, tente soar um pouco mais alegre, só um pouco...

– Que horas são? – questionei, passando por ele e indo até a geladeira.

Está bom, pensei, apenas preciso evitar olhá-lo nos olhos.

– Cinco e vinte. – respondeu, e eu pude vê-lo pegar uma maçã na fruteira, enquanto eu me virava devolta para a bancada. — não se preocupe, não vai se atrasar pra escola.

Andei até a ilha, parando ao seu lado, apenas para colocar a jarra de suco e então, deixei que ele se servisse, enquanto ia apoiar-me na bancada da pia.

– Não vou? – soei confusa.

Mas, aparentemente, não adiantou nada evitar contato, pois quando menos esperei, ele se virou de frente para mim.

Bosta. Respirei fundo. Acalme-se. Está tudo bem, não se exalte e nem desespere.

– Não. – mordeu a maçã

– Por que? – perguntei curiosa, desviando os olhos de seu rosto e focando a jarra de suco

– Dois — ele pediu.

Olhei-o confusa

– Pode pegar dois copos?

Assenti e virei-me de costas, abrindo o armário de cima enquanto pegava dois copos de vidro.

– Você não vai se atrasar por que eu vou te levar — sorriu.

– Não precisa, eu vou sozinha. – recusei o convite, voltando até a ilha e posicionando os dois copos em cima dela, enquanto os enchia com o suco.

– A pé? — sorriu irônico.

– Desculpa? – franzi o cenho, pegando meu copo e levando-o a boca, tomando um gole.

Decidi parar ao seu lado, apoiada de costas para a pia, não era tão bom, ainda me sentia como se ele pudesse ler minha mente a qualquer momento, mas era melhor do que encará-lo nos olhos.

– Jeremy levou seu carro, lembra-se? – riu. — Vamos, não é como se eu não fosse pra lá.

– Você só vai parar de insistir quando eu falar que sim, né? — perguntei, dando-me por vencida.

Ele deu de ombros e virou-se para mim, com um sorriso irônico na face.

– Esteja pronta ás seis — piscou e saiu da cozinha, segurando seu copo de suco.

Fechei os olhos e mordi o lábio, desejando mais do que qualquer coisa do mundo que tudo desse certo e tentando achar uma maneira de olhar para Edward sem me sentir culpada.

(...)

– Não foi por nada, Bella, já te falei.

– Ainda sinto que te devo algo, de certa forma.- falei risonha. – Salvou-me de dançar em cima da mesa.

Ele riu.

O tema predominante da minha conversa com Damon desde a casa de Bonnie até a FHS foi a tal festa cuja qual eu não me recordava de nada.

Então, não seria muito difícil saber que, com certeza, continuaríamos o assunto assim que chegássemos lá e era exatamente oque fazíamos.

Entretanto, o simples ato de Damon me ajudar a sair do carro já chamou atenção de todos ali e eu não precisava ler mentes pra saber que, provavelmente, todos pensavam que eu estava traindo Edward.

– Bells, Bells! — pude ouvir a voz de Alice de longe.

Comecei a andar pelo estacionamento, em direção a escola, mas ela me parou no meio do caminho.

– Diga, Alice. — falei meio de saco cheio, assim que ela chegou perto de mim

– Não fique assim, Bella. Foi pro teu próprio bem! – se defendeu.

– Meu bem? Ah, claro! Obrigada por mal me deixar dormir por causa de uma dor enorme no braço, isso me deixou extremamente... Bem. — revirei os olhos.

– Bella, entenda, por favor! Nos perdoe! — implorou.

Encarei os olhos dourados de Alice, ela realmente queria que eu a perdoasse, ela acha mesmo que eu sou capaz de perdoá-los assim, num estalar de dedos?

Será que não existe uma partezinha dela que diga "Vocês já erraram demais, e ainda acham que ela vai cair nessa de novo?"!

Revirei os olhos e respirei fundo, pude ver Edward parado ao lado do carro e Jacob ao seu lado.

Bem, eles queriam uma conversa, certo? Pois teriam uma.

– Depois da escola. Eu, você, Edward e Jacob conversamos. – avisei com o tom de voz sem emoções.

Além de tudo o que Edward fizera para mim o ocorrido de mais cedo ainda me deixava sem palavras.

Alice pulou de alegria.

– Qual sua matéria agora? — perguntou, como se nada tivesse acontecido.

– História. — falei.

– A minha é geografia, fica perto, vamos juntas? — perguntou.

– Na verdade, eu tenho que ir com o Damon, fizemos a primeira parte de um trabalho ontem e bem, desculpa. – repeti a desculpa que dei para Edward anteriormente, dei de ombros e caminhei mais rápido, até chegar mais perto de Damon.

