Sweet Blood

6 Capítulo 6 - The Dinner


Notas iniciais
E então, eu nem sei o que falar, demorei décadas pra atualizar a fic e quando consigo atualizar, em menos de uma semana já tenho o carinho de vocês. Mais uma vez, desculpem pela demora para postar o capítulo anterior! Bem, after all, deixem-me explicar que provavelmente semana que vem a fic não será atualizada, semana de provas, sabem como é, né? --' Então, mesmo mal fazendo uma semana que eu atualizei (4 dias, apenas), aqui estou eu de novo, postando esse capítulo como um pedido de desculpas adiantado. De qualquer forma, as férias estão chegando e eu voltarei a postar relugarmente, juro. Espero que compreendam essa semaninha sem atualização, na próxima semana (a partir do dia 16), tudo voltará ao normal. Okay, é isso, aproveitem o capítulo! PS: Estou fazendo as capas de capítulo, logo, logo adicionarei-as. Kissus!

Capítulo 6 — The Dinner

Bonnie.

– Por que mesmo eu não posso ir? – me perguntou pela sétima vez.

– Por que não sabemos todos os detalhes! – falei convicta.

Ele revirou os olhos.

– Não seja impaciente, toda essa espera vai valer a pena. – Jeremy tentou animá-lo.

– Obrigada pelo incentivo, Little Gilbert. – disse sorrindo irônico.

Minha vez de revirar os olhos, mediante o apelido que ele insistia em usar para com Jeremy.

Aparentemente ele viu meu ato e levantou uma sobrancelha, como se perguntasse: "O que, ainda não se acostumou?".

– Só espere, okay? Mais tarde eu e Jeremy estaremos indo para lá. Por favor, nada de trazer seus convidados indesejados para cá, pode ser? – pedi.

Bruxa boa do oeste – Ele reforçou a provocação, pois sabia que eu não gostava nada dela. — Não prometo nada, nunca ouviu dizer que é melhor fazer suas refeições em casa, por ser mais confortável? – riu cínico e tomou um gole de whisky.

Bufei.

– Vou sair para comprar algo para levar, volto em breve. – avisei e saí porta a fora.

Alice.

Tinha algo muito estranho acontecendo com Bella esses dias. Ela não falava conosco direito, mal olhava para a cara de Edward, respondia seca e fria.

Tanto que, foi um choque para nós, quando ela acordou no carro de bom humor.

Eu realmente estava disposta a entender oque se passava na mente de Isabella, mas ela não dava brechas. Tanto pelo fato de Edward não poder ler sua mente (oque, facilitaria e muito o trabalho), quanto pelo fato de ela realmente não demonstrar oque estava variando tanto seu humor.

Decidi então, ir até a casa de Bella como da última vez.

Iríamos passar o dia juntas e, quem sabe assim, ela me contasse oque estava tornando-a praticamente um ser “bipolar”.

Bati duas vezes na porta e mais uma vez Charlie me atendeu, ele sorriu para mim e mandou-me entrar dizendo que iria chamar Isabella.

Ele subiu e, minutos depois, ela apareceu de pijamas.

– Que feio, Bella. Pleno sábado de você de pijamas? – ri.

Bella riu nasalmente e revirou os olhos.

– Vamos, se troque, vamos passear! – Sorri.

Ela assentiu.

– Mas tenho que voltar para o jantar.

– Por que? – perguntei.

– Prometi jantar com Bonnie e Jeremy! – explicou.

Bonnie e Jeremy? Os alunos novos já foram convidados a jantar na sua casa e eu levei quase duas semanas para conseguir conhecer o Chefe Swan! – falei levemente enciumada.

Não, eu não ia muito com a cara daqueles dois.

Posso até estar sendo ciumenta demais, mas Bella era minha melhor amiga e ninguém tiraria isso de mim!

Bella ignorou meu último comentário e suspirou.

– Vou me trocar, já volto. – E, dito isso, ela subiu rapidamente...

Isabella.

Olhei meu armário e vesti a primeira coisa que achei, sabia que por mais que demorasse, Alice não gostava que os outros se atrasassem para se arrumar.

Um dos claros defeitos da baixinha.

Terminei de me vestir e desci as escadas.

– Vamos? – perguntei.

