Sutton Hoo - Interativa
4 Capítulo 3
Notas iniciais
Enfim, não tenho muito o que falar aqui. Alguns novos personagens :33
Espero que os que estão no final não se irritem, já que irão aparecer mais em outros capítulos.
É isso. Podem ler :3
Eu estava sonhando... Estava em uma pousada. Era a pousada onde eu nasci, mas minha mãe estava ali comigo. Meu pai também. Estávamos felizes; até tínhamos um cãozinho. Comecei a comer o delicioso Curry que só minha mãe sabia cozinhar, até que...
- LUCY!!! — Um grito extridente percorreu o navio me fazendo acordar em susto e pular da cama desesperada.
Ainda meio desnorteada saí correndo mesmo que descalça até o quarto de Elliot, no qual entrei pensando que algo urgente tinha acontecido, mas nada ali me parecia fora do normal; Elliot estava sentado em sua cama com as cobertas pesadas lhe cobrindo até a cintura e tinha o busto nu, indicando de não era um magricela, afinal. Tinha as pálpebras quase tão pesadas quanto as minhas e as feições de tédio costumeiras que fariam qualquer mulher se deitar com ele sem receios.
- O quê? — Apoiei-me no batente da porta, me reequilibrando. Estava morrendo de sono por ter passado a madrugada inteira limpando o navio. Vi no relógio preso á parede que não passavam das oito horas. Ps: Eu tinha ido dormir as seis e quarenta.
- Eu estou com fome. — Simples e direto.
Juntei forças para ir até a cozinha, levando em consideração nosso acordo do dia anterior. Subir aqueles degraus para ir até o andar superior foi sem dúvidas difícil, só pra vocês imaginarem minha situação.
Desviei do que podia e tombei no que nem via, mas cheguei intacta na cozinha. Uma garota estava lá e parou de comer a fruta em sua mão para observar minha situação deplorável. Era bem bonita. Tinha os cabelos longos e escuros e o tom dos olhos também não saia desta faixa, porém a pele era clara e os lábios finos e rosados.
- Lucy, certo? — Ela perguntou. Não estava em condições de dar uma resposta descente, por isso apenas assenti. — Pegue aquela bandeja. — Ela apontou — É o café do capitão. Marry o prepara e ele geralmente chama alguém aleatório. Aliás, sou Luria! — Sorriu animada. Parecia um pouco agitada, vendo que balançava as pernas ritmadamente enquanto sentada sobre a bancada.
- Ah... — Fui praticamente me arrastando até a mesa e segurei com firmeza a bandeja. Não seria bom derrubar toda a comida de Elliot no chão, já que no mínimo teria que prepará-la novamente. — Acho que vou ser a escolhida por um bom tempo... — Suspirei, saindo da cozinha.
Fui andando em passos lentos até o quarto de Elliot. Aquela iluminação fraca do andar de baixo me dava ainda mais sono.
A porta estava aberta e meu "querido capitão" tinha um cigarro na boca e soprou a fumaça pouco antes de eu entrar.
- Aqui. Bon appetit. — Deixei a bandeja de prata sobre seu colo e ele sorriu como uma criança quando viu a comida. — Credo! Como consegue fumar em um lugar todo fechado? — Destravei uma das janelas e empurrei, deixando uma brisa leve entrar junto com o cheiro forte do mar.
- Lucy, está com fome? — Perguntou enquanto deixava o cigarro sobre o cinzeiro no criado mudo.
- Não.
- Hm. Tem certeza? Posso dividir isso se quiser. — Ele tinha agora um pirulito na boca e ficava brincando com o cabo deste.
- Tenho, obrigada. — Me sentei no chão, apoiando os braços sobre seu colchão e percebi que era muito melhor que o meu.
- Você está péssima. — Ele pegou o copo da bandeja e tirou o pirulito da boca. Tinha com certeza Rum naquele copo.
- Ah, que delicadeza sua perceber. — Deitei a cabeça entre meus braços e continuei resmungando com ironia. — Eu mal tinha reparado.