– Hey! Salvatore?! — chamei-o, vendo que ele não havia parado de entrar.

Damon parou, virou e me encarou.

– Que foi Swan? — ele riu.

– Me espera. — falei, assim que o alcancei.

– Oque acha que estou fazendo? — deu de ombros.

– Cale a boca. — revirei os olhos – Espero que Jeremy não tenha estragado meu carro. — falei assim que retornamos a caminhar.

O Salvatore gargalhou alto.

– Relaxe.

– Ah, desculpa, mas não é você que se vê pressionada todos os dias a trocar de carro, mesmo não querendo. — ironizei.

– Calma, seu carro só correria riscos se fosse Bonnie dirigindo, fique feliz que ela está sem carteira de motorista. – deu de ombros e sorriu sarcástico.

Revirei os olhos, mas não contive um sorriso e então continuamos a andar até a classe.

Alice.

Ver Bella tão íntima daqueles... novatos me deixou insegura, quer dizer, até falar de querermos trocar seu carro contra a sua vontade falou, ela tinha piadianhs com eles! Estava nos trocando!

– Sabia que isso ia acontecer uma hora. — Jacob disse, chegando perto de mim e de Edward que tinha acabado de se aproximar.

– Oque? — perguntei.

– Não está na cara? Bella está sentindo falta da vida humana, o que tecnicamente falando, não podem dar a ela. — ele disse, vitorioso.

– Você também não. — Edward retrucou.

– Claro que sim, não estou morto. — deu de ombros.

Edward bufou.

– Se Bella realmente estivesse sentindo falta da vida humana e não quisesse mais andar conosco, não teria aceitado conversar. — retruquei.

– Ela aceitou de má vontade... — Jacob comentou.

– E você está ai, todo tranquilo. Acha que vai se safar? Que Bella vai te perdoar? — Edward provocou.

– Não sei, mas eu vou apenas dizer a verdade. Que eu não podia contar para a proteção dela. — deu de ombros. — Agora, se me dão licença, já estarei esperando-os na floresta atrás da escola.

Jacob saiu andando...

(...)

Bella saiu sorridente da escola assim que o sinal tocou.

Andava ao lado de Damon e Bonnie. Decidi ouvir a conversa dos dois.

– Okay, Okay. Mas não precisa me esperar, Damon. — Bella dizia.

– Claro que sim, não quero Bonnie dirigindo meu carro — sorriu irônico. – Já te disse que ela está sem carteira e se quando tinha era um risco, imagine agora.

Bonnie revirou os olhos.

– Estou te esperando aqui, pra ver se você não tropeça e cai — Damon piscou para Bella e andou até o carro.

– Sim, ele é um idiota, mas você acostuma — Bonnie riu — Nos vemos mais tarde?

– Sim. — Bella finalmente olhou para nós.

Estávamos parados na frente do carro, apenas esperando-na.

– Deseje-me sorte — cochichou para Bonnie.

As duas se abraçaram e ela veio na nossa direção.

– E então, vamos? — suspirou.

– Vamos. — Edward falou.

(...)

Assim que chegamos na floresta, Jacob se aproximou.

– Então, quem fala primeiro? Quer dizer, quem pede desculpas primeiro? — Bella sorriu, cínica.

Olhamos-na chocados. Ela sempre fora doce e meiga. Como diabos ficara assim!?

– Bella — Jacob começou — desculpa te ignorar, sério! — se desculpou.

– Dê o motivo e eu vejo se posso — Bella disse, cruzando os braços e trocando o peso para a perna esquerda.

Jacob bufou e viu que não teria outra alternativa que não, explicar tudo para Isabella.

De primeira houve certo receio, mas ele explicou. Parte por parte.

Bella até ficou chocada, mas depois passou e ela prometeu pensar nas desculpas de Jacob, oque o aliviou parcialmente.

– E quanto a vocês? — Bella se referia a Edward e Alice.

– Bem, nós queríamos nos desculpar pelo que fizemos. Prometemos não repetir! Nos desculpe B, por favor! – eu implorava.

Bella suspirou.

– Sabem como eu me senti quando fizeram aquilo tudo comigo? Como se eu não tivesse voz! Não podem simplesmente me forçar a fazer algo que não quero por serem meus amigos, o máximo que podem é me aconselhar, da minha vida cuido eu e somente eu! Não interesa se são vampiros, lobos ou o diabo, eu sei o que é melhor para mim. Já não basta ter que aceitar as ordens de vocês vindas para me proteger do mundo sobrenatural, agora terei que acatar as ordens pra me proteger do meu próprio mundo? – exaltou-se, mas então respirou fundo e tornou a falar. – É o seguinte, se fizerem algo do gênero mais uma vez, eu nunca mais olho na cara de vocês... — ameaçou.