Alice me avaliou e assentiu.

Saímos de casa rapidamente e fomos até o Volvo de Edward.

Não, ele não estava lá, iríamos apenas eu e Alice e realmente eu me surpreendi por Edward tê-la deixando dirigir seu carro.

O caminho até Port Angeles foi bom, eu e Alice conversamos um pouco e quando finalmente chegamos a uma loja de roupas ela estacionou e me obrigou a descer, dizendo que, desta vez, não desgrudaria os olhos de mim, como na outra.

– Oque acha desse vestido, Bella? – ela disse, saindo do provador e vindo na minha direção.

– Lindo – respondi rapidamente.

– Você está bem, Bella? – perguntou-me.

– Sim, sim. – respondi e forcei um sorriso.

Alice pareceu acreditar, sorriu, e voltou para o provador.

Nós ficamos horas e horas de loja em loja até Alice receber uma ligação.

– Edward? Sim, Sim ... Okay, passo lá sim. Okay, tchau – ela desligou.

– Oque foi? – perguntei.

– Temos que ir. Oque acha de passar lá em casa, pegarmos a maleta de Carlisle, levá-la para ele no hospital e então, irmos a Port Angeles, ver um filme? – sorriu, ansiosa.

Assenti, estava precisando mesmo ir ao cinema.

Alice pediu para que eu a esperasse na porta da loja enquanto ia para o caixa.

Uns 20 minutos depois ela apareceu com a sacola na mão, pegamos o elevador e fomos direto para o subterrâneo, Alice rapidamente colocou a sacola no porta-malas (junto com as outras vinte e uma) e veio para a frente, comigo.

Sentei-me no carona e liguei o rádio, fui trocando de estação até deixar em uma que tocava uma música leve.

Alice e eu conversávamos e eu as vezes parava para olhar a paisagem.

Chegamos a casa dos Cullen e a baixinha pediu para que eu ficasse no carro, Jasper ainda não estava tão cem por cento e ela disse que não queria arriscar.

Assenti e fiquei no carro.

Alguns minutos depois, Alice voltou com a maleta de Carlisle, colocou-a no banco de trás, voltou para o seu banco e ligou o carro.

– E então, que filme quer ver? – ela perguntou.

– Depende do que estiver em cartaz – dei de ombros.

– Ouvi dizer que hoje eles passam filmes antigos. Está afim de ver? – riu.

– Não vai ser ... irônico demais? – ri.

– Não – ela negou rindo.

O caminho até o hospital de Forks foi tomado pela música.

Alice estacionou o carro e eu, entediada, decidi ir com ela até lá.

Acompanhei-a até o escritório de Carlisle, ela pediu para que eu ficasse do lado de fora e eu assenti.

Comecei a observar os pacientes e a andar por aquele hospital que eu conhecia como a palma da minha mão.

Também, ninguém mandava eu cair a todo o instante.

Continuei a andar por lá, olhava sala por sala.

Banheiros, escritórios, consultórios, até que vi meu maior pesadelo, o banco de doações de sangue.

Eu não tinha muitos problemas com agulhas, meu problema era com sangue. Um conceito idiota era eu viver com vampiros e passar mal ao mínimo cheiro do líquido viscoso que corria em minhas veias.

Mas eu era assim. Eu não gostava de ir ao médico por medo de ter que coletar sangue. Não que eu não admirasse o ato, mas doei sangue apenas uma vez na minha vida ... para nunca mais.

A médica que me atendeu era grossa, conseguiu perder minha veia umas duas vezes e eu fiquei com aquelas marcas de agulhas e o braço doendo por duas semanas.

Meus pais ficaram com raiva e eu nunca mais doei sangue ou coletei no hospital de Forks.

Talvez por isso eu não queria que Alice e Edward me forçassem a fazer esse exame. Devia ter algum trauma por trás disso, não sei. Não sou psicóloga.

De qualquer jeito, continuei a andar pelo hospital, estava chegando a área de crianças com câncer, fazia um tempo que eu não vinha aqui. Costumava visitar com Charlie.

Essas crianças, eu havia me apegado muito a elas quando vinha aqui com Charlie.