- Isso é bom. Significa que trabalhou duro, certo? — Ele espetava os pedaços de frutas que lhe eram servidos em torno de alguns Waffles enquanto tinha aquele pirulito na boca. — Meu pai dizia isso.
- Algo assim... — Percebi que minhas pálpebras foram ficando mais pesadas. A voz de Elliot ao fundo foi ficando cada vez mais inaudível e ao fim acabei cedendo ao sono.
(XXX)
Ah... Esse é um cheiro bom. Também é macio e confortável. Aninhei minha cabeça naquele travesseiro tão fofo e...
Abri os olhos repentinamente. Era óbvio que essa não era minha cama e esse não era meu quarto. Voltei a deitar na cama de Elliot onde misteriosamente eu havia acordado e suspirei. Levantei um pouco a cabeça para olhar o relógio e via-se quase onze da manhã. Pelo simples fato de estar rondada por mais de cinco travesseiros eu não queria sair daquela cama, mas como eu já havia abusado demais de Elliot, me levantei.
Me vi na obrigação de arrumar a cama e de esquecer da parte do "Esse é um cheiro bom". Tirando a poeira, o quarto dele não era tão desorganizado. Por ele ter deixado a porta de seu armário aberta, já via suas roupas bem arrumadas.
- Surpreendente, capitão. — Murmurei antes de sair de seu quarto e fechei a porta atrás de mim.
Caminhei rapidamente até meu quarto e lá mais nem uma das garotas dormia. Calcei minhas botas com agilidade, agora que não parecia mais um zumbi.
Subi á proa do navio e a música alta serviu pra me acordar ainda mais. Vi Shay tentando ajudar Neon, que carregava algumas tábuas de Madeira, mas ele não a deixava carregá-las, tomando o trabalho todo para si.
Próximo disso já via Maki e Susan em uma pequena disputa com espadas. Elas riam e próximo, A
Alexandre as observava entretido.
- Bom dia, bela adormecida. — Alois me assustou quando passou um braço por meus ombros. Ela sorria divertida e animada.
- Ah... Bom dia, Alois. — Sorri ainda sonolenta. — Acredite, amanhã eu acordarei antes de qualquer um.
- Hm... Isso é bom! — Ela disse animada. — Sabe, finalmente podemos ver o chão desse navio! Parabéns!
- É. Ontem limpei tudo que podia; agora pelo menos quando eu for limpar vai ser só passar pano ou algo assim.
- Creio isso. — Ela caminhava ainda com o peso apoiado em meus ombros. — Oh. Marry! — Ela me puxou até a morena, que sorriu em cumprimento. — E ai, gatinha da balada!? Ontem entrou tarde no quarto. Acha que eu não percebi? — Alois totalmente maliciosa.
- Não fizemos nada, Alois. — Ela apertou o nariz de Alois entre o indicador e o polegar. — Oi Lucy! — Ela me sorriu. Acenei de volta, vendo que Alois iria voltar a falar.
- Sei... — Cruzou os braços.
- De verdade. Você sabe que eu e o Jun não temos tempo de ficar juntos durante o dia. Só podemos nos ver de noite. — Marry suspirou, mas não parecia abalada.
- Que azar, hein, gata. — Alois suspirou. — Namorar o co-capitão deve ser difícil.
- Hm. Acho que não. Também tenho coisas pra me distrair enquanto não estou com ele. Tenho que cozinhar, concertar algumas cordas e as vezes posso até mesmo passar o tempo na cabine do leme.
- Se você diz...
Depois disso nos despedimos da Marry e começamos a andar até a cabine do capitão. Sinceramente? Eu não estava nem um pouco animada para ter que encarar Elliot, mas fazer o que?
- Não, não e não! — Elliot passou o braço por sobre os ombros de Jun. — Jun, meu querido amigo... Quando você diz "Navio inimigo detectado", você quer dizer....