Sorrimos ansiosos e assentimos.

– Prometo, Bell's! Nunca mais te desapontaremos, JURO! – prometi, empolgada.

– Eu prometo Bella, minha Bella. — Edward disse intenso.

Bella sorriu meio fraco, quase achei que fosse forçado, mas decidi ignorar isso.

– Agora, se me dão licença... – ela se virou e começou a se afastar.

– Que? Nada disso! Você vem com a gente! Vamos, temos muito oque fazer e conversar – puxei-a.

– Mas, Alice! — Bella arfou.

– Nada de mas! – interrompi-a e a empurrei até o carro de Edward, que já estava por lá.

Isabella.

O resto da tarde, passei preocupada em ao menos tentar se comunicar com Damon, mas ele não atendia minhas ligações ou respondia as mensagens.

Como sempre, as coisas na casa dos Cullen foram as mesmas: Alice tentou ensinar-me a me arrumar, Emmett fez piadas, Esme e Carlisle foram carinhosos e Jasper e Rosalie mal falaram comigo.

– Bella, entenda. Se não aceitar essas roupas, não deixo sair daqui hoje! — Alice falava enquanto mexia no guarda-roupa.

Eu estava jogada na cama e insistia em não aceitar as roupas que Alice me oferecia.

– Não, não quero! É difícil entender, Alice? Estou bem assim, não percebe? E se preciso me arrumar para você ou Edward gostarem de mim, então também não preciso de vocês... – retruquei, áspera.

Alice me encarou e no mesmo instante, me vi cobrindo a boca com as mãos, tão assustada quanto Alice.

– E-Eu... — gaguejei...

Respirei fundo.

– Eu estou indo, obrigada pela tarde. Tchau Alice, nos vemos amanhã. — dito isso, desci as escadas e passei por todos sem dizer um "tchau".

Sai da casa dos Cullen e seguiu rumo à floresta, estava pouco me lixando se iria me perder, queria apenas pensar. Isso, pensar.

Sozinha, sem nada nem ninguém ao meu lado, apenas o barulho dos bichos e de meus All'stars a cada passo que dava.

Nunca tinha me sentido ou agido assim... áspera, fria, diferente.

Eu estava profundamente assustada comiigo mesma, sem nem mais saber oque fazer, queria apenas abraçar alguém e chorar, chorar até que tudo isso se resolvesse, mas não podia.

Andei até uma árvore e sentei-me com as costas apoiadas nela.

Não podia chorar até tudo passar, mas podia chorar agora, certo?

Eu não podia fugir dos problemas por que, estava a frente de todos e sabia melhor do que ninguém que tinha que resolvê-los.

A começar por Damon.

Com certeza eu devia um belo pedido de desculpas para aquele idiota.

Ri, tentando imaginar como me desculparia com o Salvatore.

Depois esses sonhos e visões, Carlisle não poderia saber, Edward e Alice muito menos.

Para quem mais eu contaria? Jacob? Charlie? Ou... Bonnie?

Por alguma razão, essa última opção me soou boa.

Em seguida, esses problemas temperamentais que eu vinha tendo, principalmente em relação aos Cullen.

Como, de repente, eu não entendia mais o mundo deles, um mundo ao qual era tão apegada tão pouco tempo atrás? Por que do nada me vi questionando o auto-controle de Edward quando deveria ajudar a superá-lo? Será que alguém poderia explicar-me por que não confiava mais em Alice a ponto de desabafar com a mesma sobre tantos problemas?

Ergui a cabeça, sequei as lágrimas com a manga do casaco e me levantei com certa dificuldade. Precisava ir para casa, dormir e pensar no que fazer no dia seguinte.

E assim o fiz.

A sorte parecia estar ao meu lado, pois ela conseguiu ir perfeitamente para casa, sem me perder.

– Bella? – Charlie disse assim que a mesma passou pela porta.

– Oi. – minha voz saiu baixa demais.

– Bonnie lhe ligou a tarde toda... está bem? – perguntou.

– Sim, sim. Eu só estou cansada. Amanhã na escola falo com ela. – Fingi um sorriso, por mais que soubesse que Charlie não veria (por estar na cozinha).

– Okay, boa noite. – ele disse.

– Pra você também... – respondi e subi as escadas.

Troquei de roupa e me joguei na cama, sem me importar com mais nada, queria apenas dormir.

Notas finais
E aí, e aí, e aí???? Podem dizer que me amam depois dessa "visão" da Bella, eu deixo. Bellinha não é virgem, MEU GOSH. Ou, Bella NÃO SERÁ MAIS virgem daqui a um tempo? O que acham? Preciso da opinião de vocês, queridíssimaaaas. Obrigada por tudo, nos vemos no próximo capítulo! Kissuus :3