Mesmo com meus catorze ou treze anos eu sabia pelo que elas passavam e dava meu máximo para alegrar o dia delas. E pelo visto, eu sempre conseguia, uma vez que a maioria delas gostavam (e muito, devo admitir) de mim.

Passei por algumas enfermeiras que saiam de um quarto e sorri para elas, que retribuíram o gesto.

Comecei, então, a observar o começo dos desenhos de palhaço na parede quando minha visão ficou turva, as dores de cabeça vieram na hora, as luzes intensas do corredor sendo acesas e o barulho do sapato das enfermeiras vindo até mim foi tudo oque eu pude escutar antes de desmaiar...

– Sabe que eu não vou deixar você ir – O dono da voz sexy, que agora eu poderia chamar de Damon, dizia.

– É só um baile! Vamos nos divertir, por favor! – eu implorava.

– Você escutou oque ela disse, por mais que eu deteste seguir as regras da bruxinha, se você não ficar, pode estragar tudo. – ele disse rígido, tomando um gole de Whisky.

– Então, vamos festejar aqui. – falei, passando na sua frente e tomando o copo de suas mãos.

Dei um longo gole e coloquei o copo na mesa. Ele me avaliava com um sorrisinho malicioso no canto dos lábios.

Passei rapidamente pelo som, ligando-o.

– Hm, 21 Guns. – murmurei. – Gostei – sorri sincera.

Voltei para o sofá e puxei-o pelo braço.

– Vamos, já que não podemos ir ao baile, faremos o baile nós mesmos! – Sorri, satisfeita com as minhas palavras...

Em questão de segundos eu e Damon dançávamos feito idiotas (bêbados) por cada local da casa, 21 Guns acabou e uma mais lenta começou a tocar.

– Concede-me essa dança, madame? – ele chegou perto o sorriso galanteador no rosto.

Sorri sem graça.

– Claro. – fiz uma reverência e fui até ele.

Lentamente arrumamos nossas mãos e começamos a dançar no nosso próprio ritmo.

Estávamos rindo, dançando, e então eu decidi encará-lo.

Fui tomada de surpresa pela intensidade dos seus olhos azuis analisando-me de cima a baixo. Então como se não houvesse mais nada para se declarar, inclinamos ambos os corpos na mesma direção, ao mesmo tempo, e nos beijamos...

Acordei em uma cama de hospital, em um quarto vazio.

Minha primeira reação foi, inesperadamente, procurar por ele.

Damon.

Cheguei a realmente cogitar a ideia de mover os lábios e gritar desesperadamente por seu nome, como se ele fosse aparecer e me salvar de seja lá o que apertava meu peito e me deixava tensa várias vezes durante o dia, cheguei realmente a pensar que ele iria surgir do nada e mudar minha vida...

Lá estava eu, ridiculamente botando minha vida nas mãos de alguém que mal conheço e nem tinha certeza de que existia.

Mas eu estava tão absorta em meus pensamentos que me vi realmente abrindo a boca e forçando as cordas vocais para chamá-lo, entretanto, antes que eu me pronunciasse, alguém passou pela porta.

– Bella, você está bem? – Edward disse aparecendo de repente e me impedindo de gritar o nome de um cara que eu mal conhecia pessoalmente.

– Não. – falei.

– Está passando mal?

– Não, só ... confusa – revelei.

– Calma, okay? Vai ficar tudo bem. – ele disse.

Assenti.

– Que horas são? – perguntei.

– São quase 18:30 – ele disse.

– Meu Deus! Tenho que ir! – exclamei.

– Por que? Achei que fosse ao cinema com Alice. – ele disse, vincando a testa.

– Ia, mas demoramos demais aqui, por minha causa, eu sei. — admiti. — Porém, tenho que chegar cedo em casa hoje, marquei um jantar com Bonnie e Jeremy – expliquei.

– Bonnie e Jeremy? – perguntou confuso.

– Os alunos novos. Eles que me levaram para casa no dia em que me deixaram no shopping, Charlie os viu e quer conhecê-los. – falei.

Edward arregalou os olhos.

– Não te abandonamos no shopping! – exclamou.

– Eu não disse isso – me defendi, cruzando os braços e me sentando na cama.

– Mas deu a entender, Bella!