- Não seu estúpido; Billy deve estar bem longe de nós. — Jun se afastou. — Mas este contém marujos bem... Agressivos.
- Agressivos? — Alois perguntou, anunciando nossa presença.
- Sim, Alois. — Jun nem ao menos se virou. Já devia ter nos notado. — Vamos cruzar com eles em cerca de vinte minutos. — Pegou a espada que estava sobre a escrivaninha. — Avise todos do navio.
Alois saiu correndo e sumiu de minha vista. Me foi lançada uma espada e a peguei com um pouco de mau jeito.
- Prepare-se para limpar bastante sangue, Lucy. — Elliot cruzou as pernas, suspirando com o rosto apoiado na mão. Se levantou em seguida e saiu da sala com a cabeça baixa.
- Apesar de tudo, ele odeia quando derramam sangue em seu navio. — Fui deixada sozinha ali assim que Jun me deixou. Ouvi uma espécie de sirene tocando e as pessoas se agitando.
Saí da cabine e ouvi algumas ordens como "Escondam o que há de mais valor" e "Protejam o capitão". Aquele assassino que quase tirou minha traquéia fora com aquela espada pode muito bem se defender sozinho.
- Hey, viu o capitão? — Uma garota nova me perguntou. Tinha as feições sérias e não parecia apreciar minha divina presença ali. Era morena, com cabelos castanhos lisos e formavam estes nas pontas perfeitos cachos.
- Estava... Ali. — Apontei para o mais próximo que podia de Jun, mas ele não estava mais ali.
- Oh... Obrigada. — Saiu sem nem se apresentar, mas ouvi chamarem-na de Nikki.
- Ei, Lucy! — Marry me jogou um tipo de luneta. — Suba no cesto da Gávea e veja se consegue ver indícios do navio.
-Ok. — Me direcionei até o grande mastro e prendi a luneta na cintura para subir as escadas. Era muito alto e não parecia querer acabar. Começava uma ventania forte e meu cabelo me atrapalhava, sendo que não podia mexer nele agora pois se eu soltasse aquela escada era morte na certa.
Assim que cheguei ao topo, vi Elliot deitado com os braços cruzados e as pernas esticadas sobre a parede do cesto. O susto foi tão grande que sem querer me soltei das escadas. Antes que pudesse cair e começar a escrever meu testamento senti o capitão me puxando pela cintura para dentro do cesto.
- Você quer morrer? — Ele perguntou enquanto saía de cima de mim, já que havíamos caído de mau jeito lá.
- O que está fazendo aqui?! — Eu perguntei estressada.
- Me escondendo. — Disse como se não fosse nada, voltando a se deitar e cruzar os braços.
- Se escondendo de que? Você é o capitão! Estão te procurando lá embaixo. — Apontei para o convés, mas ele não mudou sua posição ou ponto de vista.
- Isso mesmo. — Suspirou. — Apenas não quero ser contaminado pela sensação de pânico que há lá embaixo. Eu absorvo toda a energia negativa que há ali.
-... — Coloquei a cabeça para fora do cesto e vi as pessoas correndo de um lado para o outro, algumas segurando espadas, outras empurrando barris. — Hm. Realmente... Está um caos lá em baixo.
- É.
- Hm. — Me virei para ele. — Ah sim. — Peguei a luneta que estava ao lado de minha faca, presa na cintura. Fiquei de joelhos e procurei indícios do navio inimigo e de fato encontrei; não estava longe. — Fala sério... — Choraminguei. Guardei a luneta rapidamente, me preparando para descer. — Ah... Elliot? — Ele virou o rosto para mim. — Jura que vai descer quando o ataque começar? não vai fugir? — Ergui o mindinho.
Ele ficou olhando para meu dedo como quem estava confuso. Peguei sua mão e cruzei meu dedo com o dele.
- Isso foi um juramento; nem ouse quebrá-lo. — Fiz uma careta séria, mas ele continuava olhando seu dedo entrelaçado com o meu. — Nos vemos depois. — Sorri me separando dele e já estava descendo, mas lembrei de algo. — Hm... Obrigada por tudo, capitão. Sempre esqueço de dizer isso. — Bati continência com um sorriso animado e voltei a descer, enquanto ele processava minhas falas.
Assim que no chão, comecei a correr em direção á Jun.
- Estão bem próximos. Não dou mais de dez minutos. — Joguei a luneta para ele, que sorriu e concordou em silencio.
O navio estava tão próximo que já era visto muito bem á olho nú, e quando disseram que eram agressivos eles não estavam mentindo. Mesmo estando á vários metros eles lançaram cordas que prenderam-se no casco de nosso navio. Eram muitos e vinham em grande velocidade; em poucos segundos mais de dez já estavam dentro do barco.
Ouvi ordens de cortarem as cordas, mas de qualquer forma eles jogavam mais e já tínhamos muitos dentro.
- Ok. Isso vai ser divertido. — Me apoiei em um mastro e dei um chute no rosto de um que vinha em minha direção. — Ew. — Dei um chute nele, que estava desacordado.- Wow! — Me agachei quando um iria cortar minha cabeça com uma bela espada. — Isso foi rude! — Lhe dei uma rasteira e quando no chão, peguei sua própria espada e a finquei em seu coração. — Mas Valeu pela espada.
Saí correndo para ajudar Maki, que estava deitada no chão com um pirata fazendo força com sua espada sobre a dela. Antes que eu chegasse, Neon já havia se encarregado de chutar o cara, cortando-lhe a garganta logo depois.
- Que garotinha mais linda... — Um gordo com poucos dentes me sorria, andando em minha direção. — Vai ser um prazer tê-la em minha cama.
- Ew! — Lhe apontei a espada que roubei de seu companheiro. — Dê o fora daqui, nojento.
- Hm, não agora. — Com uma força absurda empurrou minha espada para longe, me deixando desarmada.
- Oh... Isso foi prático. — Ele tentou me agarrar, mas me esquivei e lhe chutei a canela. Infelizmente ele não parecia sofrer muito.
- Vamos logo com isso. — Começou a andar em minha direção e eu a recuar, até sentir minhas costas batendo na parede da cabine do leme. — Agora sim.
Antes que eu fosse fazer algo, esse marujo caiu ao meu lado, revelando Elliot com uma espada ensangüentada na mão. O sangue era daquele que estava morto ao meus pés com uma furo nas costas.
- Capitão! — Sorri ao vê-lo, mas vi um pirata inimigo atrás dele. Antes que eu o avisasse, este caiu morto. Vi a outra mão de Elliot segurando uma faca, que fora enfiada no abdome do anterior. — Wow... Isso foi legal!
- Hm. Acho melhor espantarmos essas moscas, certo? — Suas feições eram sérias e parecia focado.
Susan balançava em uma corda, enforcando com outra alguns piratas. Bem abaixo dela já via Luria e Nikki. Elas matavam com agilidade muitos que apareciam.
- Esperem! — Um dos piratas inimigos gritou. Todos pararam e o escutavam. — Essa é... A tripulação de Elliot Pettil... — Ergueu os olhos para observar a bandeira presa ao mastro. Era negra, com um crânio ao centro sobre um brasão muito bonito, além de ser perfurado por duas espadas cruzadas.
- É... Vocês tem razão. — Elliot, que estava sentado sobre algumas caixas, subiu com a ponta do dedo a aba de seu chapéu majestoso. — E conseguiram me deixar irritado com essa visita inesperada. Odeio convidados intrometidos. — Se levantou, caminhando até o que anunciara seu nome.
O medo nos olhos do marujo era evidente e todos mantinham-se calados, sendo o barulho das botas de Elliot batendo contra a Madeira o único que quebrava o silêncio. Ele parou em frente do homem e suspirou.