– Se você entendeu como indireta a culpa não é minha, Edward. – dei de ombros. – eu apenas disse que vocês me deixaram lá.

Edward bufou.

– Okay, desculpa, eu ... entendi errado. – coçou a garganta. – Vão dar um jantar, então.

Assenti.

– Hm, posso ir? – riu.

– Na verdade. Eu acho que não – ri – É um jantar para Bonnie e Jeremy, Charlie já deve estar farto da sua cara — brinquei.

Ele riu.

– Nesse caso, acho que pode ir. – falou.

– Sério? – perguntei.

– Sim – ele assentiu – Carlisle já te liberou, eu que quis vir falar com você.

– Edward, eles ... fizeram exame de sangue? – perguntei temerosa.

–Não. – ele negou rapidamente.

Suspirei.

– Okay, obrigada ... Por falar a verdade. – sorri e me levantei em direção a porta do banheiro, tirando aquela camisola azul, colocando a roupa e saindo logo depois.

Quando voltei para o quarto, Edward deu-me um selinho e eu sai do cômodo logo depois...

Edward.

Assim que Bella saiu do quarto eu bufei, não era necessário, mas eu estava tenso.

Eu não tinha falado a verdade para a minha Isabella.

Eu realmente tinha tirado sangue de suas veias, mas pouco, pois ela começou a acordar e eu não queria que ela visse.

O próprio Carlisle tirou o sangue e levou para analisar, nesse meio tempo entre ele sair da sala e eu voltar, Isabella acordou.

Conversamos um pouco, ela me esclareceu que não poderia ir ao cinema com Alice pois havia marcado um jantar com Charlie e os dois alunos novos, Bonnie e Jeremy se não me engano.

Porém, por mais que estivesse um tanto quanto tranquilo por ela estar bem, assim que Bella saiu do cômodo, a culpa me atingiu em cheio.

Eu tinha mentido para ela. E logo ela iria descobrir.

Era questão de tempo até que o efeito do analgésico passasse e ela sentisse a dor no braço.

Saí rapidamente do quarto a fim de liberá-lo para outros pacientes e fui até o escritório de Carlisle, dei duas batidas, suficientes para que ele me mandasse entrar.

– E então, descobriu algo? — perguntei.

– Pelo que eu pude analisar, o sangue dela está normal, Edward. Nada demais como ela mesma disse! — ele disse tranquilo. — Entretanto, tem um fato curioso, se o sangue dela já lhe é atrativo no corpo ... peço-lhe que não respire pois fora ele é pior ainda.

– Mas isso é normal. — falei.

– Não, não é. O sangue de Bella se torna atrativo em proporções inimagináveis, proporções anormais, Edward. Isso não é comum. — ele soltou um riso sem graça. — Se quiser ter uma noção, tive de analisar o sangue de Bella usando uma máscara para não correr o risco do cheiro chegar em meu nariz.

Me espantei.

Carlisle nunca mais tivera problemas com sangue.

– E oque isso quer dizer? — perguntei.

– Quer dizer que o mais seguro para Bella é se transformar em vampira. A menos que você queira correr o risco de encontrá-la morta qualquer dia desses.

– Quer que eu a transforme. — falei com nojo de mim mesmo por ter pensado nisso.

Não queria fazer isso, privar Isabella de ter uma vida, de ter filhos, se formar na faculdade, se casar, tudo isso por puro egoísmo. Não, não mesmo.

– Sim. — Ele respondeu. — Ou não, posso eu mesmo fazê-lo, se quiser, mas você melhor do que ninguém sabe que se continuarem juntos, isso vai acabar acontecendo. Só está adiando o inevitável, filho. Porém, a decisão é sua, sabe oque faz, estou aqui apenas para lhe ajudar — sorriu por fim.

Assenti.

– Nesse caso vou indo, tenho que pensar no que dizer a Bella quando ela descobrir — suspirei.

– Sabe que ela irá ficar uma fera, certo?

– Sim ... — lamentei e saí de lá, direto para o carro.

Só queria chegar o mais rápido o possível em casa e pensar no que fazer...

Isabella.

Assim que cheguei em casa chequei o relógio, eram 18:55, eu já tinha deixado a comida pronta antes de sair, era só esquentar.