- Vai ser rápido, eu prometo. — Ele pois uma mão sobre seu ombro e neste mesmo instante o segurou pelo braço, jogando-o no chão com extrema força e com a ponta do pé o chutou, fazendo-o rolar e virar de costas. Não demorou até a lâmina de sua espada encontrar-se com a coluna do indivíduo, partindo-o em dois. Não queria ver e não ia ver. Antes de acontecer eu fechei os olhos e apenas ouvi aquele barulho horrível. — Que sirva de exemplo. Agora saiam. — Disse enquanto passava a lamina de sua espada na bochecha de outro dos piratas inimigos, fazendo um pequeno corte.
Todos saíram correndo e tentavam desesperadamente voltar ao seu navio, ao ponto de se jogarem na água fria e com ondas violentas. Neste mesmo momento uma repentina tempestade começou. Já haviam três pessoas acobertando Elliot, enquanto eu olhava os corpos no chão e deixava a chuva me molhar inteira.
- Eu me recuso a limpar isso. — Resmunguei quando Luria parou ao meu lado, carregando algumas espadas. Ela riu.
- Sinto muito. Os corpos são jogados no mar por debito das grades; assim. — Ela chutou um cadáver como se fosse uma bola e apenas ouvi o som dele caindo na água.
-Ah... Claro. — concordei com ironia.
Todos já tinham entrado, o que era a coisa óbvia a se fazer no meio daquela tempestade infernal, mas ainda assim pretendia me livrar daqueles corpos o quanto antes.
Peguei alguns que não estavam tão feridos e os arrastei até a borda do navio, podendo facilmente jogá-los na água, deixando alguns rastros de sangue que eram facilmente lavados pela chuva.
- Eu odeio is... — Enquanto murmurava como uma criança mimada tropecei em um cadáver e caí no chão como um saco de batatas. — Auch... — Olhei para trás e vi o corpo dividido em dois. Pulei de susto nessa hora e engatinhei para trás rapidamente, ainda no chão. — Ah... Hm.. E aí, cara. Tudo beleza? — Me levantei apoiando-me nas grades. — Você me parece ótimo...
Elliot POV
- Não vai mesmo ir ajudá-la? — Nikki observava Lucy ao meu lado pela janela da cabine.
- Não. É engraçado. — Joguei o resto do pirulito no lixo próximo da mesa.
- Capitão... — Andrew me chamou enquanto deitado no sofá ao canto do cômodo. Ao que me virei o vi de ponta cabeça com o sangue descendo até a testa e os pés sobre o encosto. — A chuva está ficando mais forte, não quer que eu vá ajudar?
- Eu vou. — Carly, namorada de Andrew, se ofereceu. — Acho melhor vocês voltarem para o quarto.
- Hm... Você pode ficar doente.
- Drew, eu vou ficar bem. De qualquer maneira, nos vemos amanhã. — Ela ficou na ponta dos pés, pronta para beijá-lo, mas um trovão despertou a todos nós.
- Capitão. — Nikki me chamou a atenção. — Vamos.
- Ah... — Olhei novamente pela janela e vi Carly ajudando Lucy a empurrar o último cadáver.
- Capitão, vamos. — Nikki repetiu ao perceber minha desatenção sobre ela.
- Ah, ok. Estou indo. — Me levantei e apoiei a mão no parapeito da janela, observando-as mais uma vez, agora as duas correndo para dentro.
Agora sim eu podia ir dormir.
Notas finais
Andrew: http://3.bp.blogspot.com/-_MsIdFJoZHs/TdhPCkHW4sI/AAAAAAAAAhQ/IJ-HQwYYu1E/s1600/we%2Bheart%2Bit%2B28.jpg
Carly: http://24.media.tumblr.com/05715f40f5558abc528b68274adc3708/tumblr_mhm54ziSs91rr2sryo1_400.jpg
Luria: http://www.accidentalsexiness.com/wp-content/uploads/2010/04/Astrid_Berges-Frisbey-387x400.jpg
Se esqueci de alguém, só me avise!!
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