Portanto, coloquei no micro-ondas e enquanto colocava os pratos, bateram na porta, terminei de arrumar o último prato e fui atender.

– Olá! — sorri para os dois na minha frente.

– Oi! — Bonnie disse.

– Olá, Bella. — Jeremy me cumprimentou.

Sorri.

– Entrem, por favor.

Eles assentiram e passaram por mim, Bonnie segurava uma bandeja nas mãos.

– Isso seria? — perguntei casualmente a ela enquanto íamos em direção a cozinha.

– A sobremesa — sorriu — É pudim de chocolate, não sabia oque trazer direito e deduzi que gostasse de chocolate.

– Meu doce favorito — ri, ela me acompanhou.

Continuamos a conversar por mais alguns minutos até que Charlie chegou, subiu para se trocar e voltou para baixo, sentando-se a mesa conosco.

– Então, Bonnie, Jeremy, são novos aqui, certo? — perguntou.

Bonnie assentiu.

– É bom saber que Bella tem novos amigos, sempre que pergunto a ela sobre os amigos ela se refere aos Cullen. — ele disse.

Eu ri.

– Obrigada, Sr. Swan. — Bonnie falou.

– Por favor, Charlie — sorriu. — Então, vocês vieram de onde?

– Mystic Falls. — Jeremy respondeu.

– Já ouvi falar, lá é bem ensolarado, oque fez vocês trocarem o sol por essa chuva — ele riu.

– Bem, nós gostamos daqui e precisávamos ir. — Bonnie respondeu — Pedi para meu pais para mudar de lá como presente de aniversário. Queria ter um pouco mais de responsabilidade, morar sozinha. Ele deixou, desde que eu viesse acompanhada e, fosse um logar perto. Jeremy e um outro amigo toparam me acompanhar e aqui estamos nós.

Charlie sorriu.

– E os seus pais, garoto? — perguntou.

– Eles, morreram num acidente de carro há um tempo. Na verdade, eu também queria sair de lá um pouco.- Jeremy respondeu.

Dessa eu não sabia.

– Oh! Sinto muito! — falei rapidamente.

– Não precisa. — sorriu — Conseguimos seguir em frente. — falou.

– Conseguimos? — Charlie perguntou.

– Sim, eu e minha irmã mais velha, Elena. — explicou-se rapidamente.

Charlie assentiu.

O resto da conversa seguiu amigável, mas eu estava meio alheia.

Elena.

Esse nome não me era estranho, eu conhecia alguém com esse nome.

"Mas, quem?" Era a grande questão.

Isso ficou martelando na minha cabeça até o fim do jantar.

Todos nós comemos a sobremesa, conversamos mais e logo os dois foram embora.

– Eles parecem legais. — Charlie falou.

– Parecem sim. — bocejei.

– Deixe que eu lavo a louça, deve estar exausta. — sorriu para mim.

– Obrigada — agradeci e subi para o quarto.

Joguei-me na cama e comecei a pensar em tudo oque estava acontecendo comigo nesses últimos dias, comecei a encarar o teto até que uma dor terrível no braço esquerdo me assolou, olhei rapidamente para ele, levantei a manga da blusa e vi um curativo em meu braço, para ser mais exata, no meio dele, exatamente o mesmo tipo de curativo de quando se faz exame de sangue.

Então isso quer dizer que... Edward mentiu para mim?!

Notas finais
É isso gente, e que comessem os protestos e greves contra o Edward. To até pensando em criar clubinho contra ele, kkkkk. Opiniões bem vindas, sintam-se a vontade para gritar, berrar e xingar o Edward, além de me dizerem o que acharam do Pov's Bonnie, da cena depois do desmaio da Bella (me deu vontade de abraçar ela enquanto eu escrevia, coitada, achando que está maluca quando a pessoa que ela acha que não existe está estupidamente perto dela) e da dança (e beijo) entre a nossa Dear Bella e o nosso Amado (e sexy) Damon! Me sinto na obrigação de dizer que se não repararam, a música que eles dançam neste capítulo (21 Guns), é a mesma que a Bella escutou no carro no capítulo anterior... Me amem, kkkk. Espero mil e uma teorias depois dessa imensa dica que dei pra vocês, hein! Kkkkkk. Kissus e até o próximo capítulo!